Enquanto Gustavo dormia... [a melhor parte]

23 de Setembro de 2018 Diêgo Melo Grupal 48

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Ontem, compartilhei com vocês uma gostosa aventura que tive, por intermédio de meu primo Gustavo. O que eu não sabia na ocasião era que aquela alegria teria continuidade no mesmo dia...
Meu primo Gustavo finalmente acordou quando já se passava das dezoito horas. Acordou assustado, levantou-se depressa, comeu alguma coisa e, imediatamente, ligou para Roberta, perguntando-lhe onde estava e o que faria à noite. Conforme contou, não parecia que Roberta havia pensado em algo substancial... ela ficaria em casa com a irmã, fazendo faxina... o que seria um problema, já que normalmente sábado à noite tem-se muita coisa para fazer em nossa cidade.
Dei um tempinho para não transparecer meu interesse nas meninas e, depois, tentei convencê-lo a insistir com elas, para que saíssemos e nos divertíssemos em algum lugarzinho bacana. Ele logo aceitou a proposta e retornou a ligação, chamando ambas para conhecer um bar novo que acabara de ser inaugurado bem próximo de onde eu morava. Foram longos minutos de negociação, até que elas concordaram... Nos encontraríamos às 20h, lá no bar mesmo.
Como a hora já estava bem adiantada, começamos nos arrumar. Tomei banho primeiro e estava me vestindo quando Gustavo entrou no banheiro para se lavar. Minutos depois, ele voltou para o quarto, nu em pelos e todo molhado, à procura de uma toalha para se secar. Foi aqui que entendi porque ele fazia tanto sucesso com as mulheres... embora muito peludo, ele era extraordinariamente dotado, ostentando uma chapeleta grande e grossa, com veias dilatadas e a cabeça em formato de cogumelo.
Entreguei-lhe a toalha que Roberta havia usado pela manhã. Emprestei-lhe também uma roupa minha, porque a que ele estava usando não tinha nenhuma condição de ser vestida novamente. Quando tudo estava pronto, fomos caminhando para o bar, com a intenção de chegarmos antes lá e já as esperarmos na mesa.
O bar não estava muito cheio, mas um bom número de mesas já estava ocupado. Havia uma banda local que cantava MPB ao vivo e os garçons já circulavam entre as mesas, servindo boas doses do Welcome Drink oferecido pela casa. Nos sentamos em uma mesa lateral, na varanda do bar, por ser um espaço isolado do restante do ambiente e porque lá era permitido fumantes. Não tardou muito até que avistássemos as meninas caminhando em nossa direção.
Roberta – como eu havia ilustrado no conto anterior – era uma mulher muito jovem e muito bonita. Tinha o corpo bem torneado, cabelos ruivos e estatura mediana. O corpo, do lado direito, era tatuado com um tribal que se estendia do ombro até à margem da bunda. Seus seios eram pequenos e firmes, o abdômen trincado e a bunda era bastante abundante e redondinha... A mulher que a acompanhava não ficava para trás: Ruth – sua irmã. Ruth era uma morena fenomenal, olhos castanhos claros, alta, seios que preenchiam bem o decote e um quadril que chamava muito a atenção de qualquer homem.
Elas se sentaram e pedimos, cada um ao seu gosto, as primeiras doses de caipirinha, além de uma tábua de frios para petiscar. A conversa foi ficando animada e as doses de bebida se multiplicaram muito, deixando-nos mais desinibidos. Depois de algum tempo, Roberta chamou Gustavo para uma dança e me deixou sozinho com Ruth. Ela trocou de lado da mesa e se sentou na cadeira contígua à minha.
- “Então, o moço é primo do namoradinho da minha irmã? – disse-me em tom sarcástico e provocador – “Tem namorada ou está procurando alguma coisa?”. Eu comecei a explicar-lhe que estava sozinho, mas que estava aberto ao que o destino me propusesse. Ela sorriu e me contou que o destino não parecia ser tão generoso com ela... desde que havia chegado na cidade, já tinha ficado com alguns caras, mas nada que durasse muito tempo, então desistiu de querer encontrar algo sério, para viver intensamente o calor de cada momento.
Sua mão, acompanhando o som de sua voz, se posicionou na minha perna, alisando-me lentamente em toda a extensão da coxa. Respirei fundo e, para afastar da mente, as fantasias que me assaltavam e que estavam deixando meu pau em riste, convidei-a para dançar também. Entre danças e bebidas, gastamos a noite inteira, sem ao menos perceber a hora passar, mesmo porque o atrito dos corpos somado à quantidade de álcool ingerida nos tornavam cada vez mais ousados na intimidade e nos toques, ali na pista de dança do bar.
Voltamos, cansados e suados, para a mesa e pedimos um drink bem gelado para refrescar. Olhamos em torno do salão, procurando Gustavo e Roberta, mas não os conseguimos encontrar. Ruth, então, me olhou com uma cara de safada e me disse que me daria um presentinho.... Imediatamente, meteu a mão por dentro de minha calça e segurou meu pênis, puxando-o para fora. Depois, se inclinou discretamente, como se fosse pegar algo que caira no chão, e me deu uma boa chupada na glande.... uma onda de calor percorreu o meu corpo e eu fiquei sem reação.
Depois de me dar aquele chupão, voltou à posição normal e cochichou no meu ouvido que Roberta lhe tinha contado tudo sobre o que havíamos feito no período da manhã, enquanto meu primo Gustavo dormia, bêbado, no sofá da minha casa.
