meu padrasto me fudeu bem gostoso minha buceta e

04 de Maio de 2018 laureen Incesto 323

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Minha mãe engravidou muito nova e para que ela pudesse acabar os estudos, fui criada pelos meus avós em uma chácara no interior ,ela uma bela mulher, branquinha, cabelos loiros ,olhos esverdeados, seios fartos, corpão violão.

Eu não tinha cinco anos quando minha mãe foi fazer faculdade na capital, logo começo a namorar com Mauro, um viúvo, alto, cabelos grisalhos, olhos castanhos ,com ar misterioso.

Não gostava de quando perguntavam como é a onde se conheceram, e quando falavam nunca davam detalhes.

Assim que eles se casaram, visitavam eu e meus avós com frequência, eu achava meu padrasto muito sério, nunca me dava atenção, parecia não gostar quando minha avó questionava que eu deveria ir morar com eles.

As visitas deles passaram a ficar cada vez mais raras, retornaram a ficar frequentes, quando eu já estava com seios grandinhos e com poucos pelinhos ruivos na bucetinha, foi quando ele passou a me dar atenção , e me levaram para morar com eles. Eu acostumada a andar a vontade na chácara , não foi diferente na cidade, andava de shortinho quase sempre sem calcinha e blusinha, shortinhos folgados, minha mãe chamava a minha atenção ,

Mauro não parecia se incomodar.
Ao chegar da aula a noitinha como sempre, tomei um banho e coloquei uma camisolinha linda que estava em cima de minha cama, após o jantar, eu e minha mãe fomos assistir TV como de costume, ela sentada eu deitada com a cabeça em seu colo, meu padrasto estava sentado em uma poltrona ao lado. Eu e minha mãe adormecemos , fui abrindo os olhos lentamente e vi meu padrasto olhando fixamente para minha bunda, ela estava com uma das mãos apertando o pênis por cima do calção fininho, parecia estar bem rígido

ele esfolava gemendo baixinho. Quando olhou para meu rosto e percebeu que eu estava acordada, saiu ligeiro para seu quarto. Fiquei intrigada por ele ter agido daquela maneira, passei a mão e vi que eu estava com o rabinho todo de fora, certamente ele vou tudo, e pelo jeito gostou do que viu.

Passei a ficar mais atenta para os olhares de meu padrasto, nunca ninguém tinha me olhado com tara, fiquei curiosa o que era aquilo, o motivo sem ter ficado com o pênis rígido.Alguns dias depois, em um domingo de manhã

ele estava na cozinha no meio de uma papelada, eu apenas de camisolinha fui até lá, inocentemente sentei em uma cadeira em sua frente mais afastada dele, comecei a mexer no cabelo, ele estava inquieto

, abri involuntariamente o máximo que podia, minha perninha, eu mesma via minha bucetinha, aberta, o grelinho saltado parecendo uma linguinha, os cabelinhos aparados ruivinhos

Pelo rabo do olho vi quando ele levou a mão até a bermuda e apertava com mais força aquele pau que marcava tudo, dava pra ver o formato,fiquei olhando tanto que esqueci de cortar, eu de olho no pau dele marcado no tecido fino da bermuda do pijama e ele na minha bucetinha aberta.

Aquilo, sim, me excitou pela primeira vez, e sem perceber, minha bucetinha começou a ficar levemente melada, brilhando no meio.
Quando ouvi minha mãe se aproximar parece que saímos daquele transe , ele voltou a trabalhar e eu sentei corretamente.

Aquele dia em diante passei a perceber que ele ficava excitado sempre que via minha bucetinha, eu sempre depois dessas ocasiões, quando eu ficava só passava a mão e sentia minha buceta sensível, o toque era gostoso e ela estava babava muito.
Em uma noite eu estava deitada no sofá de shortinho e blusinha fininha,

com a cabeça apoiada na mão, e o cotovelo encostado no sofá, eu deixava ele ver tudo, pois meu short era tão largo que o fundo caía pro lado quando eu ficava nessa posição. A bundinha arrebitada fazia tudo se abrir mais sabia que ele estava vendo minha bucetinha e meu cuzinho,

