Minha Aluninha, uma transa maravilhosa

14 de Agosto de 2017 BetoProf Heterosexual 1714

Olá pessoal, quem já leu meus contos sabe que sou Professor moro sozinho, leciono em uma faculdade da região, já contei algumas histórias relacionadas ao erotismo que ocorreram comigo, sempre digo que eu evito ao máximo ter algum tipo de relacionamento com alguma aluna que estou lecionando, mas aqui mesmo vocês já leram que nem sempre isso é possível, mas procuro antes de mais nada ter certeza que a pessoa não vai poder causar nenhum dano em minha carreira, o que preservo muito.

Pois bem leciono para turmas de diversas áreas como sempre uma matéria ou outra acabado sendo sobre tecnologias eu acabo tendo um leque bastante grande de áreas para lecionar, entre estas turmas uma delas de Engenharia Florestal, onde basicamente 90% da turma são mulheres, não me perguntem porque, mas isto é fato em minhas turmas, claro que sempre tem homens que fazem não estou aqui falando que só mulheres fazem engenharia florestal.

Em uma destas turmas no ano passado, mais precisamente em 2016 para quem ler este conto no futuro(rsrs), estudava uma aluna que me chamava muito atenção, já tive pensamentos deliciosos com ela nos meus devaneios antes de dormir em uma noite qualquer, nome dela? Joana.

Joana era uma menina com seus 20 aninhos recém vindo do ensino médio, que acabará de entrar na faculdade, cheia de si, super comunicativa fazendo com que ela fosse sempre o centro das atenções das aulas, questionadora (já adianto que todo professor gosta deste tipo de aluna(o), os que questionam, os que tornam as aulas dinâmicas), para que possam visualizar ela, Joana era o tipo patricinha e eu viria a saber que o pai dela tinha uma empresa no ramo de metais na cidade, corpo magro, mas aquele magro de academia e não esquelético, sempre com um bronzeado em dia certamente por fazer bronzeamento artificial pois sempre em qualquer dia do ano ostentava uma marquinha de biquíni deliciosa, uma bundinha arrebitada de quem cultiva a base de muita malhação, cabelos longos castanhos cacheados, um peito siliconado que fazia questão de deixar amostra com decotes muitas vezes ousados que vinha para a aula e um sorriso sempre branco para contrastar com seus olhos azulados, enfim era uma menina além de muito simpática, bastante atraente. Era o tipo de menina que fazia as coisas acontecerem sempre estava a frente de tudo que acontecia para benefício da turma, não foi diferente quando a turma no final do ano resolveu fazer uma festa de encerramento, a grande maioria da turma topou, professores foram convidados e o local escolhido, fora cedido por uma empresa de formaturas já visando o fornecimento do serviço para a turma.

O dia combinado foi uma sexta feira, o pessoal se reuniria lá pelas 19 horas para iniciar a festinha de encerramento de ano da faculdade, eu já havia confirmado me dava muito bem com todos da turma, todo professor tem suas turmas preferidas, porem também avisei que não poderia chegar neste horário pois tinha aula ainda e teria que vir após as 8:30 .

Cheguei no lugar, por volta das 9:30 da noite, por estarem la já desde as 7 da noite, já tinha gente falando mais alto com os ânimos já ativados por causa da cerveja, todos sabem como funciona estas festas de faculdade, eu tinha ido com a intenção de ficar um tempo e depois ir para cara, somente para não falarem que eu tinha perdido, mas chegando lá vi que nenhum professor compareceu a festinha deles, e fiquei ouvindo por uns 30 minutos como eu era gente boa, por ser o único que tinha ido lá.

O local era muito bacana, uma casa no alto de um morro onde daria pra ver parte da cidade, um deck com piscina e uma área de festa bonita e grande com mesa de sinuca e mesas de jogos, prontamente Jorge um aluno que estava fazendo os petiscos me trouxe uma cerveja, e fiquei conversando com o pessoal, fui até a mesa de sinuca e joguei umas partidas com os meninos da sala, o som estava bem alto devido a umas caixas de som que o ambiente tinha, já preparado o lugar para receber estas festas de universitários, aumentavam o som a medida que a bebida ia fluindo em suas cabeças.

