Filho de peixe, peixinho é

06 de Novembro de 2018 Marcela Fantasias 88

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Filho de peixe, peixinho é


Christine é o meu nome, tenho vinte e dois anos, solteira por opção. Sou aluna de uma escola de dança e estou fazendo testes, para ser incorporada à uma rede de televisão. Se conseguir sei que o meu futuro estará garantido. Se conseguir entrar neste meio não saio mais. Tenho como armas o meu corpo, que sei é cobiçado pelos homens. Sou loira natural, alta e corpo malhado, bumbum e seios na medida certa. Isto é tudo que necessito para vencer na vida.

Estou quase lá, semana passada fui entrevistada por um graúdo da emissora e ele ficou babando por mim e até me perguntou o que eu fazia nas noites de folga. Deu um risinho maroto ao ouvir minha resposta e disse que gostaria de me “entrevistar” novamente, fora do ambiente de trabalho.
Marcamos a nova entrevista, numa casa noturna nos arredores da cidade, daqui a quatro dias.

Lógico que nesta nova entrevista, eu mostraria a ele todos os meus “atributos”. Eu quero fazer parte do meio televisivo e saiam da frente, pois sei muito bem como posso fazer para ser notada pelos maiorais de lá.

Estou tão eufórica por tudo isso, que convidei três colegas da escola de dança para passarmos o fim de semana numa praia do litoral sul do estado. Lugar calmo, fora do agito das outras praias e com algumas pousadas a preços bem camaradas.
No sábado, por volta das 11 horas, chegamos e colocamos nossas coisas no quarto reservado, que para economia dinheiro foi dividido pelas quatro.

Lá pelas 13 horas, eu, Tonha, Arlete e Bete, estávamos brincando como crianças nas areias quase desérticas, cada qual portando um fio dental mas indecente do que o outro. Como vizinhos na praia, duas moças ao lado dos seus acompanhantes, há pouco menos de cem metros de onde estávamos.

Podemos escutar o alarido que vinha do lado deles. Me virei e o que vi me assustou. Uma turma enorme de homens, acho que uns dez, estavam atacando os dois casais. Eles estavam sendo surrados pelo bando. Em questão de instantes estavam sendo roubados de tudo que era deles, até de suas roupas.
Os dois jovens de tanta apanharem ficaram caídos na areia e as moças, corriam nuas desesperados para a água, mas foram alcançadas e derrubadas por alguns deles.
Estava vendo tudo aquilo e fiquei tão aterrorizada que fiquei estática e foi quando escutei a voz alterada de Arlete.

- Corre...corre, Chris.

Quando me virei, ela e as outras já estavam entrando na trilha que dá acesso à estalagem. Corriam como coelhos assustados, deixando as barracas e tudo o mais para trás.

Eu, boboca, só quando vi um grupo deles vindo em minha direção é que resolvi correr, mas já era tarde. Uns 20 metros antes de chegar à trilha, fui derrubada e como animais se atiraram por cima de mim e recebi tanto sopapo que apaguei na hora.

Quando acordei, com o rosto doendo dos tabefes, tudo parecia rodar ao meu redor. Com alguma dificuldade, consegui ficar meia que sentada e foi então que percebi que estava nua sobre uma espécie de cama muita estreita. Fui me assenhorando do lugar e arregalei os olhos ao ver outras duas moças, igualmente nuas, deitadas em beliches oposto de onde eu estava. Eram bem jovens, adolescentes mesmo. Elas estavam encolhidas sobre o colchão e mesmo quando as chamei não se manifestaram. Acho que estavam em choque.

Fiquei com bastante dó das garotinhas, ignorando que eu também estava na mesmo situação. As três tínhamos sido sequestrada por um bando de homens em plena luz do dia, elas inclusive estavam ao lado de rapazes que nada puderam fazer para impedir o sequestro. Se Tonha, Arlete e Bete dessem mole como eu, elas também estariam aqui.

