Todo ex marido sempre come a ex mulher.

09 de Junho de 2014 Renning Contos Eróticos 33899

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Eu não sou chegado à funk. Acho as letras, se é que pode-se dizer que há, muito chulas e o conceito muito desprezível. No entanto, há alguns momentos da vida em que o que elas dizem, não passam de verdade - gostemos ou não. Relacionamentos são, dificilmente, coisas que terminam bem. Até por que o término é antecedido de momentos ruins para os envolvidos, que podem piorar - e muito - antes do ponto final ser dado. Imagine aí brigas com drama mexicano e ódio pulsante. Bem, foi mais ou menos assim o meu término com minha ex. O problema todo é que ficamos juntos por 4 anos e pouco e, com esse tempo, minha mãe e irmã acabaram tomando afeto demais por ela. Em consequência disso, vez ou outra ela dava a cara lá em casa e o ar pesava, já que a presença dela me incomodava demais - e isso ficava claro.

No entanto, desde o término, que já tinha sido dado à meses, eu só havia ficado com um outra guria. Sexo estava escaço pra mim. Certo dia saí com uns amigos e pra me divertir e, claro, bebi. Estávamos em um baile funk, não meu lugar preferido do mundo, mas a oferta ali parecia ser barata. Entre um funk e outro, tocou um que dizia algo como "Todo ex-marido, sempre come a ex-mulher". Nisso, uns amigos começaram a me zoar, já que eu dizia com afinco que nunca mais ficaria com minha ex. Até que um deles falou;

" - Ah cara, para. Não é como se tu fosse voltar com ela. Só come e mete o pé. "

E, novamente, argumentei contra. O problema é que na volta pra casa, mais uma vez sem comer ninguém, aquilo ficou na minha cabeça. Mas espareci já que acreditei que mesmo que eu desse o braço à torcer, ela não o faria. Me restava, como sempre, somente à punheta. Cheguei em casa e fui pro meu quarto, tirei os tênis e a calça e fui ao banheiro mijar. Logo, decidi ir pegar uma água antes de sentar na frente do computador pra me 'aliviar'. Estava só de cueca e camisa e, ao chegar na cozinha, notei que havia alguém lá.

Pra minha surpresa, era minha ex, Sabrina - provavelmente havia saído com minha irmã e decidiu dormir ali, como outras vezes. Ela se virou no susto e ficou alguns momentos me olhando surpresa, especificamente pra minha cueca, e eu não reagi à nada. Logo ela voltou a si e foi até a pia buscar um copo para beber água, e eu segui até a geladeira. Nada foi dito, embora eu tenha pensado em dar alguma deixa, acho que meu orgulho falou mais alto. Eu não havia notado mas Sabrina estava apenas de calcinha e uma camisa do Pearl Jam que, na verdade, era minha, mas que ela levou no 'spolios' do fim do relacionamento. Fechei a geladeira e, quando dei por mim, ela estava me encarando enquanto bebia o copo d'água. A encarei de volta por alguns segundos, até que perguntei; " - Que foi? " Ao que ela respondeu, pausadamente; " - Nada não. Tava só observando. "

Não entendi o que ela quis dizer e, por algum motivo, aquilo me deixou nervoso. Tudo que ela fazia ou dizia, me deixava nervoso. Mas tentei parecer calmo; " - Observando o que? " Ela pôs o copo na pia e coçou a bunda, levantando a camisa um pouco e mostrando a calcinha vermelha, com uma rosinha do lado. Eu conhecia aquela calcinha, conhecia bem. Senti meu pau enrigecer levemente, mas ignorei esperando que ela pudesse ver. A vadia tinha um corpo realmente delicioso. Por inúmeras vezes brigamos por causa de ciúmes meus, já que era comum ela receber cantada de terceiros. Então ela falou; " - Eu estava pensando... poderíamos trocar uns favores. " Uma incógnita se fez na minha mente. O que diabos ela queria como favor e o que ela acha que eu poderia querer? A resposta mais óbvia seria a última que eu cogitaria. Sabrina se aproximou a passos lentos, arrastando a mão na beira da pia. 

