Sexo roubado - Paixão avassaladora

06 de Outubro de 2018 Marcela Fetiches 55

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Sexo roubado - Paixão avassaladora

Meu nome é Marta, tenho vinte e quatro anos, sou uma mulher de pele clara e olhos castanhos, ruiva e um pouco sardenta, corpo bem feito com uma bunda bem redondinha e coxas grossas e seios bem desenvolvidos. Sou casada com Afonso há três anos e não temos filhos. Como ambos trabalhamos, decidimos deixar os filhos para mais tarde..
Nosso amor continua cada vez mais forte e como somos fogosos, não há uma semana em que deixamos de fazer sexo no mínimo algumas vezes. Meu querido na cama é um touro e o mais apaixonante de tudo é que quase sempre chegamos juntos ao clímax e nossos orgasmos são maravilhosos.

Trabalho como corretora de imóveis e estou sempre fazendo visitas de avaliação, pois esta é a minha função na empresa.
Eram pouco depois das dez horas da manhã e no meu carrinho estava no trânsito e quando parei num sinal vermelho, um homem entrou rápido no meu carro. Gelei na hora, pois ele encostava na minha barriga o cano de uma arma.
- Fique bem quieta e siga em frente. Se bancar a espertinha te furo.
Tremendo de medo, fiz o que ele mandou e continuei pela avenida. Alguns minutos depois ele mandou eu entrar numa outra rua e foi informando para onde eu devia seguir. Ele forçava o cano da arma em minha costelas com tanta força que chegava doer.
Num lugar já fora do perímetro urbano ele mandou eu parar e quase me borrei toda quando colocou a ponta do cano em minha boca e fechei os olhos aterrorizada esperando ser morta ali mesmo.
- Você é uma ruiva gostosa pra caralho! O que tens de valor na bolsa?
Eu levava o meu celular e cerca de oitocentos reais e nada mais. Ele perguntou pelo cartão do banco e eu disse que não estava comigo no momento. Ele ficou com raiva e me deu um tapa na cara e me chamou de puta e levou a arma para o meio de minha barriga e disse que eu não merecia viver, por são portar o cartão de banco. Chorando implorei por minha vida. Ele voltou a colocar a ponta da arma em minha boca e disse que me mataria.
- Você é uma ruiva sem vergonha e estou com vontade de te mandar para o inferno, mas estou vendo que você é uma cadela muito gostosa e se fores uma puta que sabe mamar o pau de um homem, vou deixar você viver.
Fiquei olhando para ele sem conseguir parar de soluçar. Gritei de dor com a violenta bofetada.
- Como é...vai chupar o meu pau ou será necessário que te moa de pancada?
Ele empurrou minha cabeça para baixo em direção de sua cintura e gritou para eu tirar o pau dele para fora e começar a chupa-lo e aplicou em minha cabeça alguns tapas com a mão aberta.
- Me chupe cadela ou vou te matar. Minha relutância sumiu por completo e já atordoada com ele me batendo, desabotoei a calça dele e de olhos fechados dei um leve beijo, com os lábios cerrados.
Ele virou um fera e começou a me bater com mais tapas, nas costas, nos ombros e na cabeça.
Por quase um minuto ele me surrou, gritando palavrões. Percebi quando fui arrastada para fora do carro e senti uma coronhada na testa e apaguei.
Quando acordei, com muita dor no rosto, ombros e cabeça estava deitada sobre uma esteira dentro de um recinto, que de tão atordoada não pude identificar. O meu agressor mexia na minha bolsa sobre uma bancada de madeira. Colocou numa sacola o meu celular, o dinheiro e ficou fuçando nos meus documentos e os colocou na sacola dele.
Viu que eu estava acordada e se aproximou e pensado que iria me surrar novamente me encolhi toda. Fiquei sem a minha aliança de casamento, sem os brincos e o colar.
Ele riu zombando de mim e com a maior cara de pau disse que tudo que era meu agora era dele. Ruiva só não vou meter uma bala nos cornos porque gostei de tu e quero te foder.
- Não tenha medo de mim, depois de te comer vou te liberar, mas quero duas coisas de tu. Primeiro é que não me dedure para os homens, nada de retrato falado, segundo é que leves sempre na tua bolsa, no mínimo cinco mil pratas, pois quando encontrares um outro cara, ele não vai ser tão bonzinho como eu e vai te encher de chumbo.
Ele deu um chute forte na minha costela e mandou eu ficar nua..
- Ande logo, ruiva tire os paninhos que eu estou louco pra te ver pelada. Vamos fazer um amorzinho bem gostoso.
O miserável era cruel ao extremo e eu sabia que de nada adiantaria me negar a ele, e então me despi.

