não pude evitar o incesto em familia delicia tesão

04 de Junho de 2018 laureen Incesto 672

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Levantei-me e chamei Su para tomarmos banho juntos. Quando voltamos pra sala, a imagem da Ana deitada de costa completamente nua, com sua bucetinha raspadinha molhada de porra, era coisa do outro mundo.

Jair e Ana também foram pro banheiro, e eu ainda meio cansado sentei no sofá e peguei no sono. Acordei com minha cunhada alisando meu pau tentando me reanimar.
Quando Ana percebeu que tinha acordado, ela com sua boca quente e úmida, passou a chupá-lo lubrificando, unindo sua saliva ao líquido que brotava.

Sua boca quase engolia por completo meu cacete, e depois ia liberando devagar. Quando chegava à cabeça, sua língua girava em torno e Aninha sugava forte antes de engolir novamente.

Com a mãozinha pequena e macia, massageava meu saco segurando, sentindo o seu peso, e com a outra, percorria meu pau em um vai-e-vem, enquanto sua boca e sua língua saboreavam o líquido que saía da cabeça do meu pau.

Quando estava pra gozar na boca da Aninha, trocamos de lugar. Aninha deitou no sofá e comecei chupando seu pescocinho enquanto minhas mãos percorriam seu corpo. Aninha se arrepiava quando levemente mordiscava sua nuca e minha língua tentava entrar na sua orelha.

Desci mais, e suavemente mordisquei o bico de um dos seus seios enquanto minha mão apalpava o outro que enrijecidos demonstravam todo o tesão que estava sentindo.

Aninha com os olhos fechados curtia todas as carícias suspirando profundamente, e seu corpo serpenteava em todas as novas carícias recebidas.
Minha cunhada se arrepiou novamente quando minha língua chegou ao seu umbigo, fiquei um pouco ali e desci um pouco mais mordiscando sua virilha, quando cheguei à sua bucetinha raspadinha e cheirosa, abri seus grandes lábios e suguei com gosto todo seu mel.

Minha língua brincava em seu grelinho. Quando abocanhei e apertei com os lábios, seu corpo se estremeceu e ela se contorceu em um orgasmo alucinado despejando na minha boca todo o néctar do seu prazer.

Não teve como não parar um pouco para admirar aquela maravilha que a natureza de uma forma tão generosa tinha abençoado minha cunhada.
Estava tão concentrado em proporcionar prazer a Aninha, que tinha esquecido da minha esposa e seu irmão.

Quando olhei pra trás, em fração de segundos meu cérebro captou esse cenário.
O relógio na parede da sala marcava quase 2.00h da manhã. Na mesa de centro, copos e garrafas de vinhos vazios. Na baixela alguns pedaços de queijo cortado em cubos, e na tela da TV, cenas de sexo explícitos entre dois casais que não paravam de foder.
No chão, peças de roupas e lingerie espalhadas pelo tapete, e no sofá, minha concunhada, uma loira de rosto angelical, olhos azuis da cor do céu, lábios carnudos, seios grandes e firmes, corpo perfeito, completamente nua deitada com as pernas aberta, totalmente descontrolada, esfregava na minha boca sua suculenta e deliciosa buceta raspadinha.

No outro canto da sala, minha esposa debruçada no braço do sofá com sua bundinha arrebitada, sofria para agüentar no seu cuzinho os 19cm de rola do seu irmão que a penetrava com estocadas forte e profunda arrancando de sua garganta grunidos indecifráveis.

Entre gemidos e sussuros, o cheiro de sexo e a cumplicidade dos parceiros, enchia aquele ambiente de erotismo e tesão, que ao mesmo tempo, expressava toda a volúpia de um desejo de certa forma “proibido”.

Coloquei minha cunhada debruçada no braço do sofá também, pincelei meu pau na entrada da sua buceta e atolei tudo de uma vez naquela fonte de calor e prazer. Meu pau entrava e saía de dentro da Aninha com tanta rapidez que foi preciso diminuir o ritmo para não gozar rápido de mais.

Aninha recebia todo meu pau e rebolava jogando seu corpo de encontro ao meu, que ao mesmo tempo agarrava em sua cintura e esfregava em sua bunda sentindo a cabeça do meu cacete roçando fundo na sua buceta .