Não perguntei nada as duas meninotas, elas não estavam em condições de me informar onde nos encontrávamos. Tive de tirar eu mesma minha conclusões. Depois de um tempo, percebi que estávamos dentro de um barco pelo balanceio do ambiente e pelas acomodações típicas de um camarote.
Algum tempo depois minha tontura passou e fui até a meninas. Fiquei surpresa, pois não devia ter nem quinze anos. Quando virei uma delas, uma ruiva, um pouco acima do peso, quase dei um grito de espanto, a coitadinha estava coberta de sangue entre as coxas, no ventre e nos seios. Fora barbaramente estuprada e entre seu lábios pude ver restos de espermas. Ela olhava para mim com olhos sem vidas. Pouco baixo do seio direito o ferimento com sangue já seco. Ela foi apunhalada e deixada ali, para morrer.

Quando virei a outra menina, o horror tomou conta de mim. Os seios, banhados em sangue não tinham os mamilos, eles foram extirpados. Uma lâmina de punhal estava encravada na vagina, e só pude ver o cabo. A menina apresentava inúmeros cortes de punhal por todo o corpo, principalmente no baixo ventre.
Estes bárbaros sádicos, estupraram, torturaram e assassinaram as duas jovens, acho que deviam ter de treze a quinze anos.

As cobri com lençóis e fui para o beliche em pânico, envolvida por terror como nunca pensei sentir. Sabia que a próxima ser torturada e morta seria eu.
O que temia foi confirmado quando dois deles entraram no camarote, viram as meninas sob os lençóis e depois ficaram me olhando. O terror que notaram em meus olhos, tirou sorriso deles.

- Loirinha, fique tranquila, estas duas foram só o aperitivo, você será o prato principal. Estas aqui, agora serão comida de peixe.

Eles saíram, cada qual levando uma das garota nos ombros. Eu nunca fui muito de orar, mas estava de mãos postas suplicando aos deuses que me protegessem daqueles homens e rezando pelas almas das meninas assassinadas.
Trancada naquele pequeno espaço, vi as horas transcorrem, ouvindo o barulho constante do motor do barco que balançava ao sabor das ondas, fiquei bastante “mareada”. Tempos depois um baixinho careça e gordo meteu a cara na portinhola e disse para eu o seguir.

Sabia que não tinha opção e usei o lençol para cobrir minha nudez e fui atrás dele, caminhando por um corredor estreito e baixo, iluminado por duas fracas luminárias. Vi três outras portas que desembocavam numa saleta, com uma mesa comprida com pés e bancos fixados no piso, devia ser onde eles comiam, adiante, um pequeno cubículo, a cozinha, depois subimos uma escadinha e eu estava no convés.
No tombadilho do barco pesqueiro todos os homens estavam lá, acho que uns dez ou mais, não sei bem. Tremia de tanto medo quando um deles, um velhote alto e com longa barba, falou:

- Preste bem atenção, mulher. Vou falar só uma vez e a sua vida só depende disso. Eu sou Jaú o mestre deste pesqueiro. Eu e minha tripulação fazemos deste casco a nossa casa. Queríamos trazer algumas de vocês para fazer parte da nossa tripulação. Naquela praia do fim do mundo, pelos binóculos, vimos você e mais três boazudas praticamente nuas e aquelas duas franguinhas dando mole na areia. Queiramos trazer as seis para bordo; mas só conseguimos três de vocês.
Aquelas duas que jogamos no mar, se negaram a fazer parte da minha equipe e então viu o fizemos com elas. Se você quiser viver, tem de aceitar, numa boa, as regras que estabeleço para ficar viva aqui.

Meu Senhor! O que é isso? O cara sequestra mulheres para ser parte da tripulação, que coisa mais absurda! Confesso que estava quase me mijando de tanto medo, mas consegui balbuciar o que ele queria de mim, o que eu teria de fazer.
- É muito simples, serás a nossa cozinheira e a mulher de todos nós. Quando um dos meus marinheiros te chamar para uma foda, sem reclamar de nada tu deverá aceitar numa boa.