Parecia um louco em cima de mim. Durante o restante do dia e pela noite toda ele me penetrou pela boceta, pelo ânus e até pela boca, me obrigando engolir toda a sujeira dele. Qualquer coisa que negava a sua tara, era motivo para ser surrada impiedosamente.
Ao raiar do dia ele mandou eu me vestir e no meu carro, fomos até a uma rodovia que eu desconhecia e disse que me deixaria no acostamento e que pedisse carona para ir para casa. Eu estava arrasada, com tudo me doendo não só pelas pancadas recebidas, mas também pelas mordidas e praticamente nua, vestindo apenas um pequeno pedaço do que foi meu vestido.

Implorei que me desse algum dinheiro, o suficiente para pagar por condução para casa. O miserável zombou de mim e me empurrou para fora do meu carro e acelerou e fiquei perdida no acostamento, descalça e sem nenhum documento, pois até minha bolsa ele levou.
Caminhando pelo acostamento, vi um carro e acenei pedindo carona, mas ele acelerou e fez de conta que não me viu e o mesmo aconteceu com três outros. Acho que ao verem uma mulher semi nua na beira da estrada, imaginavam que ela não teria boas intenções. Finalmente na quarta ou quinta tentativa tive sorte e um carro parou, o meu carro.

- Entre aqui, ruiva puta. Fiquei com pena de tu e gostei de te foder.
Não tinha coragem de contrariar aquele monstro desalmado e com o rabinho entre as pernas, me encolhi no banco do carona.
Nem tive condições de saber para onde ele me levava e só quando ouvi vozes é que saí um pouco do marasmo que me dominava.
Em cada lado do carro, com as caras praticamente dentro, dois tipos me comiam com os olhos.
- Quem é esta branquela gostoso aí, Betão?
- É um ganho que fiz lá no asfalto.
-Tu quer fazer negócio com ela? Te pagamos uma baba. Eu sempre gostei de foder mulher ruiva, e esta aí está me deixando com o pau duro.
- Capitão, ela é uma foda muito gostosa e quero ficar um tempo com ela. Quero negociar é o que consegui com esta puta. O celular e estas bugigangas. Ela é mulher grã-fina e não vai usar imitação barata.
- Quanto tu me dar por tudo isso, cara?
- Uma boa quantidade de pó, o suficiente para negociares lá no asfalto por um mês. Mas volto a insistir...me venda esta gostosinha aí!
- Tu é muito chato Capitão! Vamos fazer o seguinte; eu continuo com a putinha por duas semanas lá no meu barraco. Depois podes ir busca-la, mas lhe garanto, não será barato. Ela é mulher de primeira classe, madame casada, que resiste bem a pancadas.
- Não tem importância, Betão. Sabes que posso pagar o que pedires por ela. E o carro, vamos fazer negócio?
- Capitão, quando fores buscar a puta, faço negócio com ele, também.
Eu pude ouvir toda a conversa dos bandidos. Eles estavam me negociando como que eu fosse uma simples mercadoria e isso me aterrorizou de tal modo que fiz a única coisa que me restava a fazer, uma desesperada tentativa de fuga.
Estávamos descendo o morro, provavelmente de uma comunidade qualquer. Encolhida no banco do carona, lentamente fui me aproximando da porta e rápida a abri e me atirei para fora, com o carro ainda em movimento.

Acordei não sei quanto tempo depois, nua e deitada sobre um colchão macio. Ao meu lado três mulheres, duas mulatas jovens e bastante bonitas. A terceira, uma senhora gorda e tão negra que chegava a reluzia à luz da lâmpada no teto, com cabelos quase totalmente branco e que me olhava com muita atenção.
- Onde estou? Num hospital?
As mulatas caíram na risada e a senhora gorda, demonstrando aborrecimento as mandou se calarem.
- Hospital merda nenhuma! Tu está na minha casa , há quase seis dias e eu e minhas meninas estamos tratando de teus machucados. Você é uma mulher muita burra, se atirar do carro daquela maneira.
- Tua casa? Onde é isso senhora?
- No meu puteiro..... onde seria mais!
- Teu homem, o Betão ficou tão puto com tu, que fez negócio com Capitão, agora tu é do chefão, ele mandou tu morar aqui, no puteiro. Este quarto, ele reservou para ele e para você, para quando estiver com vontade de te comer.
Tome cuidado quando estiver com ele. O chefão é muito bonzinho , mas não gosta de ser contrariado.
Eu não podia acredita no que estava me acontecendo. Era um absurdo de tal monta que fiquei em pé e sem pensar muito fiz menção se sair pela porta do quarto.
A negra gorda, me desferiu um tapa tão violento que caí de volta sobre a cama e ela saiu trancando a porta.

