Minha filha pediu ajuda - Parte 1

26 de Fevereiro de 2018 Donovan Incesto 1617

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria



Meu nome é Marcelo, tenho 42 anos e moro em Belo Horizonte, adoro a cidade, principalmente as noites loucas caçando as incautas que caem na minha lábia...Sou divorciado a muitos anos e minha ex é uma crente idiota que acha o sexo um pecado, então antes de transformar minha vida em um inferno pulei fora do casamento depois de apenas um ano.

Mas meu casamento gerou uma filha linda que eu amo muito. Ela ficou com a mãe porque eu não tinha maturidade ou condições psicológicas para criar uma menina, mas nunca estive ausente ou deixei faltar recursos para a menina. Minha ex mudou-se para interior com a ela quando nos separamos, mas sempre fiz um esforço e a cada 15 dias viajava para passar o final de semana com minha filha. Fiz isso até os 16 anos dela,depois minhas visitas diminuíram .Debora, minha filha aos 19 anos veio morar comigo para fazer o cursinho preparatório do vestibular.

Com Debora em casa as coisas mudaram. Ela deixou meu apartamento com cara habitável já que antes era uma caverna de macho tosco. Não ando mais de cuecas pela casa e não posso mais levar minhas conquistas para traçar no apto, tenho que gastar motel. A Debora também mudou muito, já é uma linda mulher, bem feita de corpo e muito linda com um rostinho delicado que puxou da mãe, por sorte...

A vida continuou e não fui atrapalhado em nada com minha filha morando comigo, muito pelo contrário. Debora era animada, gostávamos de sair juntos, shopping,cinema e jantar fora. Mas fora isso ela nunca saía com colegas ou amigos. Ou estava em casa ou estava no cursinho. Nos fins de semana ficava só, a menos que eu a convidasse para sair. Mas não fiquei muito preocupado, ela não era crente como a mãe, mas foi criada de maneira rígida pela minha ex. Julguei que minha filha ainda não tinha muitas habilidades sociais por culpa da educação deficiente que recebeu, ou simplesmente não conhecia muita gente ainda.

Muito esperta e estudiosa Debora entrou de primeira na faculdade, está fazendo arquitetura e achei que na faculdade tudo se resolveria com a vida social dela, mas estava enganado. Ela foi ficando cada vez mais solitária e triste o que me deixava triste também. Resolvi ter uma conversa com ela.

Com muito esforço e paciência consegui fazer ela me contar seus problemas. Era o esperado. Vítima de uma educação rígida e repressiva por parte da mãe, ela tinha medo dos rapazes e do sexo. Repelia os garotos porque achava que se desse mole seria imediatamente violentada. Ficava longe das garotas porque o assunto preferido das outras meninas era sexo e rapazes gostosos da faculdade. Mesmo eu não sendo especialista, fui obrigado a lidar com uma jovem de 20 anos meio perdida e assustada, fui lhe dando conselhos, falando de amizade, namoro e sexo. Fiz o melhor que me foi possível e esperei...

Uns meses depois reparei que as coisas não estavam nada bem com Debora, várias vezes escutei ela chorando no quarto, a noite.

Mais uma vez tentei conversar com ela. Sendo muito cuidadoso e com carinho procurei mostrar para que o sexo é gostoso e saudável e só as pessoas doentes acham o contrário. Ela começou a chorar desesperada e entre soluços me falou:

-Pai eu gosto muito de um rapaz e sei que ele gosta muito de mim mas eu tenho medo...por favor pai...me ajude!

-Medo do que filha?

-Se eu gostar dele sei que vou ter que me entregar, sei das coisas terríveis que ele vai fazer comigo...ele vai enfiar aquilo em mim, ele vai me rasgar toda...Por que Deus quer me punir pai!!!

Chorando mais ainda ela correu para o quarto, eu atônito percebi a gravidade do problema. A cadela da minha ex tinha feito um estrago danado na cabecinha da menina. Eu tinha que fazer alguma coisa, minha filha merecia ser feliz e como uma linda moça de 20 anos, virgem e cheia de ideias tolas sobre sexo teria uma vida normal e saudável?

Fiquei pensando por horas até que ouvi o chuveiro ser ligado no quarto da Debora. A minha decisão estava tomada, era tudo ou nada, como já disse não sou muito preparado para tratar assuntos assim, afinal quem é? O que resolvi fazer foi por amor...