Meu Deus! Que loucura! Fiquei paralisado. Se Gustavo descobrisse, podíamos ter uma confusão que estragaria nossa amizade por um bom tempo... Nesse exato momento, ele e Roberta regressaram à mesa e se sentaram. Vieram pedir que pagássemos a conta e fossemos ao meu apartamento, para terminar a noite em um ambiente mais relaxado. Concordamos. Fechamos a conta. Compramos cerveja e alguns petiscos no mercadinho da esquina. Em seguida, subimos para o meu apartamento.
A casa estava uma bagunça... Gustavo havia deixado louça suja na sala, toalha jogada na cama, o chão do quarto estava todo molhado... mas, aparentemente, ninguém se incomodou com isso. Pelo contrário, as meninas até riram, dizendo, por brincadeira, que casa de homem é daquele jeito mesmo.
Roberta e Ruth prepararam os petiscos e trouxeram cerveja para todos, enquanto isso Gustavo me chamou em um canto reservado da casa e me disse, baixinho, que sabia de tudo. Eu gelei. Antes, porém, que eu tentasse me justificar, ele me falou que deveríamos fazer de novo, porque ele queria ver Roberta fudendo comigo... Mas, e Ruth? Como seria tudo aquilo?... Guardei para mim estas inquietações e fomos juntos para a batalha.
Nos sentamos na sala, um ao lado do outro. As meninas, se entreolhando com confidencialidade, se aproximaram de nós, dançando uma dança muito sensual e se sentaram em nosso colo e nos beijaram em um ritmo tão frenético, que não dava mais para escapar da armadilha. Meti a mão nos seios de Ruth, puxando-os para fora do decote, e comecei a chupá-los com sofreguidão, enquanto minha mão vencia a barreira de sua saia e buscava alcançar sua buceta. Meus dedos, com agilidade, se meteram por debaixo da calcinha minúscula que ela usava e mergulharam-se naquela cavidade quente e ensopada, em torno da qual se aninhava um ralo tapetinho de pentelhos. Ela gemeu e, cheia de tesão, me puxou pelos cabelos a fim de me dar mais um de seus beijos colossais.
Nos livramos das roupas e continuamos nos beijando com a ferocidade de dois animais no cio, ao mesmo tempo que nossas mãos exploravam cada centímetro um do corpo do outro. Ao nosso lado, também Gustavo e Roberta estavam completamente nus e se ocupavam das mesmas obrigações.... Roberta, neste sentido, era muito mais ousada, ao invés de gastar tempo com estas carícias preliminares, ela já estava com o pau de Roberto atolado dentro de si, cavalgando-o com destreza.
Ruth, seguindo o ardor dos sentidos, escorregou seu corpo até o chão e passou a me chupar, como havia começado no bar... primeiro, lambendo e acariciando a glande, depois o engolindo o máximo que podia... seus movimentos eram generosos e ela parecia mesmo está aproveitando o momento. Enquanto ela se deliciava com minha benga, eu não conseguia tirar os olhos do corpo escultural de Roberta e do cacete de Gustavo desaparecendo e reaparecendo naquela sua buceta carnuda e gulosa... Gustavo, de repente, abraçou com força o corpo de Roberta, soltou um urro, e deixou-se cair para trás. Roberta ergueu-se um pouco, deixando cair de dentro de si o pênis amolecido. Logo em seguida, via-se escorrer de sua buceta uma porçãozinha branca do esperma que Gustavo despejou ali.
Ruth, continuava a me chupar com volúpia. Puxei-a para cima do meu corpo e voltei a beijá-la nos lábios, no pescoço e nos seios e meti novamente minha mão entre suas pernas. Minha intenção era excitá-la ainda mais, antes de também lhe proporcionar, com a língua, o mesmo prazer que ela me dava. Mas não tive tempo para agir... de repente, senti outra coisa quente a envolver meu pênis... tentei olhar, mas Ruth me tapava a visão. Pelo modo que mamava, logo percebi que era Roberta quem estava se divertido com o meu cacete... Vibrei de emoção. Nunca eu havia passado por uma aventura destas... duas mulheres lindas e gostosas fudendo comigo, enquanto no sofá do lado, meu primo Gustavo – com cara de puta safada – nos olhava e batia uma baita punheta.
A cena era de enlouquecer qualquer pessoa. Deixei Roberta mamar mais um pouco, enquanto levava Ruth a um estranho orgasmo. Em seguida, me desvencilhei da boca de Roberta e, pondo Ruth de quatro, enfiei meu pau na sua xoxota apertada. Que delícia! Cada vez que eu metia minha vara naquela bucetinha, aquela putinha uivava de tesão. Além disso, eu podia ter a maravilhosa visão de Ruth passeando com a língua por entre as pernas de Roberta, ora se dedicando ao seu proeminente clitóris, ora deslizando a língua por toda a extensão dos grandes lábios, quase chegando a lamber o ânus.
Logo Gustavo também entrou na farra, fazendo Roberta chupá-lo novamente. Sua pica rígida, com suas veias sobressaltadas e com aquela cabeçona roxa no formato de cogumelo, entrava e saia com uma velocidade frenética na boca da ruiva, me premiando com uma cena verdadeiramente hipnotizante. Eu metia, cada vez, com mais força em Ruth e ela gemia, cada vez, mais alto. Chegamos no extremo e gozamos juntos. Gustavo aproveitou a deixa e puxou Roberta para junto de si, finalizando aquele nosso momento com uma generosa esporrada no cu da moça.
Estávamos todos ofegantes. Bebemos mais algumas coisas. Tomamos banho juntos e passamos à noite ali naquele espaço de nossa melhor transa.


Reportagem especial (UOL)
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