Marlon, o vendedor - parte I

11 de Setembro de 2017 Serginho Traição/Corno 164

O fato que contarei a seguir, se passou na época que eu e meu marido tínhamos um comércio no bairro onde moramos. Tratava-se de um mercadinho, e morávamos no sobrado construído por cima.
Lá vendíamos de tudo um pouco, tinha bastante movimento de clientes e de vendedores. E por falar em vendedores, é mais ou menos por aí que começarei minha estória.
Meu marido era quem fazia as compras, mas eu conhecia e tinha contato com a maioria de vendedores que apareciam por lá; uns já tinham mais liberdade, outros mais tímidos. Certa vez eu estava sozinha, meu marido tinha ido fazer serviço de banco, quando ouvi um “bom dia”, me virei e deparei com um rapaz simpático, bem vestido; “prazer, meu nome é Marlon, trabalho vendendo isso, isso, isso. ” Respondi, como sempre, muito educada e simpática, dizendo que o comprador não se encontrava, que iria chegar dali a uma hora ou mais; ele disse que como já havia visitado todos os clientes do bairro, e que só restaria mesmo o nosso, se eu me importaria se ele aguardasse ali. “De forma alguma”, respondi. Ele se expressava muito bem, e pelo jeito sabia um pouco de cada assunto, conversamos por alguns minutos, um papo bem gostoso, interrompido às vezes por fregueses que chegavam para comprar. Disse que era solteiro, que estudava e morava em um bairro próximo ao nosso, morava com os pais.
Dali a pouco, João chegou, apresentei Marlon para ele, conversaram e João se interessou pelos preços dele. Se dirigiram para a salinha onde eram atendidos os vendedores, e eu notava que enquanto conversavam, Marlon desviava o olhar em minha direção. Ficaram por horas conversando, e quando Marlon saiu, se despediu de mim de forma muito carinhosa, pegou minha mão e disse “foi um imenso prazer lhe conhecer Maria, espero lhe ver várias outras vezes”.
João disse que os produtos de Marlon cairiam muito bem, pensou até na prateleira que os colocaria; me disse que no outro dia ele retornaria para “tirar” o pedido, já que estava dependendo de nosso cadastro ser avaliado pela empresa dele.
Estranhamente, não conseguia parar de lembrar das olhadinhas que Marlon me dera através da janelinha.
Fechamos o mercado, subimos, um bom banho, conversamos um pouco e fomos descansar.
No dia seguinte, sexta-feira, acordei bem-disposta, João já havia descido para abrir o mercado; me arrumei, tomei o café, dei uma ajeitada nas coisas e desci. O dia estava lindo, quente, preferi trabalhar com uma saia e blusa comum, gostava de ficar mais à vontade; mas não podia trabalhar com roupa tão curta, pois passava o dia abaixando aqui e ali para pegar as coisas nas prateleiras mais baixas.
Às onze horas ouvi uma voz cumprimentando João, quando olhei, era Marlon. Nossa, como estava diferente do dia anterior, cabelinho molhado e bem penteado, uma roupa bem esportiva, talvez por se tratar de sexta-feira. Acenou com a cabeça para mim, me encarando de uma forma bem diferente também do que o dia anterior; me olhou de cima a baixo, parecia querer enxergar além do que estava vendo, enrubesci, fiquei sem graça, mas não vou mentir, gostei. Foram para a salinha, e novamente eu sentia que ele não tirava os olhos de mim, entrei no jogo, havia muito tempo que não me sentia daquele jeito, paquerada até então. Saíram para tomar um café, e Marlon voltou sozinho. “João foi para o banco” disse ele, perguntando se não me importaria de ficar mais algum tempo, precisava “fazer hora” para o próximo cliente; disse que, de forma alguma haveria problema. Papo vai, papo vem, e ele me pediu para conhecer o estoque, gostaria de saber como seria armazenada sua mercadoria. Como não havia nenhum cliente naquele momento, fiz sinal para que ele seguisse na frente, pelo corredor estreito até o local esperado. Mostrei para ele, mas estava apressada, pois poderia chegar algum freguês e não estar lá para atender, não gostava quando isso acontecia. Mas olhei entre as prateleiras e vi que não havia ninguém. Lembrei que estava faltando um enlatado no balcão de vendas, me abaixei para pegar a caixa, e senti que ele fez questão de se deixar esbarrar em mim, mas exatamente na minha bunda, que fica empinadinha quando me abaixo. Pediu-me desculpas, acenei com a cabeça, sem graça, mais uma vez enrubescida. “Bem, deu minha hora, tenho que ir”, disse pegando em minha mão e direcionando a boca em direção ao meu rosto para um beijo, que boca por sinal! Me deu um beijo carinhoso, apertou minha mão e saiu. Fez questão de passar com seu carro, dar uma piscadinha e um aceno de até breve. Não vou mentir, molhei minha calcinha, me senti mulher, desejada. Agora, era só esperar pela terça-feira, dia que ele retornaria. Fiquei muito ansiosa com a demora para passar o fim de semana e a segunda-feira; e afinal, chegou a terça.
...
Por ser um conto bastante longo, resolvi fazê-lo em duas partes. Mas a segunda parte foi publicada juntamente com essa, e vou falar uma coisa para vocês leitores, vale a pena ler tá!!

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