O tolo do namorado não faz, há quem faça

19 de Março de 2018 Peti_rj Grupal 460

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Graças a um de meus últimos contos postados, acabei ganhando algumas novas amizades, uma delas bem interessante. Uma princesinha morena, com um namorado tolo. Ela é um tesão de mulher e muito simpática. Em uma de nossas conversas me confidenciou que uma de suas fantasias era de receber prazer de 2 homens ao mesmo tempo. Infelizmente, devido a distância, não haveria como eu poder ajudá-la, ao menos não naquele momento, pois por uma coincidência absurda, recebi dias depois de sua confidência, um convite de casamento de um tio e que morava em sua cidade. Na mesma hora enviei uma mensagem ao meu tio dizendo que confirmava minha presença e perguntei se poderia estender o convite para uma acompanhante, uma amiga minha que morava próximo dele. Ele respondeu afirmativamente e ainda fez piadas sobre como o mundo era pequeno e pela coincidência de eu ter uma amiga morando tão próximo a ele. Conversamos mais um pouco, parabenizei-o e agradeci a ele ter liberado eu ir com uma acompanhante. Assim que terminei com meu tio, chamei Bia no MSN e começamos a conversar, mas não falei a ela nada sobre a possibilidade de nos encontrarmos. Apenas fui puxando a conversa cada vez mais para o lado das fantasias sexuais, até que perguntei se ela realmente estava disposta a realizar suas fantasias, se realmente queria que elas se tornassem reais e ela prontamente respondeu que sim. Só então eu fiz o convite para que me acompanhasse ao casamento do meu tio. Na hora ela não acreditou, achou que eu estava brincando, mas enviei para ela a imagem do convite e aos poucos ela passou a acreditar. Ao mesmo tempo, passou também a perceber que iria realizar suas fantasias. Perguntei se ela conseguiria se livrar do namorado para me acompanhar e ela riu e disse que ele não seria problema. Continuamos conversando muito sobre tudo o que aconteceria e aos poucos fomos formando imagens sobre como seria nosso encontro.

Viajei na véspera do casamento para poder aproveitar o dia com ela e finalmente nos vermos ao vivo, afinal até então só nos vimos por meio de fotos e câmera. Ela estava linda, de vestido florido e sandalinha rasteira. Ela me levou até sua casa e, aproveitando que estava sozinha, me proporcionou um tour pela sua casa terminando em seu quarto. Assim que ela fechou a porta e se virou, nos olhamos olho no olho, e eu me aproximei dela, devagar. Ela estava recostada na porta, encurralada pela parede de um lado e um armário do outro. Percebi um suspiro de excitação da parte dela e não segurei um sorriso safado, de canto. Me aproximei ainda mais, levei minhas mãos ao seu rosto e colei seus lábios nos meus. O nervosismo pela situação inédita foi facilmente anunciado por eles, que estavam secos e frios, mas bastaram alguns leves toques de minha mão descendo pelo seu corpo e explorando todos as suas curvas e seus lábios logo ficaram quentes e molhados, maravilhoso de se sentir. O tesão era tanto que ela me abraçou e apertou-me contra seu corpo, puxando minha boca contra a sua e conseguindo fugir da posição em que estava, presa pelo pouco espaço ao seu redor. Seguindo sua intensidade, apertei seu corpo ainda mais contra o meu, puxando-a pela cintura e permitindo que notasse o quanto eu estava excitado com toda a situação apenas encostando-me nela. Seu vestido era fino e leve, sem nada além da calcinha por baixo, o que facilitava toda e qualquer ação que eu quisesse aplicar. Ela seguiu, voraz, me empurrando para trás, até que, impossibilitado pela cama, cai sentado puxando-a comigo, o que fez com que seu vestido subisse um pouco. Não parávamos de nos beijar e aproveitei a subida de seu vestido e a posição em que ela estava e fiz minhas carícias surgirem de trás de seus joelhos e fossem subindo pelas coxas, por baixo do vestido, até chegarem na bundinha durinha e gostosa daquela princesa. Apertei e ela me abraçou com força, dando um gemidinho e trazendo seu corpo para cima do meu. Puxei-a ainda mais para cima de mim e a trouxe ao meu lado na cama. Minha mão agora alcançava sua bocetinha por cima da calcinha e pude notar o quanto estava molhada de desejo. Eu beijava sua orelha e dizia que ela ia ser minha, que eu ia fazê-la gozar como nunca, e a cada palavra que saia de minha boca eu escutava um gemidinho gostoso. Tirei uma das alças do vestido e, indo por cima dela, deixei-a com os seios para fora. O tamanho era perfeito para minha boca. Fiquei louco de tesão e os abocanhei por completo, tarado por eles, mas depois ficava novamente lento, deixando-a sem saber como eu ia agir. Ela não sabia o que esperar, e isso a deixou com mais tesão. Ao mesmo tempo em que eu me deliciava em seus seios, mantinha meus dedos em sua bocetinha, agora por baixo da calcinha, esfregando seu grelinho e fazendo-a gemer com mais intensidade. A cada investida rápida de minha língua em seus seios, eu enfiava um dedo fundo em sua bocetinha e ela gemia e arqueava seu corpo. Ela então puxava firme minha cabeça de encontro aos seus seios, mostrando que não queria que eu parasse. Fazia exatamente tudo aquilo que sabia que ela desejava, que queria que fizessem com ela, mas graças ao namorado tolo, nunca fora capaz de sentir. Já não tinha mais seus braços ao meu redor e então virei-a de costas para mim. Deitei-me por cima dela, ainda de calça, deixando-a sentir meu volume de excitação, e fui beijando todo o seu corpo, indo da nuca e descendo pela coluna, parando na bundinha gostosa, que ela ergueu no momento em que eu enfiava minha mão por baixo e alcançava novamente seu grelinho. Enfiei 2 dedos em sua bocetinha e fui lambendo sua bunda ao mesmo tempo. Ela não tinha como me controlar ou fazer qualquer coisa com as mãos e isso fez com que ela logo me presenteasse com um gozo saboroso e então caísse na cama.

