A socialite fodida pelos pivetes

29 de Outubro de 2018 Marcela Fetiches 351

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


A socialite fodida pelos pivetes

Seu nome é Jaqueline, tem trinta e dois anos, é casada com Henrique há onze anos. Tem dois lindos filhos gêmeos de oito anos. Vivem numa ampla mansão na zona nobre da cidade e com ótima situação financeira, pois Henrique é superintendente da filial brasileira de uma poderosa multinacional. O que os permite uma vida com bastante luxo. quatro carros na garagem, uma bela lancha de alto mar e frequentam a alta sociedade e um circulo enorme de pessoas do mesmo nível social. Tem motoristas particulares, jardineiros, cozinheiras, arrumadeiras e babá para as suas crianças.

Com tudo isso, ela que deixou de ser a jovem de vida simples do interior para se tornar uma socialite, fútil e até um pouco esquecida dos parentes do interior. Na realidade ficou fascinada com este modo de viver, frequentando salões beleza e clubes da elite, cuidando muito mais de seu corpo, de sua beleza do que com os seus próprios filhos e do seu lar.

Sempre gostou de cuidar do seu corpo e agora isso se tornou uma das coisas mais importantes para ela. Vaidosa, adorava ler nas colunas sociais elogios que enalteciam a sua beleza. Sem perceber me se tornou em uma madame arrogante e egoísta. Acho que foi por esta razão que o destino a castigou de forma tão cruel. Pois pisou feio na bola.


Naquela noite, estava especialmente eufórica, num set da mais importante TV de nossa estado, no programa de entrevista ao vivo da Izabel, a famosa repórter que dava nome ao programa e que é muito sua amiga. Ao lado de outras duas mulheres, eram sabatinadas por Isabel, e a bruxa da outra entrevistada respondendo ao tema sobre a maioridade dos jovens para efeitos de responsabiliza-los por seu atos; disse que era contra, pois os nossos jovens necessitavam era mais de apoio para os tirar das ruas e os levar para as escolas.

Opinião totalmente contrária ao ponto de vista de Jaqueline, pois aqueles moleques de quinze a dezessete anos, não eram mais crianças inocentes e sim marginais que deveria estarem na prisão em vez de abrigo de menores, de onde fugiam e voltavam a importunar cidadãos de bens .

Ela disse tudo àquela mulher que se dizia socióloga e deu como exemplo o que aconteceu com sua babá. Quando retornava para casa. Ela foi assaltada por um bando de moleques, a maioria “negroides” que levaram tudo dela. Se fosse por ela, os brancos iriam padecer na prisão e os pipetes negros, mandados de volta para a África, que é o lugar deles.

Não sabe qual a razão porque foi tão censurada por muitas das suas amigas e até pelo seu marido, pois o que disse no programa é a pura verdade e é o que sente. Ainda bem que em nosso país temos o direito de manifestar nossas opiniões. Até uns querem a processar por esta palhaçada de injuria racial e tem de ir à uma delegacia para ser ouvida daqui uns dias.

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No abrigo de menores do município, na sala de recreação, todos os menores recolhidos ao ouvirem a mulher alta de loira dizer estas asneiras contra eles, ficaram revoltados e grande discussão se formou, com muitos deles praguejando em direção ao aparelho pregado à parede. Foi necessário a intervenção dos guardas para serenar os ânimos.

Zelito, um moreninho recolhido a duas semanas era o mais revoltado de todos.

- Esta vadia é uma vaca...se eu estivesse lá fora iria mandar esta puta pro quinto dos infernos.

No dormitório, super lotado muitos concordaram com ele, principalmente um garoto conhecido pelo apelido de Ruivo.

- Cambada, faz três dias que os homens me pegaram e tenho um treco pra contar. Fui eu e alguns manos da comunidade que fizemos a empregada daquela mulher a quase dez dias. Sei disso porque foi ela que levou a garota para me dedurar lá na delegacia. Aquela puta vadia metida a bacana me deve uma... mas quando sair daqui vou atrás dela, não custa esperar.