Não demorou muito e eu já estava alegrinho também falando com todo mundo, contando piadas, falando de causos que ocorriam em sala de aula, tinha o grupinho dos mais estudiosos, o grupinho dos que não gostavam tanto assim, o grupinho das meninas que ficavam somente dançando, e claro a Joana que conversava com todo mundo, como se fosse a recepcionista de um grande evento, havia sido ela a organizar a festa e conseguir o lugar e tudo mais.
Logo me encostei perto da pista para ver o pessoal dançando e festando, continuei bebericando minha cerveja, até acabar e repousar a latinha sobre a bancada da churrasqueira, imediatamente Joana veio e perguntou se eu não queria mais uma, eu respondia que podia ser fazendo ela se virar e ir em direção ao freezer buscar uma cerveja, claro que eu analisei como ela estava vestida, toda de preto com uma calça negra fechando em sua cintura com um cito mantendo por dentro uma camisa de frente única com uma abertura que iria até o seu umbigo, foi quando vi que ela tinha uma tatoo nas costas escrita “No pain, no Gain”, a medida que ela se afastava Jorge chegou perto de mim e disse: -“HOJE ELA ESTA MARAVILHOSA NÉ PROFESSOR?”, “DEMAIS” eu respondi, Jorge continuou falando: - “SOUBE POR FONTES QUE ELA NÃO PARAVA FALAR SERA QUE O PROFESSOR BETO NÃO VEM?”, e quando ela se aproximou Jorge na cara dura falou eu falei que o professor vinha visse, ela prontamente ficou vermelha tentando disfarçar falando que não tinha entendido porque dele falar aquilo, me entregou a cerveja e começou a falar do lugar, do curso, ficamos um tempinho conversando até reparei alguns alunos olhando e rindo, uma situação delicada então eu disse: -“VAMOS LÁ COM O PESSOAL PORQUE JÁ ESTÃO FALANDO GRACINHAS DA GENTE”, então ela perguntou se eu dançava respondi que não, ela me puxou e me levou lá para meio das meninas que estavam dançando eu claro com meu jeito meio desengonçado ensaie uns movimentos, fiquei um pouco ali e me afastei novamente voltando a conversar com o Jorge.

Em certa altura da noite Jorge me alertou: - “MEU PROFESSOR OLHA ISSO, A JOANA NÃO PARA DE OLHAR PARA O SENHOR”, Então busquei contato com ela, a medida que ela ia dançando nossos olhos se cruzavam e ela sorria, quando começou a tocar funk as meninas enlouqueceram a bebida já havia subido na cabeças, todas dançavam até o chão, Joana dançava olhando pra mim, colocava o dedinho na boca a descia até o chão.. A volume na minha calça era inevitável, aquela carinha de sapeca, comecei a imaginar mil e uma coisas naquele momento, Joana dançava me provocando, naquele momento eu sabia que se essa menina quisesse ela faria tudo que ela quisesse comigo, e quando ela se aproximou indagando: -“NOSSA PROFESSOR COMO O SENHOR ESTA VERMELHO”, “É ACHO QUE ME DEU UM CALORÃO” disse para ela, ela espertinha sabia do que eu estava falando, então me disse: -“UMM ACHO ENTÃO QUE PRECISAS APAGAR ESSE CALOR AI” e saiu rindo, já estavam todos muito bêbados algumas pessoas já foram embora, já estávamos todos sentados conversando, as bebidas já não desciam como antes aos poucos todo mundo ia saindo e indo pra casa, restando apenas eu a Joana e algumas amigas do grupinho dela, que certamente já sabiam da intenção dela pois quando eu me levantei e disse que ia embora ela rapidamente disse : - “BEM QUE O PROFESSOR PODERIA ME DAR UMA CARONA, NÉ?”, na hora eu nem pensei isso tinha sido tão de surpresa que só respondi “CLARO, MAIS ALGUEM TA AFIM DE UMA CARONA, APROVEITEM QUE NÃO VAI SER SEMPRE?”, as meninas riram mais nenhuma delas quis, todas tinham carro ou iriam de carona com alguém que estava ali, por isso quando me despedi delas na minha mente só passava a ideia de que as amigas dela tinham carro e ela pediu uma carona pra mim, confirmando o que já tinha visto a noite toda, iria rolar algo.