Enquanto Jair arrombava o cu da minha esposa, eu saboreava a delícia da bucetinha da sua mulher que de forma escandalosa anunciava mais um orgasmo. Vendo aquela loira se arrepiar e gritar que ia gozar no meu pau, acelerei o vai e vem e mais uma vez despejei uma enorme quantidade de porra na bucetinha suculenta e apetitosa da minha cunhada.

Após termos gozados, Aninha sentou no tapete encostada-se ao sofá, eu me aninhei no meio das suas pernas com a cabeça no seu colo e ficamos presenciando a foda dos irmãos. Aninha presenciava o desempenho dos dois enquanto me fazia um cafuné.
Jair após ter presenciado o escândalo que sua mulher fez com minha vara atolada na sua buceta,
Grudou com mais força as ancas da sua irmã e a penetrava com tanta força que chegava a jogar Soninha pra frente.

Soninha gritava e pedia para seu irmão não parar e Jair fazia desaparecer seu pau no cu da minha mulher com tanta rapidez que quase não dava pra ver o entra e sai do seu cacete, derrepente Soninha como se tivesse sendo possuída por uma entidade, virava o rosto de um lado pra outro, jogava sua bunda pra trás, seu corpo se contorcia todo e gritava:

- Eu vou gozar!!!!
Jair descontrolado agarrou forte a cintura da minha esposa, forçou seu corpo de encontro ao dela e gozou fundo no cu da Soninha urrando de prazer.
Após todos termos gozados e saciados, ficamos os quatros deitados no tapete da sala em silêncio absoluto curtindo aquele momento único, exaustos, porém felizes.

O dia já estava clareando quando acordamos, entrei no banho com minha cunhada, ensaboei seu corpo e não teve como não chupar novamente sua bucetinha que após ter gozado na minha boca retribuiu com uma chupeta deliciosa, saímos do banheiro porque Jair e Soninha estavam esperando a vez deles.

Quando entraram no quarto, já estava com meu pau atolado no cu da minha cunhadinha que não tinha comido ainda. Seu cuzinho era bem apertadinho, pois meu pau era bem mais grosso que do seu marido. Ela rebolava e pedia pra meter devagar até se acostumar porque estava sentindo um pouco de dor.

Jair pegou sua irmã, deitou a de costa e chupava com vontade sua buceta, é uma sensação deliciosa ver sua esposa sendo chupada pelo próprio irmão enquanto mete a rola no cu da sua cunhada ao lado do marido.

Logo Jair pôs Soninha de quatro também e atolou seu pau na buceta dela, então retirei meu pau do cuzinho da Aninha e carquei na sua bucetinha deliciosa.
Era maravilhoso ter aquelas duas gatas de quatro na sua frente rebolando e gemendo com um pau atolado na buceta.

Fodíamos nossas esposas trocadas lado a lado, quando estávamos pra gozar, Jair trocou de lugar comigo passou a foder sua esposa e eu passei a foder a minha, gozamos os quatros juntos, agora cada um com sua mulher, era a primeira vez naquela noite que gozávamos cada um com sua esposa.

Após termos gozados novamente, exaustos desmaiamos.
Dormimos os quatro na mesma cama.
Quando acordamos já estava quase na hora do jantar. Na noite seguinte repetimos tudo novamente.
Na segunda feira cedo meus cunhados voltaram pra São Paulo, e nossas vidas novamente retornariam a seu curso normal aguardando nova oportunidade para extrapolarmos outra vez.

O tempo passou e nossas relações a quatro continuaram, sem culpa, sem preconceito, e sem medo de ser feliz, o que rola entre nós é um pacto de puro sexo, erotismo, desejo, cumplicidade e respeito mútuo.
Somos felizes assim.
Nossas famílias nunca desconfiaram de nós, e é assim que tem que ser.

fico pensando, será mesmo pecado proporcionar um prazer tão intenso a outras pessoas mesmo que sejam do mesmo sangue?
fim


Reportagem especial (UOL)
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E a primeira vez que vou contar essa história, é uma historia real mesmo....
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