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Uma semanas mais tarde, toda a mídia noticiava a grande fuga em massa do abrigo de menores da cidade. Mas de trinta menores se evadiram e apenas dezoito foram recapturados. Ruivo e Zelito, estavam entre os que continuavam soltos.

Ruivo levou Zelito e mais quatro fugitivos para se esconderam na sua comunidade e lá ficaram conhecendo os manos de Ruivo, três moleques barra pesada, que viviam fazendo ganhos pela cidade.

No barracão da avó de Miguel, os noves moleques batiam papo e o assunto principal era a “vaca da TV.

- Zelito, eu tenho grandes nova pra tu. A mulher é cheia de tutu. O marido da vadia é milionário. Sei que tu e alguns nos nossos querem botar um Paletó de madeira na mina, mas se a gente dar um rolê nela podemos colocar a mão num dinheirão enorme. A pede uma grana preta pro homem dela para a devolver a ele;

- Miguel esse negócio de pedir dinheiro pela mulher, acho que é uma fria, pegamos o dinheiro e depois ela nos dedura para os homens e aí estamos fodidos.

- Quem disse que depois do homem nos pagar a deitamos ir embora? Vamos escolher um lugar bacana para levar a madame e depois cheios de bufunfa, vamos nos divertir. A vadia será mulher de todo os manos; vamos queimar a rosca dela, até ela latir como uma cachorra e a fazer queimar pedra até ficar doidona. Depois a soltamos pelada com a cuca queimada perto da toca do Zé Doido. Aposto que aquele velho maluco que só sabe foder cabritas, vai jantar a mina e ela numa mais sairá da toca dele.

- Eu tó com muita raiva daquela madame e ela vai pagar com sobras o que disse de nós. Estou nessa com ocês. Vou enterrar o pau no cu dela e fazer ela engolir minha porra.

- É isso aí, Bolão.... estamos todos nessa.

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-Francisco, você pode me buscar as 18:30, eu o estarei aqui no estacionamento neste horário. Não se atrase, pois sabes que sou pontual.

- serei pontual, madame Franceie.

Jaqueline Franceie, caminha pela pequena alameda que liga o estacionamento ao portão principal do clube onde ficará algumas horas tomando chá e botando conversa fora, com as algumas damas do seu seleto círculo de amizade. Quer esquecer as horas que perdeu na semana passada prestando depoimento numa delegacia e ainda por cima, aquela delegada a enquadrou numa merda de lei que versa sobre discriminação racial. Uma merda de lei.

Encontrou Lalinha e Lurdeca que também chegavam e as três se cumprimentaram com beijinhos protocolares, quando surgindo do nada, uma turma de pivetes as cercou, num alvoroço danado, gritando....perdeu....perdeu;

Num instante todas as três ficarem sem as bolsas, brincos colares e e pulseiras e as amigas de Jaqueline derrubadas no chão, gritavam apavoradas. O porteiro do clube correu em auxilio das madames, mas foi atacado por alguns dos pivetes e uma punhalada no ombro o tirou fora de combate.

Com todo tumulto, os seguranças vieram rápidos em auxílio das senhoras e do porteiro. Mas o grupo, assim como chegaram, sumiram de vista. As senhoras em choque, só sabiam chorar.

- Deus do céu! O que aconteceu aqui?

O primeiro segurança eu chegou, respondeu a indagação formulada pela diretora do clube:

- Um grupo de malandros assaltou as senhoras e feriram o Diego que veio em socorros das duas.

Sendo levado para dentro clube por alguns, se virou e replicou:

- Duas não, eram três!

- Três! Onde está a outra?


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Jaqueline tentou segurar sua bolsa, que estava sendo puxada por Tonico, e nem percebeu Zelito que vindo por trás acertou sua cabeça com um bastão de madeira. Antes de cair desmaiada foi segura por Ruivo e por Bolão e puxada para fora da alameda, onde a uns cinco metros, dois carros caindo aos pedaços os esperava.


