Enquanto Gustavo dormia...

22 de Setembro de 2018 Diêgo Melo Jovens 73

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Hoje seria só mais um sábado sem graça, daqueles que a gente desliga o celular, fecha completamente a cortina do quarto e fica em casa sem fazer nada, para se recuperar da noite badalada da sexta anterior. Eu nem tive o cuidado de pentear os cabelos, escovar os dentes e tomar uma boa xícara de café, quando, para minha surpresa, a campainha tocou. Ignorei o chamado, mas a inoportuna visita insistiu tanto que me senti obrigado a abrir a porta.
Era meu primo Gustavo – morto de bêbado – acompanhado de uma moça qualquer que, provavelmente, havia conhecido nos botecos que ele frequenta. Neste primeiro momento, não me atentei muito aos detalhes, porém estava evidente de que era uma mulher muito jovem e muito bonita, o corpo era bem torneado, ruiva, de estatura mediana, tatuada com um tribal que se estendia do ombro até a marca da bunda. Apenas lhes dei passagem e pedi que entrassem logo no apartamento.
Esse meu primo Gustavo é um verdadeiro filho da puta. Com trinta e poucos anos, ainda mora na casa dos pais, e, por isso, toda vez que quer pegar alguém, pede para usar um quartinho que tenho livre aqui em casa. Algumas vezes ele avisa, outras não. Já vivemos vários apuros por causa disso. Mas levo na esportiva, em razão da nossa amizade. Ele já me salvou de um montão de encrencas também.
Voltando à história... eles entraram. Gustavo se jogou no sofá e, em pouquíssimo tempo, apagou. Enquanto isso, ficamos eu e a moça ali se olhando, sem assunto para puxar. Depois de um silêncio infinito, perguntei-lhe se ela precisava de alguma coisa e se queria um café para recompor os ânimos. Ela respondeu dizendo que preferia não incomodar, mas, mesmo assim, assentiu à oferta. Fomos para a cozinha e lá começamos a falar genericamente sobre frivolidades.
À medida que a conversa foi progredindo, ela começou a ficar mais à vontade, contando uma série de detalhes sobre si mesma e sobre sua relação com meu primo. Seu nome é Roberta, tinha apenas 21 anos, natural de um lugar no interior da Bahia. Havia acabado de chegar em Brasília e conhecera – como eu já supunha – o Gustavo no barzinho que ficava no térreo do prédio que ela dividia com a irmã e mais duas amigas. Ela e o Gustavo só haviam saído três ou quatro vezes, contudo já parecia ser o suficiente para que Roberta o encarasse como um bom amigo de farra. Já se pegaram em uma ocasião, mas – segundo ela – foram só alguns amassos, porque o Gustavo a achava novinha demais e dizia que, se fosse para eles terem algo, deveria ser um caso mais sério.
“Caralho! Alguma coisa deve ter acontecido com esse meu primo, o vagabundo não era assim. Às vezes, quando saíamos juntos, ele só queria mesmo era fuder as menininhas e partir para outra” – pensei. Mas mantive o segredo do pensamento. Em contrapartida, perguntei à Roberta sobre o que ela queria, então. Vi um riso surgir no canto de seus lábios. Depois ela continuou dizendo que gostava do Gustavo e que, se fosse necessário, poderia até viver uma coisa séria com ele; porém, naquele momento, o que ela estava precisando mesmo era que alguém lhe desse um trato de verdade, afinal já tinha meses que não sentia nada que lhe saciasse o apetite.
Engoli seco e me fiz de desentendido. Terminei de passar o café e nos servir uma xícara bem cheia. Continuamos a conversar aleatoriamente sobre o lugar onde ela morava anteriormente na Bahia, sobre como viera parar em nossa cidade e sobre quais os seus planos. E ela, em dados instantes, insistia em voltar ao assunto dos relacionamentos e das carências que carregava. Gastamos nisso quase meia hora, até que ela se levantou e me disse que precisava usar o banheiro. Como o único banheiro em uso no meu apartamento é o que tenho no quarto, a acompanhei até lá para lhe mostrar o caminho e para remover do ambiente a pilha enorme de cuecas e roupas sujas que eu deixava lá jogada no chão.
Ela demorou uma eternidade lá, até que, da sala, a escutei chamar o meu nome. Voltei à porta do banheiro para atendê-la. – “Seria inconveniente se eu lhe pedisse para tomar banho?” – perguntou-me. Claro que não havia problema no banho. Disse-lhe que me esperasse um instante que eu buscaria toalha limpa na área de serviço. Não demorei cinco minutos, mas quando voltei já encontrei a porta do banheiro semicerrada, ouvi o chuveiro ligado e via, pela abertura da porta, uma densa nuvem de vapor quente a esconder aquele corpo jovem que serpenteava sob a ducha.
