Fizeram a festa com minha namoradinha!

10 de Julho de 2018 LUIZ SANCHES Grupal 373

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Eu estava com minha namoradinha Isa naquela noite, sempre deliciosos momentos juntos. Ela me contava sobre suas aventuras com um tal de Mat, quando eu estava fora.
Como sou obrigado a ficar muito tempo longe dela, sempre fico preocupado e pedindo para ela tomar muito cuidado com os convites de pessoas que ela não conhecesse direito. Eu sempre me preocupava com os riscos que Isa corria quando seu tesão era mais forte que a razão.
Ela tem uma grande necessidade de sexo e se eu a proibisse não adiantará nada, pois ela iria sair e talvez nem me avisaria.
Quem já leu nossos contos sabe que Isa tem um corpo que dá inveja em muitas garotas novinhas. Ela tem uma das bundas mais deliciosas que conheço, coxas grossas, seios pequenos e o mais importante: um fogo no sexo que faz qualquer cara deseja-la.
Normalmente frequentamos casas de swing e gostamos de transar nos quartos coletivos. Principalmente quando ela me deita de costas e vem sobre meu cacete, expondo aquela bunda para todos que estão no quarto, e ainda começa a cavalgar sobre meu pau, deixando qualquer cara tarado.
Mas foi num destes dias que eu não estava lá que ela conheceu Mat. A história deles já foi contada aqui no fórum.
Após aquela transa deles, ele ganhou a confiança dela, mandando mensagens elogiando-a e parecendo um bom rapaz (ele era pelo menos 15 anos mais novo que Isa). Ela sempre contava para mim sobre o Mat, e eu cheguei a ficar preocupado com o excesso de confiança dela no cara quase que desconhecido.
Enfim conheci o Mat. Nunca é um bom momento quando você conhece o cara que está comendo a mulher que você ama, mesmo sabendo que o relacionamento entre eles era puramente sexo.
Mat então nos convidou para irmos a uma festa que rolaria na casa de uns amigos. Isa perguntou que tipo de festa e ele explicou que teriam vários casais mas que possivelmente rolasse um ou outro sexo, normais em festas. Mas não seria uma suruba. Ela olhou para mim e aceitamos.
No dia marcado ela se vestiu com um vestidinho bem curto, que deixava suas coxas de fora. Resolveu não colocar sutiã, afinal seus seios eram pequenos mas bem durinhos, e que se comportavam muito bem dentro daquele tomara que caia.
Assim que chegamos na festa, ela gostou do ambiente pois era um salão não muito grande, sem janelas, e afastado do centro e dos bairros, o que permitia que deixassem o som alto sem incomodar os vizinhos. Percebeu que tinham outras meninas, mas bem mais homens. Deviam haver umas 10 meninas e uns 15 caras,
A festa estava animada e muitos já dançavam descontraidamente. Ela viu que duas meninas já estavam mais desinibidas pela bebida e deixavam os caras passarem as mãos em suas bundas.
Isa evitava bebida alcoólica, principalmente por saber que era fraca e ainda estava dirigindo.
Mat a pegou e trouxe para o meio do salão e, já alegrinho pelas batidas que estava tomando, começou a beija-la e abraçá-la pelas costas com força, o que fazia Isa sentir o seu pau duro rocando sua bunda. Enquanto isto eu me entretia com uma moreninha linda que já tontinha me abraçava e pedia para eu deixar minha namorada tranquila hoje e dar atenção a ela.
Logo vi quando Mat abraçou minha safadinha de frente e começou a levantar sua saia, deixando apenas sua minúscula calcinha cobrindo aquela bunda deliciosa. Outro amigo de Mat, um moreno forte e alto, veio e começou a encoxa-la e apesar do tesão ela pediu para pararem, pois todas as demais estavam se comportando e não havia ainda sacanagem no ambiente.
