Carol e os três velhotes tarados

06 de Novembro de 2018 Marcela Fetiches 168

Reportagem especial (UOL)
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Carol e os três velhotes tarados


- Boa tarde senhor, meu nome é Carol e estudo na escola Layola de Castro do nosso bairro, que o senhor deve conhecer. Estamos fazendo campanha para arrecadarmos verba para a nossa festa de fim de ano. Se o senhor comprar um bilhete, concorre a uma cesta de natal.

- Não achas cansativo sair batendo de porta em porta para vender esta rifa, menina?

- Que nada, estou contente, já vendi muitos bilhetes e só tenho de visitar as casas da rua Dona Iracema.

- Mas esta não é tua rua, então!

- Eu sei, mas estava indo para casa, que fica duas ruas a frente; vi o carro do senhor parado aí em frente e decidi arriscar, pois ainda tenho alguns bilhetes para vender.

- Quantos faltam, menina?

- Neste talão restam cinco, se os comprar , amanhã posso começar com novo talão.

- Eu gosto de ajudar mocinhas como você, vou comprar estes cinco e mais um talão inteiro. Podes entrar e espera aí na sala, que vou buscar o dinheiro lá no quarto.

Carol, super contente por ter a oportunidade de vender mais um talão, assim só lhe restaria um talão dos três que lhe cabia; aceitou o convite. Na sala, se deparou com outros dois senhores, sentados num sofá vendo televisão e bebendo cerveja.

- Fique à vontade Carol, que já volto com o teu dinheiro. Estes dois são meus amigos, Antonio e José.

- Rapazes, esta é a Carol. Ela esta vendido rifa para a escola. Como é bem novinha, acho que pode ser objeto do que estávamos conversando ainda a pouco. Verifiquei isso.

Ela não entendeu bulhufas o que ele qui dizer com isso. O senhor entrou num corredor e ela ficou em pé, no meio da sala, segurando a bolsinha com o dinheiro arrecadado e os talão de bilhetes.

- Mocinha, enquanto Gabriel vai buscar o dinheiro me mostre estes teus bilhetes, quero ver o que estão rifando e quais são os prêmios da rifa, pode ser que que também compre alguns.

Carol, mais que depressa foi até o sofá onde estavam, já abrindo a bolsinha e mostrou ao senhor de nome Jose, o talão ainda fechado. Pensado com seus botões: “Tomará que ele também compre, vou oferecer ao outro também”. O outro senhor abriu espaço no sofá.

- Não fique em pé aí, garota, sente aqui ao nosso lado.

Ele bateu com a palma da mão no assento do sofá, entre os dois Carol ficou um pouco acanhada, mas sentou entre os dois, que examinavam os bilhetes.

- Quantos anos você tem Carol.

- Fiz treze no mês passado, senhor.

- Não achas perigoso, entrar sozinha na casa onde só estão três homens?

- Aquele senhor pediu para entrar enquanto foi buscar o dinheiro da rifa.

- Eu e Antonio, achamos que devias ter receio....uma garotinha gostosa como você, não devia dar tanto mole ao azar. Nós diga, você é virgem?

- Lógico que sou...só tenho treze anos! Dá licença que eu vou embora!

Assustada, Carol faz menção de se levantar, mas o homem a sua direita coloca os braços sobre o seu ombro e comenta com o outro:

- Antonio, ela é perfeita para o que queremos. Vamos usa-la.

Carol não entende nada do que ele está falando e com medo, volta a insistir que quer ir embora.

- Não seja mal educada, garota, que a gente quer bater um papinho com você.

- Eu quero ir embora, por favor me solte!

Carol, tremendo de medo, se livra do braço de Antonio e corre para a porta. A encontra fechada a chave e os dois velho estão se levantando, desesperada corre para o corredor pedindo ajuda do outro senhor que se mostrou gentil. Entra no primeiro quarto que encontrou e encontra o “gentil” deitado na cama, com as mãos sob a cabeça, que lhe diz:

- Não necessita ter tanto medo, bonequinha, seremos bem carinhosos com você. Queremos te usar para uma demonstrar uma tese, objeto de debate entre nós.

Carol dá meia volta e Bum....recebe um tapa de Jose e cai de bunda dentro do quarto. Os dois velhotes entram e fecham a porta. Gabriel bate com a mão na cama e pede para ela se deitar ali. A garota se levanta do chão e corre para um canto do quarto, chorando e exige que a deixem ir embora.

