Duas amigas bêbadas no meu carro...

16 de Junho de 2014 challenger Contos Eróticos 30273

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Eu devo ter uma sina com mulheres bêbadas, só pode. Estava eu, esperando dentro do meu carro, na fila para entrar no drive thru do McDonald's, quando apareceram duas morenas totalmente loucas. A fila era imensa e eu fui o escolhido. De vez em quando eu não sei se é sorte ou azar.

   A que estava "menos" bêbada, era a mais alta, seu cabelo estava de rabo-de-cavalo, usava uma calça legging preta, blusa amarela com um belo decote, salto alto e unhas azuis. Sua amiga, mais baixa e mais louca de cachaça, usava o mesmo tipo de calça legging, só que meio transparente, camisa verde, cabelos soltos, unhas amarelas e um salto mais alto do qua a amiga. A mais alta pediu para baixar a janela e quando fiz, praticamente me deixou bêbado com seu bafo. Ela pediu carona para uma festa "a lá brasileira", que eu realmente sabia onde era, tipo uns trinta quilômetros e numa chácara. 

   Vendo aquelas duas deliciosas me pedindo carona, realmente fiquei sem fome. Elas diziam que iriam me pagar e pelo olhar das duas eu sabia muito bem como. Abri a porta do carro, a mais bêbada desabou no banco de trás, quase apagando instantaneamente. E a mais alta não parava de sorrir. Seus belos peitos me deixavam com tesão e eu queria muito ver como era sua bunda. Partimos para a tal chácara, onde por um mapa que ela me passou fomos para a tal da festa estilo "rave", ou seja, muita festa eletrônica e claro, drogas. Eu não sei o que elas tomaram, mas estavam muito, muito loucas. 

   Tomei um outro caminho e elas não perceberam, acho que elas nem sabiam para onde estariam indo, mas eu sabia. Subi um morro e a estrada estava escura, também, eram mais de meia-noite. Entrei num campo, onde antes era um observatório lunar e estava pura ruína. Poucas pessoas sabiam daquele lugar e eu era um dos sortudos. Parei atrás do antigo prédio, que não havia nem mais telhado, apenas paredes. Desliguei o carro e olhei para duas deliciosas que iria comer. Não pude acreditar que a mais bêbada estava dormindo e a que estava do meu lado, apagando.

   Passei minhas mãos nas suas coxas, tirando sua bolsa grande e colocando atrás do banco. Minhas mãos percorreram suas coxas, chegando perto da sua buceta. Continuei com minha mão, passando na sua barriga, subindo até para seu decote e assim, coloquei minha mão dentro da sua blusa e bulinei seus seios. Comecei a beijá-la na boca e ela rapidinho acordou e correspondeu ao beijo. Fui "comendo" sua boca, com trocadas de língua de deixar qualquer um louco de tesão. Ela desceu sua mão para o meu pênis e começou a fazer um carinho gostoso, depois a safadinha, enfiou sua mão para dentro da minha calça, chegando dentro da cueca. Ela então parou de me beijar e me olhando com cara de puta, abriu minha calça rapidamente, tirou meu pau de dentro da cueca e foi engolindo meu cacete. Sua chupada era gostosa e molhadinha, não fazendo barulho algum. Eu segurava seu rabo-de-cavalho e socava meu pau dentro, fazendo um movimento de vai-e-vem bem rapidinho. Mas o que eu queria mesmo era fazer outra posição. Então, a puxei pelos cabelos, saí do banco onde eu estava e segurando minhas calças, abri a porta do passageiro, e com vontade de tarado, fui colocando minha pica na sua boca e a fiz chupar. Socava meu pau com tanto tesão que ela travava um pouco sua chupada, mas não parava. Enfiei minha mão dentro da sua blusa, agarrando seus peitos macios e gostosos. Fiquei assim por alguns minutos e quando estava prestes a gozar, tirei meu pau de dentro da sua boca.

   A levantei do seu banco, ela deu uma cambaleada, mas a segurei. A levei para o capô do meu carro, a deitando de bruços. Sua bunda dava para ser vista com a luz da lua e era grande e bem gostosa. Fiquei alisando e bulinando sua bunda com as minhas mãos e meu pau. Abaixei sua calça e rasguei sua calcinha, de tanto tesão que estava em comê-la. Fui penetrando dentro dela como se fosse um animal no cio, ou um tarado que não comia uma mulher há meses. Socava muito aquela bucetinha, agarrando seu rabo-de-cavalo com uma mão e com a outra apertava com força sua cintura. 

   Percebi que a baixinha bêbada que estava dormindo, agora estava se masturbando enquanto comia sua amiga. Ela me olhava com uma cara de putinha, que meu tesão aumentou e fui socando a outra gostosa. Nem preciso dizer que fui gozando loucamente dentro dela e com mais algumas metidinhas fortes e fundas, acabei deitando em cima da morena mais alta. Ela então queria se sentar, levantando suas calças a deixei no banco traseiro, jogada lá.

   Puxei pelos braços a baixinha gostosa que não parava de se masturbar. A levantei e a coloquei em cima do capô, onde alguns minutos, havia comido sua amiga. Tirei sua calça tão rápido que ela não reagiu. Abri suas pernas, arranquei também sua calcinha preta de rendinha e comecei a chupá-la. Estava louco para sentir um gosto de buceta e o dela foi ideial, por ser pequena e rosadinha. Estava bem molhadinha, mas seu gosto era gostoso, uma delícia para ser mais exato. A fiz gozar rapidinho, pois já havia começado antes. Ela também ficara com as pernas bambas e quase caiu de uma vez no chão. Eu a segurei, ela ficou fazendo carinho no meu pau mole e cheio de porra, tanto minha, quanto da sua amiga, mas ela não se importou. 

   A baixinha sem calça se ajoelhou e brincou com meu pau, massageando e batendo uma punheta de leve. Eu estava louco para ter aquela safadinha colocando sua boca nele e comecei a prendê-la com as minhas pernas, forçando meu pau para dentro da sua boca, o que ela fez sem reclamar. Coloquei ele ainda mole dentro da sua boca, mas ela começou a lamber, como se fosse um pirulito e depois a cuspir. Quando ela começou a engoli-lo de verdade, ele endureceu, me deixando com calafrios. Ela mesmo fez seu ritmo e eu nem me mexi, apenas deixei me levar por uma boca de putinha sedenta para ter porra. Depois de alguns minutos, fui socando meu pau, enquanto segurava suas mãos e penetrava na sua boca com forla e violência, não demorando muito para gozar no rosto dela e um pouco na sua boca. 

   A levantei e passei a ela um rolo de papel higiênico que usava para medir o óleo do carro. Ela se vestiu e caiu no banco de trás, que depois de uns minutos dormiu novamente.

   Claro que as levei para a minha casa, e claro que rolou uma putaria entre três, que foi deliciosa, mas deixarei para um próximo conto...


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