UMA HEROÍNA EM APUROS

23 de Setembro de 2018 Marcela Fetiches 16

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


UMA HEROÍNA EM APUROS

- Pode entrar senhorita, o doutor Fernando a espera para a entrevista.
Claire acompanha o rapaz pelo longo corredor da casa e o acha bonito. Calcula que não deve ter nem vinte anos e é muito educado. Nestes vinte minutos que esperou para ser entrevistada, ele veio por duas vezes até a ampla saleta onde estava para perguntar se necessitava de algo.
Agora o seguindo se divertia por achar a bunda dele bonita. Abriu uma porta e ficou de lado a convidando para entrar. Ficou impressionada com o escritório, enorme, todo atapetado, com amplas poltrona de couro. Estantes abarrotadas de livros e uma enorme escrivaninha onde o senhor Eduardo estava. Muito nervosa por estar ali, na presença do famoso e poderoso doutor Eduardo, conhecido pela mídia como Dudu, dono de muitas casas de shows espalhadas por todo pais.
- Senhorita, li o teu currículo e o achei muito interessante. Dezenove anos, noiva, prestes a se formar em secretariado. O cargo de minha secretária, pelo que vi, poderia ser seu, mas infelizmente ele já foi preenchido.
- Mas este rapaz me telefonou hoje pela manhã, dizendo que o senhor queria me entrevistar!
- É verdade senhorita. Fui eu que ordenei que ele telefonasse. Vi a tua foto e a achei lindíssima e pedi que viesse me ver, porque posso lhe oferecer outro cargo, com salário em aberto. Mas que exigirá dedicação total e se aceitares o que estou lhe oferecendo, nunca mais necessitará trabalha em sua vida.
- Doutor Fernando! O que o senhor está me oferecendo?
- Coisa simples, minha jovem. Lhe dou um milhão de reais, mais joias e roupas que você escolher, pra que sejas minha amante por no mínimo dois anos..
- Meu Deus! O senhor não pode estar falando sério! Eu sou noiva e amo muito o meu companheiro.
- Eu sei de tudo isso Claire. Levantei toda a tua ficha. Este teu negócio de noivado, acho que é uma fria. A senhorita conheceu o rapaz a menos de dois meses e esta morando com ele a pouco mais de duas semanas e ele mal consegue pagar o aluguel da pensão onde moram. Deixe este cara e aceite minha proposta. És linda demais para estragar sua vida com um João-ninguém.
Claire encara o milionário, o fuzilando com faíscas que brotam de seus olhos e o manda ir a merda e sai do escritório como um furacão batendo o pé e bufando de raiva. O secretário dele, o belo rapaz, a acompanha até a porta da mansão.
- Sinto muito, a senhorita devia ter aceito a proposta do patrão. Ele é boa gente e paga muito bem a quem o serve. Ele ordenou que eu não a deixe ir embora e eu costumo fazer o que ele manda, não quero perder a sua confiança.
- Vá a merda você também cara. Isso é problema seu e dele. Abra a porra desta porta que quero ir embora.
Claire viu o porrete de borracha vir em sua direção, levantou os braços para se defender, mas não foi suficiente rápida. O impacto em sua testa foi violento e ela tombou desacordada. Felipe a pegou no colo com grande facilidade e a conduziu escada abaixo, para um enorme porão.
- Papai, a jovem está no porão, tal como o senhor pediu.
- Obrigado Felipe, você trabalhou bem desta vez.

Claire foi despertando aos poucos, sua cabeça parecia ter se partido em duas. Abriu os olhos e percebeu que estava deitada sobre uma cama estreita, se tocou e viu que estava nua. Mesmo ainda um pouco atordoada, ficou em pé apavorada. Estava aprisionada em uma cela, com grades por todo os lados e até por cima.
Em desespero segurou as barras de ferro e começou a gritar por socorro.
Uma voz ao seu lado se fez ouvir.
-Não adianta gritar moça, ninguém pode nos ouvir.....estamos no porão da mansão dele.
Surpresa, percebeu a garota, tal como ela, nua e dentro de outra jaula, uma quase menina. Em choque, divisou mais seis jaulas idênticas, com outras tantas moças.
Claire pode reconhecer uma delas, pois a mídia não parava de mostrar sua fotografia. A estudante de apenas treze anos que sumiu quando se dirigia para a escola; isso há duas semanas atrás.

