Usando o telefone da minha casa...

18 de Junho de 2014 challenger Contos Eróticos 5944

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


De vestido vermelho curtinho, salto alto azul, marquinhas de biquini, cabelo preto, mas com mechas de loiro nas pontas. Ela era linda, baixinha mas com um corpo maravilhoso e cheio de curvas. Estava parada na minha portaria, e claro, parti correndo para vê-la de perto. Percebi que estava impaciente mexendo no seu celular. Eram umas dezoito horas e estava preparada para "cair na balada". A comprimentei e ela nem me ouviu, falando que acabara a bateria do celular. 

   -Se quiser usar o telefone lá de casa?

   Ela agora me olhou interessada, no telefone é claro. Entramos, esperamos o elevador e conversamos. Ela disse que vinha pegar uma amiga que estava meio depressiva para sair. Logo lembrei da loirinha peituda do quinto andar e perguntei em qual andar ela morava. Ela não sabia de nada, qual apartamento, andar ou entrada. O elevador demora muito para subir e eu fui colhendo mais informações, elogiando é claro sua beleza. Seria a mulher ideal para eu largar a putaria e ter como namorada. Sendo assim, tinha que pegar leve.

   Chegando no meu apartamento, deixei a porta aberta e indiquei onde estava o telefone, indo para a cozinha, guardar umas compras. Ele telefonou, conversou um pouco, pegou as informações e foi para a cozinha. Ofereci algo para beber e tive uma súbida vontade de agarrá-la e transar bem gostoso com ela naquela hora. Meu pau latejava por dentro da cueca. Mas afastei esses pensamentos, não poderia ir tão rápido assim, senão assusto.

   Ela se desculpou por usar o telefone por muito tempo, olhou minha porta aberta e perguntei se eu poderia fechar, pois ela não estava com medo. Ri e fechei a porta do meu apartamento, perguntando em qual andar sua amiga morava, no qual ela respondeu que era em outra entrada, no décimo primeiro. Ufa, pensei comigo, pelo menos não é amiga da peituda torcedora que quero experimentar. Disse ainda que sua amiga estava tão deprê que nem ela mais queria sair. Ofereci um chocolate quente com chantilly. Ela ficou olhando eu preparar dizendo que não sabia fazer, mas desconfiei que ela queria ver se eu não iria colocar nada mais no copo dela. Ficou cremoso meu chocolate quente e quando fui pegar as xícaras, notei que ela tinha uma cinturinha deliciosa, fora as pernas que eram lisinhas. Senti o cheiro da sua pele e ficava trilouco com aquela deliciosa perto de mim. 

   Sentamos no meu confortável sofá e trocamos ideias e olhares. Ela disse que acabara de fazer dezenove anos e eu chegando na casa dos trinta, tudo bem, tinha vinte sete, mas estava mais próximo dos trinta do que tudo. Solteira, estudante de publicidade e era modelo nas horas vagas, para um site de roupas femininas, falei sobre o meu trabalho e ela tinha uma cruzada de pernas de deixar qualquer um louco. Ofereci umas bebidas alcoolicas, mas ela disse que estava de carro, queria conhecer meu apartamento e mostrei cada canto, até chegar no meu quarto. Eu era um pouco neurótico e sempre deixo minha casa arrumada, como se fosse para uma outra pessoa usar. Ela elogiou e se tocou que não haviámos nos apresentado, Alessandra seu nome, trocamos o famoso "três beijinhos" e decidi correr o risco.

   Passei meu braço pela sua cintura e chegando bem perto, dei um beijo na sua boca. Que boca macia. Parecia um beijo de apaixonado, nada de línguas para fora da boca. Ela me envolveu com os braços e com uma mão, tocou minha nuca e depois meu rosto. Senti calafrios por todo o corpo, como há tempos não havia sentido. Sua pele macia e cheirosa me deixava insano, mas ao mesmo tempo, tinha que ficar calmo. Subi minhas mãos para seu rosto, mas passei antes pelos seus seios, de leve. Nosso beijo durou muito tempo e fui deixando rolar. Claro, que ela não fez nada além do normal, ou seja, eu esperava que ela me atacasse, colocando sua mão no meu pau ou tirando a minha roupa. Comecei um amasso gostoso com ela, assim mesmo de roupa, nos esfregamos. Quando meu pau, por baixo da minha calça folgada, tocou sua bucetinha, ela se contorceu de uma forma tão gostosa, que fiquei pressionando meu corpo contra o dela.

   Passei minha boca para o seu pescoço e para sua nuca, deixando-a arrepiada. Levei ela pra dentro do meu quarto e fechei a porta. Queria muito que ela chupasse o meu pau, mas acabamos nos deitando juntos na cama. Ela por baixo, afastando minha calça e pegando de leve no meu cacete duro. Perguntou por camisinha e enquanto eu a beijava, com o meu braço esquerdo, abri uma gaveta, puxando a camisinha. Não dava tempo de tirar a roupa dela e nem a minha, pois eu sentia que ela achava loucura demais o que estávamos fazendo. Coloquei rapidamente a camisinha e quando ela tentou sair, fiquei de novo por cima, abrindo delicadamente suas pernas e colocando meu pau dentro da sua buceta, que estava molhadinha de tesão. 

   Ela fez cara de dor e eu tentava ser o mais carinhoso possível, coisa que era raro nas  minhas transas. Quando a penetrei fundo, ela gemeu tão alto que me surpreendeu. Passei minhas mãos por suas coxas e bunda, metendo dentro dela, mas não sendo afobado. Ela me abraçava e me beijava de olhos fechados. Reparei que não estava transando com ela e sim, "fazendo amor como namorados", com trocas de carinhos e delicadeza. Realmente não estava acostumado com isso, mas não quer dizer que não sabia fazer.

   Do jeito que ela estava se contorcendo, ela estava chegando "lá" primeiro do que eu, então eu continuei, só que mais forte e rápido metendo dentro dela. Quando ela definitivamente "se largou" na minha cama, parecia que estava transando com um cadáver, o que quase me fez broxar. Mas eu queria mais, então a virei de costas, olhei sua bundinha redondinha e pequena, empinando-a e comecei a fodê-la do jeito que eu fazia sempre, metendo forte. Seu rosto estava na minha cama e suas mãos estavam agarrando meu lençol com força. Ela gemia gostoso e baixinho, dando gritinhos. Gozei tão gostosa dentro dela com a camisinha, que tive vontade de jogar toda a minha porra dentro daquela boquinha pequena. Desabei ao seu lado, apagando por completo.

   Acordei não sei quanto tempo depois e ela já não estava mais lá. Levantei de um pulo da minha cama e percebi que ela se fora, deixando apenas um bilhete de agradecimento, mais nada. Não havia telefone, nem endereço, nenhuma informação. Gostei muito da Alessandra e realmente a queria mais...


Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria

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