Fui currada por um bando de moleques

08 de Outubro de 2018 Marcela Fetiches 110

Reportagem especial (UOL)
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Fui currada por um bando de moleques

Meu nome é Luci, tenho trinta e dois anos, sou uma mulher de pele clara e olhos castanhos, ruiva e um pouco sardenta, corpo bem feito com uma bunda bem redondinha e coxas grossas e seios bem desenvolvidos. Sou casada com Afonso há dez anos e mãe de dois lindos meninos de oito e seis anos. Eles são a razão do meu viver. O que aconteceu comigo há seis meses só fez aumentar o meu amor por eles.
Sai de casa vem cedinho naquela segunda-feira de chuva forte de verão. Tinha de chegar à fazenda do senhor Ernesto para poder examinar o rebanho e atestar a saúde de suas vacas leiteiras. Sou veterinária e gosto muito do meu trabalho e isso me fez sair de casa tão cedo e enfrentar tempo tão ruim.
Graças a São Pedro, a chuvarada diminuiu de força e apesar da estrada estar muito escorregadia, fui em frente. Mal sabendo que o destino me preparava uma péssima peça logo a frente. Ao me aproximar da pequena cidade de Alto da Serra, preferi passar ao largo, em vez de entrar na comunidade. Este atalho encurta cerca de dez quilômetros o que terei de percorrer. Bastava contornar a lagoa e pegaria a estrada logo a seguir.
Na trilha à margem da lagoa, não percebi a lama ali acumulada e meu carro deslizou de lado e fui parar com as quatros rodas praticamente dentro da lagoa. Mais alguns metros e afundaria no lodo da margem. Nem com a tração total consegui sair... estava atolada. Percebi que para me safar dali teria de caminhar até a cidadezinha para pedir ajuda. Seria uma caminhada e tanto, acho que quase uma hora. Saí do carro descalça levando na mão as botas e a minha sacola. Afundei quase até os joelhos e fiquei com muita raiva, mas não tive outra opção.
Saí do lodo toda lambuzada, dei alguns passos e para minha alegria, vi a uns cem metros, uma turma de homens pescando, aproximadamente de doze a quatorze. Se lhes desse uns trocados, talvez pudessem me ajudar a sair do atoleiro.....não custa tentar. Mas quando me aproximei tive enorme desapontamento, não eram homens feitos e sim meninos, acho que de treze a dezesseis anos.
Como já estava perto deles, resolvi ir adiante e foi quando percebi que fiz besteira. Eles não estavam apenas pescando, mas também cheirando drogas e não se pareciam com garotos comuns da cidade. Com a maior cara de pau, os cumprimentei com um tímido aceno de cabeça e segui em f rente. Devia ser uma coisa muito grotesca.... uma ruiva sardenta, segurando as botas e uma sacola, passando por eles como se estivesse numa calçada qualquer da cidade, ainda por cima coberta de lama até os joelhos.
Com o canto dos olhos, percebi que eles pararam suas “atividades” e ficaram me olhando como que não acreditassem no que estavam vendo; uma figura totalmente fora do contexto. Meu sinal vermelho de alerta piscou em minha cabeça quando ouvi o comentário deles.
- Cruz credo! De onde saiu esta ruiva?
- Olhem só que rabão que ela tem! É muito gostosa!
Fiz de conta que não escutei nada e continuei caminhando, agora com passos mais rápidos; entretanto logo a frente fui barrada por alguns dos moleques.
- Que pressa é essa, mulher? De que buraco você saiu? Venha cheirar com a gente... um rabo como o teu faz tempo que a gente não vê por estas paradas!
- Com licença rapazes, estou indo até a Alto da Serra, buscar ajuda para o meu carro que está atolado lá atrás.
Tremi de medo quando um ruivinho, um dos maiores, vestindo roupas esfarrapadas e visivelmente sob efeito de drogas, se aproximou a um passo de mim e com fala arrastadas, falou:
- Se tu deixar a gente comer o teu rabo, nós te ajudamos.
Apesar do medo que senti, o atrevimento daquele moleque me fez ferver o sangue nas veias e apesar de não ser adepta à violência, lhe apliquei uma tremenda bofetada. Ele rodou e caiu de bunda, se emporcalhando ainda mais com o lodo da margem. Foi uma gargalhada geral dos outros, parecendo se divertir com a cara de bobo do ruivo.
Meu Senhor...foi a maior besteira que fiz na vida! Ele se levantou muito rápido e não tive tempo nem de me proteger. Com um empurrão ele me derrubou e aí fui eu que fiquei com o meu vestido coberto de lodo. Tentei me levantar e aí foi aquela merda.
Muitos deles, numa algazarra tremenda se atiraram por cima de mim e me vi arrastada para dentro da lagoa. Dois deles se sentaram sobre minha barriga e no fundo raso, fiquei com a cabeça embaixo d’água, há dois palmos sob a superfície. Em desespero comecei a me debater, engolindo muito água. Senti que estava sendo arrastada pelos pés para a margem por muitos braços, com isso meu vestido foi parar quase no meu ombro. Nesta posição infeliz, com as pernas no alto e a cabeça no lobo, fui expelindo grande porção da água que engoli. Sem querer os filhos da puta tinham me salvo de morrer afogada.
Numa tremenda farra eles se divertiam me arrastando num ziguezague sobre a margem lodosa. Eles riam e brincavam comigo como se fosse uma simples boneca de pano e aterrorizada apenas fazia gritar por socorro. Quase inconsciente, minhas roupas foram arrancadas de meu corpo e agora nua, continuava sendo arrastada. Pareciam predadores em cima da presa, passei ser chutada e eles não encolhiam lugar para me baterem, enquanto era rolada. Ainda bem que estavam descalços e a dor era amortecido pelo lodo que me envolvia como uma segunda pele. Perdi os sentidos quando alguns dos chutes atingiram meu rosto e minha cabeça.