Já estava “enjaulada” há pouco mais de cinco dias e neste tempo, pode ver somente o rapazote. Ele vinha e trazia alimentos para as oitos prisioneiras e trocava as vasilhas onde elas faziam suas necessidade físicas.
Neste interim, observou que algo muito estranho estava acontecendo. Por duas ocasiões ele abriu as jaulas de duas garotas e as levou escada acima. O curioso nisto tudo é que as jovens o seguiam sem esboçar nenhum inconformismo e quando eram trazidas de volta, no dia seguinte, agiam como que zumbis fossem.
A jovenzinha ao seu lado, foi uma que ele levou. No seu retorno, Claire indagou o que aconteceu e ela respondeu que não se lembrava de nada. Mas pode ver em seu corpinho, muitas manchas roxas e vermelhas. Claire que de boba não tinha nada, as identificou como chupões, pois ela mesma já tinha sido “carimbada” pelo companheiro de cama, quando se amavam.
Dois mais dois sempre são quatro. Elas eram drogadas e o tal milionário as estuprava e só as devolvia novamente sob influência de novas drogas. Como isso ocorria?
Fácil, fácil... pela alimentação. As que ele selecionava para passar a noite na sua cama, eram as drogadas.
Claire, ardilosa sabia de tudo isso. Mas como evitar que ela mesma sofresse o mesmo tratamento?
Mais uma vez, Claire usou de esperteza. Sua vizinha de cela já fora levada e pela lógica, a próxima seria uma das seis outras, e ela mesma. Então passou a trocar as bandejas com comida da garotinha ao seu lado. Outras duas foram drogadas e levadas pelo rapazote, inclusive a estudante causa de tanto alvoroço pela mídia.
Quando observou sua “vizinha” se portar do mesmo modo que dias antes, soube que ela fora drogada no seu lugar.
chegou a sua vez de satisfazer o miserável. Só não compreendia a razão dele agir desta maneira. Era rico, muito rico. Atuava num ramo de negócio, fácil de encontrar, de comprar jovens dispostas a se vender por dinheiro. Não atinava o absurdo dele se arriscar em sequestrar nada menos do que oito garotas para seu bel-prazer... isso era totalmente insano, com agravante que duas eram umas fedelhas. Nem meia hora depois, o carinha chegou abriu a jaula de Claire e a levou escada acima. Ela se comportando como as outras, a imitação de um zumbi. No grande salão ele a guiou para o segundo pavimento da mansão e para um quarto. Claire Vê o doutor Eduardo entrar e falar com o rapaz.
- Meu filho, espero que esta seja a última da tua coleção. Elas não são borboletas, são gente!
Eu sei disso papai e lhe prometo que ficarei com estas oito e com mais nenhuma. Já fodi todas, menos esta aqui. Amanhã vou libertar as minha menininhas. Está contente comigo, papai?
- Idiota....imbecil de merda! Se você as deixar ir embora, sabe o que acontecerá? Teu pai será preso e você retornara para o sanatório de onde não deverias ter saído.
- Escute o que estou lhe falando , filho. Passe a noite com esta jovem e depois a leve de volta para a jaula. Quando servir o almoço delas, dilua na água todo o conteúdo deste frasco. Está me ouvindo, idiota.
- Estou sim, pai. Elas vão dormir adoidado.
- Isto é veneno abestalhado, elas vão dormir para sempre. Espere eu chegar em casa, para decidir o que fazer com os corpos. Amanhã, cedinho vou visitar alguns dos meus negócios, mas antes de sair, vou dar um pulinho aqui. Esta garota, a Claire, também me atraiu e acho que posso dar umas bombadas nela antes.
- Pai, por que não agora? O senhor sabe que gosto quando dividimos uma garota juntos.
- Você, algumas vezes é bem esperto, menino. Vá preparando a bichinha que daqui uma hora voltarei. Tenho de analisar alguns documentos importantes antes.
Claire, sentada como uma estátua na beira cama, a tudo ouvia. Estava assombrada com o que descobriu. Não esperava por isso. Teve de fazer muita força para se segurar. Saber que o cara planejava assassinar oito garotas, inclusive ela mesma, era muita coisa para assimilar e apesar de toda sua expertise, naquele momento estava totalmente desnorteada.
Viu Fernando sair e o filho ficar a olhando. Seu maior medo foi saber que ele era maluco, que esteve internado em manicômio. E já teve uma prova de sua insanidade quando ele a acertou na teste com uma violenta pancada. Mais temerosa ficou ao perceber ele, andando de um lado para outro, falava com ele mesmo ou com ela, suas palavras saiam entrecortadas de sua boca, incompreensíveis.