Que Deus me acuda! Fiquei sem palavras. Eles eram dez.... brancos, negros e até um asiático. Homens rudes, abrutalhados e grosseiros. Eu não teria como aceitar, numa boa, como ele diz, ser a vadia deles.

- Senhor Jaú, se eu aceitar ser a mulher de todos eles, em poucos dias estarei em frangalhos, nenhuma mulher terá condições físicas pra enfrentar esta barra. Eu posso lhe garantir isso. Veja, sou uma mulher que muitos desejam. Peço que me faça sua mulher, só sua.....demais ninguém.
Foi uma tentativa para evitar o horrendo destino que me esperava. Ser de um só muito melhor que de dez. Para meu regozijo, ele aceitou a proposta, para insatisfação dos outros homens.

Ele mandou que me levassem para o seu camarote, que seria o meu também. Ufa! Consegui evitar o estupro coletivo daqueles nojento. Foder com um cara só, para mim não seria nenhuma novidade.

Daquele dia em diante, quase todos as noites o velhote barbudo e fedendo como gambá me fodia. O nojento me comia pela boceta e pela bunda. Graças a todos os santos, o pau dele era pequeno e eu acostumada que estava com coisas bem mais avantajadas, levava numa boa aquela miniatura de piroca.

Mas tudo mudou de figura quando ele quis enfiar aquela porcaria em minha boca. O pau do homem era uma imundície só e fedia a mijo e, me perdoem, até a merda. O velhote não era adepto do banho e toda ocasião que ele me comia, logo após eu corria e me lavava por inteiro. Mesmo recebendo alguns tabefes, me neguei a chupá-lo.

Se soubesse o que me esperava, teria até deixado que ele urinasse em minha boca. Ele pegou uma espécie de bastão de madeira e desferia com força em minha cabeça. Caí no piso do cubículo com o sangue manchando meus cabelos loiros. Gemendo de dor perdi os sentidos quando ele me desferiu dois violentos chutes na cabeça.

Quando despertei, juro que preferi estar morta. Estava no convés, deitada nua no meio de restos de tripas de peixe com dois dos tripulantes em dupla me penetração. Berrei horrorizada e como resposta recebi uma bofetada e o sangue começou a jorrar de meu nariz. Toda a tripulação do pesqueiro, em dupla se revezava no estupro sem fim e isso durou toda a noite.

Ao amanhecer, eles me deixaram e foram tratar dos seus afazeres, como preparar iscas para as redes. Fiquei jogada num canto do convés, rolando de um lado para outro ao sabor do barco que corcoveava enfrentando fortes ondas. No transcorrer do dia, o tempo mudou e agora todos eles lutavam para manter o pesqueiro a salvo da fúria do Mar.

Com isso, eles se esqueceram de mim, que sem conseguir me agarrar a nada, numa inclinação mais forte do barco, fui cuspida para o meio das ondas e me vi lutando para subir a superfície me debatendo em desespero.
Por um milagre, destes que acontecem uma vez em cada um milhão de vezes, senti algo encostar em mim. Num reflexo me agarrei ao que me pareceu ser um pedaço de madeira. Vi sobre as ondas o casco do pesqueiro virado pela forças das ondas e nada mais.

Fiquei boiando por muito tempo e aos poucos a fúria das águas foi se acalmando e me vi flutuando num espelho de água como se estivesse numa piscina. Fiquei olhando o brilho das estrelas e me senti muito bem, não senti nenhuma dor no meu corpo tão maltratado por aqueles monstro e então agradeci ao deus do mar, a Netuno por me ter livrado daquele maldito barco, onde fiquei aprisionada por quase sei meses.

Eu já não era a mesma mulher de antes, depois deste tempo todo, estava muito magra, subnutrida, com meus belos cabelos mais se parecendo com cabelos de espiga de milho quebradiços e sem vida. Minha pele, sempre bem tratada e nutrida com cremes de primeira linha, agora estava ressequida e queimada pela exposição ao sal marinho. Internamente, minhas genitálias estavam em frangalhos, pois mulher nenhuma foi feita para ser estuprada por quase doze horas seguidas por tantos animais que se titulavam de homens.