Acordei muito tempo depois dentro de uma rústica e minúscula cabana com toda a molecagem ao meu redor sentindo água sendo jogada em meu corpo. Ainda estava nua e estirada numa espécie de esteira. Eles utilizavam água da chuva colhida por latas e a jogavam sobre meu corpo bastante dolorido. Pela pequena abertura, do que seria uma porta percebi que o temporal retornou com vontade.
O horror que me invadiu me fez implorar que me deixassem ir embora. Como minha mente estava, não atinei que isso não aconteceria. Estava nua, dentro de um mísero casebre, com muitos adolescentes drogados ao meu redor
Eles mexiam na minha sacola e a saquearam. Ficaram com o meu celular, com todo o dinheiro e até com uma muda de roupas, que levava para usar na estância do senhor Ernesto. Todo o resto, meus documentos e as cadernetas de anotações, foram parar no fogão a lenha que aquecia o lugar.
Na época eu não sabia, mas meu carrinho, depois de saqueado pela bando de garotos, foi empurrado para dentro da lagoa e foi afundando e desapareceu por completo, tragado pelo fundo lodoso da lagoa.
Por todos os santos, percebi que não sairia viva daquele lugar, quando um moleque, que não devia ter nem quatorze anos, se sentou em minha barriga e me ofereceu um cigarro de maconha. Lógico que recusei, mas isso bastou para que outros segurassem meus braços acima da cabeça e com o rosto imobilizado por muitas mãos, começaram da derramar em meus lábios o conteúdo de um envelope. Eu os fechava com força, mas fui obrigada a descerrá-los quando minhas narinas foram fechados por dedos.
Aquela merda foi sendo empurrada pele minha boca a dentro e muitos outros envelopes encheram minha boca com aquele negócio. Cuspir nem pensar, mãos espalmadas em meus lábios impediam.
Meus mamilos estavam sendo quase que arrancados e no meio de muita dor, uma voz ordenou que engolisse tudo, senão meus mamilos já eram. Uma caneca com água foi enterrada ente meus lábios e fui obrigada e engolir toda a pasta que se formou com a saliva em minha boca.
Os moleques estavam me drogando e eu que nunca nem cigarro pus em minha boca estava sendo obrigado engolir algum tipo de droga que nem sabia qual era. Estava quase me engasgando com a pasta custando a passar pela minha garganta. O ruivo, acho que devia ser o mandão, mandou o garoto novinho sair de cima mim e ele mesmo veio se sentar, só que por cima dos meus seios e ele estava nu. Com o apoio das mãos direcionava o pênis fino e comprido para minha boca.
Fechei os lábios e ele ficou deslizando a cabeça do pau forçando-o para invadir minha boca. Em nosso entorno, mil olhos atentos observava a tentativa do Ruivo. Eles incentiva em a tremenda gritaria. Aquele pestinha queria fazer oral em mim e apesar estar imobilizada, eu resistia, sentindo o fedor que vinha do pauzinho dele.
Mas eles fizeram como antes, taparam minhas narinas com os dedos. Em busca de ar abri a boca e aí ele a invadia com a porcaria dele em meio a hurras dos outros. Ficou se movendo sobre meu rosto, fazendo o pau entrar e sair de minha boca. Deu algumas poucas bobadas e ejaculou e senti ele colocar todo o seu peso sobre o meu rosto.
Estava dentro de minha garganta, queria buscar ar mas não conseguia. Com ele praticamente deitada em meu rosto, tapava meu nariz e olhos, com o corpo estremecendo com o gozo sem dar mostra de que sairia do meu rosto. Sufocando comecei ame debater, mas com o peso do garoto e segura por muitos outros tudo foi ficando escuro e então apaguei.
Quando despertei, estava me sentindo muito estranha, nem me importei que um outro garoto estava com o pênis em minha boca. Estava eufórica, achando graça daquele pauzinho minúsculo se movimentando em minha boca e ri quando ele foi arrancado de mim e outro veio logo a seguir. Não dei quanto tempo ficaram se revezando entrando e saindo de minha boca. Tenho a impressão que foram dias ou minutos, tempo para mim não importava muito. Só queria saber o que estava fazendo ali, com aqueles garotos fazendo sexo oral em mim. Mesmo com eles não me deixando em paz, senti forte sonolência e quando cessaram de colocar o pau em minha boca, cai num profundo sono.
Acordei tempos depois, com o dia ensolarado, toda doída, não percebendo que já era o dia seguinte. Estava me sentindo muito fraca e bastante confusa, parecia que tinha tomada uma enorme bebedeira, sem saber onde estava. Tentei me levantar, mas perdi o equilíbrio e caí, caí sobre alguns garotos que dormiam espalhados pelo chão.
