Uma Mortícia Perdida em Olinda

07 de Novembro de 2018 Sanches Sadomasoquismo 49

Reportagem especial (UOL)
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Estava muito calor naquela madrugada de fim de Outubro em Olinda, eu rodava de carro procurando um último barzinho aberto para tomar mais uma cerveja, após várias daquela noite.

Foi quando eu vi aquela gatinha andando sozinha vestida de Morticia Addams, mas muito mais sensual! Eu sabia que a conhecia, era a Ge!

A Ge sempre me despertou muito tesão, com seu corpo esguio, pernas torneadas pelas horas semanais de muita malhação e luta (ela é uma eximia lutadora de Muay Thai).
Lábios carnudos deliciosos de beijar e uma bundinha redonda, durinha, daquelas que podemos perder horas chupando e mordendo.

Há muito tempo eu queria comer aquela delicia de mulher. E de repente a encontro na rua, sozinha e com aquela fantasia bem justinha em seu corpo e o melhor: uma micro saia que aumentava ainda mais meu tesão por ela.

Parei o carro para conversar e a convidei para irmos a um barzinho, parece que ela me reconheceu, mas estava bem tontinha. Disse que estava voltando de uma festa de Halloween e que teria se divertido muito.

Insisti para ela entrar no carro e ela confiando em mim aceitou o convite e fomos tomar cerveja em um barzinho que ainda estava aberto. Ainda haviam algumas pessoas e um som tocando gostoso.

Sentamos em uma mesa ao fundo e meu tesão aumentou demais quando ela sentou e deixou eu perceber que não estava usando calcinha. Mas logo ela percebeu meu olhar e tentou cobrir o meio de suas pernas com aquela saia curta, precisando cruzar as pernas para evitar minha visão aquela bocetinha deliciosa.

Após alguns ótimos momentos de papo, onde minha mão tentava sempre acariciar suas pernas e ela evitava, ela quis ir embora. Acertei a conta e a peguei pela mão a levando para o carro.
Assim que entramos no carro, possivelmente devido a toda bebida que ela tomou, ela dormiu. Consegui então sentir um pouco melhor sua pele e até abri suas pernas para acariciar suas coxas, mas mesmo adormecida ela reclamava de minhas investidas.
Então sai com o carro e fui direto a um motel!

Com uma certa dificuldade a carreguei até o quarto e a deitei na cama de bruços, ela estava bem adormecida. Usando um rolo de gaze que tinha no carro, eu a amordacei e puxando seus braços para trás, amarrei suas mãos.
Agora tinha aquela menina que sempre tive tesão ali, deitada de bruços e adormecida, e imobilizada.

Ainda a deixei vestida, mas logo me livrei de minhas roupas e comecei a acariciar aquelas pernas deliciosas e abrindo ligeiramente de forma que pude sentir com os dedos a maciez de seus pentelhos e a fofura de sua bocetinha.
Meu cacete estava quase estourando de duro e levei até sua boca e mesmo amordaçada comecei a esfregar meu cacete duro em seus labios.

Neste momento ela acordou e demorou um pouco para entender o que estava acontecendo, ainda mais vendo meu pau duro esfregando em sua cara. Ela tentava gritar, mas com a boca amordaçada não conseguia soltar mais que alguns gemidos, que não seriam ouvidos nos outros quartos do motel.

Disse para ela ficar calma que eu iria come-la de qualquer maneira, e que seria melhor que ela aceitasse e curtisse.
Ela tentou novamente levantar, quando dei um tapa em seu rosto e mandei ficar quieta.
Agora aquele rostinho lindo se mostrava assustado, mas logo a avisei que não sou um estuprador e que só a penetraria se ela quisesse.

Joguei o peso do meu corpo sobre ela e subi sua saia até deixar sua bunda toda exposta.
Disse que para ela sair assim, com uma saia curta e sem calcinha, que ela era uma safada e uma vadia. Ela tentou espernear, mas agarrei suas pernas e dei alguns tapas doidos em sua bunda, antes de cair de boca naquele cuzinho delicioso.

