A Floresta Proibida - Cap 1 Atualizado p/ publicar

11 de Junho de 2014 Bruna Gomes Contos Eróticos 2099

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


   Amy se lembrava da briga de
seus pais enquanto estava na parte mais afastada da floresta que tinha na
cidade. Ela amava a floresta. A clareira onde sempre ficara era rodeada por
diversas árvores e outras plantas. Ela estava distraída quando ouve um
farfalhar rápido. Ela se levanta apurando os ouvidos e sua visão para tentar
ver e ouvir qualquer coisa que pudesse estar por perto. Todos diziam que aquela
floresta era mal assombrada, que existiam monstros como lobisomens e vampiros,
mas Amy nunca acreditara em nenhuma dessas coisas. Frequentara a floresta
durante toda vida. Ela era o seu refúgio quando já não aguentava mais a briga
de seus pais, ou quando ela se irritava com ambos por só se importarem com o
dinheiro que tinham. Mas hoje, algo dizia à Amy, que ela não deveria estar
ali.



— O que está fazendo aqui garota?



  Amy se assusta ao ouvir a voz
grave e autoritária e se vira para ver de quem era à voz. Ela se depara com
três garotos, dois eram loiros e baixos, tinham olhos cor de mel e sua pele
parecia quase translúcida. Eles pareciam gêmeos. O do meio era moreno com os
olhos e os cabelos da cor de chocolate, era bem mais alto que os gêmeos. Mais
alto que ela, bem mais. Sua pele era um pouco mais corada que a dos loiros
gêmeos, mas ainda continuava por ser bem clara. Amy tinha a impressão de que
fora ele quem falara.



— Quem são vocês? - Pergunta com tom debochado. Toda vez que conhecia
alguém, a menina não conseguia ser educada, não entendia o porquê, mas sempre
era grossa e debochada.



— Isso não te interessa. Não vou perguntar uma terceira vez, então responda:
o que está fazendo aqui? - Estava certa. O dono da voz era mesmo o rapaz
moreno. Ela se irritou pelo jeito que ele a tratou, mas, ao mesmo tempo, isso
fez com que ela quisesse saber mais sobre ele. Ela não entendeu bem esse
sentimento. Ao invés de querer saber mais dele, ela deveria se afastar, certo?
- Esta floresta é perigosa. Sua gente sabe bem disso.



  O modo como ele disse a última
frase deixou Amy encucada. Ele parecia dizer "Sua gente" como se não
fosse humano. - Gosto de vir para a floresta. Não dá para contemplar a noite lá
da cidade. Muitas luzes. Sempre vim aqui e nunca me aconteceu nada. - Disse
rispidamente a última frase.



— Você deveria temer a noite, humana. - O rapaz diz friamente, enquanto
isso, os irmãos iam embora, deixando Amy e o rapaz a sós, isso fez com que ela
ficasse mais a vontade para saber sobre ele. Mesmo que não fosse seguro ficar
sozinha com um cara que você não conhece em uma floresta densa, afastada da
cidade e de noite.



— Mas não temo. Nem um pouco. - A menina responde no mesmo tom
frio. 



  A menina vê o rapaz dar um
sorriso discreto enquanto se aproxima dela. - Qual seu nome? - O rapaz
pergunta.



— Porque quer saber? - Amy ainda continua com o tom frio, mas sente algo
acender dentro dela. ”Esse rapaz tem alguma coisa. E eu vou descobrir o que
é.
” A menina pensa olhando
o misterioso rapaz de cabelos cor de chocolate.



— Você é diferente dos outros da sua espécie - Diz com um sorriso de
lado. Amy não queria admitir, mas aquele sorriso a encantava. Como ela adorou
aquele sorriso. Queria poder olhar para ele sempre.



— Você se refere a mim como se você não fosse humano. - Amy diz com um
tom de deboche, mas com uma pitada de curiosidade por trás.



— E se eu disser que não sou? - Ainda com aquele sorrisinho que estava
fazendo Amy querer saber mais e mais do rapaz.



— Vou achar que você é louco - Sorrindo com um misto de deboche e curiosidade.



— Então não vou dizer. - Sorrio também com deboche. Isso irritou a
garota. - Vai me dizer o seu nome ou não?



— É Amy. E o seu? - Diz se sentando na raiz de um pessegueiro que estava
descoberta.



— Kallifer. - Diz o rapaz observando a menina. - Você devia ir embora
Amy.



— Por? - Diz com uma cara entediada e ao mesmo tempo sem perder seu tom
de deboche.



— Como eu já disse antes, você devia temer a noite, e a floresta não é
segura.



— Mas como eu já disse, não temo a noite. E sempre vim na floresta.
Gosto de observar as estrelas - Diz perdendo o tom debochado ao terminar de
falar e olhando as estrelas.



— Posso me sentar para observar as estrelas como você então? - Pergunta
observando a menina.



— Claro - Diz ainda olhando as estrelas. Amy vê com o canto do olho, o
rapaz se sentar ao seu lado. Como ele era lindo. Nunca vira ninguém tão belo.
De onde era esse garoto? Nunca o vira na cidade, se tivesse visto, se
lembraria. Com toda a certeza. A menina queria descobrir tudo o que pudesse
sobre ele. Queria desvendar cada segredo que era escondido por trás daquele
olhar que tanto a envolvia. Não sabia como podia se sentir assim por alguém que
ela nem conhecia direito, mas essa era uma parte mais irracional dela. Uma
parte a qual Amy tentava não dar ouvidos.



