Fomos estupradas no bar da esquina

06 de Novembro de 2018 Marcela Jovens 144

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Fomos estupradas no bar da esquina

Meu nome é Margarida, mas todos me chamam de Ida, tenho doze anos, quase treze e minha melhor amiga é a Eduarda, a Dudu, ela tem onze anos e somos como irmãs siamesas, estamos sempre juntas, apesar de eu ser ruiva e bem mais alta do que ela. Dudu é uma mulatinha muito bonita e que não obstante a idade tem uma bundinha saliente que chama atenção do meninos.
Moramos na mesma rua, meu prédio fica em frente ao prédio dela, é só atravessar a rua. Minha mãe é super amiga da mãe de Dudu e por essa razão é comum uma dormir na casa da outra. Tudo corria as mil maravilhas até que.... acho melhor contar tudo desde o início.

Depois do almoço, avisei mamãe que ia até a casa de Dudu, fazermos os deveres escolares e depois brincarmos no play do prédio dela. Mamãe riu e disse que eu não precisava de desculpas para ir brincar com a Dudu. Ela tinha razão, não tinha nenhuma lição escolar. No apartamento de minha amiga, dei um beijinho na mãe dela e estávamos saindo, quando Dona Esther nos chamou e pediu à filha que fosse até o barzinho do seu Joaquim, entregar a ele, o dinheiro que ficou devendo hoje de manhã.
Ida, você que é maiorzinha, vá com ela,... é logo ali na esquina, depois podem ir brincar no play.

No elevador, Dudu contente, contou que gostava de ir ao bar do seu Joaquim, dizendo que era segredo, que eu não podia contar a ninguém. Eu beijei dois dedos jurando e ela disse que algumas vezes quando passava em frente ao bar quando voltava do grupo escolar, ele a chamava e lhe dava um golinho de licor de ovos, que é uma delícia. Dizia que quase não tem álcool e que eu podia beber.

- Dudu e se alguém ver você beber o licor dentro do bar?

- Não podem ver, pois ele me leva pra salinha dos fundos, onde tem uma mesinha de sinuca. O ajudante dele, o seu Oswaldo fica no balcão e não conta nada pra ninguém.

- Porque ele faz isso, Dudu?

Há.... ele gosta de mim e pede para eu sentar no colo dele.

- Minha nossa! Você é bem safadinha, amiga!

- Eu não, safadinho é ele.

- Ele faz alguma outra coisa, Dudu?

- Não, eu só bebo um pouquinho do licor, enquanto estou sentada nele e depois vou embora...é só isso. Eu gosto de sentir o negocio duro dele , no meu bumbum, mas acho que ele não gosta muito, pois fica nervoso e me manda embora.

- Você, amiga.... é uma mulatinha muito esperta! Só porque tem uma bunda grande fica se exibindo por aí. Eu posso provar o licor de ovo, Dudu?

- Lógico que pode, Ida....e pode até sentar no colo dele, se você quiser.

- Tá maluca, Dudu, você pode sentar, que é uma pirralha, mas eu sou uma mocinha, não devo fazer isso.

- Mocinha... coisa nenhuma, é tão pirralha quanto eu!

Tudo conversa jogada fora, pois seu Joaquim não estava no bar.
Seu Oswaldo disse que ele teve de levar a mulher para fazer uns exames no hospital do bairro e que hoje era ele que tomaria conta do bar.

Eu e Dudu ficamos tristes, principalmente eu que queria provar o tal licor de ovo.
- Seu Oswaldo, minha amiga queria provar o licor de ovos. Será que podemos provar? Seu Joaquim não vai achar ruim.

- Podem sim, mas eu não posso deixar o balcão sozinho....as duas vão lá para os fundos, que logo eu levarei o licor. Esperem aquele freguês sair, para irem para a saleta. Joaquim quer manter segredo disso.

