PAIXÃO DOENTIA

06 de Outubro de 2018 Marcela Fetiches 60

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria




Fabiana tem vinte e cinco anos, é uma mulher morena de pele clara e olhos castanhos, corpo bem feito, com uma bunda empinada, coxas grossas e seios firmes. Casada com Cristiano há cinco anos, ainda sem filhos. Ambos trabalham o dia inteiro, ele como corretor da bolsa de valores e ela como corretora de imóveis. O imenso amor que os une é a marca registrada do casal. Hoje, pouco depois das nove horas, cada um em seu carro, saíram para o trabalho, de onde só retornariam ao cair da tarde.
Fabi tinha agendada como primeira tarefa do dia, visitar um imóvel para uma avaliação primaria. Nunca gostou de fazer visitas naquela região, pois além de o achar com poucas possibilidades para a realização de bons negócios, tinha receios de rodar pelas ruas esburacadas e estreita, onde a vizinhança não é muito convidativa.
Teve dificuldade de localizar o imóvel a ser avaliado e quando o viu, sentiu um frio na boca do estômago. Aquela velharia caindo aos pedaços, não valia nem o deslocamento dela até ali. Sua vontade era retornar imediatamente para o seu escritório para dar um esporro em Adalberto, que agendou sua visita àquela porcaria. Mas profissional como era, decidiu estacionar e dar uma olhada na casa.
Mal pisou na varanda, o assoalha junto a porta cedeu e ela quase que desaba entre as tábuas podres. Não teve mais dúvidas. Foi até seu carro para retirar da bolsa o celular, disposta a fazer umas fotos para as esfregar na cara do Adalberto.
Quando se inclinou para o banco, sentiu que alguém a segurava por trás, o sobressalto foi enorme, tentou se livrar do atacante, mas foi com terror que sentiu um pano lhe cobrir o rosto por completo, desde os olhos até abaixo do queixo.
O pano estava embebido em algo que ardia os olhos, o nariz e os lábios. Fabi abriu a boca em busca de ar e foi aos poucos perdendo os sentidos e como uma boneca de pano desabou nos braços do homem. Anestesiada pelo clorofórmio, foi levada para o porta-malas do seu próprio carro e lá o atacante injetou, na altura do pescoço de Fabi o conteúdo de uma seringa.

Fabiana foi acordoando aos poucos, estava muito confusa. Tentou ficar em pé se apoiando em algo, mas com tudo rodando em sua volta, desabou e para sorte, sobre alguma coisa macia. Não estava mais desacordada, mas parecia que seu corpo flutuava solto no espaço. Uma sensação terrível. Escutou uma voz a chamar pelo nome, abriu os olhos e pode ver que era um homem. Ele crescia e diminuía de tamanho e ficava todo torto e a sacudia e continuava a chama. Fabi sentiu que ele deu algo para beber e lentamente percebeu que estava senhora de seu corpo, de sua cabeça.
Deitada sobre um leito macio, abriu os olhos e viu o homem sentado numa poltrona a observando atentamente.
- Onde estou? O que aconteceu? Quem é você?
- Nossa, quantas perguntas Fabiana! Fique deitadinha e espere o efeito da droga passar. Eu não esperava que fosses tão sensível ao princípio ativo dela. Você dormiu por quase vinte e oito horas. Me desculpe, meu amor. Minha intenção, quando a dopei era que dormistes no máximo doze horas.
- Foi você.... que me atacou e me sequestrou? Quer dinheiro para me soltar?
Fabi “filmou” o sujeito e ele não lhe pareceu um simples sequestrador. Alto, devendo ter 1,85 m, cabelos cortado bem baixinho, loiro claro, até as sobrancelhas eram loiras. Rosto “quadrado”, avaliou que devia ter mais de trinta anos.
- Fabi, eu não quero dinheiro por você. Tenho todo o dinheiro que necessito. Sei que deves estar muito confusa por seres raptada.
- Eu a desejo a muito tempo e tenho acompanhado todos os teus passos a quase um ano. Sei que és casada com Cristiano Almeida Fonseca e que tens vinte e cinco anos. Percebi que se amam e são felizes juntos. Sendo assim eu não teria a mínima chance de a conquistar para mim, mesmo com todo o meu dinheiro.
- Meu Deus do céu! Você é louco! Tens razão, eu sou uma mulher casada e feliz no casamento. Não vejo o porquê deste sequestro absurdo, sem sentido. Por favor me deixe ir embora e eu nada contarei deste sequestro.
- Não posso fazer isso, meu amor. Eu a desejo como nunca amei outra mulher. Não quero estragar tua felicidade ao lado do Cristiano. Portanto quero o teu amor por umas semanas e depois a libertarei para os braços do teu marido.
- Jamais permitirei que toques no meu corpo, tarado louco de merda.
- Querida....querida, não sejas tão vulgar e rude comigo. Eu não quero te machucar, mas não te deixarei ir sem fazer amor com você. Não há a mínima possibilidade de a libertar. A única chance que tens de deixar você voltar para os braços do teu marido, é fazeres sexo comigo. Não há outra saída para você.

