MASSAGEM NA SOGRA

16 de Junho de 2018 Ambrozini Coroas 250

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Olá admiradores de contos eróticos!

Minha história é verídica, tendo minha sogra mais de 70 anos, é baixinha, tipo gostosinha, mesmo com o passar dos anos tem uns peitos ainda firmes, pois já a vi várias vezes se trocando quando chegava em sua casa sem lhe avisar.

Decorridos alguns anos de convivência, tenho a liberdade de entrar sem me anunciar, fato este que já me possibilitou algumas cenas inusitadas, tal qual ela dando banho em meu sogro que não é muito de se banhar. Às vezes ficava ali espreitando para ver como eram os seus comportamentos, já que o sogrão também idoso não tem mais bala na agulha. Ela passava as mãos pelo corpo do mesmo, e quando chegava no cacete do velho era um lástima, esfregava, pegava pra lá e pra cá e nada. E eu ficava pensando se fosse comigo, já estaria em ponto de bala, tendo a sogra que pelo menos uma punheta bater.

A sogra sempre tem que ir à fisioterapia para os cuidados necessários pela idade, pois a osteoporose já toma conta de boa parte da estrutura óssea da mesma e, uma das coisas que ela me confidenciou que mais aprecia na fisioterapia é quando as moças lhe fazem massagem.

Aí foi a gota d'agua, disse a ela que tinha alguns cremes próprios para massagens e que se ela não se importasse bastaria ela se dirigir ao meu apartamento, já que ela reside bem próximo de mim, no mesmo bairro.

Para minha surpresa, um belo dia toca o interfone e ela me pergunta se posso lhe fazer a massagem, já que as meninas da fisioterapia naquele dia não poderiam lhe atender. Como estava só em casa, pois os filhos estavam para a faculdade e a esposa para o trabalho, lhe respondi que poderia vir pois ficaríamos bem à vontade para o serviço a ser realizado.

Por ser uma senhora, ela me aparece de vestido e logo a conduzi para meu quarto que tem uma cama bem confortável e é mais alta, facilitando assim o trabalho do massagista.

Ela me disse que estava envergonhada de estar ali para eu lhe massagear e que era para ser somente nos membros inferiores. Dirigi-me ao meu closet e coloquei um short bem confortável, fiquei sem cueca e peguei o óleo para a massagem.

Comecei pelos pés que são bastante ásperos pelo fato de andar sempre de sandálias, além de terem sido muito surrados na época da fazenda, ao primeiro toque senti um leve suspiro da sogrinha, e eu até então sem maldade nenhuma, fiquei meio que paralisado com aquela situação. Quanto mais massageava mais sentia a forma tensa como a mesma se encontrava, foi onde resolvi agir como um verdadeiro macho.

Passei imediatamente para suas pernas e cochas sem dar-lhe a mínima condição de reação, já que passava as mãos agora com muita sacanagem e como eu estava nos pés da cama, ao movimentar-me para o ato de massagem tive que me encostar em seus pés que estavam bastante firmes, ato que provocou de imediato uma puta ereção em meu cacete, ficando bem nítido que naquele momento eu estava com uma tesão imensa pela sogrinha.

Quanto mais a massageava, mais meu pau se esfregava em seus pés e por várias vezes, me encostava com bastante força e perguntava se ela estava gostando da massagem e ela num misto de inocência e sacanagem me disse que as meninas eram fracas demais para a massagem, e que a minha era mais intensa fazendo ela sentir realmente sendo massageada e com isso ela estava gostando e eu com meu pau entre seus pés que naquele momento estava a fazer uma punheta diferente.

Quando estava prestes a gozar mudei de posição e fiquei ao seu lado na cama de modo que ela percebesse o tamanho de meu pau ali bem próximo de sua boca, enquanto minhas mãos com uma habilidade incomum lhe massageava, agora em suas cochas, num vai e vem frenético, mas com muito erotismo.