" - Sabe, há uma determinada época do mês em que a mulher está mais... hm, como posso dizer... preparada, acho que é a palavra certa a se usar, para ter relações, você sabe, sexuais. " Ela mordeu os lábios. Notei, conforme ela se aproximava, que não estava usando soutien. Antes dela terminar de falar, meu pau já estava duro e quase certamente ela poderia notar, mesmo que a camisa o cobrisse. Respondi então; " - Então, em curtas palavras, você tá querendo foder? É isso? " Ela deu um risinho. " - Se você prefere chamar assim... " Dei um passo pra trás, tentando disfarçar o quão rídigo meu pau estava, e me pus atrás da mesa, pondo a mão sobre o móvel de forma inquisidora. " - Eu não posso deixar de pensar que, muito embora você pareça bem consciente do que quer, isso vai acabar em merda e dor de cabeça. " Ela se aproximou da outra extremidade da mesa, pôs as mãos sobre a mesma de forma a apertar os seios com o braço. " - Eu juro que se você aceitar, não vai mudar nada entre nós. Promessa. "

Eu já estava sendo totalmente tomado pelo desejo físico, parando de pensar com a cabeça de cima. Fiquei alguns segundos em silêncio tentando digerir aquela situação. " Ok. " Disse, e continuei; " - Mas com uma condição. " Ela pareceu surpresa, mas feliz com o que ouviu. " - O que seria? " Perguntou. E dessa vez eu que sorri. " - Você vai obedecer a tudo que eu disser e aceitar tudo que eu propôr. " Ela ficou em silêncio por alguns momentos, mas não mostrou desconforto com o que ouviu. Sorriu mais um vez e disse, em um tom decisivo; " - Tá bom. Você quem manda, senhor. No seu quarto? " Acenei que sim com a cabeça e ela tomou a frente, desfilando. A camisa não cobria totalmente a bunda dela e mostrava o quanto aquela calcinha estava cravada entre suas nádegas. Mal pude resistir a agarrar e enfiar minha cara ali no meio.

A segui até o quarto e quando cheguei, ela estava parada no meio, observando minhas coisas. " - Parece que nada mudou aqui. " disse, e eu não respondi. Fechei a porta e me virei, indo em direção à ela, que estava de costas olhando as estantes na parede. A agarrei por trás, apalpando sua bunda e esfregando meu pau na mesma, enquanto que com a outra mão segurei o seio dela, o apertando. " - Aí. " Ela disse. " - Direto ao ponto, hã? " e riu de forma provocativa, descendo uma mão pelas costas e segurando meu pênis. " - O que o senhor deseja que eu faça primeiro? " Apesar daquela situação, eu ainda tinha, duelando dentro de mim, raiva e desejo. Eu definitivamente queria fodê-la. Mas eu queria machucar também. Deixá-lo no pó. Não respondi nada, apenas a empurrei em direção a cama, fazendo com que ela ficasse de quatro à minha frente. Ela ria, parecia estar gostando da brutalidade. 

Ela se ajeitou em quatro apoios e me olhava por cima do ombro, sempre com um sorrisinho escarnecedor e desafiador no rosto. " - Já vai foder minha bocetinha? Direto assim? " Ela curvou a coluna e se empinou, como sabia que eu gostava, além de puxar a camisa pra cima, deixando toda aquela bunda à mostra. Sarrei meu pau e ela gemeu. Me ajoelhei e puxei a calcinha pro lado, deixando os lábios da sua buceta a mostra, que já estavam bem molhados. Enfiei o dedo e ela gemeu mais alto, então enfiei a língua e chupei seu grelo. Ela caiu nos cotovelos e gemia. Senti os dedos do pé dela se curvarem. Uma das mãos ela usava pra afastar mais os lábios da buceta, de modo que eu tivesse acesso mais fácil. Subi, já totalmente intorpecido pelo desejo, e lambi seu ânus. Seu gemido revelou surpresa, já que era algo que nunca havíamos feito, e ela tentou resistir tirando a bunda da minha cara. Segurei a mão dela e a lembrei; " - Eu quem mando. " Ela me olhou um tanto incrédula e voltou a posição de antes, enquanto eu corri minha língua pelas pregas do seu ânus sem me preocupar com o quão nojento aquilo era/parecia. 