Fabiana, está trancada numa luxuosa suíte, guarnecida com televisão e uma mini geladeira. Pela janela, com cortina automática, podia divisar o enorme jardim em torno da casa. Infelizmente não era meio de fuga, pois além de estar a quase seis metros acima do jardim é gradeada.
Já estava presa naquele lugar há três dias e sua preocupação principal era com Cristiano. Seu marido devia estar sofrendo com o seu sumiço. Não só ele, seus pais também.
O homem, só vem até ela para lhe trazer as refeições, além de abastecer a geladeira de água e guloseimas diversas. Fabiana sabe que está lidando com um louco portador de neurose obsessiva-compulsiva, pois na faculdade já tinha lido a respeito.
Temia por sua vida, pois toda vez que vinha à suíte, ficava lhe dizendo a mesma ladainha; que a amava, que a desejava e que queria fazer sexo com ela. Para sua felicidade, nunca usou de violência para a forçar.
Aquela situação estava se tornando um martírio para Fabiana, que aflita passa quase todo o tempo em frente à televisão. Viu algumas vezes sua foto e o noticiário a respeito do seu desaparecimento e até ouviu o apelo do marido. Isso a deprimiu enormemente.
Quando o “louco” veio lhe trazer o almoço, ela implorou que ele a libertasse e ele mais uma vez lhe disse que isso só dependia dela mesma.
- Fabi, meu amorzinho.... já lhe disse que só a libertarei depois de aceitares ser minha, antes disso, nunca. Vou até ser bonzinho. Serão apenas algumas semana de amor e eu a libertarei. Está é a única condição para a sua liberdade.

Vinte dias mais tarde, Fabi parece um bicho-do-mato enjaulado, andando de um lado para outro da suíte. Ficando horas dentro da banheira. Não está mais suportando o seu encarceramento e então tomou a decisão de ceder a vontade do Louco, como ela o chama.
À noite, quando ele veio lhe trazer as bandejas do jantar, Fabiana o inquiriu.
- Você jura que me libertará se eu for para a cama com você?
- Lógico que sim, minha querida! Sabes muito bem que eu poderia usar de força para a possuir, mas isso eu jamais farei. A amo demais e só quero fazer amor com você. Serão poucos dias somente.
- Sabes que amo o meu marido e que não podes esperar nada de mim a não ser sexo, este negócio de amor não existirá entre nós.
- Sei de tudo isso, querida, mas não quero o simples papai e mamãe, quero sexo sem limites.
- Sexo oral ou anal nunca farei, pois nem com o meu marido faço.
- Aceito teus termos, Fabiana, será como queres.

