O Instrutor Cavalo da Academia Meteu o Ferro

07 de Setembro de 2017 MarombaSafado Gays 1528

INSTAGRAM: raffa_ka

Na academia onde eu malho tem um instrutor estagiário que é um verdadeiro deus grego. Negão, alto, braços e pernas grossas, e uma pinta de macho bucetero. Sempre muito atencioso e com um sorriso branco encantador. Pela sua aparência e tamanho, nem parece ter apenas 21 aninhos. O tipo de homem que pelo porte eu costumo definir como um verdadeiro cavalo.

Desde que ele entrou na academia, eu passei a ir no horário em que ele estava por lá, só para apreciar aquele deus. Ele sempre ia com um short de malha de cor branca que contrastava lindamente com a cor escura da sua pele. Seu short marcava seu membro de maneira que dava para ver o contorno da cabeça de seu pau.

Achava aquilo muito ousado da parte dele, afinal, aquela mala chamava alguma atenção. Acredito que ele tenha me notado secar seu volume algumas vezes. Depois de um tempo eu desisti de conseguir qualquer coisa dele pois ele me parecia demasiado atencioso com as mulheres, sempre de papo, e também devido a conversas sobre elas com outros marmanjos por lá.

Certo dia eu cheguei atrasado para malhar. Faltavam apenas 30 minutos para a academia fechar para o almoço e tinha apenas o instrutor Bruno e outras poucas pessoas por lá. Ou seja, eu iria fazer um treino rápido de peito, só para não perder o ritmo.

Passados 20 minutos, a academia já estava vazia. Eu estava descansando no banco entre uma série de supino reto quando o Instrutor Bruno veio puxar papo. Me lembro bem dele se aproximando e dando uma apertada no seu volume de maneira bem natural.

“Eae, se atrasou hoje eim”, disse enquanto me cumprimentava com um aperto forte de mãos.

“Pois é cara, dia corrido. Até pensei em nem vir, mas acabei mudando de ideia”, respondi.

“Boto fé, não pode perder o ritmo mesmo não”, disse enquanto se olhava no espelho e forçava o tríceps, como que se exibindo para mim, e continuou “posso revezar com você aí? Só pra dar uma aquecida mesmo”.

Me levantei prontamente do banco pelo lado que ele estava para ceder o banco, ele imediatamente veio por traz de mim, e, enquanto eu saía ele me deu dois tapinhas do lado da minha barriga e seu pau roçou de leve na minha bunda. Pirei na hora. Senti algo no ar.

Ele se deitou no banco e se preparou para começar a série. Meus olhos foram diretamente para seu volume que ficava mais evidente ainda com ele deitado. Antes de iniciar a série ele me olhou e viu que eu mirava sua mala. Disfarcei. Ele começou a sua série e eu me sentei bem do seu lado em outro banco aproveitando para manjar mais aquela rola já que ele estava concentrado no exercício. Mesmo durante a série ele me olhava e me flagrava manjando-o.

Ele terminou e me cedeu o lugar tocando-me novamente na barriga e dando um leve aperto com suas mãos grossas. Deitei no banco.

“Eu te dou um leve se precisar”, disse, se posicionando atrás de mim. Fui me posicionando para iniciar o movimento enquanto meus olhos se voltavam para a mala dele, agora bem em cima da minha cabeça, a um palmo do meu rosto.

Meu olhar ia da barra para o seu volume. Eu engolia seco. De cima, ele me olhava nos olhos. Eu tentava evitar que ele me visse olhando para sua mala e ao mesmo tempo queria que ele me visse secando-o. Queria que percebesse que eu desejava o seu pau tanto quanto uma criança deseja um doce. Era como se houvesse algum tipo de força magnética que atraía meus olhos para aquela protuberância monumental.

Quando os meus olhos conseguiam se fixar na barra, o instrutor Bruno inclinava levemente sua pélvis para frente, atraindo meu olhar novamente. Ele gostava dos joguinhos, era dos meus.

Quando finalmente ia iniciar a série, ele me orienta quanto a distancia em que eu devia segurar a barra. Enquanto me instruía, ele deu uma apertada no volume e em seguida tocou as minhas mãos, posicionando-as.

“Isso. Devagar”, ele dizia enquanto eu fazia minha série com meu olhar oscilando entre seu pau, a barra e seus olhos.

“Você já vai fechar né?”, perguntei. Eu havia acabado minha série e já era meio dia.

“Sim. Mas pode terminar seu treino. Vou lá fechar a porta”, disse, indo trancar a academia. Eu não estava acreditando que algo podia acontecer. Era bom demais para ser verdade. Comecei a pensar no que eu poderia fazer para facilitar a situação sem dar na cara.

“Eu ia treinar pernas e glúteos hoje, mas achei que não ia dar tempo. Me ajudar na execução de um exercício?”, disse assim que ele voltou.

“Opa, é pra já. Vamo malhar esse rabo aew”, ele respondeu dando um tapinha na minha lombar, bem próximo a minha bunda, e continuou, “vamo que hoje eu vou socar ferro em você, quero ver se aguenta um treino pesado”.

Fomos para uma outra sala ampla, com um grande espelho e onde ficavam as caneleiras, bolas, colchonetes, etc. Pus as caneleiras e me posicionei de quatro sobre o colchonete, de lado para o espelho, ele se ajoelhou do outro lado e foi me orientando quanto a cadência e amplitude do movimento.