Acordou horas depois com uma tremenda dor na cabeça. Não sabia onde estava, mas ainda vestia suas roupas, ainda que rasgadas. Do seu sapato francês, só um pé, o outro devia ter se perdido quando do ataque dos garotos. Sobre uma esteira junto à parede daquele lugar, Jaqueline tremeu de medo quando divisou muitos deles que olhavam com atenção.


Percebeu logo que fora sequestrada pelo bando de moleque e alguns deles eram negros e isso era o seu pior pesadelo. Aterrorizada, viu dos deles a segurarem pelos braços e obrigada a ficar sentada numa cadeira e todo em sua volta. Mesmo com muito medo, tomou um pouco de ânimo e os interpelou:

- Meu marido é um homem muito rico, podem pedir o que quiserem que ele paga para que me deixem ir embora.

- Nós vamos fazer isso madame, mas não estamos com pressa nenhuma, antes tu vai ser a putinha da gente....de todos os nossos manos e vai mamar o pau de todos, você entendeu? . Quando voltar para tua casa, vai ser a mulher mais fodida da cidade.

- Isso nunca, moleques atrevidos.....eu sou uma dama e vocês não passam de uns......

Jaquie não teve tempo de terminar a frase, pois um tapa em seu rosto a fez desmoronar da cadeira. Foi levantada imediatamente por dois ou três deles e mesmo com a dor e muita raiva, os chamou de pivetes safados, negros sujos e que iriam pagar caro por este atrevimento.

Foi a pior besteira que pode fazer nessa situação; enfurecidos os moleques, em grupo passaram a surrá-la. Cercada por nove pivetes, recebia tapas por todo o corpo, sendo jogada como uma boneca de pano de um lado para outro. Gritava apavorada pela violência com que estava sendo surrada, num instante estava totalmente nua.

Foi o horror dos horrores, Jaqueline derrubada no chão áspero e sujo, berrava de dor com Tonho e o negrinho Alan, cada qual num seio, quase arrancando com os dentes os mamilos.

Eles riam zombando dela, enquanto todos os noves usavam mãos, dedos e bocas no corpo desnudo dela.

Muitos minutos depois, com os seios, ventre e ombros cobertos por marcas vermelhos dos chupões e das fortes mordidas, jazia estirada no chão, gemendo de dor.

Gente, temos todo o tempo do mundo para foder a vadia e ela nos deve isso. Somos em nove. Então vamos nos divertir a fazendo nossa putinha. Cada um terá meia hora pra comer a madame e a ordem que cada um vai foder com ela, será por sorteio e depois o primeiro sorteado voltará a comer e assim durante horas. O quero dizer é que durante esta noite e o dia de amanhã, ela não deixará de ter um pau na boceta, no cu ou na boca.

Levada para a esteira, escutava a baderna que faziam enquanto sorteavam a ordem em que seria estuprada. Alan o negrinho pequeno e magro demonstrando enorme alegria se aproximou da esteira e foi logo ficando nu.

- Que sorte a minha, branquela... eu sou o sortudo que vai ficar com tu. Parece coisa do demo, não gostas de negro e serei eu o negrinho Alan que vai trepar em tu. Ela deu um grito. horrorizada ao ver o negrinho se posicionar para a violentar. Com a força do terror, deu um chute no garoto, que pequeno rolou com o impacto.

- Venham me ajudar, que ela parece uma égua dando coice. Segurem a vadia que quero comer o cu dela.

Quatro deles vieram em auxilio a Alan e Jaquie foi segura pelos braços e pernas pelo quarteto. Alan montou em suas costas e se ajeitou entre suas coxas e a cabeça do pênis ficou travada no anel, não podendo acessar o canal pois ela contraía a musculatura anal.

O negrinho, puto da vida, mordia o pescoço e os ombros e falava ao pé da orelha dela.