— No que está pensando Amy? - Kallifer pergunta olhando a menina com
curiosidade.



— Ah, não é nada não – Diz sorrindo sem graça e sacudindo a mão na
frente do rosto. Amy ouve seu celular tocar e vê que é seu pai ao pegar o
celular.



Onde você está mocinha?
Amy ouve seu pai perguntar com uma fúria contida na voz. Algo que ela já se
habituou.



Por? – A garota pergunta com
indiferença.



Venha já para casa! Sua mãe e eu
já dissemos que não queremos você nessa floresta!
– Seu pai deixa
transparecer toda a fúria em sua voz. Amy já sabia que quando chegasse em casa,
haveria uma bela de uma confusão.



Tchau – A garota diz e
desliga o telefone antes que seu pai pudesse protestar. Ela não queria ir
embora. Não agora. Queria saber mais sobre Kallifer, queria ficar mais tempo
ali com ele, vendo aquele sorrisinho de canto que a estava fascinando.



— Aconteceu algo? – Kallifer pergunta olhando a menina.



— Meu pai quer que eu volte para casa. Ele, minha mãe e todos os
moradores da cidade dizem que essa floresta é mal assombrada. Que existem
monstros – Amy bufa indignada – Como isso é ridículo.



— Deveria ouvir seus pais minha menina. – Diz com uma preocupação visível.



— Me chamou de sua menina? – Amy pergunta o olhando incrédula.



— Talvez eles tenham razão. – Diz de um modo sombrio que deixou Amy
apreensiva. E se ele estiver falando a verdade? E se não for mesmo humano? Tudo
me dizia para me afastar dele, mas eu não conseguia. Sentia que nem se eu
quisesse conseguiria me afastar dele.



— Tenho que ir. Vai ter a maior confusão lá em casa e quanto mais eu
demorar, pior vai ser – Diz se levantando. A menina se espreguiça e percebe que
Kallifer levantou também.



— Vou com você. Pelo menos até a entrada da cidade. Não é seguro para
você andar pela floresta a noite sozinha minha menina. – Diz demonstrando
preocupação para com a garota.



— Não me chame assim. – Amy tentara ser rude, mas acabou deixando
transparecer que acabara gostando de como o rapaz a começara a chamar.



  Kallifer apenas sorri. Ambos
começam a caminhar pela trilha de cascalhos misturado com areia que dava para a
parte mais aberta da floresta. Eles caminhavam em silêncio, o que os permitia
ouvir o som do rio que ficava mais para dentro do lado esquerdo da floresta.



— Quantos anos você tem Amy? – Kallifer pergunta tentando quebrar o
silêncio. Amy sorri ao ver que o rapaz tentava puxar assunto com ela.



— Dezoito e você? – Pergunta sorrindo para o rapaz.



— Tenho vinte anos. – Sorri. – Er... Amy?



— Sim?



— Podemos nos ver de novo amanhã? – Pergunta olhando para a garota
intensamente. “Será que ele tem noção do
poder que esse olhar tem sobre mim? Alguma coisa me diz que sim.
” A menina
pensa enquanto olhava para o rapaz.



— Infelizmente não dá – Diz tentando esconder a tristeza de não poder
vê-lo.



— Ah.  – Kallifer, ao invés dela,
deixou transparecer que ficou chateado e Amy se perguntou o que significaria
isso.



— Amanhã é meu primeiro dia no internato da cidade. Meus pais acham que
assim conseguirão me manter longe da floresta – Amy ri de leve ao dizer a
última frase.



— O internato de Deverlly? Ao norte da cidade? – Pergunta olhando a
menina.



— Sim, você conhece? – Amy se perguntava cada vez mais de onde seria
Kallifer.



— Estudo lá. – Sorrindo de canto. O sorriso que está fazendo Amy se
perguntar se ele é mesmo real.



— Sério? – A menina abre um sorriso enorme e involuntário. Não pôde
evitar. Só de pensar em vê-lo, e sempre, deixava a menina alegre.



— É, mas não vamos nos ver muito. Estudo a noite e você durante o dia –
Diz tirando uma mecha de cabelo do rosto de Amy.



— Como sabe que estudo de manhã? Eu não falei nada – Pergunta olhando
Kallifer.



— Minha menina. Se a sua espécie se misturar tempo de mais com a minha,
poderá ocorrer coisas terríveis. – Kallifer fala isso olhando a menina.



— O que você é? – Sussurra, ganhando a certeza que ele não era humano.
Era algo mais. Algo que ela descobriria com toda a certeza.



— Um dia, talvez, eu conte a você – Sorri – Agora você tem que ir.
Chegamos à entrada da cidade



— Já? – Amy olha ao redor. Kallifer dissera a verdade. Ela nem ao menos
notara que tinham chegado. – Promete que me conta? Um dia?



­­­— Um dia – Kallifer ri levemente. – Talvez ocorra mais rápido que
imagina.



— Espero que esteja certo – Diz sorrindo enquanto se afasta. A menina
acena para o rapaz. Kallifer acena de volta e se vira de volta para a floresta.
Amy começa a caminhar em direção ao centro da cidade, onde ficava sua casa. A
garota se preparava para a confusão que, com toda a certeza, aconteceria no
minuto em que pisasse em casa.


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