TEMPOS DE TERROR

23 de Setembro de 2018 Marcela Fetiches 37

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


TEMPOS DE TERROR

Luciana está quase chegando na casa de seus avôs. Almeja passar todo o final de semana com eles. Está na estrada a sete horas e em menos de vinte quilômetros estará se aproximando da porteira do sitio deles. A estrada de terra batida é estreita e esburacada, mas é o único desvio para se chegar à casa dos seus avôs. Lu está contente imaginando a alegria deles ao vê-la, pois não lhes disse nada de sua visita. Está chegando de surpresa.

São quase 18:00 horas e a tarde esta chegando ao fim e Lu acende os faróis. As árvores que margeiam a estradinha escondem a pouca luz do dia. Vê a sua frente, caminhando com toda calma do mundo, três homens. Ela logo cogita que devem ser empregados de algum sitio da região, talvez até da propriedade de seus avôs.

Eles não se afastam do caminho, mesmo com os repetidos e curtos sinais de luz, ao contrário, ficam parados bem a frente do seu carrinho.

- Com licença... por acaso são cegos? Se afastem por favor!

Fica um pouco temerosa quando um dos homens se aproxima da janela e a olha atentamente.

- Qual a razão de tanta pressa moça?

- Não estou com nenhuma pressa, só quero chegar ao sitio Três Rios antes do anoitecer.

- Que coincidência, eu e meus amigos estamos indo para aquelas bandas e queremos que nos dê carona.

- Infelizmente isso não será possível. Meu carro é pequeno e os bancos estão abarrotados de presentes que levo para os meus avôs.

Isso não era verdade. Se forçasse um pouco, daria para acomodar os três, mas estava quase se mijando de medo deles, homens maltrapilhos e fedendo a bebida.

Luciana foi surpreendida quando um deles, abriu a porta do carona e entrou.

- Hei! O que é isso cara? Eu falei que não posso dar carona para vocês!

- Não seja mal-educada, moça! Aqui dentro tem muito espaço pra gente. É só amontoar estas tralhas no porta-malas. Não necessita fazer nenhum esforço, meus amigos se encarregam disso pra tu.

Se borrando de medo, os vê jogando tudo que está no carro para a beira da estrada.

O sujeito ao seu lado, abre o bagageiro e grita para os outros dois para levarem tudo para lá.

Eles entram, cada qual por um lado e o que está atrás dela, lhe dá um tapinha na cabeça e a manda seguir.

- Pode tocar a mula, moça bonita... estamos apoleirados no teu carro.

- Vocês são muito abusados! Saiam do meu carro agora! Não vou dar merda de carona pra ninguém.

Ela dá um grito de dor quando o homem ao seu lado lhe aplica uma violenta bofetada.

- Moça, estamos vendo que tu é muito teimosa e vai nos dar muito trabalho.

Ele abre a porta e a empurra com violência e Lu desaba na terra úmida. Se levanta rápido e tenta correr para o matagal que rodeia a estrada. É Segura e derrubada pelos outros dois e recebe uma chuva de tapas em seu rosto e na cabeça que a deixa tonta. Levantada pelos cabelos é encostada na lataria e continua sendo espancada pelos homens até que perde os sentidos.

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Quando desperta, cheia de dor, percebe que está dentro do seu porta-malas, com braços e pernas amarrados. Pelo sacolejar do veículo sabe que não estão na estrada de terra batida. Está totalmente aterrorizada, não se trata de um simples sequestro. Os caras mais se parecem com animais, tal a violência que empregaram contra ela.

Já é noite fechada quando é retirada do porta-malas e colocada ao lado de uma árvore ao relento. Por muito tempo eles carregam tudo que estava no seu carro para dentro de uma pequena cabana, inclusive sua mala com roupas e a bolsa com todos os seus documentos.

Pela porta aberta, pode ver a luz de um lampião e sobre uma mesinha de madeira, eles abrindo todos os pacotes de presentes que levava para a vovó Beth e para o vovô Dagoberto.

