Larissa... S2

15 de Fevereiro de 2018 Cachorrão Vouyer Heterosexual 461

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Olá a todos!
Gostaria de compartilhar com vcs hj sobre minha segunda ex, eu já a havia citado no conto anterior. Larissa... Eu fico assim, reticente, sempre que toco no nome dela. Quando nos conhecemos éramos adolescentes, ela mais nova que eu e ainda virgem e apesar desse detalhe que não me encanta, eu pude aproveitar e modelar seu perfil sexual de forma a me satisfazer plenamente, e hoje tenho certeza que seu marido aproveita tudo que ela sabe e gosta de fazer, embora eu ache que ele não sabe TUDO que ela REALMENTE gosta de fazer.
Larissa era morena, usava os cabelos até o meio das costas. Tudo nela pra mim era perfeito; seu corpo não era malhado, mas era muito bem torneado; sua cintura evidenciava seus quadris e suas coxas eram uma continuação perfeita das linhas da sua bunda. Subindo a vista eu me deparava com um belo par de seios, nem grandes nem pequenos, mas que eu adorava lamber em volta e vir sentindo seus arrepios até chegar nos mamilos que eu amava mordiscar e chupar. Mas o que me fez apaixonar mesmo foi seu sorriso, sua boca carnuda e aquele charme de sorrir e mexer no cabelo que eu me perdia no tempo. Maaaaasss como eu disse antes, ela era virgem e isso me atormentava, pois como vínhamos de criações diferentes eu queria muito meter e ela queria se guardar (e conseguiu) o máximo que pôde. Então, minha primeira vitória foi quando saímos dos beijos e partimos pro sexo oral, eu no caso. Sempre que possível nós nos trancávamos num quartinho anexo a garagem da casa dela onde sua mãe trabalhava de manicure/depiladora nos fins de semana. Ela já ia de saia e sem calcinha, sabendo que ia ter um ótimo tratamento. Eu sentava numa cadeira e ela na cama de depilação com uma das pernas apoiadas no encosto e então eu vagarosamente começava a lamber suas coxas perto do joelho. Vinha subindo curtindo cada centímetro daquela pele macia e às vezes olhava quase surtando praquela bucetinha ainda virgem ali do meu lado. Quando eu chegava na virilha eu me detia e recomeçava na outra coxa, na mesma velocidade lenta e vinha até a outra virilha. Passava minutos ali, ao lado dos lábios vaginais sentindo aquele maravilhoso cheiro de sexo e vendo ela liberar seu líquido. Descia então a língua até próximo do seu cú e, da primeira vez que a chupei não pude me controlar, dei uma lambida segura, parecia um cachorro lambendo sua dona. Quando ela sentiu minha língua abrir seus lábios e passar no seu clítoris não pode segurar o gemido, na verdade um grito abafado, mas alto o suficiente pra que a mãe dela a chamasse lá de dentro de casa. Recompôs-se rapidamente e foi ver o que a mãe queria voltando minutos depois. Recomecei logo de onde havia parado, apenas lambendo e beijando seus grandes lábios. Quando comecei a penetrar com a língua ela sussurrou de dentro da sua inocência me questionando se não perderia o cabaço daquele jeito. Não sei se o que a tranquilizou foi eu dizer que não ou se foi o orgasmo que ela começou a ter conforme eu ia me acabando de chupar aquela bucetinha tesuda. Eu bebia tudo que escorria dela: minha saliva, seu gozo, tudo. A deixava limpinha depois que ela gozava.
Assim passei nossos 4 primeiros meses de namoro: chupando ela e esfolando a pica na punheta, todas pra ela.
Passado um tempo, eu já com o tesão de fazer o serviço todo me tirando o juízo literalmente, estava em minha casa, sentado no chão e com ela deitada em meu colo. Não lembro o que conversávamos mas eu estava com a mão alisando sua xana e ela meio sem jeito me pediu pra botar a rola pra fora da bermuda que ela estava querendo me provar. Minha felicidade naquele momento foi tão grande que eu tirei a bermuda e fiquei nu, com ela deitada no meu colo bem perto do meu pau. Timidamente ela começou a acariciar e dar pequenas lambidas, até que enfiou a cabeça na boca, e assim ficou, sem saber o que fazer. Tomei a iniciativa de segurar seus cabelos fazendo um rabo de cavalo e comecei a movimentar a pica dentro de sua boca, sem ir muito fundo já que era sua primeira vez. Alguns minutos depois eu mandei que tirasse o pau da boca e lambesse meu saco e quando ela tirou da boca deixou aquele meladeiro todo, mandei que ela não deixasse escorrer nada assim como eu fazia com ela e na intenção de conseguir ela começou a mamar na minha pica cada vez mais freneticamente e depois foi dar a devida atenção pro meu saco. Ficamos quase meia hora nessa brincadeira e eu já não aguentava mais segurar o gozo. Quando avisei que ia encher a boca dela de porra ela me disse que não queria provar naquele momento e continuou chupando, mas alternando com uma bela punheta até que eu não aguentei mais e tive um dos orgasmos mais intensos da minha vida até hoje. A partir desse dia, apesar de eu continuar movido a punheta, eu diminui a frequência já que agora eu tinha aquela pequena linda pra fazer isso por mim sempre que estávamos juntos.
Claro que a negativa dela em me dar a buceta me fez procurar outras garotas, mas nossa relação continuou muito excitante por alguns anos. Tão excitante que ela descobriu como me contar dos chifres que me colocava sem que eu ficasse puto e sim muito excitado. Mas isso deixemos pra depois, por hora eu vou ali bater uma punheta porque lembrar dela SEMPRE me deixa de pau duro.
Um abraço a todos!
Larissa...


Reportagem especial (UOL)
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