Entrei no quarto da Debora e confirmei que ela estava no banho. Tirei toda minha roupa e entrei no banheiro..

Pela primeira vez nos últimos 10 anos vi minha filha totalmente nua. Sem dúvida uma bela mulher. Morena, alta com longas pernas e coxas grossas bem torneadas. Os seios lindos de tamanho médio com os biquinhos salientes e empinados . A bundinha avantajada sobressaía no conjunto, redondinha muito bem desenhada e super gostosa, tudo um verdadeiro pecado. A xaninha oculta numa floresta de pelos negros...

Ao me ver ela gritou:

-Pai!!!! O que está fazendo...vá embora...não pai! Me larga!!

Pedi calma para ela:

-Filha não se assuste, fique calma...

Abracei ela com muito carinho, ela tremia muito mas fui acariciando aquele belo corpo até que ela ficou mais calma.

-O que você vai fazer comigo papai?

-Debora, vôce sabe que eu não faria mal a você, vou mostrar que o sexo é bom e gostoso, você sendo uma bela mulher não pode se privar de uma coisa tão boa, quero que você seja feliz na vida minha filha...

-Mas pai...isso é errado! Nós vamos sofrer...vamos para o inferno...

Fechei o chuveiro e partir daí ignorei seus lamentos e resistência, fui acariciando e apalpando aquele corpo provocante, a sensação do proibido foi desaparecendo e tanto eu quanto ela fomos relaxando. Eu abracei-a por trás e enchi minhas mãos de peitinhos e nesse instante me pau se apresentou para a bunda da Debora, mais uma vez ela se assustou e precisei acalmá-la:

-Está tudo bem, não vou meter nada em vôce filhinha...só se você pedir...confie no papai...

Ela ficou mais ou menos calma e se deixou acariciar. Fui pressionando meu pau na bundinha dela enquanto descia uma mão por sua barriguinha em direção a xaninha oculta por um tufo de pelos negros. Ela tremia e procurava segurar meu pulso. Enfiei a mão entre suas coxas e senti uma bucetinha de lábios generosos...afastei-os e comecei a deslizar meu dedo entre os lábios vaginais , achei seu grelinho e com pouca pressão comecei a massageá-lo.

Fiquei uma eternidade acarinhando sua bucetinha, trabalhando com suavidade no seu grelinho, quando notei ela estava perdendo as pernas, já não se aguentava em pé e gemia baixinho. Mas não cedia, não se entregava ao gozo fácil apesar dos visíveis tremores que percorriam seu corpo. Acelerei meus movimentos, usei mais pressão na xaninha, fiz seu grelinho vibrar com meu dedo e quase não conseguia mais segurá-la:

-Pai...por favor, paizinho...eu estou...eu ...paizinho....

Notei que finalmente ela estava prestes a gozar, fosse outra mulher e nas mesmas condições era a hora certa para cravar minha estaca no rabinho já que a cabeça de meu pau estava roçando o cuzinho dela. Mas como bom pai não queria traumatizá-la...

E o gozo veio farto e escandaloso. Debora se retesou toda, gritou e gemeu como animal ferido e tive que usar força bruta para ela não cair no chão, mordiscando seu pescocinho enfiei dois dedos no início da bucetinha e coletei o mel do prazer depois levei-os a boquinha da minha filhinha, ela chupou meus dedos como os pirulitos que de pequenina gostava tanto, na verdade chegou a morder meus dedos descontrolada.

Abri o chuveiro e tomamos um banho morno restaurador, juntos pai e filha mas já praticamente amantes. Meu pau estava duro, ainda estava no prejuízo e minha filha não tirava os olhos de meu cacete vermelhão com a cabeça inchada de doer!Terminado o banho enxuguei Debora como fazia quando ela era uma criancinha e levei-a toda nua para a cama, a grande do meu quarto...