Trancada naquele maldito lugar, só me restava chorar e maldizer o meu destino em cair nas garras daqueles animais. Não conseguia tirar a lembrança de Afonso de minha mente. Meu amor devia estar desesperado com o meu desaparecimento.
Pela janela, vi as luzes da cidade, reluzindo lá embaixo. Eu estava aprisionada no alto de uma comunidade qualquer, numa favela da cidade.
O negro, o tal Capitão, entrou no quarto e ficou me olhando.
- Então tu é a tal de Marta, que tem o mundo todo te procurando? Betão desta vez deu uma dentro. Teu homem o tal de Afonso diz que pagará aos sequestradores o que pedirem por você.
- Meu marido falou isso?
- Aquele palhaço já apareceu algumas vezes na televisão pedindo a volta da mulherzinha dele. Então acho que vou fazer um ganho em cima de tu.
- Por Deus, senhor Capitão, eu suplico.... faça isso!
- Tudo bem. farei isso. Vou te devolver ao teu maridão; mas só daqui uns dias, antes quero te foder até no olho da cara.

Os sentimentos que me invadiram foram contraditórios. Alegria pura ao saber que poderia voltar aos braços do meu amor; mas terror, por saber que aquele negro enorme queria fazer sexo comigo. Eu já fora suficientemente estuprada e surrada cruelmente pelo mulato Betão e ainda levava no corpo as marcas daquele covarde canalha. Então tomei uma decisão crucial.
- Por tudo que lhe é sagrado....peço que não me machuque. Aquele teu amigo me bateu muito e me fez sofrer com sua crueldade. Serei passiva e não lhe darei aborrecimento....na cama.
- Que boa noticia mulher. Eu não vou te machucar; mas confesso, que sou um pouco rude gosto de tudo quando estou fodendo. Se você permitir ser minha sem palhaçada vou ser razoável e cobrarei pouco para te devolver ao teu corno.
Ele não se fez de rogado e mandou eu tirar as roupas e me deitar na cama. Engoli em seco e fiz exatamente o que ele mandou. Não me restava outra opção.
Marta Arregalou os olhos ao ver a monstruosidade que o negro tinha entre a pernas. Nunca imaginou que um homem pudesse ter membro daquele tamanho. Capitão, segurando com as duas mãos, o balançava em sua direção.
-Está gostando dele, minha putinha? Aposto que nunca viste um tão grande como o meu!
Ela balançou a cabeça, numa afirmativa e disse baixinho que não. Tremia de medo, pois em toda sua vida, só fez sexo com dois homem, o seu marido e com Betão, Certo que com Betão foram animalescos estupros que ela queria olvidar para sempre.
O membro de Capitão é bem maior que aqueles outros dois e todo o seu medo era de que iria sofrer com aquela monstruosidade dentro dela.
Mas não foi isso que aconteceu, não sentiu nenhuma dor e até tem enorme vergonha de confessar, nunca sentiu tanto prazer em sua vida. Quase enlouqueceu sobre a influência dos múltiplos orgasmos que aquele negro filho da puta a fez sentir.
Ele se sentou na cama, encostado na parede e ela tremeu quando a mandou sentar sobre ele, com as pernas em torno de sua cintura, virada para ele. Marta fez o que ele ordenou.
Capitão com as mãos cruzadas em torno de sua cabeça, falou;
- Tu tens seios maravilhosos, putinha. Meu pau é todo seu, faça com ele o que quiser...eu não vou fazer nada.
Ela estava totalmente surpresa com tudo aquilo. Com as coxas em volta do negro, toda arreganhada, via o pênis por cima de suas genitálias, a cabeçorra tocando o umbigo. Olhou para ele e o viu de olhos fechados, sem mover um só músculo. Então compreendeu o que ele queria, que ela tomasse toda a iniciativa.
Se ele queria que assim fosse, para Marta seria bem melhor. Seria cuidadosa, evitaria sentir dor. Moveu um pouco a cintura e se afastou um pouco dele, com as duas mãos em torno do pau enorme, direcionou a cabeça do membro para o meio de sua boceta e sem o soltar, ficou friccionando-o em toda extensão dela.
Capitão de olhos fechados, balbuciou para Marta.
- Assim querida... continue putinha..... assim....está muito gostoso, fique esfregando na tua rachinha.... está muito delicioso pra caralho.
Ela também estava quase morrendo de tesão e esquecida de tudo, continuou com a ficção por muito tempo. Súbito pareceu que estava recebendo uma enorme descarga elétrica. Tirou as mãos do entorno do pau que vibrava, agarrou o pescoço do negro e o puxou para sua cintura, em sua direção. Deu um grito que deve ter soado em todo morro e explodiu em um orgasmo como nunca sentiu antes. Nem sabe como, mas ele estava todo dentro dela e sentiu o ejacular ao mesmo tempo e louca, começou a beijar a beiçola enorme do negro.
Com movimentos ritmados e rápidos, sua cintura subia e descia, fazendo com que aquele monte de músculos entrasse e saísse de suas paredes e miava sem cessar. Em pouco tempo, foi acometida de outro orgasmo, tão violento como o primeiro.
Se perguntarem o que aconteceu, porque agiu desta forma tão desbravada, vai lhes dizer que não sabe. Apenas aconteceu e que não teve como se controlar. O desejo a dominou de uma forma animalesca e se sentia como uma femea animal em pleno cio.
Naquela noite e nas outras que se sucederam, Marta e aquele negro enorme, fizeram sexo de todo modo e maneiras possíveis.
Duas semanas mais tarde, ela ansiava a chegada dele, dominada por um insano desejo de fazer sexo. Já tinha “passe” livre por todo o puteiro da negra Sebastiana. Muitas vezes teve de se esquivar de alguns dos cliente dela, que queriam a comer. Contava com ajuda de Sebastiana, que alertava os abusados que ela era mulher de Capitão.

