Comido por Mayara no Sul de Minas

15 de Junho de 2014 Macalango Contos Eróticos 2986

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria




  Acabei
de chegar em casa quando o telefone tocou. Era Mayara. Com sua voz calma e
misteriosa disse sem se demorar para eu
ir às 22 horas em ponto...



  Tomei um
banho demorado, jantei e depois fiquei aguardando a hora de me encontrar com Mayara.



  Seu corpo
era do tipo em forma, com pernas bonitas e pés muito bonitos, sempre muito bem
cuidados. Ela gostava de esmaltes de tons claros.



  Mayara
tinha 32 anos, 1,65 de altura, cabelos longos pretos, pela clarinha, olhos
castanhos claros, seios médios e bem firmes.



  Um pouco
antes da hora combinada me dirigi à casa de Mayara que ficava num bairro
distante.



  O lugar era
ótimo e quem morava ali certamente queria sossego e discrição. Ninguém na janela
ou conversando na rua nem vigiando a vida alheia. 



  Mayara
morava numa rua sem saída o que tornava sua casa muito discreta.



  Já estava
chegando e dei um toque no celular dela e quando cheguei em sua casa o portão da
garagem estava aberto para eu entrar. Coloquei
meu carro e o portão começou a se fechar imediatamente. Não se podia ver nada
para dentro olhando da rua.



  Ela estava
me esperando, usava um shortinho verde, camiseta branca sem nada por baixo e um
par de sandálias de borracha azul escuro e com as tiras bem fininhas.



  Mayara
disse:



  -Minha
putinha vadia chegou! Entra sua putinha vadia e depravada!



  Mayara
falava isso com voz baixa, calma e sem gritos ou grosseria. Sempre era assim,
calma e misteriosa. Ela detestava escândalos e nosso jogo era meio sigiloso, eu
não tinha um relacionamento mais constante com ela embora nem Mayara nem eu
tivéssemos comprometimento com ninguém. Só aconteciam encontros casuais e
estritamente quando ela me chamava, ou melhor ordenava. Eu era sua putinha
vadia e depravada.



  Entrei e ela
me mandou acompanhá-la. Fomos até um quarto no fundo da casa. Lá havia poucos
móveis dentre eles uma cadeira chique e uma cômoda.



  Mayara então
ordenou:



  - Retire
toda a sua roupa!



  Ela não saiu
do quarto, e sim ficou olhando eu me despir completamente.



  Mayara então
abriu uma gaveta da cômoda que havia nesse quarto e pegou uma calcinha cara vermelha
de tecido macio. Tinha as laterais muito finas e era do tipo fio dental.



  Mayara me
deu a calcinha mostrando o lado da frente e me mandou vesti-la.



  -Veste a
calcinha sua putinha safada e sem vergonha, veste cadela vadia!



  Coloquei a
calcinha, e nessa altura meu tesão já estava bem elevado só de pensar no que se
seguiria...mas a calcinha ficou perfeita em mim, Mayara sempre acertava no
tamanho!



  -Ficou
lindinha de calcinha vermelha sua putinha vadia e depravada! Ela disse.



  Mayara deu
uns tapas na minha bunda e me chamou de cadelinha safada!



  Ela logo mandou eu me ajoelhar e beijar seus
pés. Fiz exatamente como ela mandou. Seus lindos pés estavam hidratados e discretamente
perfumados e meu tesão só aumentava com o que estava acontecendo. Meu pau
estava latejando e doendo de tão duro!



  Mayara
dizia:



  -Beije os
pés da sua dona sua cadela putinha vadia depravada!



  Fiz o que ela
mandou, beijei seus pés com carinho enquanto ela me xingava e me humilhava, mas
sem perder a classe e sem gritos nem baixarias. Beijei seus dedinhos um por um,
sem lamber porque Mayara detestava ter os pés lambidos e ficava furiosa se isso
acontecesse.



  Mas em certo momento ela mandou parar
e ordenou para eu me virar e colocar os
cotovelos apoiados no encosto da cadeira
que era larga e confortável e ficar com a bunda voltada para ela, com os
joelhos no assento da cadeira que tinha o assento macio.



  Mayara abriu então
outra vez a gaveta e pegou uma venda preta e depois colocou em mim, fiando eu às
cegas e totalmente sob o controle e as vontades de Mayara...



  Sempre me
xingando de palavrões diversos ela dava vários tapas na minha bunda e então disse:



  - Vou te fazer agora
minha fêmea sua putinha, minha vadia depravada e despudorada! Vagabunda puta
ordinária!



  Ainda dando
alguns tapas na minha bunda ela então puxou a minha calcinha para o lado sem
contudo retirá-la, deixando meu cuzinho que nessa hora já piscava, bem
exposto......Mayara então passou os dedos no meu cu e logo em seguida percebi
algo frio que ela aplicava na entrada do meu cuzinho faminto...era um gel
lubrificante. Mayara era sempre bem cuidadosa e tinha nessa hora piedade de mim,
melhor dizendo, do meu cuzinho pois sempre me lubrificava muito bem para evitar
qualquer problema....Mayara usava sempre camisinhas nos consolos.



  -Vou agora te
fazer minha fêmea putinha safada! Minha querida putinha vadia! Ela dizia com
sua voz doce, calma e sarcástica mas sempre sem perder a classe!



  Logo senti o instrumento do prazer que Mayara
usaria em mim... e.ela tinha vários consolos e plugs mas quem escolhia qual
deles seria usado no meu cuzinho faminto era sempre Mayara!



