Sadismo na sua forma mais brutal

09 de Outubro de 2018 Anjo Negro Fantasias 58

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Sadismo na sua forma mais brutal

(Alerta do Anjo Negro: Este conto envolve terror, sadismo e ficção)

Tomei o café rapidamente, sem me sentar à mesa, me despedi de meus pais e sai afobada. Estava muito atrasada para o colégio. Hoje teria aulas em tempo integral, no colégio e na escola de música. Logo ao dobrar a esquina de minha rua, um carro preto subiu a calçada e fechou o meu caminho. Inicialmente minha reação foi de surpresa, mas quando vi um homem descer e caminhar rápido em minha direção, fiquei assustada e sem pensar duas vezes, me virei para correr e dei de cara com duas mulheres, barrando minha fuga. Não tive tempo de me desviar quando uma delas com um pequeno porrete de borracha me atingiu na testa. atordoada iria cair na calçada se não fosse o homem me segurado pela cintura. Deu para perceber que fui arrastada para dentro do carro no banco traseiro, no meio das duas mulheres. Ainda tonta olhei para a loira e consegui perguntar o que eles queriam. A mulher loira apenas riu e desferiu outra porretada, ainda mais forte que a primeira e então mergulhei na escuridão.

Quando acordei, com uma tremenda dor de cabeça ainda estava no carro ao lado das duas mulheres. No banco da frente, dois homens. No meu lado esquerdo uma ruiva alta e muito bonita e do outro a loira, igualmente bastante bonita. Os dois homens também eram brancos e todos os quatros estavam elegantemente vestidos. Aquilo não se parecia com nenhum sequestro por dinheiro. O carro onde estava era espaçoso e o estofamento, percebi, era personalizado e tinha até uma pequena tela de TV na traseira do banco do motorista.
Surpreendida e com muito medo, perguntei à ruiva o porquê estarem me sequestrando. Em resposta ela aplicou uma forte bofetada em meu rosto e apertando minha garganta mandou eu não falar se não iria apanhar. Não tive coragem para mais nada e fiquei apertada no meio delas, me borrando de tanto medo. Notei que estava numa rodovia e que íamos muito rápido.

Desviamos para caminhos secundárias e depois começamos a subir por estradinhas estreitas. Não sei ao certo mas acho que estávamos há mais de quatro horas viajando. Com certeza em outro estado, numa região montanhosa.

Por mais que tentasse me acalmar, não conseguia. O que eles pretendiam com esse sequestro. Acho que para pedir resgate não era. Meus pais viviam dos seus salários, numa situação estável, que dava para vivermos relativamente bem, mais era só isso.
Finalmente eles chegaram ao destino que queriam. Entraram numa garagem e não pude ver nada da casa, pois bem antes colocaram uma venda em meus olhos, que só foi retirada, já dentro da tal garagem e então me mandarem sair do carro:

- Saia do carro, Gabrielle, já estamos no nossa casa.

Fiquei de boca aberta... como eles sabiam o meu nome?
Queria perguntar como sabiam disso, mas me acovardei. Eles tinham dito para eu só falar quando perguntassem algo, caso contrário iria levar porrada.

Fui empurrada para dentro de um salão ricamente mobilhado e obedeci quando me mandaram sentar em uma poltrona. Fiquei ali por muito tempo, enquanto eles transitavam pela casa, indo para outros cômodos e subindo uma escada com corrimão de madeira encerada. Tudo ali indicava muito luxo. Tinha momentos que ficava sozinha na sala. Olhei para a porta que parecia ser a de saída e para a porta de acesso à garagem e até pensei em sair correndo e tentar uma fuga. Para a garagem não seria viável pois eles fecharam o portão tão logo o carro teve acesso.

Mesmo tremendo de medo, aproveitei um momento que estava sozinha e fui testar a porta. Nem dei alguns passos escutei a voz de um dos homens atrás de mim, levei um tremendo susto, me virei e a bofetada me derrubou sobre o carpete, com um grito de dor.
No chão, vi as duas mulheres chegarem e indagar ao homem o que tinha acontecidos.

- O que foi isso, Thiago?

- Gabrielle estava indo em direção a porta. A nossa garota estava tentando escapar.

