Meu vizinho de frente

11 de Setembro de 2017 Serginho Fantasias 507

Antes de começar esse conto, queria deixar informado que todos os que publiquei até hoje são verídicos, somente os nomes são fictícios. Levo a sério esta participação no site, e espero um dia, transformar esses contos em um livreto.
Vou falar sobre um vizinho que tenho, ele mora bem defronte à nossa casa, para variar, no segundo andar também. Como já relatei, moramos no sobrado que hoje fica sobre nossa garagem, fechamos o mercadinho há um tempo atrás.
Sempre gostei de ficar bem à vontade dentro de casa. Não quero dizer com isso que eu fique nua, mas transito de só de calcinha, às vezes enrolada em uma toalha, e tenho também minhas roupinhas mais assanhadas que gosto de usar, principalmente quando me preparo para fazer umas brincadeirinhas com João. E tenho quase certeza que foi durante alguma dessas brincadeirinhas, que fomos observados por nosso vizinho xereta.
Comecei a reparar que sempre que eu ficava um pouco mais na janela, seja lá o motivo que fosse, ele chegava, debruçava na janela dele e ficava com os olhos fitados em mim. A partir daí, vi que isso se dava com certa frequência, creio eu que nunca tenha reparado.
Certo dia à tarde, devia ser aproximadamente 14h, estava muito quente, muito abafado mesmo dentro de casa, tanto que o ar condicionado não estava dando conta, tive então que abrir o janelão da sala para ver se arejava um pouco. Eu, fiquei vestida como estava antes de abrir, estava com a parte de baixo de um biquíni e uma blusinha, que deixava minha barriguinha de fora. Em uma de minhas passagens, notei que ele me seguia com os olhos, parecia um lobo sedento; passei mais umas duas ou três vezes, e a situação persistiu. Resolvi então brincar um pouquinho com ele, molhei meus cabelos, fazendo com que a blusinha ficasse um pouco molhada também, e me debrucei para ver o movimento da rua. Ele, como sempre lá, me comendo com olhos; aí resolvi encará-lo, isso por alguns segundos; ficou sem graça, mas também me encarou. Aproveitei o momento para fazer alguns movimentos com os ombros, pescoço, em alguns momentos fingia até que estava dançando, mesmo sem música. Vi que ele começou a ficar impaciente, foi quando notei que ele abaixou uma das mãos e fazia movimentos parecidos com masturbação. O cara estava mesmo tocando uma punheta para mim, confesso que me senti molhadinha com aquilo. Resolvi então entrar um pouco mais no jogo dele, dessa vez fui eu quem baixei minha mão e verdadeiramente, comecei a me tocar. Como estava na janela que dava para a rua principal não pude exagerar tanto em movimentos, mas eu e ele sabíamos o que estava acontecendo; cheguei a me contorcer num certo momento, estava deixando ele louco. Não sei ele, mas de mim posso falar que senti minha porra escorrer pela perna, tamanho prazer que senti com a situação inusitada. Acabou, entramos um para cada casa. No dia seguinte cheguei a encontrar com ele quando fui comprar algo, mas o interessante foi que ele apenas me olhou, não proferiu nem uma palavra sequer. Achei demais a discrição dele.
Vou tocar em um assunto que até então não cheguei a falar nos outros contos, mas meu esposo gosta muito de uma aventura diferente, nos próximos, vou contar com mais detalhes; mas encurtando a história, ocorreu que falei com ele sobre o vizinho, claro, não contei todos os detalhes. João se empolgou além do que eu imaginava, “vamos fazer algo com ele olhando”? Perguntou eufórico. Eu disse, vamos esperar uma oportunidade e faremos sim.
Ele esperou chegar o sábado à tarde, preparou umas bebidinhas, tomamos nossos banhos. Fazia muito calor, passamos um pouco dos limites na bebida, e vi que João estava impaciente, mas creio que sem graça de dizer o que gostaria de fazer. Tomei a iniciativa, fui para a janela, João logo entendeu e debruçou também ao meu lado. “Louco para que o vizinho apareça, não é meu gato”? Perguntei com uma voz bem safadinha; a bebida fizera um efeito delicioso em mim. Ele gostou da ideia e me abraçou, não demorou muito e senti sua mão descendo por minhas costas, quando a mão chegou na minha bunda, já senti seu dedo médio se adentrando em minhas nádegas. Pode sentir como minha xotinha estava molhada. “Nossa, está assim por causa do vizinho”? “Sim” falei quase que atropelando a pergunta dele. “Será que ele vai aparecer hoje”? Antes de pensar em responder algo, se é que conseguiria, vi o vulto dele chegando à janela. “Parece que adivinhou nosso pensamento” falei. Virei para meu esposo e beijei-o como se fosse pela primeira vez, beijo de novela mesmo; nos abraçamos por um longo período, e lá estava o homem, vidrado.
João me deixou na posição inicial e passou para minha retaguarda, e como nem eu mesmo imaginava, começou a se abaixar, mas me beijando as costas, sumiu da vista do vizinho. Com um carinho impressionante, abriu minhas popinhas e começou a me lamber como um cachorro no cio. Jamais tinha visto ele assim, lambeu meu cuzinho e passou a me chupar. Nossa, fui ao delírio, nesse momento já não lembrava mais do vizinho, viajei. João se levantou, fazendo questão que ele o visse, fez questão de me entrelaçar com um belo abraço, acariciando meus seios; desculpe o termo que usarei, mas daí para uma bela trepada foi um pulo; João se ajeitou por trás, esfregou a cabeça da piroca na minha bucetinha, encaixou e me comeu de um jeito fenomenal. Neste momento já não queríamos saber se tinha alguém nos vendo ou não, o momento era só nosso. Gozei igual a uma cadela, João gritava de tesão. Esperei para que meu segundo orgasmo fosse junto com ele. Gozamos deliciosamente juntos.
Um conselho para vocês mulheres, de vez em quando inventem algo que vocês vislumbram, com certeza constataram que o prazer se multiplica por mil. Aproveitem essas oportunidades.
Quanto ao vizinho, não me lembro se ele ficou até o final de nossa foda, mas a partir desse dia ele me olha de uma maneira deliciosa. Passamos até a nos cumprimentar. Já mencionei sobre ele em um de meus contos – A carona. Mas o bom disso tudo é que ele mantem sua descrição e respeito por nós. Espero logo ter outra oportunidade para nos presentear com algo parecido.
Não pode ser nada ensaiado, tem que ser por acaso.

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