Todas menos a moreninha que estava já me encostando na parede, segurando meu cacete e beijando minha boca. Eu já enfiava minhas mãos por baixo do vestido da moreninha e apalpava sua bunda. Ela tremia de tesão e pedia para dar a ela esta noite o prazer que ela já viu dando para minha namorada em uma casa de swing.
Estranhei, mas ela explicou que muitos naquela casa já conheciam as loucas transas minhas e de minha garota e que quando entramos naquele ambiente, ela disse para o marido dela que hoje eles iriam matar a vontade de transarem conosco.
Perguntei pelo seu marido e ela apontou justamente para aquele moreno alto e forte que sarreava com Isa, junto com Mat.
Percebi que Mat e o marido da morena insistiam que minha garota participasse mais da brincadeira, mas apesar de insistentes pedidos dos caras e até mesmo de duas meninas que pareciam ser lesbicas e estavam se divertindo, minha gatinha não permitiu que levantassem mais sua saia.
Alias, as duas lésbicas eram lindas. Uma morena de olhos azuis e outra uma linda e dengosa loirinha, ambas bem gostosas. E não perdiam a chance de se beijarem e se acariciarem, na frente de todos. Elas já estavam quase nuas, apenas de calcinha e camiseta.
A noite foi passando e algumas garotas começaram a reclamar do comportamento de alguns caras e começaram a ir embora. Isa percebeu que ainda estavam todos os caras ali, mas bem menos meninas. Ela veio até mim, quando eu estava já com os seios da moreninha na boca e me chamou para irmos embora. Pedi para ela relaxar e a menos que começasse a ocorrer coisas que ela não gostasse, eu queria ficar.
O marido então disse que iria pegar umas bebidas para nós e eu aproveitei e fui ao banheiro. Foi nossa sorte, pois na volta do banheiro percebi que as duas lésbicas aproveitaram um descuido do moreno e colocaram algo em dois copos e disseram que elas levariam os copos. Sem perceberem, eu troquei os copos e segui quieto até Isa.
As duas safadas logo deram para mim e para Isa os copos que deveriam estar batizados. Como estavam os outros dois copos ainda na bandeja, propus um brinde e passei para elas os copos que haviam despejado o pó.
Assim que tomamos, percebi as duas voltarem para o canto da sala e de repente começaram a sentir tudo girando. Alguns caras ainda perguntaram o que estava acontecendo, mas eu disse que devem ter se dopado e que deveríamos deixa-las curtir a viagem.
Como as duas eram gostosas e caíram já com a camiseta levantada aparecendo seus seios e calcinha, vários caras já bêbados começaram a se aproveitar e arrancaram suas calcinhas e chupavam e se deliciavam com as meninas, que ainda tontas não tinha força para reagirem.
Aproveitei que dois garotos queriam ir embora mas sabia que estavam com tesão e queriam se dar bem na noite, e disse para eles aproveitarem que as duas estavam tontas e curtissem aquelas meninas. Mas alertei que não deveriam penetra-las pois estavam tontas e pouco conscientes.
Vi cada um dos garotos começar a se masturbar, olhando o corpinho nu das duas, até que gozaram apontando os paus para a cara delas. As vi ainda tontas reclamando dos garotos e tentando limpar a porra dos rostos.
Eu já estava sentado com a moreninha em meu colo, ainda de roupas mas com minhas mãos por dentro de sua roupa e acariciando todo aquele corpinho durinho.
Isa me alertou que quase todas as meninas tinham ido embora, mas que ainda estavam uns 10 caras inclusive o Mat e o marido da minha moreninha. Percebeu que as duas lésbicas já tinham se recuperado, se lavado e voltaram para a turma, uma brigando com a outra culpando pela troca dos copos.
Foi quando dois caras seguraram Isa pelos braços e a puxaram para um colchão que estava estrategicamente posicionado no canto. Isa olhou para mim e já viu a moreninha chupando meu cacete, então eu aprovei com o olhar que ela seguisse com os caras. Afinal eu estaria ali ao lado sempre!
