Aluna dedicada

10 de Junho de 2014 gabriela Contos Eróticos 24931

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Eu sempre tive uma queda por homens mais velhos, aos 13, a minha primeira paixonite foi um homem de 21, claro que, pra minha idade era um homem mais velho. Porém, com o passar dos anos, as minhas quedas eram sempre por meus professores. Eu sempre fui inteligente, e ver alguém mais inteligente do que eu aumentava minha líbido. Então, aos 18 anos, na 3ª série tive um professor que deveria ter uns 30~40 anos. Achava-o fabuloso, o homem dos sonhos: usava ironia e sarcasmo como ninguém, inteligente, gostava de livros, filmes e música boa. Além de outra coisa, que omitirei por motivos de privacidade, caso alguém reconheça pela descrição. Ele era bom com nomes, no primeiro dia que disse o meu, ele já decorou e passou a me chamar todas as aulas dele. Sentava na frente, e mordia os lábios e fechava as pernas, para conter o prazer, cada vez que ele me olhava e falava o meu nome. Eu iria prestar vestibular para medicina, então, eu precisava estar muito bem, embora já fosse boa. Assim, tinha algumas dúvidas na matéria do professor, e depois da aula, fui a sala dos professores e com o caderno na mão, perguntei como resolvia uma questão, ele, antes de começar os cálculos, fez-me perguntas pessoais; onde eu morava, meu gosto musical... E me elogiou, as ondas sonoras do seu elogio desceu do meu canal auditivo para o vaginal! Apertei, mais uma vez, as coxas para aliviar a "dor". De qualquer forma, ele me ensinou a questão, e quando eu estava indo embora, ele me puxou pelo braço, nesse momento meu coração palpitava velozmente, e disse "de nada", eu não compreendi, mas depois, ainda bem, percebi que ele se referia a dúvida que ele acabara de esclarecer, e eu desconcertada solto um "ha, obrigada", envergonhada e ainda nervosa com a situação, deixo a sala.No outro dia, sento um pouco escondida, sou tímida, e não sou a melhor pessoa do mundo controlando as emoções; tinha sido burra no dia anterior, e não queria ser mais notada pelo meu ídolo. Acontece que, durante a aula dele, o meu amigo que sentava do meu lado, foi pra o outro lado da sala, e ficou uma cadeira vaga do meu lado. O meu professor, deu a aula exatamente com a perna em cima dessa cadeira, e olhando para mim a maior parte da aula. Ele fazia uma questão, e fazia questão de me perguntar se eu havia entendido, mas com um olhar que não correspondia a essa específica pergunta. No final da aula, arrumei meu material, rapidamente, e saí, queria ficar sozinha logo para poder gritar. Correndo pelos corredores, o vejo saindo da turma ao lado, finjo que não o vi, mas ele chamou-me. Quando viro, é involutário e olho para sua calça, e noto aquele volume e ele sorri pra mim desconcertado, e eu dou de volta um sorriso tímido, mas pareceu eficaz, porque ele disse que tinha uma lista de exercícios bem parecidos com a questão que eu perguntei ontem à noite e me perguntou se eu a queria. Eu, instantaneamente agradeci mentalmente por ser só isso, e disse que sim. Ele falou que iria pegá-la no carro, e me chamou pra acompanhá-lo; eu fui. Ele virado dentro do seu carro, procurando a tal lista, e eu vidrada nas suas costas imaginando-o só de cueca. Ele vira, e eu com a mesma cara de otária fico vermelha, e me entrega a lista. Eu o agradeço, e ele me pergunta se eu não quero carona, já que ele iria dar aula em outra escola, que era perto da minha casa. Pensei, e decidi aceitar, mando mensagem pro meu pai falando que iria pegar carona com uma amiga minha, que não precisava mais que ele viesse me buscar. Enquanto dirigia, escutávamos Beethoven, e eu comentei que a sinfonia lembrava o meu filme favorito, e por coincidência, também era o dele. Eis que ele solta que tínhamos muito em comum, inclusive, combinavamos. Eu fingi que não entendi, ou pelos menos, fingi que não entendi como eu havia, de fato, entendido. O sinal fechou, havia um trânsito infernal naquela hora do