Sofri estupro múltiplo no trem

25 de Outubro de 2018 Marcela Grupal 280

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Sofri estupro múltiplo no trem

Tenho dezenove anos, sou uma garota de pele clara e olhos castanhos, ruiva e um pouco sardenta, corpo bem feito com uma bunda bem redondinha, coxas grossas e seios bem desenvolvidos.

Moro num bairro bem afastado do centro e graças aos céus, consegui um emprego temporário num escritório de advogados. Está chegando a época da declaração do imposto de renda e assim o escritório abriu seis vagas temporárias e eu tive a sorte de ser uma das escolhidas.

Faço técnico de contabilidade à noite, numa escola perto de minha casa e para chegar à tempo no curso, a única opção que tenho é ir de trem, pois de ônibus demoro muito mais. Este é o inconveniente que enfrento, pois detesto viajar de trem, sempre lotado e como minhas amigas dizem, sempre tem uns abusados que adoram encochar as mulheres.

Nas primeira semana, tudo bem. Vou de ônibus para a cidade e na volta, de trem. Apesar de estar sempre lotado, não tive maiores aborrecimentos. Em uma ocasião, fui importunada por encoxador, mas me afastei e olhei de cara feia para o sujeito e ele me deixou em paz.

Na semana seguinte a coisa foi bem mais séria. O vagão estava botando gente pelo ladrão. Eu estava quase que esmagada, segurando com dificuldade a alça de apoio. Senti por atrás que o sujeito me apertava, colado na minha bunda. Olhei de soslaio e observei que era um mulato enorme, que também segurava a alça com as duas mãos.

Nem tentei me afastar dele, porque à minha direita, estava um homem mau encarado fedendo pra caralho, acho que não tomava banho a mil anos e a minha esquerda, um gordo, que arriscava uns olhares para mim...se achando o gostosão. Achei por bem ficar onde estava, com o mulato colado na minha bunda. Nem por um momento ele tirou as mãos do apoio.

Meu receio era que ele usasse a mão para me bulinar, como fez o sujeito na semana passada. Mas o mulato não fez nada disso, continuou grupado em mim e até achei um pouco estranho, que não sentisse o volume dele no meio de minha bunda, pois isso seria natural, do modo que estávamos colados.

Foi assim pensando, que me pareceu sentir algo no meio de minhas nádegas.... o treco dele estava despertando. Tudo maldade minha, tão colados estávamos que seria normal sentir a ferramenta dele lá embaixo.

Mas não foi bem assim. Com o balanceio do vagão, ele ia e vinha e toda vez que vinha, o membro do mulato se avolumava cada vez mais. Vi que ele continuava com as duas mãos na alça....tudo bem.

A minha saia com aquele negócio duro a me cutucar, já estava “introduzida” no meio de minhas coxas. Passei a gostar disso. Não havia nada de mais, ele estava com o membro dentro das calças e eu com a calcinha e o tecido da saia, um sarro assim até que é delicioso, tudo protegido pelas nossas roupas.

Só não gostei quando o mulato tirou as duas mãos do apoio e me surpreendi quando as senti apoiadas em meu ombro. O que ele queria com isso?

Quando ele desceu as mãos, fiquei com muito medo, o mulato as colocou em torno de minha cintura. Quase me borrando, tirei as mãos da alça e fiz força para me soltar do forte abraço, fazendo muito esforço envolvi seu pulso e mais que fizesse, o mulato não afrouxava o abraço de urso.

Com ele fugando no meu cangote, tive coragem e baixinho pedi que me soltasse, senão iria gritar.
A reação dele, foi encostar sua boca no meu ouvido e sussurrar:

- Não faça isso, querida.... acho que não vai adiantar nada.....olhe o pessoal ao teu lado...... todos estão louquinhos pra te agarrar. Veja...alguns outros passageiros estão se juntando ao nosso redor. Só eu posso botar esta turma pra correr.

Ainda insisti e quase chorando, implorei que me soltasse. O safado fez de conta que não me ouvia e começou meter a ponta da língua em minha orelha, me lambendo e beijando. Fiquei arrepiada com isso e tentava virar o rosto, então a beiçola do mulato, começou a lamber e chupar o meu pescoço e ombros e por mais que fizesse, não conseguia me livrar do abraço em torno de minha cintura. Não sei bem, mas acho que não fiz muita força para sair dele.