Os dois caras a deitaram no colchão e a mantiveram segura pelos bracos, mas sem nenhuma força excessiva, apenas para apimentar a transa. Vi quando as duas lésbicas começaram a acariciar o corpinho delicioso de Isa, que a esta hora já estava totalmente nua. Inclusive a beijavam e desciam com as línguas até sua boceta.
Os caras que a seguravam se deliciavam com a visão e apertavam seus seios com força que até doía. Ela tentou gritar mas logo taparam sua boca. Uma das meninas, que estava lambendo sua boceta, parou e disse para ela:
“O Mat disse que você está acostumada a orgias, que gosta de vários caras te comendo. Então hoje você irá ficar feliz!”
Enquanto a morena engolia meu cacete, eu via os caras ainda mantendo os braços de Isa presos enquanto a moreninha de olhos azuis chupava sua boceta.
Um cara veio com o pau já duro e forçou que Isa o chupasse. Ela só exigiu que ele colocasse camisinha, abriu então sua boca e agasalhou aquele cacete com a boca, com certeza se excitando com a língua da garota. O cara socava o cacete até o fundo de sua garganta a fazendo engasgar, pois ele segurava sua cabeça por tras. Mas percebi que ela estava gostando.
Ela fechava os olhos de tesão, quando percebeu que passavam bastante gel em sua boceta. Isa abriu os olhos e viu que quem enchia sua boceta de gel era Mat. Ele estava com o pau duro e forçou a penetração, dizendo que ele iria comer ela primeiro aquela noite, antes de mim.
Eu escutei aquilo mas não me preocupei, pois naquele momento a moreninha já estava sentada em meu pau e cavalgava de maneira deliciosa.
Isa agora tinha um pau na boca e Mat arregaçando sua boceta com vontade, quando o cara que fodia sua boca começou a gozar. Ela então aumentou os movimentos com a boca para aumentar o prazer do cara enquanto Mat socava o cacete em sua boceta.
Nem mesmo quando Mat gozou a deixaram descansar.
A pegaram e jogaram de quatro sobre o encosto de um sofá e mais 5 caras revezavam entre sua boca e sua boceta. As duas lésbicas se deliciavam e se chupavam vendo a situação.
Minha putinha tentava chorar de tanto tesão, mas nem para isto tinha forças. Eu sabia que ela estava gostando, pois afinal ela gostava de suruba. Todos ali sabiam que aquela loirinha deliciosa estava lá com total consentimento para fazerem o que faziam.
Logico que todos usavam camisinha, ela disse que se deliciava vendo tantos cacetes saindo de sua boceta ou sua boca, com a camisinha recheada de porra!
Estavam quase todos saciados e Isa quis tomar um banho para se refrescar. Após o banho ela passou ao meu lado mas nem percebi, pois estava comendo a moreninha de quatro, e a menina delirava sob meu cacete.
Minha fofinha chegou a dizer que agora chega e que ela queria que eu a comesse, mas as duas namoradinhas vieram e disseram para ela que agora viria a melhor parte, e que o Pantera a queria limpinha.
Ela perguntou quem era o Pantera e as meninas começaram a rir e disseram para ela esperar e segurar a onda. Quando ela voltou para a sala viu que Mat já estava de pau duro novamente e disse que agora seria a melhor parte.
Ele a colocou novamente deitada de frente sobre o encosto do sofá. Neste momento eu desviei a atenção e vi quando Mat começar a lambuzar seu cuzinho de gel. Eu comecei a sentir ciúmes, pois aquele cuzinho ela dava para muito poucos.
Ainda mas sabendo que o Mat tinha um pau bem maior e mais grosso que o meu.
Mas parece que seu carinho naquele cuzinho estava dando certo, pois ela relaxou e empinou a bunda para cima, fazendo o próprio Mat tapar sua boca e começar a penetrar seu cuzinho, mas com muito cuidado.