Na sala de jogos, uma mesa de sinuca, duas outras mesinhas redondas, algumas cadeiras em volta e um surrado sofá e principalmente o fedor de cigarro. Nos adonamos do sofá e ficamos à espera do senhor Oswaldo, Ele demorou, acho que uns cinco minutos, cansadas de esperar, já estávamos saindo, quando ele chegou. Disse que teve de atender alguns fregueses. Deixou na mesa redonda, um litro de licor de ovos e duas tacas.

- Meninas, podem beber à vontade e demorar o tempo que entenderem, eu estarei lá na frente.

Ele saiu fechando a porta e Dudu, apontando para a mesinha, bateu palma, exclamou:

- Que maravilha, Ida, ele disse que podemos beber à vontade, tem quase meio litro de licor pra gente.

Ela encheu até a borda as taças com o licor e disse para eu provar, que iria achar delicioso. Ela tinha razão, era realmente saboroso; só que achei que tinha muito mais álcool do que ela disse. Mas na empolgação, coisa própria da nossa idade, de prova em prova, só sobrou um dedinho no fundo do litro.

Dudu, estirada no sofá, parecia que dormia e tive de a empurrar um pouco para ter um cantinho para poder me recostar. Escutei quando o senhor Oswaldo entrou, entreabri os olhos e disse a ele que Dudu, abusou um pouco do licor e que ficou tonta. Depois que a examinou, disse eu tinha razão, que ela abusou do licor, mas que não era para me preocupar, pois ele lhe daria um remédio e ela logo ficaria bem.
Ela saiu, demorou só uns minutos e depois voltou e vi que trazia alguns pequenos envelopes e uma garrafinha de água sem gás. Usou uma das taças e dissolveu dois envelopes do pozinho branco e deu pra Dudu beber. Perguntou como eu estava me sentindo. Não deu para esconder, apesar de ter bebido bem menos que a gulosa Dudu, também estava um pouco embriagada e pediu ingerir o que ele deu para sua amiga.

Ele dissolveu dois envelopes na água mineral e bebi tudo, apesar de achar a mistura com um gosto amargo.
Gostei do modo como ele foi gentil comigo e com Dudu. A colocou recostada no sofá e assim pude ficar mais à vontade no espaço que sobrou do sofá.
O Senhor Oswaldo, ficou sentado na frente do sofá e eu lhe disse que não necessitava ficar, que dentre em pouco estaríamos bem.

Ele aproximou ainda mais a cadeira e apoiando as duas mãos em meu joelho, disse para eu procurar descansar, que tinha todo o tempo do mundo pois, para nos atender, tinha fechado o bar. Não sei o que estava acontecendo comigo, estava bastante sonolenta e com dificuldade de abrir os olhos. Ainda pude perceber ele me puxar pelos joelhos, fazendo com que ficasse inclinada sobre o sofá.
Acordei, não sei quanto tempo depois, me sentindo bastante confusa, a cabeça pesando uma tonelada. Ao poucos tudo foi clareando e então pude sentir um incomodo grande no meio de minhas coxas.

Com horror, entendi que estava nua e que Oswaldo beijava minha xoxota. Tentei gritar e o tirar do meio das minhas pernas. Não pude fazer nenhuma das duas coisas, O grito que ensejei, morreu de encontro a uma bola de borracha em minha boca, presa por tiras. Meus braços estavam presos nas costas com cordas. Ele tinha os braços em torno de minha cintura e o corpo entre minha coxas. Estava impotente para o impedir de fazer aquela porcaria comigo. Ele enfiava a língua bem fundo dentro de minha xoxota. Eu só podia chorar e nada mais.