- Destranque o rabo mulher, que eu quero entrar no teu cu.

Quanto mais força ele fazia, mas ela contraia a musculatura.
- Tu vai se abrir pra mim, vadia, senão vou tirar pedaço do teu ombro.

Jaqueline deu um grito de dor , quando Alan cravou os dentes na carne macia do seu ombro e logo uma outra mordida ao lado da primeira ainda mais forte e pode sentir os dentes furarem sua carne e então relaxou os músculos e o negrinho foi enterrando o pênis no canal anal.

Ele bufava e gemia, lambendo a orelha da mulher. Ela se sentia morrer, ouvindo as frases entrecortadas de prazer do negrinho:

- Puta que pariu ! Que cu gostoso tu tem vadia! Tá gostando de ser enrabada pelo teu negrinho?

Alan ficou muito tempo movendo o pau no ânus de Jaquie, que se sentia aniquilada e soluçava sem parar. Não sentia dor, pois o membro do garoto , apesar de longo é fino, a dor que vinha era das mordidas em seu ombro. Percebeu, para seu alívio, quando ele ejaculou, respirou fundo e seguir soltarem seus braços e pernas.

Engoliu o choro quando seu corpo abatido foi virado de barriga para cima, e viu a cara cheia de raiva de um moleque grandão. Ele nu sentou sobre suas coxas e com mão direção o pau para o meio de suas coxas, entre os lábios vaginais.

- Eu tenho os meus trinta minutos com você, puta vadia metida a besta e vou fazer que se arrependa de ter nascido. Ta lembrada de mim? Eu sou o Ruivo, aquele que brincou com a tua empregada, e que depois você obrigou a vadia me entregar aos homens. Por tua causa eles me pegaram. Agora chegou a hora de tu pagar o que me deve. Ta vendo esse canivete? Ele e bem afiado e com ele vou tirar fora os teus mamilos.

Jaqueline viu ele destravar o canivete e a lamina pular fora. Apavorada notou colocar a lâmina rente ao seio direito e com os dedos puxar os mamilos para assim possibilitar que o extirpasse de um só golpe.

Jaquie berrou, implorando que não fizesse isso com ela, que pagaria a ele o que pedisse.

- Não quero o teu dinheiro quero é arrancar os mamilos e depois os comer.

- Envolta por imenso terror implorava que ele a perdoasse. Mas uma fagulha de esperança surgiu quando os outros se aproximaram.

- Não faça isso Ruivo.... a gente quer foder a ruiva e se você cortar os mamilos dela, já era.... termina o nosso prazer. Invente outro modo de se vingar da mulher.

- Puta, os manos pediram, então não cortar os mamilos, mas tu vai chupar o meu pau até eu gozar na tua boca.

Ruivo retirou o pau das coxas e foi sentar sobre os seios dela e com as mãos direcionou a cabeça do pau para os lábios dela.

- Abra a boca e me chupe, vadia.

Jaqueline fez o que ele ordenou.

Ruivo, com as mãos a segurado pelos cabelos, movimentava sua cabeça, fazendo que o pau agisse como se estivesse a fodendo pela boca e ela o sentia deslizar té quase tocar sua garganta. Tinha ânsias de vômitos, mas nada podia fazer. Para ela nada mais tinha valor na vida, se eles a matassem ou não, nada mais importava. Estava destroçada física e mentalmente.
Ruivo despejou uma enorme quantidade de porra e ela ingeriu tudo. Dai para a frente, excitados com o que viam, todos fizeram questão de plagiar Ruivo e durante o resto da noite ejaculando na sua boca, eles se revezaram no sexo oral.

Eram muitos e ela uma só; nove jovens na flor da sexualidade e nunca se cansavam, num revezamento macabro. foi estuprada com requinte de extrema crueldade. Durante toda a noite, eles se revezavam no estupro coletivo, na maioria das vezes a penetravam em dupla.