Fabiana antes de ir para a cama com o Louco, pede que apague a luz. Ela se sente como que estivesse traindo o marido, mas não vê outra solução e teme que ele perca o controle e use de força para a possuir.
Ficou passiva sendo despida e ele veio para cima dela como se fosse um lobo faminto, a lambendo por toda parte, ansioso. Por intermináveis minutos não saía disso e Fabiana intimamente queria que continuasse só nisso, sem penetração.
Nervosa com o modo dele fazer sexo, sendo virada e revirada, como se fosse uma boneca de pano, sente a ponta da língua penetrar em seu ouvido, lamber os olhos e até o nariz. Ficou receosa quando começou a morder seus mamilos, pois sente dor com os dentes deixando marcas por onde passa e a lambuzando com saliva.
Deu um gritinho de dor quando ele morde os lábios de sua boceta. Ele morde uma banda, solta e morde a outra. Dá longas chupadas no meio de suas carnes e quando abocanhou o saliente clitóris, Fabi, mesmo não querendo, foi levada a sentir prazer e quando percebe, deixou de ser passiva e suas mãos estavam sobre cabeça do loiro, a empurrando com força para dentro dela.
Em menos de um minuto, Fabiana explodiu num fantástico orgasmo como nunca teve antes. Suas pernas pareciam como rã na frigideira, tal a tremedeira que a dominou.
Nem assim, ele tirou os lábios do clitóris, ao contrário, o suga com mais força ainda. Desta vez o orgasmo veio mais calmo e Fabiana relaxou, quando ele reiniciou tudo novamente. Está sem forças e deitada de costas e até gostou com ele lambendo suas nádegas. Lambe, chupa e morde cada banda e depois desce para o vale formado por elas. Fabi dá um gritinho de surpresa quando sente a ponta da língua forçando o seu anelzinho. Ele beija e lambe o seu ânus e o inunda de saliva.
Fabi fica com nojo, pois pela primeira vez é beijada e lambida no cu, coisa que nem em pensamento tinha lhe passado pela cabeça. Com o marido, era só papai e mamãe. Agora, este louco nojento está ali, fazendo força com a ponta da língua dentro do seu cu. Fabiana relaxou e separou um pouco mais as coxas. Aquele porco está lhe trazendo um prazer desconhecido. Sente um dedo, no lugar da língua, fazendo movimentos circulares. Percebe o dedo ir entrando e gosta da sensação quando o sente todo enterrado do seu cuzinho.
Grita assustada quando percebe que ele se deitou por cima dela e no lugar do dedo, a cabeçorra do pau, está “lambendo” o seu bumbum. Aquilo não estava no combinado, ela o tinha alertado que sexo anal nem pensar. Fez forças para sair debaixo dele, mas em vão. As pernas estão no meio das suas e com os braços em torno do seu corpo, espalma os seios com força. Está imobilizada pelo homem.
Sente muita dor quando o pau vai entrando no ânus. Ele a tinha bem segura e parece surdo as suas súplicas. Fabi chora e suplica.
- Ta doendo.... tire...tire...tá doendo, por favor!
Sente os pelos tocar seu bumbum ele ficar parado todo dentro dela.
- Meu amorzinho, fique calma, já entrei no teu rabinho. Agora não vai doer mais.
Fabiana soluça. Não esperava que ele fizesse uma maldade dessas. Doeu muito. No cardápio de Fabiana não constava sexo anal e ela nunca deixou que o marido fizesse isso, apesar de suas muitas tentativas.
Agora, o nojento está parado com o pau dentro do seu rabinho. O safado aproveitou um momento de “distração” e a forçou. Fabi só não entende a razão dele estar imóvel dentro dela. Sem opção permanece quieta, não sabendo o próximo passo dele. Seus mamilos são rolados entre os dedos e ele, montado em suas costas, lambe e chupa o pescoço e os ombros.