Ela começou a sentir a cabeça entrar e tentou gritar, mas sua boca estava tapada e doeu muito quando Mat terminou de penetra-la, enfiando o cacete inteiro no seu cu. Ela começou a gemer alto enquanto eu aumentava a frequência de minhas socadas na boceta da moreninha, que agora já alternava entre sua boceta e seu cuzinho delicioso.
Isa quase desmaiou, mas Mat não estava preocupado e continuava a bombar quando o marido da minha moreninha chegou de frente e pediu para Mat tirar a mão de sua boca.
Descobri que ele era o tão famoso Pantera e estava com um cacete negro já duro nas mãos que Isa,
Minha menina, mesmo após ter sido arrombada por mais de 10 caras, ficou com medo de tão grande que era. A moreninha que eu estava comendo, disse que agora minha namorada iria receber o maior pau de sua vida. E continuou a trepar, agora me deitando de costas no chão e cavalgando sobre meu cacete que neste momento estava enterrado no cu da vadia morena.
O pau do Pantera devia ter uns 23 centimetros e era da grossura de uma lata de cerveja. Por mais que ele forçou, ela não conseguia receber aquele cacete na boca. Então Pantera com muita paciência e disse para Mat sair de tras pois ele iria penetrar sua boceta.
Antes disto as lésbicas vieram e trouxeram um pau de borracha, não tão avantajado como o do Pantera mas bem maior que do Mat. Uma sentou e puxou a boca de Isa para sua boceta enquanto a outra começou a esfregar a ponta daquele cacete de borracha na boceta de minha safada.
Incrivelmente Isa começou a sentir tesão com o cacete na entrada de sua boceta e aquela boceta molhada em sua boca e começou a chupar a menina, que se contorcia de tesão, até gozar na boca de Isa. Enquanto isto a outra penetrava o cacete de borracha e deixava sua boceta mais aberta para o cacete negro do Pantera.
Dai retirou o cacete de borracha de sua boceta, colocou bastante gel na entrada e também lambuzou o cacete enorme do negro. Isa olhou para mim, mas quando viu a esposa do Pantera gozando em cima de meu cacete, ela pediu para que o moreno a penetrasse, mas com muito cuidado.
Um outro cara veio de frente e disse para ela chupar seu pau e que iria sofrer menos. Ela então estava com aquele pau na boca quando sentiu a cabeça do cacete do moreno começar a forçar a entrada de sua boceta.
Ela estava já toda ardida de tantos paus que entraram, alguns carinhosos mas a maioria nem um pouco. Quando a cabeça entrou ela quase desmaiou, então o Pantera começou a colocar lentamente em um constante vai e vem até enfiar tudo na sua boceta. As duas garotas não acreditavam que aquela boceta estava conseguindo receber toda aquela tora.
Aquele cacete enorme na boceta e veio um tesão que ela nunca teve. O misto de tesão e dor fizeram ela gozar como não se lembrava mais que era possível. Ela gemia forte e pedia para o Pantera a penetrar com força e ele seguia seu pedido.
Então ela sentiu ele gemer aos urros e gozar em sua boceta. Pantera disse que há muito não gozava tão gostoso, enquanto ainda mantinha o cacete dentro dela. Todos vibraram quando ele tirou sua pica.
Neste momento a esposa do Pantera já tinha gozado e só faltava eu gozar naquela noite. Foi quando Isa veio e começou a chupar meu cacete e dizendo para eu gozar em sua boca.
Mas a morena disse que não, ela recebeu o gozo do marido e agora ela queria sentir meu gozo. Isa teve que ficar quieta quando eu fiquei em pé e a morena se ajoelhou em minha frente e pediu para encher seu rosto de porra.
Não demorei para encher aquele rostinho lindo, e que contraste ver a porra branquinha escorrendo aquela pele macia e morena.
Fomos embora, sem antes agradecermos ao Pantera e esposa pela noite maravilhosa.


Reportagem especial (UOL)
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