A carona

11 de Setembro de 2017 Serginho Traição/Corno 422

Estava com dentista marcado em Nova Iguaçu na segunda feira, às 11:30. Acordei bem cedo, como de costume, tomei um banho bem gostoso, me arrumei, linda como sempre. Coloquei minha calcinha branca, toda rendada, por causa do calor mesmo. Tomei um café, escovei meus dentes, ah, o batom é claro; e desci para esperar o ônibus. João, meu esposo precisou sair bem mais cedo para trabalhar, viajou neste dia.
Estava vestindo uma roupa bem simples, um vestidinho rodado, na altura dos joelhos, e uma sandália. Como sempre, meu vizinho não deixou de falar uma gracinha, rs.
Saí um pouco adiantada, queria que sobrasse um tempinho para dar uma passada em uma loja na qual vira, uns dias antes, um conjuntinho de lingerie, meu sonho.
Estava mexendo em meu celular, distraída, quando ouvi uma buzina. Continuei no celular, quando, outra vez, a buzina me chamou a atenção; levantei o olhar, um Civic prata com um brilho fora do comum, era o Pedro, amigo de meu esposo, trabalhava com ele. “Quer uma carona Maria? ” Não tinha o que fazer, a não ser aceitar. Entrei no carro, um aroma muito bom, o ar condicionado na temperatura ideal, e um sonzinho ambiente delicioso.
Mal o carro arrancou, Pedro fechou os vidros novamente. Os vidros negros, não se via nada no interior do carro.
Pedro me deu um beijo no rosto, daqueles um pouco demorado, e apertou minha perna, uma pouco acima do joelho; encarei naturalmente. Perguntamos uma ao outro sobre a família, trabalho; falamos sobre a crise, o lava-jato, o desemprego, o preço da gasolina...; uma hora acabou o assunto, silencio de palavras, mas uma música deliciosa ao fundo; ele tem bom gosto. Quando pegamos a Rodovia, sempre que ele colocava a quinta marcha, eu sentia as costas das mãos de Pedro resvalando na minha coxa.
De repente, Pedro me surpreendeu, passou para a pista de baixa velocidade, e começou a me olhar de um jeito estranho do de costume. Cheguei a ficar sem graça, quando ele levou a mão na minha perna, de tal forma apertando, uma força tolerável.
Disse “há muito tempo reparo você, estava esperando apenas uma oportunidade para te dizer. Penso em você todos os dias, não imagina o tesão que sinto por você. Quando João fala de você, fico louco para que ele conte os detalhes. ”
Fiquei ofegante, há muito tempo não ouvia isso de nenhum homem, muito menos de João. Tentei desconversar, dizendo que ficaria atrasada para o dentista, mas não adiantou. Ele continuou a me falar coisas sensuais, sobre seus desejos, e passou a mão para dentro de minhas pernas, fingi que estava saindo fora, mas o desejo de saber como isso terminaria me conteve. Fiquei assustada, não vou mentir, mas me entreguei. Pelo movimento que fiz, ele entendeu que seria para ele chegar com a mão mais próximo da minha virilha. E foi o que fez; relaxei mais um pouco e minhas pernas abriram-se suavemente. Já me sentia úmida, quando ele mesmo constatou que por fora da calcinha seus dedos já escorregavam em minha xaninha.
Comecei a suspirar e gemer, quando notei que o carro parou. Era um estacionamento de um comércio, pouco movimentado, mas mesmo que tivesse gente, não daria para ver nada no interior do carro. Ele se virou, segurou meu rosto, fixou o olhar em meus olhos, depois em minha boca, e não me beijou, mas lambeu minha boca com um desejo guardado. Senti sua língua percorrendo minha boca, explorando-a. Me entreguei também, deixei minha língua sentir o gosto de sua saliva, fresca, com gostinho de menta.
Num instante, ele já abria minhas pernas, e com carinho para não me machucar, chegava a calcinha para o lado deixando minha buça à mostra. Pedro ficou maluco, chegou a tremer. Começou a me acariciar com o dedo de leve, que delícia, neste momento já estava me contorcendo no banco, quando ele mexeu no controle e reclinou um pouco. Foi a conta para que ele abrisse mais minhas pernas e de forma amorosa começasse a lamber minha xotinha, ele sugava cada gotinha que brotava, lambia e me massageava com o dedo médio. Não passou um minuto, e gozei, gozei na boca dele, senti ele como engolindo meu orgasmo.
Se levantou, me olhando com olhar de satisfeito e começou a beijar meu pescoço, passando a mão nos meus seios, mamilos durinhos. Quando empurrei ele para o seu lugar, queria retribuir a bela chupada. Pedi para que ele abrisse o zíper, abri o botão da bermuda, foi a conta para sentir sua pica, dura, molhada. Quando caí de boca, podia ouvir seus gemidos de prazer, de tesão. Ele segurava minha cabeça, empurrando-a para baixo, quase me fazendo engasgar com aquele enorme cacete. Em um instante, ele ficou estático, e deu um gemido forte, pronunciando meu nome por alguns segundos; gozou muito, engoli toda a sua porra, quentinha. Depois limpei seu pau, deixando-o brilhando com minha saliva.
Neste dia não passou disso. Ele me deixou na porta do prédio do meu dentista. Nos despedimos com um beijo delicioso e ficamos de nos falarmos posteriormente.



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