Tremia de medo dele e quase gritou de dor quando o louco se aproximou e mordeu o mamilo direito com força. Mas não resistiu quando ele enterrou os dentes no seu pescoço, a dor foi tão forte que Claire gritou alto e o chutou com força.
Ele tombou de bunda no meio do quarto e surpreso ficou olhando para ela.
- Tu não está dopada garota? Que coisa boa! Vamos brincar um pouco, quero chupar o sangue do teu pescoço.
Rápido ele se levantou e se atirou sobre o corpo desnudo de Claire. Não esperava a forte reação dela e a luta corporal entre eles se estabeleceu. Claire, valente e decidida, lutava por sua vida e atlética como era, o enfrentou de igual para igual; levando até vantagem quanto estilhaçou na cabeça do infeliz, um vaso de cerâmica que estava sobre o criado mudo.
Com ele caído, tentando se recuperar, correu para o celular que viu sobre a mesinha e ligou para 190, gritando por socorro, infelizmente, não teve tempo de informar ao aturdido atendente mais nada, foi segura pelo pescoço por Fernando, o pai do louco. Mesmo fazendo muita força, em desespero, foi derrubada e imobilizada pelos dois, numa saraiva de socos e tapas.
Amarrada sobre a cama, com tiras de lençol, pressentia que nada mais tinha o que fazer para salvar sua vida e nem das outras sete garotas. Vencida, ouvia a tremenda bronca que Fernando dava no filho.
- Você é um paspalho, filho da puta. Como deixou se surpreender pela garota? Ela não estava dopada, como devia?
- Ela me iludiu, pai.... eu dei a água com a droga e pensei que....
- Cale a boca, desgraçado! Não vou esperar até amanhã para eliminar as garotas. Vamos dar fim em todas as oito hoje mesmo e esta pestinha aqui será a primeira.
- Pai, seja camarada, deixe ao menos que eu trepe nela. Será coisa rápida.
- Todo bem, idiota incompetente, você já esteve com todas elas, uma foda a mais ou a menos, não vai fazer a mínima diferença. Mas não a solte da cama .
Claire, mesmo muito machucada pela surra, ao ver Fernando sair e ficar sozinha com o filho dele, começou a implorar por sua vida.
- Por favor Felipe, não há necessidade de matar as meninas aprisionadas no porão. O acesso camuflado na copa, nunca será descoberto por ninguém. Elas morrerão de sede e fome.
- Cale a boca, garota, tu é a responsável por tudo e vou te moer de pancada, mas antes quero te foder.
Gritava de dor, com o doido todo enterrado em sua boceta, a mordendo como um vampiro com os dentes enterrados em seus pescoço, chupando o seu sangue e ejaculasse ao mesmo. Depois de a estuprar. Saiu de cima e foi buscar o porrete de borracha.
- É uma pena que você estragasse todo o meu divertimento, garota. Sabes porque eu tranquei todas vocês lá no porão? Eu queria fazer um filho em cada uma de vocês e ficar vendo ficarem buchudas. Já pensou? Eu, pai de oito filhos de mulheres diferentes! Já deixei o meu sêmen em todas vocês, mas por sua culpa não vou poder ver ficarem barrigudas. Está vendo este porrete? Adivinhe o que vou fazer com ele! Vou te castigar por teres se intrometido no meu caminho
Nada pode fazer para evitar que o celerado , usando o porrete de borracha, a trucidasse com cruéis e múltiplas pancadas. Banhada em sangue, compreendeu que estava sendo assassinada com ele subindo e descendo o porrete em seu corpo. Entregou sua alma ao Senhor, escutando as risadas do louco e então apagou.
XXXX
Claire com o rosto e a cabeça cobertos por bandagens, despertou no leito de uma clínica particular. Já estava ali por longos três meses, período pelo qual sofreu algumas intervenções cirúrgicas para reparo de fraturas no rosto e no crânio. Não estava mais no CTI e sim num quarto particular, sendo tratada com muito cuidado por uma equipe médica designada especialmente para ela. Afinal de contas, a paciente era uma heroína, reverenciada por todo país, que com risco de sua própria vida, salvou sete garotas de morte certa. Claire só se inteirou dos fatos, ao receber a visita do secretário de segurança pública, a parabenizando.
XXXX
Claire percebeu o celular caído num canto e sua esperança era de que com a queda, a ligação com o 190 ainda estivesse ativa e estava. Falando alto, deu todas as digas para o surpreendido atendente. Com a ajuda da operadora do aparelho, foi localizada a origem dos sinais emitidos. Doutor Fernando está preso, respondendo por numerosos crimes e o filho internado num manicômio.
Claire, com o patrocínio das famílias das meninas que salvou, vai muito bem, obrigado e estar prestes a se casar com o seu companheiro.
FIM


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