Olhei para o lado e pude ver a pele morena de Dudu, igualmente nua, amarrada e amordaçada, só que ainda estava dormindo. Assim pensei eu.
O desgraçado não parava de me chupar e tanto vez que comecei sentir um treco que vinha lá de dentro de mim e subitamente um choque percorreu todo o meu corpo Acho que estava ficando maluca ou coisa parecida, só podia ser isso, pois estava gostando do nojento lambendo minha perereca e meu rabinho.
Alguns minutos depois, ele me soltou e senti tudo arder, pois ele sugou minha boceta com muita força. Pensei que me soltaria e a Dudu também, mas não foi nada disso. Ficou nu e tive de fechar os olhos, para não ver o piru dele. Fiquei em choque quando ele segurando meus tornozelos os colocou sobre seus ombros, mesmo com a bola em minha boca, dei um grito enorme, quando, de uma só empurrão, me estuprou. A dor que senti foi insuportável, não resisti e apaguei.
Quando acordei, com muita dor em minha boceta, ele estava sobre Dudu, segurando uma seringa, injetando alguma coisa na veia de minha amiga. Acho que para ela não acordar.
Ele viu que eu estava acordada, mas nem se incomodou e continuou usando a seringa em Dudu. Depois riu e com a maior cara de pau, disse que estava dopando Dudu, para a pirralha não o incomodar enquanto dava um trato em mim.
Então ele ainda queria me machucar! Nunca pensei que fosse tão malvado. Segurou os pés de Dudu e a puxou do sofá e ela caiu com o corpo no chão duro e bateu com a cabeça. Estava muito assustada, com medo que ele me matasse. Ainda estava meio que sentada sobre o sofá, com a bola em minha boca e com os braços presos. Ele veio e tirou a bola da minha boca, informou que se eu gritasse iria me bater. Mandou eu beber todo o conteúdo de um copo. Queria me fazer dormir, igual a Dudu, então virei o rosto e disse que não beberia, que eu não queria dormir.

Ele segurou e torceu o bico do meu peito com muita força, só para me obrigar a beber aquela porcaria, não tive opção e bebi.
Ele me chamou de idiota, otária e que aquilo que bebi não iria me fazer dormir e sim ficar bobalhona e gostar do que faria comigo, Fiquei com tanta raiva que o mandei ir a merda.
O safado me virou de bunda pra cima, ao lado de Dudu e ficou colocando o dedo no bumbum da minha amiga e disse pra eu ficar olhando, porque iria fazer o mesmo comigo. Ainda bem que ela continuava desacordada. Veio pro meu lado e sentou sobre as minhas coxas e ficou esfregando o piru no meio das minhas nádegas.

Me ameaçou, dizendo para eu não gritar se não iria me bater. Bobagem dele, porque iria gritar? Estava muito gostoso o pipi dele ficar se esfregando na minha bundinha, fazia uma coscas deliciosa. Só doeu quando ele enterrou o pau na minha bunda e ficou subindo e descendo. Não sei porque ele fez isso, na certa iria sair todo sujo de dentro de mim. Que cara idiota! Antes disso, fiquei com muito sono e mesmo com o peso dele nas minhas costas, dormi.

Acordei e vi Dudu ao meu lado, ela chorava e me tocava, pedindo que acordasse, quando viu que estava de olhos abertos encostou seu corpo ao meu se desmanchando em lágrimas. Minha cabeça latejava muito e todo o meu corpo doía bastante, mas ao ver Dudu acordada, fiquei feliz. Estamos dentro de um carro, no banco de trás, amarradas de pés e mãos, mas vestidas. Já era noite e Dudu disse que Oswaldo estava nos levando pra um lugar bem longe. Fui eu a primeira que começou o berreiro e depois Dudu, Sabíamos que ele iria da fim na gente, só para não falar o que fez com nós.
Quando escutamos sirene vindo, Oswaldo disse um palavrão e acelerou como um doido. Eu falei pra Dudu que era a polícia que vinha nos salvar e ela riu e eu também e depois começamos gritar quando o carro deu muitas cambalhotas e saiu da estrada e se chocou contra as arvores.

Acordei na cama de um hospital, com gesso até na ponta da língua. Olhei para o lado e vi Dudu, minha amiga, parecendo uma estátua de gesso, e caímos na risada, e muito mais quando ela disse que pelo resto de sua vida, nunca mais beberia licor de ovos.

FIM



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