Marta ficou sabendo da tragédia pela boca da negra. Capitão e alguns dos seus comparsas, foram surpreendidos quando de um assalto à uma carreta de material eletrônico. No enorme baú, não encontraram nenhuma mercadoria, mas sim, muitos policias que de armas em punho, deram voz de prisão ao bando. Ele e Betão, que integrava a quadrilha, na reação, foram mortos, com alguns outros.
Sebastiana, a viu tão desnorteada com a perda do amante, que se propôs a ajuda-la a voltar para o asfalto, de onde ele veio.
Para sua surpresa, Marta lhe disse que depois que seu “homem” morreu, nada mais lhe interessava na vida. Desta maneira ficou morando no puteiro de Sebastiana, que lhe a convidou para ser uma de suas “meninas”, e que cobraria dela somente vinte por cento do seu faturamento, pois a sabia ser um atrativo para a sua casa.
Sebastiana tinha toda razão. Os homens que frequentavam o puteiro da comunidade, sabendo que a ruiva de Capitão estava sem “dono”, faziam fila para ficarem suas duas horas com a bela ruiva, coisa nunca visto por lá, puta branca num puteiro de criolas.
Tinha noites que Marta chegava a ter de cinco a seis clientes e deles aceitava de tudo, desde que lhe pagassem pelos “extras”. Desta forma, oito meses transcorreram, até que um negro, bêbado e violento, se negou a ficar apenas as duas horas estipulas para ficar na cama dela. Marta pediu ajuda de Sebastiana para o tirar do seu quarto.
Tremenda briga aconteceu e o inconformado cara, disparou a torto e a direita e foi morto pelos seguranças do puteiro de Sebastiana. Para tristeza de todos, Marta estada caída numa poça de sangue, atingida por dois disparos.

No hospital para onde fora levada por Sebastiana, ficou entre a vida e morte por quase um mês. Finalmente, voltou do longo coma e já no quarto, em plena recuperação, Marta ficou supressa em ver a sua volta uma senhora gorda e negra, com cabeços esbranquiçados e duas mulatas bastante jovens e bonitas. As três pareciam felizes ao ver que tinha acordado e senhora a abraçou.
- Você nos deu um susto enorme, querida. Todos no meu puteiro estão esperando que possas voltar logo. Vou contar uma coisa que vai te alegrar..... já tenho uma lista de dezoito clientes, todos a tua espera; cada qual mais ansioso que outro para foder com você, a famosa ex mulher de Capitão.