Debora se deixou conduzir mansa e caminhando nua até meu quarto me permitiu observar aquele corpo provocante, não sei se por ser minha filha e o delicado da situação quase bizarra mas eu estava sentindo emoções confusas com muita tesão mesmo. No quarto lhe apontei a cama e ela se sentou muito jovial, já aceitava melhor a própria nudez perante mim também peladão. Me aproximei e levei meu mastro em direção a sua boquinha. Notei minha filha vacilar, afastei um pouco e pedi para ela segurar. Ela pegou de leve com sua pequena mãozinha, soltou...pegou de novo...passou a outra mão pela cabeçorra apertando um pouco.Tive que ser forte, controlei a ejaculação iminente, quase esporrei na cara dela. Ela foi perdendo o medo e já explorava com mais vontade, arregaçou bem meu pau, apalpou e apertou as bolas apreciando o novo brinquedo. Aproveitei e pedi para ela beijar meu cacete, ele pingava e ela ficou meio receosa, mandei ela experimentar o licor cristal que escorria com a linguinha, depois que ela provou em pouco tempo já estava com metade de meu pau na boca, voltou a lembrança do pirulito, só que bem maior agora. Não enterrei, se estivesse com uma de minhas vadias já meteria no fundo da garganta, mas com minha filha estava sendo mais gentil, sou ou não um bom pai?

Já quase gozando o que poderia estragar tudo, mandei ela deitar-se. Delicadamente abri suas deliciosas pernas, afastei bem aquelas coxas grossas e coloquei um travesseiro em baixo de sua bunda. Seu sexo ficou exposto,a xaninha muito carnuda com grandes lábios grossos mostrava-se toda. Abri os lábios e toquei no grelinho, no ato ela se arrepiou toda! Brinquei um pouquinho mas não foi preciso muito encharcar a bucetinha dela...Por garantia abusei do KY . Me posicionei e ela percebeu que não tinha mais volta, seu maior temor estava acontecendo e com seu pai! Ela ameaçou fechar as pernas, começou a me empurrar já quase chorando...eu simplesmente segurei seu braços acima de sua cabeça e a beijei na boca, um beijo cheio de sexo, de línguas e saliva e quando ela enfiou sua língua na minha boca coloquei meu cacete inchado na entrada da xaninha, ela não reagiu, nossas bocas coladas, nossas línguas brigando deixaram Debora entorpecida. Fui forçando a entrada daquela bucetinha virgem devagar mais firme, forçando mais com carinho...parava, avançava, recuava depois avançava mais um pouco. Foi assim por alguns minutos, não tive pressa pois o momento era especial para pai e filha, afinal eu estava descabaçando minha própria filha...

A xaninha de Debora engoliu todo meu cacete que se me permitem é de respeito! Muita vadia já pediu clemência ao levar meu pau no bucetão! O selinho de minha filha foi rompido muito suavemente, como só um pai sabe fazer...Debora quando percebeu-se toda preenchida e sentindo novos prazeres nunca imaginados entregou-se de vez. Se soltou e começou a puxar minha bunda como querendo me ter inteiro dentro dela:

-Aiiii paiiiziiinho...que gostoso...como pode...empurra mais pai! Vai! Vai! mete na tua filha...está gostooosoooo....

Eu beijava seus peitinhos, sua boca e lhe fazia carinhos, ela chegou até a arranhar meus braços e logo gozou como uma louca, gritou tanto que fiquei com medo dos vizinhos chamarem a polícia. Eu já de muito esperando soltei o gozo junto e desabamos abraçados. Deixei meu pau amolecer no interior dela, ele foi saindo sozinho aos poucos e deixou aquela boceta recém arrombada vazando um rio de porra e um fio de sangue da virgindade perdida. Mais uma vez molhei meus dedos ali e delicadamente ofereci-os para Debora chupar, ela não recusou, chupou e disse:

-É salgadinho pai, eu gostei...não faz mal engolir isso pai?

-Não minha filha, tudo no sexo é gostoso, o sexo é só para nosso prazer não é uma coisa ruim ou feia.

Fomos novamente tomar banho juntos e ela se preocupou em examinar bem sua xaninha:

-Nossa pai, você enfiou tudo aquilo na minha perereca e não machucou nada, foi muito bom...

Depois olhou nos meus olhos me abraçou e disse:

Muito obrigado pai, você foi muito bom comigo e sei que fez isso por amor...eu também te amo muito paizinho!

Eu sabia que naquela noite cruzamos uma linha sem volta. Sabia também que tudo se repetiria mesmo porque aquela foi só a primeira lição...




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