A medida que eu e ela íamos se aproximando do carro, minha rola insistia em ficar dura só imaginando nós dois dentro do carro, como eu tinha chego por último tive que deixar meu carro em uma ruazinha transversal da rua que era a casa, por ser uma casa não tinha mais como estacionar ali na frente, quando entramos no carro Joana já foi falando: - “NOSSA DEIXOU O CARRO ESCONDIDO É PROFESSOR”, meio sem graça eu fui dizendo o motivo de ter estacionado ali, ela com aqueles dentes brancos sorrindo disse que estava brincando, então disse que ela estava engraçadinha hoje, e perguntei aonde ela morava, me surpreendi quando Joana disse: - “PROFESSOR BEM QUE A GENTE PODERIA TORMAR UMA SAIDERA EM ALGUM LUGAR POR AI NÉ, NÃO QUERIA IR PRA CASA AGORA”, eu soube exatamente o que ela queria então eu disse: - “CLARO QUE PODEMOS, MAS ANTES EU PRECISO FAZER UMA COISA”, como já estava alegre também me inclinei em direção a ela e dei um beijo gostoso naquela boca que eu desejei durante a noite toda, ela envolveu a minha cabeça com as suas mão posicionando ela atrás da minha nuca, eu passei a minha mão por trás dela repousando-a em suas costas nuas devido a roupa que ela usava de frente única, e ficamos nos beijando por uns 5 minutos sem parar para respirar, parecia que os nossos corpos ficaram a noite toda contando os minutos para se encontrarem, a sua boca era maravilhosa, o seu beijo melhor ainda, aquele beijo que se encaixa perfeitamente, parecendo que foram treinados para se movimentar de forma que uma boca roubasse o melhor da outra.

Após este longo beijo me afastei e disse a Joana: - “FIQUEI A NOITE TODA IMAGINANDO SE TE BEIJARIA”, Joana sorrio e disse que ficou imaginando a mesma coisa, não saberia como chegar em mim, então disse que ela foi bem clara quando pediu uma carona, eu sorrio e disse: -“FUI NÉ?, QUE VERGONHA O QUE VOCÊ VAI PENSAR DE MIM?”, Eu respondi pra ela que não iria pensar nada, disse que gostei e que se não fosse isso provavelmente não teria beijado ela pois cuido muito com este lance de Professor e Aluna, então perguntei aonde ela gostaria de ir, então ela respondeu tudo que alguém quer escutar neste momento, “ME LEVE AONDE VOCÊ QUISER PROFESSOR, QUERO VER SE TEM BOM GOSTO”, Bom na hora pensei em levar ela par ao motel mais próximo, mas resolvi surpreender pois sabia que ela era patricinha, então disse pra ela que levaria ela até meu apartamento que lá teria uma Champagne para finalizarmos a noite, somente me preocupei com o horário pois já passava da 1 hora da manhã, ela me respondeu que a mãe dela tinha levado ela e que já tinha combinado de dormir na casa da Fran, outra aluna, isso só confirmou que realmente as amigas delas ali sabiam o que estava acontecendo, então liguei o carro e fomos para o meu apartamento, conduzi a Joana até a sacada onde tenho um sofá com chaise, por ser no último andar a sacada é um pouco maior do que o convencional, então peguei um baldinho coloquei gelo enterrei a Champagne, e levei até a sacada sentamos abrindo a garrafa disse enchendo o copo dela, que veríamos o sol nascer ali, logo que terminamos a primeira taça puxei ela para perto de mim tirei a taça da mão dela e comecei a beija-la novamente, depois de um tempo me afastei dela e disse para Joana: - “QUE BEIJO BOM”, Ela já estava com aquela carinha de desejo, me puxando pra perto dela novamente e me beijando, o beijo estava delicioso, o meu PAU já estava querendo saltar pra fora da calça quando levemente Joana repousa a mão por cima da calça dando leves apertadinhas no meu pau, me deixando ainda com mias tesão, continuamos nos beijando era um beijo com tesão, um beijo lambusado, hora com mordidinhas nos lábios e chupadas na língua, deslizei minha mão através do pescoço de Joana, passado pelo tórax, e fui penetrando a mão pelo seu decote, que por ser bem generoso facilitou muito a minha vida, senti o peito dela em minhas mão durinho com seu bico saltado pra fora, dei uma leve apertada, Joana que já havia chegado com a sua boca até a minha orelha deu uma leve gemida, com cuidado fui abaixando ela até que ela ficasse totalmente com as costas no sofá, e fui beijando seu pescoço descendo bem vagarosamente para passar por toda parte em que minha boca passasse dando beijinhos e lambidinhas, fui fazendo o caminho exato que minha mão fez minutos antes, descendo pelo tórax, como Joana estava sem sutiã até pela roupa que ela estava usando, o meio dos dois peitos ficou exposto então fui descendo com minha boca até chegar bem no meio, com minha mão puxei levemente o decote dela para o lado, deixando visível seu peito que apesar de ser com silicone não era enorme, era exatamente condizente com seu tamanho, durinhos apontados para cima, rapidamente cheguei com a boca nele, chupando-o, sugando com força algumas vezes arrancando suspiros dela, de repente Joana puxa minha cabeça pra cima: -“Ninguém vai nos ver aqui?”, mostrei pra ela que minha sacada dava de frente com um morro que não tinha residências ali, e que os apartamentos não tinha como ver a sacada um do outro por serem separados por um vão, que ficaríamos ali vendo o céu, então ela relaxou e empurrou minha cabeça novamente para o seu peito.