Uns dois minutos depois, sente ele se movimentar lentamente, num entra e sai quase imperceptível. Fabi não sente mais dor, apenas uma ardência. Se surpreende, pois, até que está gostando do entra e sai no seu ânus. Tudo fica mais gostoso quando sua boceta é invadida por alguns dedos que se mexem fundo, enterrados nas paredes úmidas.
Aquele maluco de merda a fez sentir outros orgasmos. Ele a obrigou a se esvair de tanto gozar e só a deixou quando o dia já se fazia anunciar.
Deitada nua ao lado dele, igualmente nu. Fabiana o olhou e apesar de estar com muita raiva, não pode negar que ele é um belo espécime de macho. Sua raiva é mais dela mesma do que dele.
Fabiana corre para o banheiro e fica mais de meia hora mergulhada dentro da banheira, se maldizendo pelo inúmeros orgasmos que o miserável a fez sentir. No seu íntimo lhe parece que tinha traído o seu querido marido. Mas ao mesmo tempo se perdoa, foi forçava a isso.
Percebe quando ele entra no banheiro, exibindo toda a sua pujança e sem mesmo pedir licença entra na banheira e se aninha por trás dela. Ele tem os braços em torno de Fabi e a acaricia nos seios, apertando entre os dedos, os mamilos. Em suas nádegas o pau dele se avolumava e Fabi, pede debilmente que ele saía, pois este tipo de relacionamento não estava no trato deles.
- Eu sei disso, minha querida, mas você é a mulher mais maravilhosa que encontrei em toda minha existência. Fazer sexo com você é o que quero para o resto de minha vida. Sei que só a terei por duas semanas, então quero aproveitar todos os momentos possíveis.
- Você é um louco, sabes disso. Só faço sexo com você por ser obrigada, e por querer voltar para a minha vida, para o meu marido.
- Sei de tudo isso, meu amorzinho e a deixarei ir embora conforme combinamos. Minha loucura é apenas por você Fabiana e se fiz este crime de a sequestrar é porque meu amor se tornou paixão e sei que ficaria louco de verdade se não a tivesse, nem que fosse por este pequeno período. Eu a amo acima de tudo e peço mil perdões pelo que estou fazendo você sofrer.
Fabiana fica sem palavras, sente que ele fala a verdade, que o amor que diz ter por ela, é verdadeiro, mas está com muito medo. Não é burra, tem ciência que aquele amor, virou paixão, virou obsessão e isso é extremamente perigoso, pois este tipo de sentimento, pode facilmente de tornar no seu irmão gêmeo, o ódio. Tem de evitar que isso ocorra, sendo compreensiva e não o contrariar.
Percebe o caralho dele já duro como um pé de mesa encostado nas suas nádegas. Isso a incomoda, mas prefere não reclamar. Entretanto, os dedos rolando entre eles os mamilos está gostoso, muito gostoso. Ela fecha os olhos e se reclina sobre o peito cabeludo dele e isso a excita. Cristiano, seu marido não tem nenhum pelo no peito e nem nas coxas, ao contrário deste doido.
Ele se levanta e se posiciona em frente dela, com o pênis enorme rijo. Fabiana não consegue desviar o olhar e mesmo sem perceber, o compara com o do seu marido, ele e quase que o dobro . Ele se ajoelha e o mastro fica a três palmos do seu rosto. O homem percebe o fascínio que está causando e se aproxima ainda mais do seu rosto. O caralho está a um palmo de sua face e ela parece estar hipnotizada. A cabeça é lisa, enorme e lustrosa.
Ele, sem dizer nada segura as mãos de Fabi e as leva para o pênis. Lentamente as posiciona ao redor do seu membro. Retira suas mãos e ela fica com as suas ao redor daquela montanha de músculos que sente vibrar entre seus dedos. nunca fez coisa igual com Cristiano. Está sentindo seu corpo tremer por inteiro aperta o pau, sentindo muito prazer em fazer isso. Estar fascinada, aperta com força aquela tora de músculos.
Mesmo em baixo da água, percebe sua boceta por dentro está úmida. O loiro maluco, levas as duas mãos à cabeça de Fabi e a vai trazendo para perto dele. Ela não recua e sente seus lábios tocar a cabeça do membro. Gosta do cheiro dele e quase que automaticamente, dá um beijinho e sente quando as mãos em sua cabeça a puxa e os seus lábios se separam e metade da enorme cabeça do caralho está em sua boca. Escuta uma voz, vindo não sabe de onde, mas que parece nascer em sua cabeça e a voz diz para ela chupar o pau, que ela vai gostar.
Fabiana, muito timidamente, dar beijos seguidos na ponta da cabeça e passeia com a língua por toda ela. Aprecia o gosto e a textura e desinibida, obedece a voz que vem de dentro dela e chupa o membro, como se fosse um gostoso picolé. Está gostoso demais. Subitamente se assusta quando ele puxa com força sua cabeça e fica sem ar, sente o pênis tocar sua garganta. Fabiana sufoca quando ele ejacula e a maior parte do gozo, entra em sua garganta abaixo.
Por todos os santos! Ele fez sexo oral naquele louco! Como isso pode acontecer? Fabi está no meio de sentimentos conflitantes.... sente nojo dela mesma, com o gosto do sêmen ainda em sua boca....mas o saboreia, como se fosse um creme de leite condensado.