Notei suor escorrendo pelas pernas dela e a mordisquei. Me levantei e dei um tapa, deliberadamente forte na sua bunda e ela gemeu. Pus meu pau pra fora e sem qualquer rodeio, enfiei buceta a dentro. Senti seu interior se alargando como algo que rompe. Sua buceta estava apertada, como ficava sempre que, enquanto namorávamos, por conta de uma briga ficávamos sem fazer sexo por muito tempo. Aquilo me deu certo orgulho, já que indicava que ela não vinha dando pra nenhum outro. Afinal, o relacionamento acaba, o sentimento de posse demora um pouco mais. Enfiei o pau até o talo e ela gemeu, se recurvando levemente com a dor. A segurei pela cintura e meti com certa força, e a cada estocada ela soltava um gemido agudo. Trazia o pau até quase retirá-lo por completo, e tornava a enfiar rapidamente. Ela já estava tão molhada que molhava minha própria púbis. Tirei o pau e o esfreguei no ânus dela. Ela me olhou por cima do ombro com um olhar de súplica, pedindo que eu não enfiasse ali. Esfreguei a glânde do meu pau ao redor do seu grelo e ela pareceu se preparar pra dor, mas não se manifestou contra. 

Mas aquele ainda não era o momento. Empurrei ela pro lado e ela caiu. Mandei que ela se erguesse e que se ajoelhasse a minha frente. Fiquei me masturbando enquanto ela cumpria com minhas ordens, ajoelhando então à minha frente. A blusa que ela vestia, já velha, caia por sobre um ombro e deixava um seio quase a mostra. Ela me olhava com aqueles olhos de torpor, como quem espera por ser comandada. Nunca havia a visto naquele estado, mas sabia que quanto mais excitada ela ficava, mais liberal e safada ela se tornava. Pus a mão sobre a cabeça dela e direcionei o pau para sua boca, ela abriu-a levemente e engoliu meu pau enquanto me olhava nos olhos o quanto podia. Engoliu quase que o meu caralho todo, até a garganta e o mamou lentamente. Seus lábios corriam pelo meu pênis enquanto ela martuabava a parte que não enfiava na boca. Senti sua língua brincar com meu caralho, até que ela escorreu até a ponta e deu um chupão mais forte, só na cabeça. Me masturbou mais e desceu a boca até meus ovos, os lambendo e colocando um na boca. Até que correu a língua por todo o meu pênis e voltou a colocá-lo na boca, tirando-o de novo logo em seguida e o assoprando, engolindo-o vorazmente em seguida.  

A segurei pela cabeça com as duas mãos, e senti meu pau pulsar. Fodi àquela boca e ela aceitava, como uma escrava. Me segurou pela cintura e apertava suas unhas na minha pele, como que pedindo mais. Ela abria a boca e colocava a lingua pra fora de modo que eu esfregasse meu caralho nela enquanto continuava me olhava nos olhos. Eu estava prestes a gozar e continuei fodendo sua boca, até que enfiei tudo que podia e sentir a primeira esporrada, direto na garganta dela. Segurei por uns breves segundos e soltei na segunda esporrada, que caiu parcialmente dentro da sua boca e no queixo. Ela se apoiou no chão, tossindo engasgada com meu esperma. E eu parei, apenas observando. Esperei por um acesso de fúria ou algo do tipo, mas após vê-la limpar o queixo e esfragar no carpete, ela se ergueu e perguntou; " - Quanto tempo até a próxima? "

Se minha vontade era de fazê-la sentir dor enquanto a fodia, não acredito ter sido bem sucedido. Aquilo pareceu um desafio, que fez com que meu pau se enrijecesse mais rápido que nunca num intervalo de uma foda e outra. Depois de se erguer ela deitou na cama, apoiando a cabeça na parede e erguendo as pernas, aberta, na minha frente, e começou a se masturbar. Sentei em uma cadeira e observei enquanto ela brincava consigo mesma, e eu mexia no meu pênis. Poucos minutos passaram e meu pau já estava ereto de novo. 