Olhei para o gordo ao meu lado, num pedido mudo de ajuda, mas me assustei com o que vi. O filho da puta estava vendo o mulato me agarrar e com os olhos vidrados de desejo, rindo passou a língua em torno dos lábios e deu um risinho safado. Do outro lado o fedorento, estava levando a mão em direção ao meu seio. Só parou quando o mulato notou o que ele tentava fazer, lhe disse:

- Se tu quer continuar a viver se afaste cara....está aqui é minha.


Meu Deus! Onde eu tinha me metido? Num vagão super lotado estava sendo encochada por um; com muitos outros “aguardando” a vez. Que mundo cão é esse!


O safado não parava de lamber e chupar meu pescoço e ombros e quase me sufocava com a força do seu abraço. Tão assustada estava que quando percebi, minha saia estava levantada pouco abaixo de minha cintura e o pior de tudo, o pênis do mulato estava entre minhas coxas, carne com carne. Fechei as pernas com força e com isso prendi a cabeçorra entre elas.

Ele voltou a lamber minha orelha e sussurrou para mim:

- Abra as pernas, querida. De nada vai adiantar. Se não vou te deixar aos cuidados destes outros, que querem te jantar.

Meu Senhor! O que fazer?

Estava no mato sem cachorro! O cara estava com o pau no meio de minhas coxas e me beijava e lambia no rosto, pescoço e ombros. Não sei que foi esta a razão ou o medo que me fez ir afloxando os músculos de minhas coxas.

Agora ele se mexia em minha bunda com a cabeça do pau, querendo entrar em mim, mesmo com a calcinha junto.

Tive de abafar um grito, quando a calcinha foi arrancada em duas e o pênis se intrometer no meio dos meus lábios vaginais. Engoli em seco quando o mulato entrou por inteiro dentro de mim.

O pau enorme entrava e saia de minha boceta com movimentos rápidos e dava para sentir as bolas e os pentelhos tocando em minha bunda. Confesso, que aquele filho da puta me fez gozar como nunca. Esqueci que estava dentro de um vagão de trem, fechei os olhos e deixei rolar, me deliciando com a enormidade do negro, acho que duas vezes maior do que o do meu namorado.

Nem sei como aconteceu, mas logo depois do meu primeiro orgasmo, estava sem a blusa e sem sutiã e as enormes e calejadas mãos dele amassavam meus seios como se fossem massa de pão. Podia sentir a boca dele chupando meu pescoço e o ombros, acho que deixando marcas, pois minha pele é muito sensível. Não deu para resistir, pois ele me tocava nas partes do corpo mais erógenas, os seios, pescoço e o hímen. Os estímulos sexuais nestas zonas, me fizeram dar um berro quando o segundo orgasmo tomou conta de mim e todos no vagão escutaram o meu grito e os seguidos gemidos. Não era eu ali e sim uma femea em pleno cio, transando com um macho agarrado em sua costa.

Não havia nada mais a fazer.... estava sendo estuprada em público dentro de um vagão de trem que seguia lotado para o meu bairro. O negro não permitiu que descesse na minha parada e continuou a me violentar até o ponto final da linha. Eu estava quase que em orbita, depois dos violentos orgasmos, O mais alto grau de satisfação sexual de toda minha vida, coisa que nunca senti com o meu atual namorado e nem com os outros dois anteriores.

Totalmente entregue e mole, percebi quando o gigante negro me deitou no piso frio, tirou o restante de minhas, montou por cima e desta vez a monstruosidade dele entrou em meu cu. Sempre gostei de sexo anal, mas o modo violento dele, me fez berrar de prazer novamente. Senti quando tirou vara de dentro e logo depois um outro caralho entrar no meu rabo, senti o fedor, era o homem mau encarado e fedorento. Gritei e tentei rolar o corpo para que o porco saísse de mim. Meus cabelos foram seguros e ele empurrou minha testa contra o piso do vagão com força e eu apaguei.

Logo em seguida, gemendo com a testa doendo, arrasada, totalmente nua, caída no piso frio, olhei ao redor em busca de minhas roupas, bolsa e sapatos. Levantei os olhos e apavorada vi uns sete ou oito homens em volta de mim, alguns com os caralhos já fora das calcas.
Berrei aterrorizada quando os vi se inclinando em minha direção.

Por horas, sofri estupros múltiplos, com eles me penetrando algumas vezes em dupla. Não satisfeitos me fizeram engoli porra de dois ou três deles. Não resisti a barbárie e apaguei.