Ela estava imobilizada e sabia que se quisesse a penetraria naquele momento. Mas não, só iria fazer quando ela estivesse com tesão (mesmo que ela não quisesse).
Abri suas nadegas e enfiava minha língua naquele cuzinho gostoso. E revezava minha língua com mordidas naquela bunda deliciosa. Ela agora parou de reclamar e começou a gemer, misturando choro com tesão.
Soltei uma de suas pernas e levei a mão até sua boceta e agora a vagabunda não podia mais negar. Sua boceta estava muito molhada, denunciando seu tesão.

Subi meu corpo até minha língua alcançar seu pescocinho, que chupei lentamente enquanto a mantendo de bruços, encostei a cabeça do meu pau na entrada de sua boceta.
Ela tentava dizer não, mas sua boceta denunciava sua vontade.

Com meu corpo todo sobre ela, disse em seu ouvido que iria fazer o que sempre tive vontade de fazer com ela. Nem perdi tempo com camisinha, quis penetra-la com meu pau direto.
Apesar de seus gemidos penetrei meu cacete bem devagarinho naquela boceta deliciosa e molhada.

Ela começou a gemer e apesar de suas lagrimas, tinha certeza que ela estava gostando.
Agora eu já a penetrava e bombava com força, ela soluçava, mas sabia que estava gostando.
Sem tirar meu pau de sua boceta, a levantei de quatro e agarrando seus cabelos eu a fodia como um cavalo trepando em sua égua preferida. Ela não tinha forças para evitar, talvez pela bebida, talvez pelas mãos amarradas e amordaçada ou o mais importante, pois ela não queria mais parar.

Soltei sua mordaça e seus braços. E mesmo solta ela não queria mais parar.
Berrava para que eu a fodesse e quanto mais forte eu penetrava e tapas eu dava em sua bunda, mais ela me xingava e pedia para come-la como uma puta safada.

Logo ela me jogou de costas na cama e sentou em meu cacete. Uma delícia ver aquele tesão de menina, ainda com sua fantasia de Morticia Addams, agora sentada sobre meu cacete, rebolando e cavalgando enquanto eu dava tapas no rosto daquela vadia.
Ela gozou deliciosamente em meu cacete e deitou ao meu lado para descansar, de costas para mim.

Mas eu ainda estava com muito tesão, e aquela Morticia de bunda deliciosa de fora, peguei um gel e comecei a lubrificar aquele cuzinho delicioso.
Rapidamente ela protestou, dizendo que eu não iria comer seu cuzinho. Menti e disse que faria o que ela quisesse, mas queria apenas esfregar meu cacete na portinha do seu cuzinho.

Ela fez eu prometer que não iria penetrar, mas nunca fui muito fiel as minhas promessas.
Comecei a penetrar lentamente aquele cuzinho, mas dizendo que estava apenas brincando na portinha. EU já tinha penetrado metade do meu cacete, quando ela sentiu que eu já havia penetrado e pediu para eu tirar.
Tapei sua boca e a puxei pela cintura. Meu cacete deslizou todo dentro daquele cuzinho.

Ela pediu para ir devagar e logico que obedeci. Quando ela sentiu que entrou tudo, começou a rebolar e iniciamos uma trepada deliciosa.
Enquanto comia o cuzinho daquela safada, acariciava seu grelinho, até que ela gozou novamente.

Eu também não estava mais aguentando. Arranquei meu cacete daquele cuzinho, a virei de frente, e levei meu cacete até sua boca e mandei ela abrir.
Ela se negou, disse que não iria gozar em sua boca. Mas dei um tapa forte em seu rosto que ela começou a chorar mas abriu a boca, bem a tempo dos primeiros jatos de porra começassem a sair e encher aquela boca deliciosa com meu leitinho, que escorria pela sua boca enquanto eu fazia questão de jogar as ultimas gotas sobre seu rosto.

Ela desmaiou de cansaço e eu ao seu lado de tesão.
Logo ela adormeceu e eu refeito de um dos gozos mais deliciosos de minha vida, pude apreciar aquele rostinho lindo e maquiada de Morticia, todo melecado com minha porra.


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