Marta a olhou espantada, perplexa com o que estava ouvindo da senhora.
- Acho que a senhora está me confundindo com outra pessoa, senhora! Eu não a conheço e nem sei quem é esse tal de Capitão que a senhora mencionou. Eu gostaria de ver Afonso o meu marido, ele deve estar muito preocupado comigo.
Sebastiana insistiu com ela e a chamou de puta, cadela sem vergonha e ingrata e saiu do quarto ao lado das mulatinhas, deixando Marta demasiadamente confusa. Sem entender a razão de tudo aquilo.
Senhora, é melhor não ficar tão perturbada, ainda tem uma bala dentro do seu corpo. Chorosa e muito confusa, implorou a enfermeira para telefonar ao sem marido.
Não sei o que aconteceu, estava no meu carro indo trabalhar e subitamente tudo se apagou em minha cabeça. Por favor telefonem para o meu marido, ele necessita saber onde estou internada.

Afonso, estava no escritório, conversando descontraído com Maria Eduarda, uma colega de serviço, que estava de olho gordo nele, ela sabia que ele tinha perdido a esposa há quase dois anos, de uma forma misteriosa, simplesmente sumira de uma hora para outra e nunca mais se teve notícias dela.
O telefonou tocou e Maria Eduarda atendeu a chamada. Ficou pálida e olhando para Afonso com cara de quem viu o capeta, murmurou:
- Afonso...,Afonso....você não vai acreditar.... é um milagre! Ela está internada no hospital municipal de Pedra Grande e a atendente disse que ela está te chamando.
- Ela quem, criatura de Deus?
- Marta, a tua esposa!
Dez minutos depois, Afonso estava voando a mais de cem, indo para o município vizinho de Pedra Grande.

Um mês mais tarde, Marta teve alta da clínica onde ficou internada. Sua mente, demasiada confusa, não podia assimilar que ficou desaparecida por tanto tempo. Para ela nem meio dia tinha se passado desde que saíra de casa naquela manhã. Dois anos de sua vida tinham se evaporado para sempre. Ficou ciente que sua mente eliminou todo o ocorrido com ela, nesse tempo todo, para preservá-la, pois devem ter sidos acontecimentos assombrosos, pois seu corpo apresenta diversos tipos de cicatrizes e até uma bala de pistola, ainda está encravada nele. Eram lembranças que o corpo tem mas que a mente esconde.
Agora, de volta aos braços de Afonso, seu querido marido, conseguiu de volta seu antigo emprego. Nesta linda manhã de outono, cinco meses depois, está chegando à uma linda casa, nos arredores da cidade. O proprietário, senhor Marcelo, quer se desfazer dela, para ir morar mais para o centro, onde fica sua academia de fisiculturismo. Marta fica encantada com a casa, um quarto suíte enorme e totalmente mobilhada.
Mas quem a impressionou de uma forma estranha foi o proprietário, o senhor Marcelo. Um negro grandão, com um porte físico de impressionar. Ele observou que a corretora ficou babando pelo seu físico, trabalhado há muito tempo em sua academia. Ele por sua vez a achou muito gostosa, mas muito educado, permaneceu na dele, pois viu em seu dedo a aliança de casada.
Para fazer a avaliação, disse a ele que necessitava registrar tudo o que tinha na casa e até tirando fotos de tudo que guarneciam o local. Por bastante tempo, ao lado do negro musculoso, Marta foi fazendo o registro de tudo, mas com o tendo bem perto dela, foi ficando estranhamente languescida e tinha dificuldades de afastar o olhar para aquele belo espécie de homem.
Na suíte, ela com a prancheta na mão, começou a fazer o registro. O homenzarrão, negro como carvão, mas belo com um deus, em pé ao lado da cama ficou admirado ao ver a corretora deixar cair a prancheta e a caneta e imóvel ficar o olhando.

Se aproximou dela e a segurou pelos braços e indagou se ela estava se sentindo mal. Marta com os lábios entreabertos, respondeu quase que num sussurro que estava bem. Mas Marcelo, sentiu o tremor nos braços dela e o olhar que não se afastava de seu rosto.
Sem conseguir falar nada, ela começou a se despir e totalmente nua se deitou na cama
Então ele compreendeu tudo. Se afastou e lentamente começou a se despir, não tirando os olhos do belíssimo corpo que se oferecia a ele de maneira tão insólita.

A casa do senhor Marcelo não foi vendida. Passou a ser o ninho de amor dele e de Marta, que uma vez por semana a usa. Marta passou a viver maravilhosamente bem, ao lado de seu marido Afonso, a quem ama de todo coração e do amante negro como carvão e com um pênis enorme que a enlouquece se tesão.
FIM
Marcela - Paixão avassaladora


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