Com o auxilio da ruiva fui levada de volta para a poltrona, ainda bastante atordoada com a bofetada que acertou o lado direito do meu rosto.

Poucos minutos depois, os quatros no salão me observavam. Minha nossa! O que era aquilo? Tanto as mulheres como os homens estavam praticamente nus. Elas vestindo apenas minúsculos tapa-sexos em couro preto e com os seios a descoberto. A perfeição de seus corpos eram impressionante. Os dois, também usavam apenas taxa-sexos, igualmente de couro e preto. Fiquei bestificada os olhando, sem saber o que aquilo significava. A loira alta veio até perto e ficou me examinando e passeou com a mão em meu rosto e cabelos.

- Você é muito bonita, Gabrielle. Valeu todo o nosso esforço em trazê-la para a nossa casa. Garota preste bem atenção no que vou lhe falar, pois só vou dizer uma única vez.

- Enquanto estiveres aqui em casa, terás de obedecer algumas regras e elas são de suma importância. Qualquer violação sua a estas regras serás severamente castigada.

1ª - Você não pode nos dirigir a palavra, a não ser para responder a uma pergunta nossa.
2ª - Obediência total a nossas ordens.
3ª – Não tentar fugir daqui.

Com você está vendo são coisinhas simples. O castigo para a 1ª será uma chicotada para cada palavra que sair da tua boca. Para a 2ª, serão cinco chibatadas e para a última, a mais severa, serão vinte chibatadas.

Que diabo! Onde eu vim parar.... num bando de loucos?

- Garota, sabemos que estais muito assustada e que queres saber qual a razão de estares aqui...vamos ter por a par de tudo, para que atendas os porquês que rodam a tua cabecinha.

- Eu sou a Rosa e este lindo homem aqui é o meu homem, o Thiago. Minha amiga é a Odete e aquele outro é o Gil. De hoje e diante seremos os teus donos e você a nossa escrava. Nós a capturáramos não foi ao acaso. Foi tudo muito bem planejado. Tu é a sexta jovem que sequestramos para que se tornem nossas escravas, uma a cada semestre. Elas ficam conosco aproximadamente um mês e depois as libertamos. Este poderá ser o teu caso, caso nos agrade.

- Odete é a nossa caçadora. Ela viaja por este imenso país procurando por garota que seja dignas de se tornarem escravas. Ela teve a sorte de deparar com você, Gabrielle; quando visitava tua cidade lá no norte.

- Isso mesmo Rosa, deixe que eu conto o resto para a nossa bonequinha. Está lembrada daquele concurso de rainha da piscina do clube que frequentas? Você foi a rainha. Quando a vi naquele duas peças, fiquei tarada na mesma hora. De todas a cinco meninas que escolhi, és a mais linda, a mais gostosa, apesar de sua pouco idade.
Fiquei por sete dias na tua cola, sei muita coisa a teu respeito. Tens quinze anos e não tens namorado, estuda num colégio perto de tua casa pela amanhã e a tarde frequentas uma escola de música. Tens muitos amigos e reside com o pai e a mãe, num condomínio de classe média. Como vês minha lindinha, sabemos todo a teu respeito e é por isso que a capturamos.

Estava apavorada ao escutar as duas explicarem o motivo de me terem sequestrados só não entendi muito bem o porquê deles quererem escravas, Que coisa absurda. Mas isso eu entenderia dentre pouco tempo. Descobri na minha carne que o quarteto era gente com desequilíbrio mental, tarados, possuidores de obsessão, perversão sexual e sadismo extremo, Gente depravada que usavam o dinheiro para darem vazão as suas taras.

Eles ficaram de pé e me mandaram segui-los e foi o que fiz, com um misto de covardia, timidez e muito medo de os contrariar. Fomos para um sala que pelo formato me surpreendeu, redonda com muitos e estranhos móveis e utensílios, aparelhos e equipamentos que eu não tinha a mínima ideia para que serviam. O piso acobertado por grossos tapetes verde claro e farta iluminação de forma indireta

Num canto, quatro grandes poltronas dispostas em torno de um tapete redondo na cor branca. Me mandaram ficar exatamente no centro e eles se sentaram em torno. Meus Deus! O que eles queriam de mim? Fiquei ali com eles me observando atentamente e fazendo comentários entre si, falando baixo de modo que não pude ouvi-los.

