Pequenas estórias de um porteiro violento...

23 de Junho de 2014 challenger Contos Eróticos 4961

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Abriu mais uma loja de roupas aqui no prédio e segundo o síndico, eu tenho que prestar qualquer tipo de ajuda. Puta que pariu, só me fodo nessas histórias. Dona Paula, a dona da loja era morena clara, bem magrinha. No começo não vi graça alguma nela, sem sal. Vinha sempre um cara ajudá-la, namorado ou marido, vai saber. Depois o cara sumiu. Sua loja vendia roupas mais formais femininas, como saias executivas e saias longas, com marcas de uma tal forever 21, sei lá. 

   Ela até que tinha seios do tamanho de bolas de tênis, bem redondinhos. Mas só fui prestar realmente alguma atenção, quando ela começou a usar umas saias que modelavam sua bunda, com saltos altos e blusas transparentes. Sempre ficava perto da sua loja quando ela chegava e eu levantava a porta de ferro, olhando aquele seu pequeno rabo.

   Se eu pego Dona Paula, acabo com ela. Comecei a imaginar fodendo aquela magrinha, em todas as posições, de todos os jeitos, será que ela aguentaria? Os dias passam, passam dois meses, nós só trocamos poucas palavras e eu continuo imaginando comer aquela deliciosa bundinha pequena. Decido que não iria aliviar para ela, se eu a comesse.

   Hoje, ela precisou que eu a ajudasse no estoque, pois iria se mudar para uma outra loja, bem longe dali. Era praticamente o último dia dela, e já eram umas sete e pouco da noite. Todas as lojas já haviam fechado e dei a ideia dela fechar sua loja também, por causa de roubos e tudo mais. Ela concordou e abaixei a porta de ferro, fechando por dentro. Não queria saber de conversa, só de putaria, mas ela começou a falar e não parou. Disse que estava de mudança porque o marido iria chegar de uma longa viagem. E eu com isso? Imaginei quanto tempo aquela magrinha estava sem rola. 

   Ela estava maravilhosa num vestido longo verde, meio transparente, onde o tecido modelava sua bunda e percebi que estava sem sutiã. Prestando atenção, dava para ver seus seios por debaixo do pano. Seu vestido longo era vasado e com seu salto alto, sua pequena bundinha ficava empinada. Meu pau não parava de latejar. Lá pelas tantas, com ela não parando de falar um minuto sobre sua vida, ela subiu numa escada para pegar as últimas roupas, que estavam bem lá na última estante, quando nessa hora, a luz do prédio se apaga. Na verdade é automático, quando são oito horas da noite, as luzes das lojas se apagam. 

   Dona Paula estava na escada, no último degrau e não sabia o que fazer. Eu só agradecia por isso ter acontecido e fui resgatá-la subindo os lances de escada. A primeira coisa que toquei com as mãos naquela escuridão total, foram suas coxas e subi minha mão por dentro do vestido longo. Ela não disse absolutamente nada. Passei minhas mãos nela até chegar sua calcinha, onde toquei com o dedo. Ela disse que queria descer. A peguei pela cintura e acompanhei sua descida lentamente. Quando estávamos quase chegando no chão, desci minhas mãos para a sua bunda. Fiquei bolinando-a por um bom tempo, sentindo sua bunda pequena, mas gostosa.

   Descemos mais os últimos lances de escada, quando ela passou sua bunda no meu pau, que por dentro da calça estava insano. Não aguentei tal tesão e comecei a pressionar minha calça na sua bunda. Ela ficou sem respirar quando fiz isso. Mas eu realmente não queria ficar roçando ou dando uns amassos. Queria era fodê-la mesmo. Então a joguei no chão e rapidamente, levantei sua saia longa, abrindo meu zíper da calça. Com minha mão esquerda, rasgava sua calcinha e com a direita, tirava meu pau de dentro da calça.

   Ela disse que não queria, eu a chamava de putinha. Cuspi na mão e passei na sua buceta lisinha. Fiquei em cima dela e com meu pau procurando sua buceta no escuro. Quando finalmente acho sua buceta, tapo sua boca com a minha mão e com a outra puxo bem forte seus cabelos. Soco meu pau bem forte e fundo. Ela solta um grito de dor e começa a gritar todos os momentos que eu a como. Estava com tanto tesão por aquela puta, que a comi rapidamente, tirando meu pau para gozar no seu vestido. Nos levantamos e quando fomos para a parte da frente da loja, ela iluminou com o celular.

   Eu tinha gozado rápido, mas meu pau ainda estava duro. Depois de alguns minutos organizando todos os seus produtos, eu a ajudava a empacotá-los. Ela não disse absolutamente nada e nem me olhava. Eu queria mais . Ela foi para trás do balcão e fui junto. Quando ela empinou para pegar algo na gaveta de baixo, cheguei com meu pau duro encoxando-a. Ela se levantou rapidamente e se virando de frente comigo, disse que não. Continuei a encoxá-la, roçando meu pau na parte da frente do seu vestido. 

   Peguei nos seus ombros e a forcei ficar de joelhos. Ela me olhava e dizia que não. Abaixei bem lentamente o zíper da minha calça e meu pau saiu, balançando na frente do seu rosto. Peguei sua cabeça e com meu pau na sua boca, forcei a penetração. Na primeira penetrada, fui com meu pau bem fundo dentro da sua boca. Ela deu uma engasgada, mas não dava a mínima para ela e continuei socando meu pau cada vez mais forte. Eu a violentava com meu pau na sua boca, dando uns tapas na sua cara, toda a vez que ela tentava tirar ou se afastar. Seu rosto estava todo molhado com o meu pau e seu rosto bem vermelho das bofetadas que estava levando de mim. 

   A puxei pelos cabelos para se levantar. Rasguei seu vestido na parte da frente e vi seus seios pulando com a minha rasgada. Chupei-os ferozmente por alguns minutos. Depois abri suas pernas, segurei suas coxas e a levantei, batendo suas costas na parede. Penetrei meu pau dentro dela e a violentava com gosto naquela posição. Ela gemia baixinho. Comecei a bater na sua bunda e a cada tapa, estava ficando mais perto de gozar. Ainda queria vê-la de quatro. A deixei no chão, empinei sua bunda, agarrei com forla sua cintura e abusei da sua bunda, fodendo-a forte. Ela gemia cada vez mais rápido, assim como eu. Não demorou muito para que eu gozasse, tirando meu pau e colocando na cara daquela vagabunda.

   Me arrumei, ajudei ela a colocar suas coisas dentro do carro, fechei a loja dela com a chave e para despedida, no meio da rua, dentro do seu carro, a fiz me chupar mais uma vez. Depois de meia hora, engoliu minha porra, goela abaixo, pela última vez.



Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria

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