Ao se aproximar de suas virilhas, aproximava meu rosto e lhe aplicava alguns sopros, provocando-lhe arrepios que me deixavam loucos. Perguntava a ela se o marido dela já tinha lhe feito alguma massagem, mas a resposta muito trêmula foi dada que ele nunca havia lhe passado nem um creme ao menos nas costas e o que eu estava fazendo era algo que ela nunca tinha sentido.

Disse com o pau bem perto de seu rosto que aquilo era pura tesão, garantindo que ela estaria molhadinha como nunca e que ela estava era querendo um macho que lhe desse muita porra. Ela se levantou assentando na cama e me olhou brava dizendo que poderia ser minha mãe, mas num ato de macho, lhe empurrei novamente para que se deitasse e que a massagem continuaria.

Voltei aos seus pés com o pau sempre lhe encostando, não tendo ora nenhuma reação adversa, ou seja ela estava apreciando aqueles momentos. Volto a lhe massagear as pernas chegando novamente à virilha, dessa vez com mais sacanagem, passando meus dedos encharcados de creme, e, para completar de vez em quando tirava o excesso de líquido que estava brotando de meu pau e misturava no creme ficando ainda mais erótico aquele ato.

Ao perceber que poderia avançar mais um pouco, meus dedos começam a penetrar entre sua calcinha tocando em seus grandes lábios o que a deixa tonta, segundo ela se expressou, mas eu mais que depressa lhe disse que ela estava era quase gozando e que ficasse à vontade, pois o gozo é uma coisa natural e ela merece dar uma gozada que há muito ela não dava.

Senti seu suspiro de alívio e seu corpo relaxar, com isso meus movimentos de cópula junto aos seus pés continuaram e minhas a esta altura já bolinava sua buceta que estava super encharcada de um líquido que me fez aproximar de seu rosto e dizer a ela que eu também iria gozar como um cavalo só de vê-la naquela situação, podendo ela naquele ato gozar em minhas mãos com muita vontade e que eu também iria gozar em seu rosto dando a ela a oportunidade de sentir o gozo de seu genro que poderá lhe atender quando ela desejar.

Os movimentos se intensificaram, tanto de minhas mãos em sua buceta que a esta hora recebia uns quatro dedos dentro e os pulos que ela dava gozando, e eu me aproximo bem de seu rosto ordeno a ela que abra a boca e engula aquela maravilha que ali está para ela apreciar, mas ela disse que nunca colocou um pau na boca, mas a ordem é mais enérgica e quando percebo ela está com suas pequenas mãos abraçando meu pau e o leva à boca como uma criança ávida para degustar um sorvete.

E, para quem nunca mamou numa pica até que ela se saiu muito bem, chupava, lambia, beijava, acariciava e me pedia para lhe enfiar em sua buceta que ainda piscava de tanto gozar, ato que molhou minha cama, mas eu lhe ordenava que naquele momento era tinha era que engolir leite, porra mesmo de seu genro que ela falava que gostava tanto, já que o sogro nem com viagra estava dando no couro.

Minha mãos continuavam lhe tocando, ora com carícias meigas ora com brutalidade, para que ela percebesse que ali estava um macho para lhe proporcionar um gozo diferente, e ao sentir mais uma vez ela degustando meu pau numa chupada em que ela engoliu os meus 22 cm de pica sentindo tocar no fundo de sua garganta e ela quase se sufocando, segurei sua cabeça naquela posição, dando a ela o mais puro leite de um genro tarado na sogra. Ela tentava se desvencilhar mas não permiti, ordenei que engolisse minha porra que saia a cada contração do gozo. Ao sentir que estava consumado o ato, ainda com meu pau dentro de sua boca, ordenei que ela lambesse meu pau não deixando nem uma gota de porra, o que ela fez parecendo ser uma profissional do ramo.

Depois conto mais o que fiz com a sogrinha baixinha.

Foi sensacional, tanto que ao escrever este para vocês se deliciarem, acabei batendo uma punheta, pois o meu pau ficou o tempo todo em alerta com o que aconteceu.


Reportagem especial (UOL)
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