Então tudo me veio à mente, estava no casebre dos garotos e eles me drogaram e todos eles fizeram sexo oral em mim; este o motivo de estar com os lábios e a boca machucados e a garganta dolorida. Minha nossa! Eram quase umas crianças! Como tiveram a coragem de fazer uma coisa destas?
Apavorada fiquei novamente em pé e corri para o vão aberto onde deveria ser a porta, mas uma mão segurou meus tornozelos e cai de cara no cão. Com tudo isso, os outros garotos foram acordando e fui levada de volta á esteira.
Gritei, lutei e os insultei com todos o palavrões do meu repertório e dei unhadas em muitos deles, mas em troca fui brutalmente agredida pelos moleques com uma saraiva de tapas. Totalmente esgotada pelo esforço e com tudo me doendo, fui virada de bunda para cima e para meu horror, com braços e pernas seguros, deram início a uma interminável seção de sexo anal. Eles entravam no meu ânus, davam umas bobadas e logo vinha outro em seu lugar. E isso durou horas e mais horas, com eles se revezando.
Sofrendo com a violência daqueles pestinhas, desejava estar dragada como na noite anterior, quando eles pararam, eu estava destruída física e moralmente e fiquei caída no meio do casebre, sem forças para nada. Nem resisti quando amparada por alguns, fui levada de volta à lagoa e por maldade, para puro divertimento, fui amarrada sobre um canoa de madeira caindo aos pedaços e eles a impeliram para longe de margem.
Vendo os raios solares incidindo sobre meu corpo despido, amarrada e amordaçada sobre aquela casquinha de amendoim, esperava a qualquer momento, com um vento mais forte, afundar nas águas da lagoa. Mas isso não aconteceu e fiquei flutuando suavemente por muito tempo, acho que por uns três dias. As noites congelando de frio e nos dias torrando ao sol, rezava para ser salva, pensando mais nos meus meninos que ficariam sem a mãe e a esposa. Nestas condições comecei a delirar, imaginando que anjos vestidos de branco estavam cuidando de mim.
Lentamente fui abrindo os olhos e então vi dois anjos de branco sorrindo para mim e um deles se aproximou e disse:
- Que felicidade em ver você acordar, bela adormecida! Depois de quarenta dias já era hora.
Só então percebi que os anjos de branco eram duas enfermeiras que se revezavam a cuidar de mim. Estava me sentindo confortável na cama quentinha e sorri para elas e perguntei onde estava. Elas responderam que no hospital da cidade.
- Em Alto da Serra?
- Não, a Alto da Serra fica na margem sul da lagoa de Santa Rita, aqui é bem ao norte, em Serrinha, a nossa cidade.
- Minha família sabe onde estou?
- Não sabemos nada de sua família, pois nem sabemos quem é você. Foste encontrada quase a morte presa em uma canoa. Estavas sem roupas, amarrada e amordaçada. Ficou evidente que alguém a queria ver morta. Matilde, a nossa delegada, fez de tudo para descobrir quem eras, mas não conseguiu sabe nada.
Meu nome é Luci Bezerra Alvarenga de la Cruz, resido na capital e estava indo para a fazenda Duplo X para atestar a saúde das....
- Minha nossa! Você é a veterinária Dela Cruz....que está desaparecida a quase dois meses? Tem um batalhão de gente a tua procura, lá para o lado da Dupla X, todos imaginando que teu sumiço aconteceu para aquelas bandas. Como vieste parar em nosso município?
Disse a elas que fui atacada no caminho e roubaram tudo que era meu, até o meu carro. Estava com tremenda vergonha de contar que fui atacada por um bando de menino que me drogaram e fizeram misérias comigo, sexo oral e anal. Ainda bem que não vaginal, pois se o fizessem na época eu estava em em período fértil.
Na investigação que ocorreu, disse que meus atacantes eram dois homens que levaram tudo que era meu e para não os denunciar tentaram me matar. Para tornar a minha história mais fácil se ser digerida pelos investigadores, disse que fui estuprada pela dupla. Isso seria preferível a saberem que quatorze moleques fizeram anal em mim, por horas a fios e que por uma noite inteira eles colocaram os pênis em minha boca e que três deles ejaculam em minha boca. Essa vergonha eu levaria comigo e nem meu marido soube da verdade.

Estou escrevendo tudo isso, somente para me desabafar, porém para não ser identificada, informo que troquei o nomes das duas cidades, da lagoa e da fazenda e dos nomes de todos os envolvidos, especialmente o meu e do meu marido. Mas quanto ao resto, é tudo verdadeiro
FIM

Marcela - Sadismo



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