Como descobrimos o prazer - por ela

09 de Fevereiro de 2018 kasal30epoucos Heterosexual 486

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Olá esse é o meu primeiro relato que torno público, e como é o primeiro, vou começa dizendo como tudo começou.
Como são fatos reais, vou por questão de privacidade trocar os nomes dos envolvidos. Me chamo Tânia, tenho 34 anos, 1,65M, 57Kg, branca com sardas, cabelos lisos e compridos, e tenho um corpo que foi muito bem preservado, sem muitos excessos ou faltas, tudo no seu devido lugar e muuuito proporcional, inclusive acham que tenho vinte e poucos anos, (acho que deve ser por causa das sardas). Meu marido é o Sérgio, ele é maravilhoso, um presente que a vida me deu, brigas foram raras, é um homem com H que sabe tratar bem uma mulher, ele tem 36 anos, 1,80M, 88Kg, branco também, cabelos castanhos e também bem proporcional. Nós nos conhecemos a mais de 15 anos atrás, e foi Amor a primeira vista, ele foi meu primeiro e único namorado, amante e parceiro, e estamos casados a 10 anos. Somos um casal normal, visto por amigos e sociedade que nos cercam, como o par perfeito, ambos trabalhamos e temos uma vida financeira bem estável e resolvida, o que nos proporciona realizar quase todos os nossos desejos materiais.
Na cama sempre fomos muito desencanados, talvez por estarmos juntos desde muito jovens, digamos que aprendemos um com o outro, e de forma natural fomos evoluindo tanto nas aventuras a dois como nas fantasias e curiosidades, e com o tempo passamos a topar de tudo na cama, desde fantasias, brinquedos eróticos, sexo anal, vídeos pornográficos e tudo mais que a imaginação desejar, bem sempre fui do pensamento que dentro de quatro paredes, entre duas pessoas vale tudo.
Como disse que ia contar como tudo começou, não me lembro bem a quantos anos atrás, mas ainda namorávamos e morávamos em locais diferentes, um belo de um dia eu encontro sem querer (acho que ele não esperava que eu iria encontrar, ou esperava?), dentro de uma gaveta de seu quarto, alguns papéis, que a princípio pareciam textos da faculdade dele, mas ao ler, percebi tratar-se de contos eróticos que ele havia imprimido da internet, e que para minha surpresa falavam sobre uma mulher casada que era dividida pelo seu marido com outro homem, com direito a todos os detalhes daquela relação sexual até então pra mim promíscua, com direito até a dupla penetração. Até admito que no meu imaginário aquela mulher, que naquele conto se chamava Helen Regina, devia ter sentido muito, mas muito prazer com aquela forma DIFERENTE de fazer sexo, de ter a sua disposição dois homens tarados e loucos por comê-la de todas as formas imagináveis, com seus membros grandes e duros como pedra à sua disposição, para sentí-los preenchendo todas as suas cavidades! Mas isso era errado, minha educação rígida não permitia eu nem imaginar aquilo, o que na realidade nunca havia imaginado mesmo, então, como é que podia meu namorado ter tesão por aquilo? Que por mais prazer que no meu agora novo imaginário pudesse dar, tratava-se de uma relação de desrespeito. Mas, acabei relevando, e não dizendo nada para ele, afinal, talvez fosse somente uma fantasia dele, algo de menor importância, talvez apenas uma curiosidade.
Passado algum tempo, já até havia me esquecido daqueles contos, quando por algum motivo que não me lembro muito bem, acabamos por ter uma discussão, e no meio daquela discussão aqueles contos eróticos voltaram à minha mente e sem mais nem menos eu soltei a bomba na cabeça dele “por acaso você quer colocar mais uma pessoa na nossa cama?” Percebi que ele foi pego de surpresa com aquele questionamento, e naquela hora ele percebeu que eu havia encontrado os contos, e aquela fantasia dele, já não era mais segredo. Sérgio, no susto, e sem saber como se safar daquela situação, me disse: “Claro que não, de onde você tirou isso!” E então contei que havia achado seus contos eróticos de ménage. Lógico que ele, tendo seus segredos mais íntimos revelados, para manter a pose de macho alfa, respondeu que aquilo não tinha nada a ver, não passavam de uns textos que ele havia lido e achado meio tosco, que gostava apenas de imaginar a sensação de perigo à exposição que o sexo relatado nos contos causava, mas que não tinha vontade de fazer aquilo.
Bem eu fiz de conta que acreditei naquela historinha furada que ele inventou. E o tempo passou, mas agora eu sabia no fundo, no fundo, quais eram os reais motivos que levavam Sergio a ser um homem diferente e aparentemente muito mais seguro que os namorados ciumentos e ranzinzas de minhas amigas, afinal eu era a única que não levava bronca por colocar uma sainha um pouco mais justa, eu era a única que podia usar sem medo do ciúmes, uma blusinha com um decote mais generoso, eu era a única que era incentivada a comprar um biquíni mais sensual quando íamos à praia, pois ele sempre me dizia que o que era lindo era para ser mostrado, que eu deveria aproveitar para mostrar meu corpo enquanto ainda era jovem, o que gerava uma inveja danada nas minhas amigas que não acreditavam na sorte que eu tinha de ter encontrado um namorado tão seguro de si e mente aberta, que se garantia, que tinha um futuro brilhante pela frente. Mal elas sabiam o que se passava na cabeça dele, eu disfarçava ignorância, mas sabia muito bem o que ele nos seus mais íntimos desejos queria, algo que somente o tempo, a confiança no relacionamento e o desprendimento da sensação de posse talvez um dia pudesse levá-lo a assumir, mas que pra mim AINDA era um tabu. Mas que mulher não gosta de usar de vez enquando uma roupa mais provocante, uma saia mais justa, um biquíni que valorize e mostre mais seu corpo, que deixa aquela marquinha pequenina e sensual, que não gosta de sentir-se desejada, cobiçada, atraente, que não gosta de se produzir, de se cuidar, que não gosta de um tratamento estético, de um produto de beleza de qualidade, e se tudo isso vier acontecer e vier acompanhado do incentivo de seu amado, sem brigas nem cobranças, melhor ainda, e eu aproveitava, mesmo sabendo que indiretamente, aquilo tudo só fazia crescer nele A FANTASIA. Mas isso é papo para outro capítulo, que narrarei mais a frente. Se gostou e quer que eu continue a historia de como descobrimos o prazer, vote neste conto.
KASAL30EPOUCOS


Reportagem especial (UOL)
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E a primeira vez que vou contar essa história, é uma historia real mesmo....
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