dia. Ele virou pra mim, procurou meus olhos, e soltou essa:"Sabe, eu me masturbei ontem à noite." Foi naquele momento que percebi que o tempo era realmente relativo, porque depois daquelas palavras parece que passou uns 20 anos. Fiquei calada, e depois disse "ah é? Por que?" ele ainda olhando pra mim como se eu estivesse nua, disse: "A pergunta não é 'por que', é 'pensando em quem?' E ambos sabemos em quem foi, e como você é inacreditavelmente gostosa." Enquanto ele falou isso, eu abri os botões da minha blusa, e deixei meu soutien aparecendo, e disse que desde do primeiro dia da disciplina dele, eu sempre me masturbava pensando nele chupando os meus seios. Foi quando ele pegou o celular dele, discou um número (nesse momento eu fiquei tipo com cara de tipo???) e ligou para o colégio que ele trabalharia, e disse que não poderia dar aula naquele dia porque estava doente. A compreensão foi imediata, e a minha mente ficou inquieta; ele iria me comer. Ficamos em silêncio, o sinal abriu, ele entrou em ruas que eu não fazia idéia que existiam, e chegamos a um motel. Desci do carro, e tenho a impressão que havia derramado 1 litro de água na minha calcinha, porque estava ENCHARCADA. Ele me puxou pelos cabelos e foi logo enfiando a língua na minha boca, e estávamos escorados na parede do quarto, sarrando de uma forma surreal. O jeito que o corpo dele se encaixava no meu era incrível, seu pênis roçava minha buceta e eu não conseguia afastá-la de forma alguma, meio a movimentação gostosa, ele tira minha blusa, e abre meu soutien. Meus seios pulam já enrugados só por estar sendo expostos para aquele homem, e se não bastasse, ele solta minha boca e desce sua língua do meu pescoço aos meu seios, na áureola ele lambe como se estivesse lambendo chocolate. Eu já estou convulsionando, e os meus seios crescem a cada lambida. E ele começa a elogiá-los; "São lindos... Parecem de leites.. tão lindos". Meu corpo INSISTE pelo PAU dele na minha buceta, e JÁ! Eu empuro ele na parede, me esfrego o máximo que posso no seu pau e tiro sua camisa. Depois desço, e abro o zíper de sua calça, sua cueca não nega; eu o excito. Isso é o suficiente para que eu retribua os elogios, puxo sua cueca e seu pênis está lá! Lindo! Vermelho com aquelas veias grossas pulsando, e eu não resisto; meto a boca, chupo até o talo e vou babando do início ao fim. Na cabeça, eu lambo como se nada fosse mais importante no mundo. Eu já sinto sua palpitação, e eu chupo mais, chupo muito. Minha língua acarecia aquele pau delicioso, e eu sinto o salgado na minha boca, engulo, olho pra ele e subo. Seus olhos brilham, e ele ainda lambusado, me bota de quatro na cama, dá umas palmadas na minha bunda e eu sinto os seus dedos me massagiando, estou toda molhada. Ele enfia seu pau lambusado na minha buceta, e o prazer é animal. Ele desce e sobe enquanto eu remexo minha vagina. Eu tiro o seu pau da minha boceta e o jogo na cama, ele está deslumbrante; deitado com o pau ereto e relaxado. Eu encaixo o pau dele na minha buceta e cavalgo loucamente, rebolo e esfrego os meus seios no seu rosto. Ele geme, e eu gemo gritando o nome dele em resposta. Ele bota o meu seio TODO dentro da boca, e eu sinto minhas pernas tremerem; está na hora. Ele se enfia totalmente dentro de mim, e eu sinto sua liberação, e eu me liberto junto com ele. Animal. Se separamos e dormimos, quando eu acordei, ele me encarava enquanto me desenhava dormindo. Fiquei morta de vergonha, óbvio. Durante todo o nosso terrível prazer não tinhamos conversado muito, e agora seria inevitável. Procurei minha blusa, mas ele insistiu que eu vestisse a dele, fiquei lá, sem soutien, sem calcinha. Enquanto conversamos sobre biologia e a atração carnal, que bela ironia. Quando fomos embora, o vi tirando a aliança do bolso e a colocando no dedo, senti um remorso, mas aquilo se repetiu até o final do ano. Afinal, o sexo era animal e não racional.


Reportagem especial (UOL)
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