O homem alto e ruivo, com um corpo musculoso se aproximou e ficou na minha frente e então com a maior calma deste mundo mandou que eu ficasse nua.
Fiquei surpresa, Atônita, chocada com isso e não pude reter uma exclamação:

- O quê!

O tapa que ele desferiu foi tão forte que cai atordoada no tapete branco. Ele estendeu a mão para que ficasse de em pé.

- “O quê” .... duas palavras.... merecias duas chicotadas por violar a primeira regra. “Não falar”. Mas como ainda és novata, um tabefe basta. Agora Gabi, me obedeça.... fique nua.

Por todos os santos, isso eu não faria de jeito nenhum! Nem meu pai me viu nua e agora aqueles doentes queriam me pelada!

Rosa, a loira, me viu ficar com a mão no rosto que ardia bastante e com as lágrimas escorrendo pelo rosto e com voz autoritária voltou a ordenar que ficasse nua. Como me viu firme em não a obedecer, retirou do lado da poltrona uma espécie de chicote, que se parecia mais com um rabo de cavalo, com dezenas e fios finos. acho que de couro.

- Gabi, sinto muito, mas você no primeiro dia já está nos desobedecendo e como manda a segunda regra, que já conheces, vou ter de a punir...serão cinco chicotadas.

Meus gritos escoaram por toda sala... ela não escolhia lugar para bater, três foram nas minhas costas, uma na pernas e outra na altura do ombro.

- Gabi, fique de pé e tire a roupa, tal como mandamos. Se ficares com essa teimosia vais ser surrada até que nos atenda e sabes disso muito bem.

Sim, eu sabia disso, meu corpo todo dolorido sabia disso, mas minha mente rebelde me dizia para não me curvar, ser escravizada por aqueles sádicos; isso nunca.



Muitas horas depois, acordei num mar de dores em cada pedacinho do meu corpo. Estava nua pendurada pelos punhos à uma trave e com os pés a um palmo do piso. Não sei quantas chibatadas aqueles monstros me aplicaram, mas foram muitas, acho que quase cem, desde o rosto até o pés. O sangue escoria do rosto e de todo o meu corpo. Quase não podia enxergar pois meus olhos também foram atingidos. Naquelas horas da mais pura e cruel maldade, tinha momentos que conseguia ficar consciente e preferia estar morta, com Thiago e Gil em duplo estupro.

Continuei consciente e pedindo ao céus que me levassem de uma vez, pois já não suportava mais a tortura a que estava sendo submetida. Percebi quando me tiraram da trave e fiquei por muito tempo estirada num piso frio, não tinha força para nada. Pude escutar o bate-boca entre eles. Gil, querendo dar fim na minha vida. Odete dizendo que não, que mais tarde ou mais cedo eu me submeteria a eles. Thiago concordou com Gil, dizendo que como eu estava, toda retalhada, não serviria para nada mais a não ser servir de comida para os peixes. Rosa parecia furiosa, clamava em altos brados, que não sabia como eu pude resistir a tanto espancamento sem ceder a eles. Ela vinha até onde eu estava e enfurecida me dava violentos chutes.

Eu não mais gemia e não sentia mais dor, quando Odete, a ruiva grandona, se ajoelhou ao meu lado, tirou o sangue eu cobria meus olhos, alisou meu rosto e sentenciou:

- Sinto muito Gabi, você na flor da idade estar deste jeito.... podias muito bem ser boazinha com a gente e nada disso aconteceria.

Adeus minha linda!

Pude ver quando ela desceu o comprido punhal na direção do meu pescoço e senti a lâmina cortar quase ao meio minha garganta. Então percebi que estava livre das garras daqueles monstros em forma de gente.


XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

Entrei em casa e pude ver ao lado de meus pais muitos parentes e amigos. Mamãe e papai se abraçavam mutuamente se consolando em meio as lágrimas que rolavam de seus rostos. No meio da sala, o caixão.... o meu caixão, onde só se podia ver o meu rosto branco como será. Enternecida, dei um longo abraço em mamãe e então uma luz radiosa foi me levando e senti uma paz imensa me envolver.

FIM


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