ergui uma perna mais pra cima até, pra mostrar mais . E ele, por trás do jornal, assistia meu show. Vi sua mão ir até a bermuda algumas vezes e aquela vara pra cima.
Percebi que estava muito melada quando senti o melzinho escorrer na minha perna, de lado, devido à posição,levantei e fui ao banheiro e passei papel higiênico, pra diminuir aquilo, eu me divertia sem noção alguma do perigo que corria.
Na noite seguinte, minha mãe e meu padrasto foram para um happy hour com alguns amigos, eu fui dormir,

coloquei a camisolinha liguei a luminária, deitei agarradinha no travesseiro de bruços, estava empinadinha sem calcinha minutos depois já estava ferrada no sono. Acordei quando senti um toque de leve em no meu tornozelo, aquela mãos grandes iam subindo levemente pela as minhas coxas, passava os dedos suavemente mas de certa forma apertava a minha coxa

levantou minha camisola deixando meu rabinho todo a mostra senti a pontas dos seus dedos tocarem rapidamente meu sexo e deslizar por cima da bunda abrindo as minhas nádegas discretamente,

arrastou a parede da minha bunda agora deslizando sua mão sobre o contorno do meu cuzinho levemente abriu minhas pernas um pouco, passou os dedos para descolar os lábios da minha bucetinha, um do outro, me senti toda molhada, meus lábios abriram totalmente ensopados, empinei mais a minha bundinha, dei uma gemidinha, sem deixar ele perceber.

Abri minhas pernas um pouco e senti que ele já conseguia ver minha bucetinha por de baixo de minha bunda, ele rapidamente passou seu dedo sobre minha bucetinha e deixou colar em sua mão todo meu liquido, tocando-me do meu grelinho a porta do meu cuzinho, deixou todo o mel de minha bucetinha

no meu cuzinho e gemeu alto de tesão eu correspondi gemendo também, dessa vez deixando ele perceber.
Mauro molhou os dedos na boca, sugando levemente e sentindo meu sumo em seus lábios, começou a alisar a portinha do meu cu com a ponta dos dedos, rodeava meu anus espalhando a saliva ao seu redor e puxando suavemente,

abrindo meu buraquinho virgem, eu contraia minha bucetinha achando aquilo delicioso, ele botava só a pontinha, forçava com carinho e tirava,

observando meu cuzinho contrair junto com a bucetinha , eu gemi mais uma vez, só que agora alto.
Meu padratso batia punheta com uma mão enquanto seu indicador explorava meu cuzinho, abriu ainda mais as minha nádegas com as duas mãos e eu senti alguma coisa molhada e delicada no meu cuzinho... a língua gemi baixinho, ao sentir a ponta daquela língua molhada no meu cuzinho,

ele passava ela bem devagar arrastando pela circunferência do meu buraco e tirando. com carinho do meu anelzinho e depois observava meu botão virgem molhado de saliva, eu fechei meus olhos, adorando aquela sensação, o tarado lambia de vagar meu cuzinho e gemia afastou o rosto, observando a saliva depositada na portinha daquele botãozinho rosado,

eu sem querem contrai meu cuzinho e pisquei, sugando toda a baba da porta do meu rego pra dentro de mim, ele então gritou de tesão, na mesma hora atolou a cara na minha com força e enfiou toda a ponta da sua língua no meu buraquinho, eu gemi alto e gritei perdendo o controle,

o tarado segurou minha bunda contra seu rosto e atolou ainda mais sua língua no meu cuzinho.

Uma onda de calor foi subindo pelo meu corpinho, senti quando Mauro se posicionou atrás de mim esfregava freneticamente o pau, no meu reguinho até a minha buceta, gemia que nem um bicho e esfolava seu cacete, o homem estava ofegante, jorrou todo seu líquido quente e denso meu reguinho de menina, abriu minhas bundinha,para seu líquido escorrer e ficar na entradinha do meu cuzinho,eu contrai meu cuzinho que sugou boa parte daquela porra, me queimando por dentro,meu padrasto me deu um tapa na bunda, dizendo

-É isso mesmo, pequena safada, vou dar muito leite pra esse cuzinho apertadinho.
Eu apenas concordei com a cabeça ele passou aquela piroca nos meus lábios como se fosse batom, limpando seu líquido em minha boquinha .

Passei a língua
em meus lábios não achei agradável aquele "leite de piroca", ele saiu do meu quarto e eu dormi sem compreender o que foi tudo aquilo.
fim

da minha amiga ruivinha


Reportagem especial (UOL)
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