- Carol, você já tem treze aninhos e não é burra, então sabes que deste quarto não escaparás com choros, gritos e ameaças. Só quando for boazinha com os três. Não vamos tirar a tua virgindade, a única coisa que queremos e beija a tua bocetinha, nada mais.

- Estão loucos...não farei isso de jeito nenhum.... sou menor de idade e quando sair vocês vão se dar muito mal.

Apavorada, Carol começa a gritar por socorro e por longos minutos continua no berreiro e os três nada fazem, apenas cruzam os braços e ficam olhando. Ela rouca e cansada, percebe que é inútil continuar com a gritaria...ninguém a estar ouvindo.

- Nós te avisamos, menina... aqui ninguém vai te ouvir.

- Por tudo que é sagrado, não me machuquem... eu imploro!

Gabriel vai até Carol, que apavorada, se encolhe, como que querendo se fundir à parede.

- Carol, já cansei de dizer que não vamos machucá-la! Só queremos beijar a tua bocetinha de fedelha, é só isso. Porém se continuares com esta teimosia boba, vamos ter de dar umas palmadas. Eu e meus amigos, já passamos dos sessenta anos e não gostamos de teimosia de uma meninota como tu. Nós obedeça e logo poderás voltar para tua casa.

- Isso é loucura! Não podem fazer essas coisas comigo...é criminoso!

- Puta meda...vamos ter de te ensinar bons modos.

Sem prévio aviso, Gabriel aplica na menina um forte tapa, deixando as marcas dos dedos na lado direito de sua face, que leva as mãos ao rosto e se dobra ao meio quando um soco em sua barriga a faz perder o ar. Caída tentando respirar, percebe quando o velhote a arrasta pelos pés até próximo a cama.

- Antonio, vê se consegue botar na cabeça dela, um pouco de juízo.

Antonio a levanta do chão e a coloca sobre a cama, com metade das pernas pendurada, inclina e fala bem pertinho do seu rosto banhado em lagrimas.

- Não queremos ser rudes com você, mas não nos deixa outra opção. Seja boazinha, tire o vestido e a calcinha e tudo se resolverá numa boa. Vais fazer isso, lindinha?

Carol olha para o rosto enrugada de Antonio e apenas balança a cabeça numa negativa. Quase no mesmo instante, grita de dor, com os tapas aplicados por ele, que monta em sua cintura e não para de castiga-la.

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Por muitos minutos, fica dobrada como um feto, sobre a cama, chorando sem parar, sente dor, mas o que mais a aterroriza é saber que eles querem fazer aquelas coisas com ela e isso é o seu maior medo. O tempo passa e trancada no quarto, fica aliviada por eles não retornarem para a machucar. Já deve ser noite e seus pais e todo mundo devem estar a procurando. Eles a encontrarão e então aqueles malvados serão castigados. Cansada, com o corpo castigado e a mente muito confusa com tudo que lhe está acontecendo, adormece. Um sono cheio de sobressaltos e pesadelos.

É acordada com Jose lhe dando tapinhas no rosto.

- Acorde bela adormecida, dormiste toda a noite e metade da manhã.

Quando se olha, fica apavorada e grita sem parar. Esta nua, amarrada, com os pés presos nas extremidades da cama; suas pernas estão demasiadamente separadas e sente as musculaturas das coxas forçadas. As mãos estão igualmente atadas nas laterais da cabeceira.

- Não necessita ficar tão assustada Carol. Não fizemos nada com você, a não ser te despir e a prendermos na cama. Tudo foi por culpa sua, por não querer colaborar com a gente. Não queremos te foder, como estamos cansados de falar. Nosso único desejo é fazermos oral em vocês. Seria muito fácil usar a força e te obrigar, mas não queríamos isso. Tínhamos combinado que seria tudo na maciota, com a sua colaboração. Então fomos obrigados a fazer isso com a falta de colaboração

- Me soltem, por favor! Juro que não contarei nada a ninguém!

- Que merda, garota.... não sejas tão burra! Só te deixaremos ir para casa, depois que nos deixar beijar esta tua bocetinha linda...antes disso, ficarás amarrada como estais.

Os três saíram e Carol ficou soluçando despojada sobre a cama. Algumas horas depois, com dormência em todos os membros, percebeu que um deles entrou no quarto, era Jose.