Muito tempo depois, um dos homens veio até ela e com um canivete cortou as cordas que a prendiam e aos empurrões a levou para dentro da cabana.

- O que querem comigo? Minha família tem muito dinheiro e podem pagar o que pedirem para me libertar.

Luciana tremeu de medo quando o cara, que devia ser o líder, a mandou calar a boca.

- Cale esta boca de merda. Você só abrirá a boca para responder as nossas perguntas e mais nada.

- Me desculpe, senhor, mais é que......

Não pode terminar a frase, pois um tapa violento a derrubou.

- Eu mandei tu ficar calada, mulher. Vais aprender com muita porrada a nos obedecer.

- Fique aí mesmo, no chão e responda ao Bento; queremos saber tudo sobre você.

O tal de Bento, um sujeito que devia ter mais de quarenta anos, um mulato claro e feio como o diabo, se ajoelhou ao seu lado.

- A gente olhou o que tava dentro de tua bolsa, teus papeis, mas nós não sabemos ler e então diga lá......tu é casada? Quantos anos tens?

- Não, sou apenas noiva e tenho dezenove anos.

- Tu já deu o rabo pra algum homem?

- Claro que não, sou virgem e quero me casar com Estevão assim.

Luciana deu um gritinho de dor quando ele lhe deu um chute e lhe disse que só respondesse o que ele perguntou, nada mais.

- Então nenhum homem te comeu! Que delícia.... eu e meus primos seremos os primeiros a te foder!

Luciana ao ouvir o comentário do homem, se apavorou e tentou se levantar, na tentativa de sair correndo pela porta da cabana que continuava aberta, mas foi segura por eles e surrada impiedosamente. Por quase dez minutos, foram dezenas, se não centenas de tapas que a fizeram gritar de dor. Usavam a palma da não para a machucarem e respirando com dificuldade, implorava que parassem de a surrar. Encolhida num canto da cabana procurava se proteger dos tapas e ficou aliviada quando os viu se afastarem.

Arregalou os olhos quando o homem gordo como uma porca velha se aproximou, trazendo uma espécie de chicote com ele. Deu um urro de dor quando a chicotada atingiu suas costas. Se virou para se proteger e a segunda pancada atingiu seu ombro e antebraço. Em desespero se enrolou como um feto e desta vez foi atingida nas pernas.

Demonstrando em seu rostinho todo o terror que a invadia e gemendo, foi arrastada para o meio do pequeno aposento e o gordo covarde brandindo o chicote no ar mandou que ficasse nua. Luciana o olhou, parecendo não entender o que ele falava e a chibata a atingiu na altura do pescoço.

- Tire a roupa! Nós queremos te ver peladora, mulher!

Lu já não aguentava mais ser espancada de maneira tão cruel e lentamente foi se despindo. Bento, parecia não estar satisfeito e a olhando com gula, mandou que tirasse tudo, as meias soquete, o colar, os brincos e o anel de noivado. O gordo, colocou os sapatos entre as coxas dela, na altura de sua genitália e fez pressão e a Lu gemeu de dor.

- Olhem só que delicia de mulher nos vamos comer.


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Lu foi arrastada para um estrado de madeira e colocada sobre um ralo colchão de capim e lá, durante toda a noite foi estuprada pelos três da maneira mais bárbara e desumana possível. Eles usando de extremo sadismo, a penetraram pela boceta, pelo ânus e até pela boca. Não havia em seu corpo um só pedacinho que não apresentasse mordidas que sangravam, principalmente nos mamilos quase arrancados pelos dentes dos sádicos homens.

Despertou do seu longo desmaio, já com o sol do meio dia. Estava pendurada pelos pulsos a um tronco de árvore e não sentia o seu corpo, coberto de hematomas e do vermelho do seu próprio sangue. Eles estavam colocando dentro do seu carro, as roupas e todos os pertences dela, a bolsa com seus documentos, a mala de roupas, inclusive os presentes que comprará para seus avôs.