Me deitei ao seu lado e, ainda fazendo carinhos sensuais em seu corpo, ela, que até então tinha seus olhos fechados, me olhou como se estivesse saindo de um torpor naquele exato momento e, sorrindo, disse: - “Nossa... Foi muito melhor do que eu imaginava... Que tesão realizar essa fantasia, de transar com o cara que escreve contos...” Ela estava prestes a se levantar quando ouviu barulho fora da casa, sinalizando que alguém estava prestes a chegar. Ajudei-a a rapidamente colocar de novo seu vestido, o que não foi muito complicado, pois bastavam erguer as alças e abaixar a saia, e em seguida destrancamos o quarto. Ela me apresentou e em seguida saímos para a rua. Já era noite e eu precisava ir ao meu tio para acertar qualquer último detalhe para o casamento no dia seguinte, então nos despedimos com a promessa de nos revermos ainda antes do casamento.

No dia seguinte, depois do café da manhã e de um bom papo com meu tio, perguntei se teria problemas eu trazer minha amiga até seu apartamento, o que ele permitiu sem problemas, mas disse que não teríamos muito tempo para “brincar”. Disse para ele que seria uma “brincadeirazinha rápida” para chegar no casamento bem descontraído. Ele riu e perguntou se era uma brincadeira particular ou se mais pessoas jogariam e respondi que se ele quisesse jogar, eu poderia dar um jeito. Ele riu e disse que seria uma boa forma de abandonar o título de solteiro. Disse para ele que acertaria os detalhes e ligaria para o celular dele, caso desse tudo certo. Assim que ele saiu liguei para a Bia e pedi que viesse ao apartamento do meu tio para curtirmos um pouco mais antes da festa e ela veio logo. Abri a porta e puxei-a para dentro como se estivesse escondendo-a de possíveis curiosos e nem fechei direito a porta e já estávamos nos beijando apaixonadamente. Sua boca era muito gostosa e seus lábios doces e carnudos. Ela vestia um top amarelo e um short pequeno e justo, que assim que entrou eu já queria arrancá-lo. Suas mãos avançavam pelo meu corpo e ela mordiscava minha orelha, dizendo que hoje era a vez dela de realizar a minha fantasia e, arrancando minha blusa, começou a beijar meu peito, me jogando contra a parede. Ela descia sua boca pelo meu abdômen e ao mesmo tempo ia arrancando minha calça. Assim que ela caiu, ela afastou e admirou minha boxer azul-marinho cujo volume estava acentuado devido a excitação que ela me deixou pela forma como me beijava. Ela arrancou minha boxer e então, assim como eu, mudou sua tática e passou a avançar vorazmente em mim, devorando meu pau e engolindo quase por completo. Aquilo ia me fazer gozar muito rápido e fui obrigado a fazê-la parar, mas ela me empurrou para trás com uma das mãos em meu peito e com a outra apertou minha bunda e puxou-me em direção à sua boca, me fazendo gozar em abundância. Não agüentei de tanta excitação e, mesmo já tendo gozado, avancei sobre ela e arranquei finalmente aquele short deixando-a de top e calcinha. Deitei-a no chão da sala e fui por cima dela para um belo 69. Lambi, mordi, chupei, enfiei 1, 2, 3 dedos e arranquei dela pelo menos 2 orgasmos ali, naquela posição, enquanto ela me chupava novamente. Propus a ela um banho para relaxarmos e ela aceitou. Assim que entramos debaixo d’água, nos beijamos novamente. As carícias recomeçaram e os beijos estavam ainda mais apaixonados. Ela era quente e eu também. Queríamos tudo de prazer que o outro pudesse dar e não estávamos dispostos a dar menos em troca um para o outro. Suas mãos apertavam minha bunda, minhas coxas, meu pau... Minhas mãos abraçavam suas costas, apertavam sua bunda, seus seios... Era uma violência e um carinho ao mesmo tempo. Uma paixão e um prazer. Não agüentava mais de tanta excitação e percebi um detalhe: ainda não tínhamos realmente transado! Virei-a então de costas e ergui uma de suas pernas colocando-a apoiada sobre a beirada da banheira. Era um box espaçoso, cuja parte debaixo era uma banheira e a divisão era apenas uma cortina, o que nos favorecia na necessidade de qualquer espaço extra. Assim que a posicionei, com a mão direita fui pela sua barriga e desci até seu grelinho inchado, tilintando-o e fazendo-a empinar um pouco sua bunda em minha direção. Era o que eu queria. Com a mão esquerda posicionei meu pau na direção da sua bocetinha e em apenas um movimento penetrei-a. Ela esticou suas mãos até se apoiar na parede e iniciei os movimentos de vaivém, primeiro devagar, mas aumentando aos poucos a velocidade e fazendo-a assim gemer de prazer e juntos atingimos um novo orgasmo.