- Resolveu ser boazinha com gente, jovem?

- Vocês juram que me soltarão depois?

- É isso que estamos dizendo há mais de quarenta e oito horas....cumpriremos a nossa promessa.

- Então tá certo, podem fazer.

Carol se surpreende com a atitude do velho. Fazendo uso de uma tesoura ela corta as cordas que a prende na cama e chama os outros dois.

- Amigos, a nossa menininha resolveu ser boazinha, podemos a livrar das cordas.

Mudaram totalmente o modo de a tratar; agora são gentis e quando pediu água, foi atendida de imediato, com uma bandeja com água mineral e alguns salgadinhos, que devorou tudo num piscar de olhos; pois desde que saíra de casa para a escola, há mais de cinqüenta e quatro horas, não bebeu e comeu nada.

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Carol, não entende a razão dos velhotes agirem desta forma, mas o que lhe interessava no momento é que eles a soltariam, depois de fazerem aquelas porcarias com ela. Foi assim pensando que atendeu o pedido de Jose para que se deitasse e abrisse as coxas. Fechou os olhos e se entregou a safadeza dele. Estava com muito medo que ele machucasse sua xoxota, mas se surpreendeu, ele a lambia suavemente com a língua entre as paredes vaginais. Todo o receio de Carol sumiu, pois percebeu que não havia motivos para isso. Só lhe restava o nojo dele está com a boca onde ela faz xixi. Mas até isso foi desaparecendo e oito minutos depois, estava concentrada, tentando analisar o que era aquilo que estava sentindo. Uma espécie de choque que estava vindo direto de sua vagina.

Súbito, deu um grito quando sentiu um choque varrer todo o seu corpo e uma deliciosa sensação tomar conta de todo seu corpo e suas pernas agirem por conta própria e fecharem em torno da cintura do velho, que deu uma risadinha que morreu entre as carnes da garotinha.

Jose tirou a boca das coxas de Carol escorregou o corpo pelo dela, sem que ela o impedisse e cara a cara, falou:

- Garota, sei que deves estar surpreendida com o que sentiu sendo lambida por mim. Foi um orgasmo. É isso que aconteceu quando sentes prazer enorme. Confesse foi isso que aconteceu com você?

Jose esta com o rosto a um palmo do dela, que não consegui desviar do olhar dele e bem baixinho, murmura:

- Foi isso, sim, senhor.

Ela está aparvalhada, ainda não conseguiu assimilar tudo o que sentiu. Fica sem reação quando é virada de bunda para cima e o velho se intrometer entre suas pernas e a língua áspera voltar a buscar o acesso de sua boceta, se movendo como uma cobra lá dentro. Desta vez, demora bem menos para Carol explodir em outro violento clímax e, no meio do tremor que a invade, sente a ponta da língua lamber o anel do seu bumbum. Tem um choque com isso, mas não tem mais força para se opor a nada.

Jose, com muitos anos de estrada, usando somente a língua fez com que a meninota de apenas treze anos, se derreta em incontáveis orgasmos. Bastante tempo depois a deixa trancada no quarto, com a cabecinha insipiente e incipiente totalmente fora de orbita. A garota não estava preparada, no corpo e na mente, para deglutir coisas do sexo, pois sua libido ainda não tinha sido despertada para os prazeres sexuais.

O trio de velhos tarados, tinha em mente, exatamente isso; despertar de forma brusca, este instinto que deveria nascer naturalmente, a libido adormecida em uma menina.


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Gabriel, algumas horas depois, a felicitou por ter se saindo muito bem com José. Se agisse da mesma forma com ele e com Antonio, amanhã estaria em casa, ao lado de sua família. Carol se alegrou com isso e disse que deixaria, sim.. pois só queria ir para casa.

Eles trouxeram água e lanche e ficaram a vendo se alimentar. A jovenzinha se sentia constrangida em estar nua na frente dos dois velhos, mas sabia que não tinha outra opção. Com a badeja no colo, procurava se cobrir aos olhos de Gabriel e Antonio, que não se desgrudavam de seu corpo nu.

- Agora, menina, continue sendo boazinha e se deite, por favor.

Carol, sabia o que ele queria, o mesmo que o outro velho e isso a estava deixando com uma mistura de sentimento que não sabia analisar.... receio, expectativa e ansiedade. Será que sentiria aquela mesma “doideira”?