Eu tinha plena certeza que agora era um verdadeiro resto de mulher que nem para ser puta na beira de estrada, serviria mais. Eles tinham me destruído por dentro e por fora e então em voz alta voltei a invocar Netuno por me livrar daquele inferno.
Soltei o pedaço de madeira e de braços abertos, com um sorriso, fui afundando nas águas calmas, sentindo á água entrar em minha boca aberta.

Súbito, vi ao meu redor muitos rostos, lindos e sorridentes rostos de homens e, juro por tudo que é sagrado, escutei um deles falar comigo:
- Mulher, invocou nosso pai Netuno e ele decidiu que serás salva, mas antes, por um tempo, pertencerás a nos, seus filhos.

Parecia que sonhava e que podia respirar em baixo d’água, como um peixe ou uma sereia. Por muitas mãos fui sendo puxada para o fundo do oceano, cada vez mais para o fundo. Deitada sobre a branca areia do solo oceânico, percebi que cada um daqueles seres, vinham e me penetravam Um sexo calmo delicioso e eu explodia em orgasmos como nunca antes sentidos. Eu irradiava felicidade sentindo em mim o fruto que ele deixavam dentro de meu útero. Que coisa mais gostosa, eu queria continuar ali, recebendo dentro de mim o fruto de cada um deles, não sei quantos, mais foram muitos. Com um deles dentro de mim, percebi, dentro de minha cabeça o que ele dizia.
- Está na hora de voltares ao teu mundo. Mas não se esqueças, mesmo lá, em terra firme, serás protegida pelo pai, assim como os frutos dele que levas contigo.
Abracei aquele ser e senti imensa alegria quando deixou dentro de mim o seu sêmen e fui sentindo tudo ir sumindo em minha volta.


Arlete, Elizabeth (Bete) e Antonia (Tonha), estavam tomando banho de sol, na mesma praia em que Chris, dois anos antes fora sequestrada e isso se tornou um hábito das três, isso em homenagem à amiga tão tragicamente levada de seus convívio. Bimensalmente vinham passar o fim de semana naquele recanto que agora era conhecida como “Praia Christine”, muito frequentava por gente que vinha conhecer a praia que ficou famosa depois que três jovens foram “raptada por piratas”.

Elas tiveram suas atenções voltadas para onde todos os banhistas olhavam.
Bem antes da arrebentação uma mulher se divertia brincando sobre e sob as ondas, ela mergulhava e depois com enorme impulso, tirava todo o corpo acima da água, como se fosse uma exímia surfista, que fazia tudo isso, sem prancha. Tirando comentários de todos, vinha se aproximando da faixa de areia, sempre fazendo suas peripécias.

Agora, caminhando com água pelo tornozelos, irradia alegria por todos os poros e cumprimenta a todos em sua volta com um encantador sorriso. Vestindo um diminuto duas peças, num azul claro, exibia toda sua extraordinária beleza com seus longos cabelos loiros. Ela olha com interesse especial para as três amigas que parecem petrificadas ao verem a amiga Christine, a Chris, surgindo do mar como se nada tivesse acontecido.

Uma semana mais tarde, depois de uma bateria de exames, foi averiguado que Chris estava em excelente condições de saúde, tanto física como mental. Tanto ela como os peritos que a examinaram, não puderam explicar o bizarro caso, mas o certo é que ela ficou sumida por dois anos inteiros e ressurge na praia de onde fora levada como se nada tivesse acontecido. Para ela o tempo não tinha passado.
Única coisa que a fazia meditar sobre o que aconteceu com ela, era que está grávida de um mês e ela não sabe como isso ocorreu.



Seis anos depois Tonha, Arlete e Bete, se divertem na praia, vendo a amiga Chris nadando e mergulhando ao lado seus filhos, cinco meninos, tão bonitos e loiros como a mãe Chris. Arlete comenta com Tonha e Bete:
- Minha nossa! Meus afilhados até parece filhos de peixe....como nadam e mergulham bem, tal como a mãe.

FIM


Reportagem especial (UOL)
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