Acordei totalmente atordoada, com meu corpo bastante dolorido e com tudo escuro e silencioso ao meu redor. Ainda estava dentro do vagão e nua. Não vi nem o cheiro de minhas coisas, apesar de tatear a procura delas. Consegui ficar em pé, ainda que com alguma dificuldade.

O trem estava parado numa estação qualquer no fim do mundo. Pela fraca luz que vinha da plataforma, vi o relógio pendurado no teto..... três e vinte da madrugada. Minha nossa! Fiquei desacordada quase metade da noite, sendo submetida as taras daqueles animais e meu corpo é a testemunha do que sofri nas mãos deles.

Por sorte, consegui abrir umas das portas do vagão e pulei para a plataforma. Necessitava pedir ajuda a alguém. Sai cambaleando a procura de um acesso ao salão da estação, no entanto todas as portas de vidro estavam trancadas. Me sentia muito mal, com tudo rodando em minha volta. Avistei luzes do outro lado dos trilhos e para lá me dirigi. Quebrei a cara, pois era apenas uma lâmpada, limitando o terreno da estação. Um muro alto de alvenaria impedia que saísse por ali.

Exausta, me encostei junto ao muro e desisti de tudo. Ficaria ali até que fosse encontrada por alguém. Fechei os olhos e acho que adormeci por instantes. Escutei vozes junto a mim e assustada abri os olhos. Tremi de medo ao ver o grupo que me olhava, Eram cinco maltrapilhos moradores de rua. Três homens e duas mulheres.

Uma mulata feia como o diabo, fedendo como gambá, se agachou, me olhou por inteiro e perguntou o que eu estava fazendo ali. Tremendo de medo, muito mais que de frio, consegui dizer que fui atacada e estuprada. Um dos sujeitos ao lado da maltrapilha disse: Ela é muito gostosinha, vamos dar um trato nela.

Meu Deus! Do lado de dentro daquele muro, junto a ele, sobre um terreno irregular, cheio de pedras e fedendo a mijo e a fezes, fui atacada pelos cinco, digo cinco porque a mulata fedorenta e a velha desdentadas, também se serviram como bem entenderam do meu corpo. Os três vagabundos entravam e saiam de dentro de meus dois buracos, como que estivessem comendo o último prato de comida de suas miseráveis vida, depois do que a mulata passou a lamber minha boceta, sugando dela, toda a imundície deixada pelos caras. A velha desdentada sugava meus seios, acho que querendo tirar leite.

Para mim, nada mais tinha importância nesta vida. Quase que em estado de choque, sentia meu corpo ser virado e revirado sobre os pedregulhos do terreno, com pernas e braços quase sendo arrancados, enquanto era “jantada” pelo quinteto. Pude sentir quando eles me levantaram do chão e fui sendo carregada, acho que para a toca deles e então logo depois, escutei vozes altas e sons de passos de gente correndo. Do modo como estava “destruída”, não soube o que estava acontecendo em minha volta; só senti quando eles me soltaram e caí com força no chão duro e então apaguei de novo.

Entreabri os olhos e pude ver vultos em minha volta e escutar: Onde vocês a encontraram..... Fizeram muito bem em a trazer....obrigado rapazes.
Pude ver dois rapazes e duas moças se afastando e intimamente agradeci a Deus e pedi proteção aos quatro seres humanos que me encontraram.

Estava sendo conduzida sobre um carrinho, abri os olhos e vi olhos calmos me olhando e dizendo que estava tudo bem, que eles iriam cuidar de mim e adormeci com um sorriso no rosto.

Fiquei hospitalizada por quase seis meses, sob severo tratamento das doenças sexuais que recebi como herança daqueles animais que se dizem gente, fora que me submeti a algumas cirurgias para ser costurada por dentro, no ânus, na vagina e em outras partes de meu corpo.

Hoje, totalmente recuperada, voltei a minha rotina, mas nunca mais entrei em um trem. Como herança da minha desdita, quando transo com meu namorado, agora noivo, me vem à lembrança daquela noite miserável e então meu apetite sexual some na hora, mas escondo dele e até simulo o orgasmo. Infelizmente em razão disso, o noivado não prosperou.
Espero que com o tempo fique curada emocionalmente e possa sentir prazer sexual novamente.


FIM

Autora: Marcela

Sadismo erótico


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