Na tarde do dia seguinte, jazia quase que em choque sobre o piso do rústico casebre. Estava sozinha, eles tinham saído pouco antes do meio dia, porém apesar de consciente e ver a porta aberta, não pensou em fugir dali, para ela nada importava mais. Recostada à parede, olhando fixo para fora, viu algumas pessoas chegarem, mas não demonstrou nenhum tipo de emoção.

Ficava passeando o olhar para os estranhos que se inclinavam sobre ela. Eram seis pessoas, quatro homens e duas mulheres, todos negros e na casa dos vinte a cinqüenta anos, que comentavam entre si.

- Tenho certeza, que é ela, a mulher que todo mundo está procurando. A ricaça que o marido oferece uma bolada para quem fornecer à polícia alguma informação sobre seu paradeiro.

- Minha nossa! Vejam o estado que os moleques deixaram a coitada? Oque vamos fazer Bello?

- Primeiramente vamos a levar daqui. Ela vale uma fortuna e podemos lucrar com ela.

Com concordância do grupo. Jaqueline, amparada, foi conduzida para uma camionete caindo aos pedaços, que rumou para a favela Mata da Onça, onde Bello comandava as bocas de fumo.

No alto do morro, onde ele tinha o seu QG, deixou a cargo de Dorinha e Betina cuidarem da “madame”, que estava em péssimas condições físicas e isso não era de interesse de Bello, para a negociar com o marido dela.

As duas moças fizeram o que podiam, cuidaram dos ferimento de Jaquie, que eram muitos, lhe deram banho, a alimentaram e vestiram. Tudo isso foi feito com a “madame ricaça” se comportando como uma boneca sem vida. Até alimento na boca e limpar o bumbum se viram obrigadas. Jaqueline agia como se fosse uma criança com menos de três anos, que necessita da ajuda da mãe.

- Bello, temos péssimas notícias pra tu! A mulher não resistiu a judiação dos moleques e endoidou. Ela está pensando eu é um bebezinho e até pede mamadeira.

- Puta que pariu! Aqueles pivetes idiotas! Mas assim mesmo vou pedir resgate ao maridão dela.

Bello foi até o quarto onde Jaqueline estava e viu Betina e Dorinha, se divertindo com Jaquie. Dorinha trocava uma fralda nela e ria dizendo que era a mamãe dela.

Bello viu o corpo nu de Jaqueline, com muitas e recentes cicatrizes e principalmente a cicatriz que ficou em sua mente. O rude e violento traficante, pela primeira vez em sua vida, se sentiu enternecido com isso.


Ao amanhecer de um domingo de sol, quatro semanas depois do sequestro de Jaqueline. Henrique e seus filhos, os gêmeos de oito anos, os avôs maternos dos meninos, a bordo de uma limusine, estavam retornando à mansão. Voltam do aeroporto, onde foram esperar o pais de Jaqueline.

Quase chegado ao portão principal da propriedade, motorista freou bruscamente o veiculo e Henrique preocupado indagou de Danilo;

- Oque foi isso , homem?

- Patrão, tem uma mulher sentada em frente ao portão; está parecendo uma maluca!

Daniel e Ezequiel, movidos por estranho impulso, destravaram a porta da limusine e lado a lado dispararam para a mulher e de longe Henrique e os avós do meninos, se entreolharam surpresos, com a inusitada atitude dos garotos. Desceram e foram se aproximando do portão. Dona Matilde, a poucos passos, levou a mão ao peito e gritou pra o mundo todo ouvir:

- Minha filha!


Jaqueline retornou, misteriosamente ao seu lar. Mas não pode informar absolutamente nada com referência ao seu sequestro e nem de como veio parar no portão de sua mansão. Para todo o sempre, isso ficou como um mistério total. Mas o principal para toda a família, era que ela estava de volta.

Agora, Henrique teve de contratar mais uma babá, pois ele tinha em cada três crianças, os gêmeos de oito anos e uma menina de três...Jaqueline.


FIM


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