  Ela então começou
a forçar lentamente a entradinha do meu cuzinho sedento, bem devagarinho e
claro, sempre me humilhando e xingando calmamente de tudo que se pode pensar
inclusive me chamando de fêmea putinha, vadia e insaciável. Além de vagabunda
também. No início não sabia o que Mayara estava usando em mim mas aos poucos
fui percebendo que se tratava de um plug anal maciço.



  O plug foi
entrando lentamente, era macio porém firme, fino no começo e com grossura
considerável na parte mais larga mas ela sabia que eu agüentaria embora aquele
já estava no meu limite....Ah que delícia!!



  Mayara fazia
movimentos bem lentos de vai-e-vem com o plug dentro do meu cu.... ensaiando de
enfiar tudo de uma vez mas voltando e forçando novamente bem devagar. Era uma
sensação maravilhosa! Indescritível!



  Ela insistia e voltava
um pouco, fazia assim com calma até que a parte mais larga do plug finalmente
passou pelo meu anel anal ficando apenas a aba larga da base para fora. O plug
se encaixou perfeitamente no meu cuzinho e eu delirava de prazer mas não me
manifestava pois não me era dado esse direito e eu sabia disso.



  Mayara então
puxou lentamente o plug para fora e logo enfiou de novo, fez isso várias vezes
me dando um prazer anal indescritível!! Meu cuzinho estava arrombado!



  Não sei
exatamente por quanto tempo Mayara me comeu, talvez alguns minutos mas eu perdi
a noção do tempo, porém logo ela perguntou com uma voz sarcástica se eu estava
gostando e se queria mais. Respondi logo que sim, que queria mais e mais e
então Mayara disparou:



  -Quer mais
putinha vagabunda e vadia?  Respondi que queria
mais, muito mais. Então Mayara perguntou:



  -Quer um mais
grosso?



  Respondi que
não, mais grosso não, que eu queria aquele mesmo e então ela disse, retirando o
plug anal de dentro de mim:



  -Vou te
ensinar a gostar desse tipo de coisa sua puta vadia sem vergonha, depravada,
vagabunda!



  Ela ordenou
para eu continuar no mesmo lugar, de joelhos na cadeira e com os cotovelos
apoiados no encosto e claro, com a venda
nos olhos.



  A gaveta se
abriu novamente e ela pegou algo de dentro dela. Levei um belo tapa na bunda e Mayara disse que iria me
corrigir e que era para eu contar as lambadas e também que se eu perdesse a conta ela começaria novamente do
zero!



  Estalou logo
a primeira lambada em minha bunda, que ainda estava com a calcinha fio dental
que deixava a bunda quase toda de fora. Mayara estava usando uma cinta de couro
legítimo! A dor era intensa  mas eu sabia
que poderia agüentar....



  Fui contando
as lambadas, Mayara tinha a mão pesada, ela batia e me xingava ao mesmo tempo,
dizendo que precisava me disciplinar para eu deixar de gostar dessas coisas
estranhas...... Ela dava uma pausa entre uma lambada e outra de maneira que ficava
difícil prever quando seria a outra. A dor aos poucos foi aumentando mas ela
sabia me punir sem alcançar o meu limite.



  Contei então 19
lambadas e Mayara terminou o castigo alegando que isso era para o meu bem e que eu
deveria deixar de gostar dessas coisas.....Minha bunda ficou bastante dolorida
e vermelha mas eu gostava daquilo!



  Um silêncio
então tomou conta do ambiente e eu continuei no lugar porque ela não mandou eu
sair e quem sou eu para desobedecê-la...



  Depois de
alguns momentos Mayara tirou a venda mas
continuei a olhar para a parede.



  Ela me puxou
pelos cabelos, mas de forma lenta e carinhosa eu até estranhei.



  Desci da
cadeira e ela então estava só com a camiseta, sua bucetinha estava totalmente
depilada. Ela me puxou e mandou eu me
ajoelhar e conduziu minha cabeça para sua xoxota que nessa altura estava toda
molhadinha.



  Beijei suas
coxas e chupei lentamente sua buceta enquanto ela gemia baixinho e de forma
progressiva. Lambi também seu grelinho com carinho e devagar e em dado momento
ela não agüentou mais ficar de pé e então assentou-se na beirada da cadeira e continuei a lamber sua
bucetinha e seu grelinho. Enfiei a língua na sua grutinha. Mayara tirou a
camiseta e então comecei a lamber seus belos seios , sem descuidar da sua
bucetinha que escorria um mel delicioso!!.



  Continuei
lambendo ela que cada vez mais se contorcia de prazer e gemia mais alto até
Mayara gozar na minha boca mas eu não parei de lamber e ela teve mais um ou
dois orgasmos intensos....ela então afastou minha cabeça e aos poucos foi se
recuperando do gozo.



Em seguida ela mandou eu tirar a
calcinha, a qual estava melada de porra.
Mandou eu me vestir disse
que eu podeia ir. Era sempre assim.



  Fui embora
para casa......sempre na espera de outra ligação de Mayara......


  Quem me dera
se isso fosse verdade! Mas foi só um sonho! Quero tornar esse conto uma
realidade junto com você mulher.



  Procuro dominadoras light, ou mulheres curiosas
sérias, que desejam realizar essas fantasias sempre com a possibilidade de um relacionamento
sério ou apenas uma gostosa amizade. Eu não curto 24/7 e nem dominação
psicológica, apenas sessões.



  Moro no Sul
de Minas, em Varginha.



  42 anos, sou moreno
claro, bem apessoado. Solteiro e não tenho filhos.



  Curso
superior e situação definida.



  Podem escrever:  [email protected]


 



 



 



 


 




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