Assim que saímos do chuveiro, perguntei novamente se ela realmente queria realizar a fantasia de transar com um 2 homens ao mesmo tempo e notei brilho nos seus olhos quando prontamente respondeu que sim. Levei-a até a cama e pedi que esperasse. Liguei para meu tio e ele adorou o presente e disse que chegaria em poucos minutos. Pedi que entrasse em silêncio, para fazer surpresa para ela, que eu estaria com ela em meu quarto esperando por ele. Desliguei e, voltando ao quarto, tive uma ereção quase instantânea ao vê-la apenas de calcinha deitada de bruços em minha cama, com aquela bundinha virada para cima e balançando os pés no alto. Assim que percebeu que eu estava ali, ainda nu, ela me olhou de cima a baixo, sorriu e disse: - “Nossa... Quero tudo isso...” Fui para cima dela e começamos a namorar. Nos beijávamos muito. Seu beijo era tão gostoso que ele por si só já era muito excitante. Ela então ergueu-se da cama e começou a fazer a dança do ventre. Sua dança permitiu que eu admirasse ainda mais seu corpo. Ela rebolava para um lado, rebolava para o outro, movia seus braços de forma extremamente excitante e então subiu na cama e, sobre meu rosto, se ajoelhou e continuou dançando. Ela então virou-se e passou a rebolar sua bundinha na minha cara, ao mesmo tempo em que brincava com meu pau. Ela me masturbava vagarosamente ao mesmo tempo em que me fazia carinhos no pau, enquanto isso eu deslizava minhas mãos pelas suas costas e brincava com sua bundinha. Ela então parou, virou-se novamente e me beijou. Afaguei seu rosto e seus cabelos. Ela então foi descendo sua boca pelo meu corpo novamente em direção ao meu pau e começou a me chupar maravilhosamente bem. Ela me chupava e ficava olhando para mim, para ver minhas feições e perceber o quanto eu estava delirando com sua boca em meu pau. A excitação dela era tanta que levou um tremendo susto quando sentiu alguém lhe acariciando a bunda e enfiando a língua na boceta. Meu tio entrou no quarto já pelado, pronto para a brincadeira, mas Bia havia esquecido de que ele vinha e seu susto a fez pular para cima de mim. Rimos todos do susto e após um pouco de carinho por parte de meu tio, ela então se virou para mim e sorriu. Vendo sua cara de felicidade, falei: “Bia, Feliz Aniversário!” e a beijei longamente. Enquanto a beijava, meu tio ia alisando o corpo dela. Deitamos ela na cama e permaneci beijando-a, enquanto agora meu tio a chupava demoradamente, levando-a ao delírio. Ela me abraçava e dizia que não ia agüentar de prazer e então meu tio se ergueu e meteu nela. Ela sentiu a diferença na hora. A penetração foi mais profunda e seus olhos lacrimejaram. Parei de beijá-la um pouco para admirar. Ela então agarrou meu pau e eu tratei de posicionar-me mais próximo de sua boca para que pudesse sentir seus lábios maravilhosos em meu pau novamente. Então ela ficou com meu pau na boca e era