A jovem, imaginou que eles estavam partindo a deixando ali, como um pedaço de carne num frigorífico, para morrer. Porém não foi isso que aconteceu. Tocaram fogo no carro e por longas horas se divertiam vendo as chamas o consumirem por inteiro.

O trio se aproximou de Luciana e a tocou nas pernas.

-Tu ainda está viva, mulher? Queremos te agradecer pela maravilhosa noite que passamos te fodendo. Pena que teu noivo não terá a mesma oportunidade que tivemos, te foder até no olho da cara. Agora vamos partir para outra, enquanto tu vai virar churrasco.

Luciana, não podia acreditar no que estava vendo! Estavam colocando sob seus pés muitos troncos e folhas mortas das árvores; preparando uma fogueira a dois palmos abaixo dela.

Minutos depois, com tudo pronto, Lu pode ver quando colocaram lume na base da fogueira e se embrearam pelo matagal a dentro.

Gritando, apavorada, percebeu a fumaça subindo e a quentura fogo lamber seus pés. Sendo queimada viva, como se uma bruxa fosse, para sua felicidade perdeu a consciência quando as labaredas subiam pelas suas pernas e coxas.


Cerca de trezentos metros mata a dentro, Bento, Calixto e Tim, pararam a caminhada e se voltaram e puderam ver a fumaça escura subindo por trás das árvores e rindo ouviram os berros da jovem sendo queimada viva.


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Luciana está finalmente chegando ao sitio de seus avôs. São exatamente 18:20, um pouco depois do horário que imaginou chegar. Viu a porteira e a placa “Sitio Três Rios”. Desceu, abriu o portão e avançou pela bem cuidada alameda, apedrejada, rodeada por flores, a paixão de sua querida vovó.

O casarão, todo iluminado no fim da alameda, lhe parece que está chegando em um local encantado. Alegre e moleque, como sempre faz ao chegar no sitio, começou a piscar os faróis e dando seguidas e curtas buzinadas. Este era o seu cartão de visitas e seus avôs o conheciam bem.

Há pouco menos de cem metros, freou e desceu do carro, olhando abobalhada a multidão que vinha em sua direção.

Seu avô, sua avó e por mais incrível que possa parecer, sua mãe e seu pai e ao lado deles, Estevão, seu noivo, e na varanda, descendo as escadas, suas tias, tios e seus primos. Ao todo estimou trinta pessoas, seus parentes e até colegas que vinham em sua direção.

Ela queria fazer uma surpresa ao chegar sem os informar de sua vinda, mas agora quem estava surpreendida era ela.

Não estava entendendo nada, como isso pode acontecer? Quando saiu de casa hoje de manhã, pouco antes das cinco da matina. Seus pais estavam dormindo e Estevão estava fora da cidade, em uma viagem de negócio.

Foi ao encontro deles e ficou embasbacada ao ser ver num mar de gente que a abraçavam, chorando e rindo ao mesmo. Sua mãe a sufocava de tanto a apertar.

- Minha filha, minha querida menina! Já não tinha mais esperanças de a encontrar. Você sumiu a tanto tempo...meu amor, meu amor!

- Que é isso, mamãe? Eu sai de casa hoje pela manhã e demorei as mesmas horas de sempre para chegar aqui! O que está acontecendo, pessoal?

A seu redor, todos ficam olhando para Lu, espantados com o que ela está dizendo.

Sua tia Amélia, a irmã mais nova de seu pai, a abraça e ....

- Lu, minha criança, você está desaparecida há aproximadamente um ano e hoje, data do teu vigésimo aniversário, tua avó pediu que nos reuníssemos aqui para rezarmos por você, para teu retorno aos nossos corações.

Luciana ficou olhando para todos e sentiu tudo escurecer e só acordou uma semana depois, no leito de uma clínica, para onde fora conduzida pelos seus pais, onde ficou constatado que fora sua confusão mental, fisicamente estava perfeita.

Há mais coisas entre o céu e a terra do que pode imaginar nossa vã filosofia. (William Shakespeare)
FIM

Autora: Marcela – Fetiche Ficção


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