“Devagar... até em cima. Desce”, me orientava enquanto tocava-me na lombar, passava as mãos na minha coxa. “Tá sentindo pegando a musculatura?”, me perguntava enquanto apalpava minha bunda de maneira profissional e discreta.

Depois mudamos o exercício para um em pé, apoiado nas barras a minha frente, dando ‘coices’ para trás. Novamente ele se aproveitava para passar as mãos no meu rabo, dessa vez, menos discreto. Sua mão envolvia meu rabo, chegava apertá-lo. “Isso”, dizia enquanto posicionava seus dedos bem no meio da minha bunda, chegando a tatear o meu cu por cima do meu short.

Abri um pouco as pernas para que ele me tocasse melhor. Ele apertava meus glúteos com vigor, e quase massageava meu cuzinho. Aproximava seu corpo do meu, roçando seu caralho em mim. Pude sentir ele crescendo, colado do meu lado, pulsando.

O instrutor acabou se revelando mais safado do que imaginava quando mandou que eu me deitasse de lado em um colchonete para fazer abdominais. Apenas obedeci. Ele se deitou atrás de mim, com seu corpo e mastro colados no meu corpo e mandou que eu levantamento lateral de perna.

“Não para não”, disse ao tirar seu pau para fora e enfiá-lo dentro de meu short. Ele roçava a cabeça melado da pica no meu cu enquanto falava no pé do meu ouvido, “aprende rápido, tá fazendo direitinho”.

Ele respirava de maneira profunda na minha nuca, sussurrava e tocava meu corpo enquanto cutucava meu cu com seu pau babão. “Se eu pegar mais pesado você aguenta?”, me perguntava.

“Unhum”, murmurei, sinalizando que sim com a cabeça.

“Tá acostumado já? Vou socar o ferro então”. Ele desceu meu short num único e rápido puxão e encaixou a cabeça no meu cu. Gemi na hora. Ele empurrou meu tronco, colocando-me de bruços e posicionando seu corpo sobre o meu. Pude sentir seu peso sobre mim e seu pau entrando devagar, seu pau ficava mais grosso a medida que se aproximava da base, com isso, eu sentia meu cu ficando cada vez mais largo até ele estar totalmente encaixado em mim como duas peças de lego.

Aquele negão deus começou a socar o pau dentro do meu cu do começo ao fim, nossos corpos se chocavam, estalavam. Eu me sentia a putinha daquele macho. Ele ia tão fundo como quem quisesse entrar dentro de mim e me possuir.

Ele sussurrava putarias no pé do meu ouvido. Me humilhando. “Toma viado”, “viadinho”, “Cuzão usado esse seu eim”. Suas mãos grossas me seguravam pelo braço e pescoço, me imobilizando. “No primeiro dia que eu te vi eu já sabia”, “Manjei na hora que você gostava de pica”, “Só tava esperando um dia pra arrombar esse seu cu”.

Ele tirava o pau metia sem dó. Confesso que fiquei com medo dele me machucar, ele me segurava firme. Então relaxei o cu sem receios e deixei ele usar. “Vou te encher de porra”, disse logo antes de me apertar com força e jatear porra dentro de mim. Senti seu pau pulsar várias vezes até ele ficar estático. Achei que fosse retirar o pau e sair. Mas ele começou a fuder meu cu lubrificado com sua porra. Seu pau já deslizava com facilidade para dentro.

“Brigadão eim”, disse retirando o pau de uma vez de dentro de mim e levantando-se. Senti sua goza escorrendo e meu cu tão largo que mal conseguia fechar. Ainda deitado no chão, levei minha mão até minha bunda analisando se estava tudo bem. Olhei para o meu cuzão arrombado refletido no espelho e vi o estrago que aquele macho tinha feito em mim. Olhei pro cavalão em pé, cansado, tirando suor do rosto, arfando, com um riso descarado e o pau a mostra, orgulhoso do seu feito. Eu que devia agradecê-lo, pensei.

INSTAGRAM: raffa_ka

Método para Crescer Barba
Esse texto está protegido por direitos autorais.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem permissão do autor.

Leia também
PRIMEIRA VEZ - NUNCA HAVIA VISTO UMA PICA há 4 horas

Oi, meu nome é "Bruno" Atualmente tenho 26 anos, contudo meu relato se pa...
brunoky Aventura 107


Casada,gostosa e Safada - Tommy há 6 horas

"...notei que ela estremeceu e tocou em meu caralho duro por cima da cal...
tommyrgs Aventura 71


A Esposa do Oficial,sexo na garagem - Tommy há 6 horas

"ela estava de mini saia e eu de dentro do carro coloquei a mão nas pern...
tommyrgs Aventura 47


Fudendo a irmã da Rejane - Tímidus há 7 horas

"Ficamos conversando escorados na borda da piscina com os outros e eu me co...
tommyrgs Aventura 57


A esposa do Oficial do Exército - Tommy há 7 horas

"Ela ainda meio tímida, mostrei o apartamento e fomos para a cozinha onde ...
tommyrgs Aventura 53


TREPANDO COM UMA CAIPIRA EM UMA EXCURSÃO há 17 horas

Tyrese Rutheford estava entediado fora de sua mente, como ele, sua mãe e u...
tigreraiado Interraciais 317