Fabiana chora copiosamente. Sente que está ficando maluca. Já está presa naquele maldito lugar à semanas e neste período permitiu que o homem fizesse sexo vaginal, anal e oral. E ela voltou a engolir o “creme de leite” dele. Não tinha como dizer não quando ele vinha e pedia para ela o chupar. Se sentia totalmente subjugada pelo prazer que aquele Filho da puta lhe proporcionava.
Nunca imaginou que isso pudesse lhe acontecer, se tornar serva daquele maldito. Queria resistir aqueles sentimentos que a tomavam de assalto. Voltar aos braços do seu amado marido, mas era só o homem chegar na suíte, ficar nu e mandar que o choupasse, que ela vinha faminta para o saborear.
Isso se repetia todas as noites, e ela não conseguia resistir àquele miserável. Ele a tinha como como queria e se sentia como uma escrava sexual dele. Ainda faltavam dias para se livrar do miserável e tinha de se controlar, evitar que quebrasse a promessa de a libertar do cativeiro.
Todas suas esperanças ruíram como um castelo de carta quando ao amanhecer do dia que seria libertada, depois de uma noite inteira de sexo selvagem, ele disse que se acostumou a fazer sexo com ela e em consequência, decidiu prorrogar tempo que a manteria com ele mais cem dias.
Isso não poderia acontecer, Fabiana não resistiria ficar presa ali, com ele fazendo sexo com ela quase todos os dias. Fabiana não era uma máquina de sexo, que usava abusivamente. Uma incontida raiva brotou em seu peito e disse, que não mais faria sexo com ele, que estava ficando doente, trancada na suíte sem receber a luz do sol.
- Me amor, você não tem escolha, vai ficar comigo o tempo que eu quiser.
Assim foi, ele a reteve em sua prisão dourada muito, muiiitooo tempo. Ela agora podia passear pelos jardins, usar a piscina e contudo, só não podia sair da propriedade.
Fabiana, depois de oito meses, se sente totalmente presa à ele de uma forma que não conseguia compreender, pois neste tempo todo, nunca deixou de amar o seu marido.
Queria se libertar do homem que a mantinha cativa por estes meses todos; mas não tinha vontade de tomar nenhuma iniciativa para que isso se concretizasse e Fabi começou lentamente a se sentir demasiadamente debilitada tanto de corpo como da mente. Sua memoria começou a falhar, tinha momentos que custava a se lembrar do próprio nome e imaginava que o seu sequestrador fosse o seu marido.
Ele, como sempre fez deste o início, fazia de tudo para que Fabiana fosse somente dele e aumentou a dose diária da porção que lhe ministrava diluída nas refeições. Suas lembranças estavam sendo apagadas e substituídas por novas, com a constante permanência dele em todos os momentos de sua nova vida.
- Fabi, meu amor.... você está necessitando engolir estas pílulas, elas são necessária para que melhore esta cabecinha linda. Você se esquece que sou o teu marido e que nos casamos há pouco mais de cinco anos e que o meu nome é Cristiano.
- Meu Deus! Como pude esquecer disso, meu amor.
Fabiana estava sendo “medicada” com um droga que agia diretamente em seu cérebro , o tornando presa fácil para o homem que nutria PAIXÃO DOENTIA, por ela.
Mas ele ignorava que Fabiana já tinha em sua corpo, uma outra droga, a mais poderosa de todas, que circulava em todo seu ser, na sua mente no seu sangue e no seu coração.... a droga do amor.
Desde então, passou a fingir que engolia a droga que ele lhe ministrava e passou a ser senhora de si mesma, mas fingindo que continuava a sucumbir à vontade do louco. Ele acreditando que agora era o “dono” absoluto de Fabiana, pela primeira vez nestes meses todos, permitiu que ela o acompanhasse num passeio pela cidade.
Isso foi o que ela estava esperando nos dois últimos meses. Em plena avenida, sob intenso trânsito, eles pararam num semáforo vermelho, ela simplesmente abriu a porta do carona e saiu do carro.
- Fabi, meu amor....o que esta fazendo? Por favor volte para o carro, querida!
- Não posso, quero conversar com os policiais daquela patrulha ali atrás e lhes dizer que sou Fabiana de Almeida Alencastro, a mulher que foi sequestrada, pouco mais de um ano e que você é o meu sequestrador.
O “louco” ficou sem ação e viu quando Fabi se aproximou da patrulhinha e um minuto depois, mesmo com o sinal já verde, ele saiu do carro e foi em direção dos policias, com uma pistola na mão e a apontou para Fabiana.
Quatro disparos se fizeram ouvir em plena via, apavorando a todos que por ali transitavam. Caída no asfalto ao lado da patrulha, jazia Fabiana, com a blusa branca manchada de sangue.
Pouco adiante, o corpo do homem, ainda segurando a arma que disparou em Fabi. Ele foi atingido por três disparos dos policiais que atiraram para proteger a mulher do louco sequestrador.
.........................................................
Fabiana, depois de um mês hospitalizada, ficou mais dois, numa clínica especializada, em recuperação de sua psique quase destruída pela paixão doentia de um louco.

Nos braços de Cristiano, parecem que querem recuperar estes dez oitos meses de afastamento e o amor que os uni agora é muito maior.

FIM
Marcela - Paixão doentia


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