Eu que adoro preliminares fiquei um tempo chupando e sugando os peitos da Joana, eram gostoso, ela era cheirosa, aquele cheiro de creme pelo corpo me deixava mais louco de tesão ainda, fui descendo lentamente passando para seu umbigo, beijei lambi seu umbigo e sua barrida, arrepiando ela, enquanto minhas mãos retiravam o botão da calça dela, puxando-a m pouquinho para baixo, fui beijando descendo até chegar na barra da calcinha, colocando minha língua entre a calcinha e a sua barriga, lambi de um extremo a outro a sua barriga, Joana estava com uma calcinha preta cominando com a sua roupa de rendinha no estilo fio dental, somente a parte da frente de rendinha.

Então fui lentamente tirando a sua calça, passando pelo seu joelho, segurando delicadamente sua perna tirei primeiro uma das pernas, dando um beijinho no seu pé, depois retirei a outra perna e novamente dei um beijinho no pé, escolhi uma das pernas e fiz o caminho de volta também beijando-a primeira o pezinho, depois a canela, beijei o joelho dela, Joana nesta altura já levará uma das mão por cima da sua calcinha, esboçando um movimento de masturbação, fazia em círculos soltando gemidinhos leve e arcando seu corpo, então cheguei com minha bota em sua coxa, subi até a altura da sua bucetinha retirei a sua mão de cima, e dei um beijo por cima de calcinha bem no meio da sua bucetinha, com as duas mãos coloquei meu dedos no lado do seu quadril segurando a alcinha da sua calcinha, e puxei lentamente também para baixo, retirando com cuidado e repousando sua calcinha em cima da mesinha ao lado das taças, então abri um pouquinho as pernas da Joana para me deparar com a sua bucetinha carnudinha, abertinha, com lábios grossos que ficavam pra fora e notar um filetinho de liquido já saindo da bucetinha dela, e se alojando na pele que fica entre a sua bunda e a buceta, sabia que se tratava dela molhadinha, sabia o sabor que esse liquido tinha, sabor de tesão, sabor de excitação, então coloquei minha linga quase no cu da Joana um pouquinho a frente bem no começo da pele que separa os dois, e fui puxando minha língua recolhendo todo aquele liquido de excitação, que escorria da sua bucetinha, o cheiro que exalava dela aumentava ainda mais o meu tesão, então chupei aquela buceta alterando a pressão que eu exercia nela, hora com movimentos suaves hora com movimentos mais severos, sentia que eu pressionar com mais força abrindo os lábios da buceta ela e tocando em seu clitóris Joana dava gemidas que funcionava com uma música sexual para meus ouvidos, me deixando maluco me deixando possuído, aliás possuir era a palavra que ecoava em minha mente, possuir aquele corpo.

Joana puxou minha cabeça pra cima, então questionei se não estava gostando, ela respondeu que estava ótimo mais que não queria gozar assim, que queria gozar comigo dentro dela, nessa hora quase eu gozei somente com as palavras dela, então ajudei ela a retirar a blusa que estava vestindo deixando ela peladinha, enquanto ela desabotoava a minha calça puxando para baixo, e retirando meu pau pra fora, enquanto com uma mão ela baixava ainda mais minha roupa com outra ela já começava a me punhetar, que mao macia, gostosa, sua unhas pintadas de vermelho ferraria em movimentos de ida e vinda, deixava exposto a cabeça da minha pica, e em segundos a cobria novamente no movimento de vai e vem.

Retirei a minha camisa, passei meus pés deixando minha calça e minha cueca no chão, levantei Joana colocando ela com os Joelhos prostrado no sofá, suas mão segurando no encosto, com minha mão posicionei meu pau na entrada da bucetinha dela, e fui penetrando aos poucos aquela xaninha deliciosa, sentia os lábios da sua bucetinha percorrer toda a extensão do meu pau, acho que demorei uns 20 segundos para colocar meu pau todo dentro daquela bucetinha, para continuar sentindo a sensação maravilhosa daquela xaninha abocanhando meu membro rígido.

