Pequenas estórias de um porteiro violento...

21 de Junho de 2014 challenger Contos Eróticos 5933

Reportagem especial (UOL)
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Sou porteiro de um prédio comercial, onde há cinco apartamentos pequenos, que serviam mais para as putas receberem seus clientes, do que para propriamente morar. Tenho 1,90, moreno, malhando meu corpo para ser brigadista. De dia faço ronda e de noite, fico dentro da portaria, ao lado das escadas, pois havia um único andar, abrindo a porta para todos os tipos de homem que querem apenas foder as putas. Mas hoje, sábado à noite, as garotas de programa, vão para as ruas e não voltam. Então, durante meus finais de semana, fico a vontade e tranquilo para ver meus filmes no celular e ler meu jornal.

   A única coisa que odeio é ser interrompido por uma única moradora do prédio que não é puta, mas de tão chata que é, acabou se tornando uma verdadeira filha da puta. E hoje, durante a noite, lá vem ela de novo, reclamar da porra dos morcegos que invadem seu apartamento. Mas hoje aquela chatinha estava deliciosa. Loirinha, magra sem as curvas que as putas tinham, pele branca. Ela só não sabia se vestir direito, usando hoje uma blusa estranha, com aberturas que davam para ver sua barriga, uma minissaia bem curtinha jeans e um batom extremamente vermelho.

   Subimos às escadas, ela na frente, eu atrás, comendo ela com os olhos e quase vendo sua calcinha. Ela abriu a porta do apartamento do canto, bem longe das escadas, entramos, peguei uma vassoura e espantei dois morcegos que estavam na sua sala. O apartamento era bem pequeno, uma sala com cozinha americana, um banheiro pequeno e um quarto que só cabia a cama. Ela havia trancado a porta e depois que espantei os morcegos, ela me trouxe um copo de água gelada. Queria conversar, pois disse que não tinha dinheiro para televisão e estava muito só.

   Odiei ainda mais aquele papinho e sabia muito bem o que aquela safada queria. Ela se sentou no seu sofá, que tinha uma horrível capa vermelha. Fui para perto dela e de pé, abaixei meu zíper, tirando meu pau para fora. Estava duro e latejando. Ela me olhou surpresa e eu continuava nervoso. Peguei com violência sua mão e coloquei em cima do meu pau, onde ela mal conseguia segurar a minha grossa pica. Cheguei mais perto e puxei seus cabelos, pondo meu pau na sua boca. Mas antes bati minha rola por todo o seu rosto e com força, penetrei meu pau dentro da sua pequena boca. Ela não conseguia engolir toda a minha rola e eu ficava forçando, chamando-a de putinha. Enquanto a fazia engasgar com a minha rola, passei minhas mãos na sua blusa, não sentindo nada. Tirei meu pau de dentro de sua boca, peguei forte sua blusa e com muita força, rasguei aquele tecido fino. Ela gritou e eu dei o que ela precisava, uma bofetada na cara, que a fez cair deitada no sofá.

   Comecei a tirar a minha roupa, enquanto ela passava a mão no seu rosto quente pelo meu tapa. Usava um sutiã pequeno e preto. Subi pela em cima dela, eu com meus 1,90 de altura e ela com certeza, medindo menos que 1,60. Arranquei seu sutiã e apertei seus pequenos seios. Ela se contorceu e pediu para que eu parasse, pois estava doendo. Dei outro tapa servido na sua cara, mandando ela calar a boca. Apertei com meus dois dedos os biquinhos do seu seio direito e disse que mais uma palavra dela, iria machucá-la ainda mais. Meti minha boca nela e comecei a lamber sua barriga, subindo para seus seios pequenos, com leves mordidas e fortes sugadas. Passei minha língua no seu pescoço, orelha e nuca. Não queria beijar aquela safada. Fui com meu pau em cima da cabeça dela, enfiando com força dentro da sua boca. Fui metendo forte, como se fosse uma buceta, fazendo-a engasgar. Soquei forte e fundo, quase não a deixando respirar.

   Tirei minha rola da sua boca, me encaixei de novo em cima dela. Passei minha mão esquerda entre suas pernas e com força, rasguei sua calcinha. Sua buceta era feia e peludinha. Disse a ela para raspar aquela merda, porque senão, da próxima vez, iria bater muito mais. A virei de costas, pois não queria ver seu rosto. Abri suas pernas e a penetrei com uma socada forte e funda. Ela começou a gritar de dor, pedindo para que eu paresse. Fiquei com mais raiva, tapei sua boca, tirei meu pau de dentro dela, cuspi e molhei novamente meu pau. Dei-lhe um tapa forte na sua bunda, onde ficou a marca da minha mão. Afastei ainda mais suas pernas e recomecei a comê-la, socando meu pau rapidamente, pois estava prestes a gozar. Ela gemia e gritava alto com a minha mão na sua boca, enquanto a violentava gostoso. Senti sua porrinha quente inundando meu caceto e sua buceta ficando encharcada. Minhas estocadas ficaram mais rápidas e fortes, quando tirei meu pau rapidamente daquela bucetinha e comecei a gozar no rosto e na boca da Hellen, a moradora chata que viria a ser a minha puta!



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