Me ergui e ela sorriu, embora eu só pudesse enxergar parcialmente na luz baixa do quarto. Ela se levantou e ficou sentada na beira da cama a espera de uma ordem. Mandei que tirasse a blusa e ela obedeceu, jogando-a no chão. A empurrei na cama e a ajeitei, deitei por cima dela e fui descendo por sua barriga, beijando-a. Ela entrelaçou os dedos nos meus cabelos e foi me encaminhando. Cheguei até sua buceta e enfiei três dedos, enquanto chupava seu clitóris. Ela se contorcia na cama e mexia a pélvis na minha cara. Parei e voltei a subir, indo até seus seios e os lambendo e apertando, enquanto mordiscava levemente. Posicionei meu pau e enfiei em sua vagina, no que ela ergueu as pernas abrindo-as e gemeu, fincando as unhas nas minhas costas. " - Isso, isso. " Dizia, enquanto me puxava e mordia meu ombro. Comecei fodendo à devagar enquanto ouvia sua respiração pesada no meu ouvido, até que fui aumentando o ritmo e usando o peso do meu corpo pra fodê-la cada vez com mais força. Seus gemidos iam ficando cada vez mais agudos conforme a força que eu usava. A cama já se movimentava e batia na parede e com uma das mãos ela agarrava o travesseiro pra não sair de trás de sua cabeça. Parei à frente dela e apenas fiquei mexendo meu pau dentro da cavidade de sua buceta. " - Vira. " Mandei. E ela resistiu. " - Não, poooor favoooor, continua fodendo minha buceta. " A segurei pela coxa e apertei, ordenando mais uma vez e já forçando seu corpo. " - Vira. "

Ela então obedeceu, ficando de quatro na minha frente mais uma vez, esfregando a bunda e buceta no meu peito, já que eu estava ajoelhado atrás dela. Segurei as bandas de sua bunda e a abri, metendo a boca em seu cu mais uma vez. " - Tá umidecendo meu cuzinho pra enfiar nele, né? " ela disse, com tom de charme na voz. " - Vai com carinho, tá? " e balançou a bunda na minha cara. Enfiei o dedo na buceta dela, pegando um pouco do suco pegajoso que escorria de forma esbaldante, e esfreguei no seu cu, forçando a entrada de um dedo, que entrou com facilidade com ajuda dela que piscava o ânus, como quem pedisse. A posiciei virada na cama e me ergui, ficando de pé atrás dela. Ela abaixou a cabeça e mordeu o travesseiro, empinando mais a bunda. Segurei meu pênis e o pus em direção ao seu cu, forçando vagarosamente. A principio, suas pregas desacostumadas ofereceram resistência, mas ela própria estava disposta a cooperar e piscava o cu o quanto podia, relaxando-o bem para receber meu pênis. Posicionei mais um vez e forcei, e o gemido dela foi de acordo com a passo-a-passo lento da invasão do meu pau dentro do seu cu. Entrou a glânde e eu relaxei, sorrindo involuntariamente. Até que voltei a forçar pra dentro. Ela mordia o travesseiro e gemia enquanto sentia meu pau invadindo seu inestino. " - Tá doendo. " Soltou, abafado. E eu esfreguei suas costas, enquanto continuava enfiando lentamente meu pau. Até que chegou ao talo e eu parei por uns segundos, esperando as pregas do seu cu se adaptarem. Vi quando ela levou a mão até a própria vagina e começou a se massagear, gemendo. 

Decidi que já era hora e comecei a movimentar meu pau, a principio lentamente, mas o trazendo até a ponta e enfiando novamente. Seu cu era absurdamente apertado e essa era parte da graça. Ela começou a relaxar mais e se ergueu nos braços, me olhando por cima dos ombros enquanto era fodida. " - Isso é gostoso. " disse, quase sussurrante. " - Não é gostoso o cuzinho da sua ex? " E me fez rir. Comecei a estocar mais forte e ela gemia mais alto. E segurei pela cintura com força e a puxava em minha direção. O choque dos corpos fazia um som de vácuo e eu sentia meu pau sendo apertando pelas pregas do cu dela, todo acalentado pelo interior de seu ânus. A puxei pelo cabeço e ela começava a aumentar o tom da voz enquanto repetia; " - Me fode, vai. Me fode. Me rasga. " ininterruptamente. Aquilo aumentava ainda mais o meu tesão e vontade que eu tinha de comer aquele cu. Uma sensação de posse ia aumentando dentro de mim, como se ela fosse minha puta particular. 