Meu coração parou. Eu sabia que deveria sair do quarto e deixá-la se arrumar tranquilamente, por outro lado meu instinto gritava para que eu a espionasse um pouco mais. Antes que eu esboçasse qualquer reação, ouvi sua voz convidativa a me chamar: “Sei que você está aí. Pode vir se quiser”. Comecei a suar frio. Me despi com a ansiedade de um adolescente que está prestes a transar pela primeira vez e corri para o banheiro.
A visão daquela mulher era fabulosa. A água escorria voluptuosamente por entre seus seios pequenos e firmes, deixando seus rosados mamilos eriçados; depois cruzava seu abdômen, desaguando em sua bucetinha rechonchuda, de lábios volumosos e clitóris proeminente. Parecia um sonho... Ela não esperou que eu avançasse tanto; antes se antecipou, colando o corpo molhado no meu e selando o contato com um beijo cheio de tesão. Com a mão, alcançou meu pênis e o segurou com firmeza, mantendo-me bem perto de si.
Em seguida, foi se abaixando lentamente, percorrendo com os lábios o meu corpo, até que sua boca quente envolvesse por completo minha glande. Começou, então, a mover delicadamente a cabeça para frente e para trás, engolindo-me inteiro. A sensação daquela gata me chupando era tão boa que mal eu conseguia me segurar em pé; assim, para voltar ao controle da situação, inverti os papéis, deixando-a ali mesmo no chão do box, enquanto minha língua explorava a carne úmida de sua buceta. Roberta pirou.... seu corpo se contorcia de prazer e seus gemidos aumentavam cada vez mais o volume. De repente parou. Seu corpo arrepiado e o movimento rápido de seu cu piscando me davam a certeza de que a gata acabara de gozar.
Deitei-me do seu lado e puxei-a para junto de mim, até que meu pênis estivesse completamente mergulhado dentro dela. – “Me fode com força!” – Roberta me ordenou, sussurrando, enquanto inclinava a cabeça para me beijar. E, sem hesitar, segui rigorosamente suas ordens. As esticadas eram profundas e vigorosas, assim como era tórrido e inflamado o tesão. Ela, por sua vez, à cada momento que eu enterrava meu pau, soltava um urro de prazer e cravava suas unhas em minhas nádegas. Gozou novamente. – “Mete no meu cu também, seu animal!”.
Retirei meu pau da sua buceta e, em um movimento só, o enfiei inteiro na sua bunda. Ela gritou – talvez de dor. Não dei espaço para reclamações, continuei naquele gostoso vai-e-vem, até sentir que ela estava mais relaxada, mais envolvida com todo aquele clima e pronta para gozar pela terceira vez. Entretanto, era eu que já não estava mais conseguindo segurar... o gozo veio à todo vapor, esporando no fundo daquele buraquinho apertado. Ficamos um pouco de tempo ali, caídos e ofegantes no chão.
Minutos depois, terminamos o banho, nos vestimos e voltamos à sala, onde Gustavo dormia como uma pedra. Fui à cozinha preparar algo para comermos... coisa simples: um pão com queijo quente, suco de laranja e salada de fruta. Tomamos esse café da manhã, mas Roberta não parecia saciada.... ela ainda queria um pouquinho de leite. – “Vamos de novo? Quero sentir você gozar na minha boca!” – disse-me aos pés do ouvido e me puxou novamente para o quarto.
Não se preocupou com nada, apenas abriu meu zíper e, puxando meu pau para fora da cueca, começou a mamar como uma puta experiente. Ora, fazia sua língua percorrer toda a extensão do meu membro; ora engolia tudo, até a glande tocar o fundo da garganta. Agora seu movimento era rápido, forte e violento, como se seu único objetivo fosse alcançar a explosão de porra que já não tardaria a chegar. Gozei, mas mesmo com a boca cheia de sêmen, não largou meu pau, deixando-o amolecer entre seus lábios. Engoliu o líquido que jorrou de mim, em seguida, sorriu e correu para a sala.
Terminei de me vestir e mal pude acreditar no que vi quando cheguei no outro cômodo: ela, ainda com o meu gosto, tentava acordar meu primo, beijando-lhe na boca e no rosto. – “Oi, Gustavo! Já estou indo para casa. Nos encontramos mais tarde!”
Agora, Roberta já se foi e, enquanto eu estou aqui, no computador, partilhando esta alegria com vocês, meu primo continua ali no sofá, dormindo como uma pedra.


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