penetrada na boceta pelo meu tio ao mesmo tempo. Ficamos assim por uns poucos minutos, pois percebemos que Bia já tinha gozado, então invertemos e eu passei a penetrá-la ao mesmo tempo em que meu tio agora desfrutava de seus lábios. Acelerei meus movimentos até chegar ao gozo. Meu tio ainda não tinha gozado e então voltou a penetrá-la indo fundo e firme em seus movimentos, enquanto eu me deitava ao lado de Bia e fazia carícias em seus seios. Eu só via a Bia fazer caras e bocas de gozo, quase enlouquecendo de tanto tesão. Ela já tinha gozado mais uma vez, quando meu tio então pediu para que ela ficasse de quatro, pois queria meter por trás. Assim que ela se posicionou ele meteu fundo e agora, alcançando uma maior profundidade, começou a arrancar novos orgasmos da Bia. Me posicionei a frente dela para que ela me chupasse e ela praticamente me devorou. Ela estava louca de tesão. Quase não agüentava mais de tanto tesão. Foi então que olhei para o meu tio e falei para que ele se deitasse e colocasse a Bia por cima dele. Ele entendeu na hora o que eu tinha em mente e assim o fez. Bia agora era plenamente penetrada na boceta, pois sentada o encaixe era completo. Meu tio puxou o corpo da Bia para colar no seu e a abraçou, enquanto isso eu me posicionava por trás e pincelava meu pau em seu cuzinho. Parecia que eu tinha acionado algum botão de ligar, pois ela quase me implorou que enfiasse logo meu pau. Assim que a cabeça do meu pau passou pelo seu anelzinho, ela chorou de prazer. Ela estava totalmente tomada pelo tesão. Bastou eu enfiar um pouco mais e meu tio começou a bombar por baixo dela, fazendo-a estremecer. Quando finalmente eu enfiei todo o restante do meu pau em seu cuzinho, quando encostei meu corpo em sua bunda, ela delirou e começou a gozar sem parar. Iniciei os movimentos bem devagar, mas ela já estava gozando a ponto de escorrer pelas pernas. Meu tio também começou a gozar e eu então acelerei meus movimentos e gozei também. Bia tombou na cama e começou a ter espasmos por conta do orgasmo ter sido tão forte. Meu tio deu-lhe um beijo na cabeça, agradeceu o presente e disse que estava na hora dele se arrumar para o casamento. Deitei-me ao lado dela e fiz um pouco de massagem em suas costas, um pouco de carinho em seus cabelos e poucos minutos de recuperação do fôlego depois ela virou-se, me puxou, me beijou e falou: “Adorei o meu presente...”

Rimos de gargalhar por conta de tudo o que aconteceu. Tínhamos realizado mais uma das fantasias dela. Falamos pouco, pois precisávamos nos arrumar para o casamento. Um pouco mais tarde, na festa, fiquei sabendo por ela que o tal namorado tinha procurado por ela o dia inteiro. Rimos novamente e curtimos o final da noite, que durou até muito depois da festa, terminando somente poucos minutos antes do meu vôo de volta...


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