Se deitou, fechou os olhos e separou as pernas. Percebeu quando Gabriel no meio de sas coxas, colocou a boca em sua xoxota e tal como o outro velhote, começou a lamber suas carnes, porem agora ele sugava o seu botãozinho e isso era mil vezes mais gostoso e em pouco minutos Carol não resistiu a tamanho estímulo e explodiu em múltiplos orgasmos e mesmo assim, Gabriel a mantinha bem presa com os braços em volta de sua cintura e a boca a sugando sem cessar enquanto a menina se esvaia num mar de prazeres.

Não teve condições de perceber que estava sendo virada de lado e que Antonio, o outro velho, nu, esfregava a cabeça o pênis no seu anel anal. Com o duplo assédio, quase desfaleceu com a enormidade do prazer que a dominava por completo.

Gritou de dor, quando sentiu Antonio cravando o membro em seu bumbum, tentou sair dele, mas Gabriel, a abraçava pela frente e invadia sua boceta. Como estava muito lubrificada, a dor foi menor quando seu hímen foi rompido mas mesmo assim, a garotinha não suportou o duplo estupro e perdeu os sentidos.

Foi retornando aos poucos, num mar de dores, com os velhotes se agitando como alucinados dentro dela, numa cruel dupla penetração.

Durante toda a noite, Carol quase que em choque sentiu o doloroso e desumana revezamento que faziam a estuprando, ora em dupla, ora isoladamente. Ela não mais gritava ou chorava, apenas gemia baixinho.

Pode perceber quando a vestiram com suas roupinhas escolares e foi transportada para o carro. Ficou alegre, pois eles a estavam levando para casa, como prometeram. Só não entendeu porque a colocaram dentro do porta-malas... ali estava muito quente e o sacolejar do carro a incomodava, mas isso não importava, estava muito cansada.... queria era descansar um pouco...só isso, nada mais.

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Passava das vinte e duas horas, pouco movimento nas ruas. Tudo perfeito para tirar a garota de casa. Coisa mais que sensata a fazer, pois nestes seis dias do sumiço de Carol, a polícia e outros estudantes bateram à porta, indagando se viram ou escutaram algo fora do normal. A crença geral era que a garotinha teria sido sequestrada nas proximidade destas ruas.

A levariam para a região montanhosa e lá a colocariam numa cova rasa. Afinal tinham de proteger suas reputações de bons vizinhos. No futuro outras garotinhas como Carol, podiam bater na porta deles e eles estariam prontos para recepcioná-las.

Algumas ruas adiante, diminuíram a marcha do carro, pois grande aglomeração em frente a cada de Carol, impedia a passagem rápido. Gabriel, ao volante, indagou de um dos presentes qual a razão de tanta gente ali reunidas, tão tarde da noite.

- Senhor, os pais de Carol, receberam de uma vidente, que reside na Índia que a pequena Carol retornaria para sua casa, hoje à noite, exatamente as vinte e duas horas e trinta e dois minutos. Estamos todos ansiosos para ver se isso é verdade, já a mulher não costuma errar em suas previsões.

Gabriel olhou para o seu relógio e estremeceu, pois viu que era exatamente a hora indicada pela vidente para o retorno de Carol à casa de seus pais.... e ela estava ali, no porta-malas de seu carro. Engoliu em seco, pediu licença e deu partida ao seu veículo, ou melhor dizendo, tentou, pois o motor não obedeceu ao seu comando, pane elétrica completa.
Suando em bicas, Gabriel, Antonio e Jose, fizeram de tudo para ver o que tinha de errado com o veículo. Súbito, sem maiores explicações, a porta do porta-malas se destravou e alguém ao lado, intrigado, gentil, fez força para a empurrar de voltas aos encaixe, entretanto parecia que algo a travava e pode ouvir um gemido vindo de dentro do bagageiro. Para assombro de todos, lá estava a jovem Carol, enroladinho em sua roupa escolar, como se estivesse dormindo.

Os velhotes ainda tentaram correr, mas a poucos passos dali, foram alcançados e espancados até a morte.

Carol sendo transportada para o hospital, no braços de sua mãe, murmurou par ela;

- Mãe, eu só queria vender um bilhetes da rifa e voltou a dormir, mas desta vez com um sorriso no seu lindo rostinho de menina-moça.

FIM


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