Meu pai, meu amante

22 de Outubro de 2018 Marcela Incesto 474

Reportagem especial (UOL)
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Meu pai, meu amante

Meu nome é Ana Paula, tenho quatorze anos, tenho pele clara e olhos castanhos, ruiva e um pouco sardenta, corpo bem feito com uma bunda bem redondinha e coxas grossas e seios bem desenvolvidos. Desde os sete anos vivo com meu pai, depois que mamãe foi embora para morar com um homem e nunca mais a vi.

Papai, um homem rude e quase sem estudo nenhum, me prende muito em casa e só me deixa sair pra a escola, porque é obrigado por lei. Sair com os colegas e amigos, nem pensar. Dizia ele que não me deixaria virar uma vadia tal qual a mamãe.

Apesar de tudo isso, em casa, ele com seu modo abrutalhado de ser, diz que me ama muito que só age assim para o meu bem. Em nossa modesta casa, na periferia da cidade, com um só quarto, me acostumei, desde que mamãe nos deixou, a dormir com papai, na mesma cama de casal. Me acostumei em dormir com ele me abraçando e me sentindo amada com os carinhos que ele me fazia.

Nem quando virei uma mocinha com um corpinho que na escola os meninos elogiavam, deixei de dormia na mesma cama de papai e cada vez mais gostando dos carinhos dele, principalmente quando dormíamos bem coladinho com ele me abraçando por trás.

Lógico que ele não sabia, mas quando ele dormia, cansado do batente de todos os dias, eu me apertava bastante contra ele, com minha bundinha sentindo o piru dele encostado entre minhas nádegas, era muito delicioso o sentir assim, como se fossemos marido e mulher. Tinha um medo tremendo que ele despertasse e pegasse me esfregando nele. Me daria uns tabefes. Papai apesar de gostar de fazer carinhos em mim, sempre foi muito respeitador e nem quando mudava de roupa em sua frente ele se perturbava.

Não sei o que acontecia comigo, isso foi me atingindo de um modo que não esperava, cada vez mais eu imaginava que eu e meu pai, éramos marido e mulher e meus modos e relação a ele mudou, quase que inconscientemente. Passei sempre a trocar de roupas para dormir na sua frente, sem nenhuma pressa em fazê-lo. Ele apenas ficava me olhando sem nada dizer.

Eu não sabia que ele gostava ou não de ver meu corpo peladinho, mas eu gostava de me exibir para ele, parecia uma coisa boba, mas eu ficava toda molhadinha dentro de minha piriquita.

Até que numa noite de muito calor, ao trocar de roupas, perguntei a ele se podia dormir pelada, dizendo que estava com muito calor. Ele apenas balançou a cabeça e disse se quisesse, podia.

Como de hábito, ele me abraçou por trás, só que nesta noite eu estava sem a camisola e sem a calcinha e os braços dele em minha cintura foram direto em minha pele nua e de proposito me encostei nele e fiquei toda arrepiada quando senti o volume em minha bunda. Foi inevitável, ele dormindo só de bermuda, foi acordando o membro e o senti ereto no meio de minhas polpas.

Papai também percebeu e com isso procurou se afastar mim, mais eu voltei a me esfregar nele e com a carinha mais inocente deste mundo pedi para me abraçar pois estava gostando de muito de ficar abraçadinha a ele. Voltou a colocar os braços em volta de mim, e da cintura suas mãos subiram para os meus seios e logo passaram a fazer leves fricção nos mamilos.

Suspirei levemente e disse eu estava gostado muito destes carinhos. Percebi a respiração acelerada em meus ouvidos e me apertei ainda mais contra ele. Alguns minutos depois estremeci ao sentir o pênis de meu pai fora da bermuda, se intrometer no meio de minhas coxas. Não resisti e com a voz cheia de emoção lhe disse:

- Papai, meu amor.... que coisa mais gostosa.

Ele nada falou, apenas moveu a cintura e senti o volume de papai, deslizar no meio de minhas coxas. Isso era tudo o que eu queria e desejava atempo. Separei as pernas e movi os quadris até sentir o pênis de papai se encaixar no centro de minha boceta e eu mesma fui fazendo com ele lentamente fosse entrando dentro de mim.

Estava temerosa percebendo as paredes de minha grutinha se dilatando para darem passagem ao enorme membro de papai. Mas o prazer que estava sentindo suplantou a tudo e apenas relaxei a musculatura da região genital que estava até então tensa.

Não sei qual a razão, mas papai com quase a metade daquela gostosura dentro de mim, fez menção de o retirar de batalha. Fiquei puta da vida e de um só empurrão de minhas cadeiras, a cabeça do membro tocou o fundo de minha grutinha. Quase não senti dor quando o hímen foi rompido.

Papai todo dentro de mim, se deu for vencido e abraçando com força, se moveu rápido e montou em minhas costas e ficou subindo e descendo por cima muito rápido e eu sentido os pelos e a bolas batendo em minhas nádegas, separei ainda mais as coxas para o sentir melhor dentro de mim.

Com o pênis deslizando rápido dentro de minhas carnes, quase enlouqueci com a enormidade do prazer que estava sentindo. Sempre desejei papai mas nunca imaginei que pudesse ser tão maravilhoso o ter dentro de mim. Não pude me conter e de minha garganta saía gritinhos, mais se parecendo como miados de gata no cio.

Dei um berro , alucinada de prazer quando ele ejaculou dentro de minha boceta. Eu não tinha noção mais o que senti foi o meu primeiro orgasmo, simultâneo ao dele. Não o deixei em paz e implorei e continuei colada ao meu papai querido, exigindo que continuasse a fazer sexo em mim.

Desde esta noite, me tornei amante de meu pai, sua mulher e isso era tudo que eu queria. Nosso sexo, quase que todas as noites, não tinha limites e ele me ensinou tudo a respeito. Ele fazia anal em mim, mas o que mais gostava era mamar o pau dele e engolir a deliciosa porra dele, e isso eu fazia toda vez que chegando do trabalho, se dizia cansado para me foder.

Em nossa vida de pai e amante, só tivemos algumas dificuldades quando, logo depois de completar quinze anos eu engravidei, mas como não poderia aparecer com barriga, demos um jeito e abortei logo nas primeiras semanas.

Passamos a usar proteção em nossas relações, mas assim mesmo, por um descuido, engravidei novamente, mas como já tinha dezenove anos, decidimos deixar prosperar, queríamos ter um filho nosso. Para nossa tristeza, desta vez o aborto foi espontâneo.

Hoje, aos quarenta anos , vivendo noutra cidade, todos os nossos vizinhos nos consideram como marido e mulher e eu sei que somos isso mesmo. Meu esposo, meu amor, foi o meu único homem em minha vida e assim será enquanto vivermos.

FIM


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