Resolvi que não gozaria no seu cu, que ela merecia a minha porra na buceta dela. Eu tinha relaxado naquela situação e de alguma forma já me lembrava das partes boa do relacionamento, o sexo sempre foi excelente. Tirei meu pau subitamente, pra surpresa dela e me afastei, sentando-me na cadeira do computador. Ela permaneceu de quatro me olhando sem entender, a chamei com o dedo e segurei meu pau. Ela se ergueu, sorrindo maldosamente, e caminhou em minha direção. Abriu as pernas e sentou no meu colo lentamente, enquanto eu posiconava meu pau pra entrar em sua vagina. Se sentou com um gemido prolongado e rebolou levemente, jogando o cabelo pro lado e inclinando a cabeça. A puxei pela nuca e a beijei, apertando seu cabelo enquanto ela devolvia o beijo molhado, rebolando na minha pica. Parei o beijo e ela começou a quicar enquanto eu apertava seus seios. Quicou como uma vadia e o fazia na medida exata em que meu pau quase saísse e em seguida fosse engolido de novo pela sua buceta esfomeada. Deslizava com facilidade e molhava meu colo com sua excitação. Puxou minha cabeça pro meu de seus seios e eu os lambi, segurando-a com força pelas ancas. " - Goza na minha buceta, por favor. " Escorri uma mão por suas costas e dedilhei seu ânus. Me ergui segurando-a nos braços, sem tirar meu pau de sua buceta e pus sobre a mesinha com computador, fodendo-a ali. Ela me arranhava e me lambia, implorando repetidas vezes que eu a fodesse mais e mais. Tomava aquilo como incentivo e desafio e estocava com veemência meu pau na sua vagina. Seus gemidos começaram a ficar novamente mais agudos, até que ela começou a dizer que ia gozar, deixando escapar um grande sorriso de satisfação no rosto. Eu também já estava pelas minhas, mas queria prolongar o quanto fosse possível. Me esforcei um pouco mais e botei com mais força. Meu caralho invadia sua buceta e ela pôs a mão sobre a barriga. " - Parece que dá pra sentir ele vindo aqui. Tá fazendo cócegas. Aahh.." Meu pau começou a pulsar e continuei botando, até esporrar tudo dentro de sua vagina. A impressão que tive é que eu nunca havia gozado tanto. Bem mais do que a primeira vez, esporrei diversas vezes sem tirar meu pau de lá de dentro. Enquanto eu jorrava meu gozo dentro dela, ela voltou a brincar com o próprio clitóris e antes que eu terminasse, gozou também, se derretendo sobre a mesinha. Tirei meu pau devagar e parte da goza caiu no chão, fazendo ela rir. 

" - Me ajuda aqui, tô com as pernas bambas. " E estendeu a mão para eu a ajudasse a descer. A acompanhei até a cama, onde ela se jogou e se contorceu na cama. Voltei pra cadeira e sentei, vestindo novamente a bermuda. Fiquei apenas observando e durante alguns minutos, cogitei que ela tivesse dormido. Até que ela falou; " - Só tô esperando minhas forças voltarem e já já saio, ok? Só uns minutinhos, por favor... " Não respondi nada, apenas me ergui e fui ao banheiro jogar uma água. Quando saí ela entrou para também tomar um banho, passamos um pelo outro sem falarmos nada, nem nos olharmos. Fui me deitar e notei que ela havia deixado a calcinha em cima da minha cama. Guardei e no dia seguinte parecia que nada tinha acontecido. Ninguém pareceu desconfiar de nada e não nos falamos mais até então.

Mas sei que é só o tempo da natureza cobrar que suas crias saciem suas vontades. E na falta de opções, a ex sempre estará lá.


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