Então comecei a bombar a bucetinha dela, encostando meu corpo no dela, com uma das mãos puxei levemente o cabelo dela para traz, me aproximei do pescoço e comecei a passar a minha língua por ele, beijava boca dela pela lateral, sentia a bunda dela a cada estocada se pressionar contra a minha barriga abaixo do umbigo, ficamos neste movimento gostoso, então descolei meu corpo do dela, pegando-a pela cintura aumentando o ritmo da penetração, Joana se segurava com força no sofá, já não retia os gemidos de prazer, nós nos entregamos aquele momento, como se fosse existir somente esta vez, a cada estocada que meu pau dava Joana delirava, não conseguia lembrar alguém que eu tenha transado com o gemido mais gostoso que o de Joana, isso aumentava ainda mais meu tesão.

Então Joana quis sair daquela posição pediu para eu sentar no sofá, então se ajoelho com seus joelhos um em cada lado das minhas coxas, colocou a sua mão por trás das costas acessando o meu PAU por baixo da sua bunda, posicionou-o novamente na entrada da sua bucetinha e começou a cavalgar em cima dele, era delicioso, Joana parecia estar possuída enterrava os seus peitos na minha cara, enquanto com as minhas mão eu apertava a bunda dela, em certos momentos minhas mãos funcionavam como o maestro dando ritmo a cintura dela, para baixo e para cima, Joana se comunicava muito, as vezes media para chupar os peitos dela com estava gostando, comecei a sentir aquela sensação de prazer absoluto, sabia que encheria Joana com minha porra a qualquer momento, então Joana sentindo meu corpo enrijecer, olhou pra mim afastou seus peitos do meu corpo, colocou uma das mãos por trás da minha cabeça fazendo com que meus olhos voltassem para os olhos dela, e quando os dois olhos estavam em contato visual, Joana disse com uma voz de Tesão Aburda: “NÃO GOZA PROFESSOR, EU TO QUASE VAMOS GOZAR JUNTOS, NÃO GOZA AGORAAAAA”, e começou a movimentar seu quadril rapidamente, colocando mais força na cavalgada que estava dando, não demorou muito, ela se inclinou levando a sua boca na minha, deixando seus olhos rentes com o meu se curvando, lábios nos lábios Joana então gemendo falou: “VOU GOZAR!, AI QUE DELICIA, VOU GOZAR, UHMMMMMMMMMMMMMMMMMMM”, no mesmo momento que escutei me soltei, gozando junto com ela, nossos corpos continuaram o movimento diminuindo gradativamente a medida que o gozo saia, a pulsação do meu pau fazia eu sentir as laterais apertadinhas da buceta da Joana, que se contraia simultaneamente, como em a sincronia de uma correia, hora meu pau pulsava dentro dela, hora a buceta dela se contraia apertando minha ROLA, que deliciosa sensação que eu senti, gozar juntos é a melhor coisa em um sexo os corpos se abraçam, os movimentos se completam, o prazer atingido no exato momento do outro..

Ao finalizar, caímos falecidos no sofá, demos uma boa risada pela situação, enchi novamente a taça para ela ficamos ali completamente nús tomando rindo, falando um com o outro o quão bom aquilo tinha sido, sugeri um banho para ela, então fomos para o banheiro ajudei Joana a se lavar passando sabonete por seu corpo todo, Joana retribuiu passando pelas minhas costas, pelo meu peito, chegando no meu Pênis, ela esfregou o sabonete fazendo com que ele ficasse duro novamente, então ela começou a punhetar ele novamente, ajoelhou-se e começou a chupar novamente minha ROLA ali no banho, falando: “VAI GOZAR PRA MIM NOVAMENTE PROFESSOR, DESSA VEZ QUERO NA BOQUINHA”, então Joana Chupou, punhetou até eu gozar novamente na sua boquinha..

Terminamos o nosso banho, perguntei se ela não queria passar a noite ali amanhã cedo levaria ela para a casa da amiga dela, ela aceitou e passamos a noite na cama, no dia seguinte acordamos transamos novamente e a levei para a casa da sua amiga.

Depois deste dia, ela passou um final de semana na minha casa, onde rolou muita coisa, inclusive um Anal delicioso, que conto pra você no próximo conto.

Beijos e Abraçoss
Professor Beto

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