Marlon, o vendedor - parte II

11 de Setembro de 2017 Serginho Traição/Corno 249

...
João acordou mais cedo, tomou um banho e desceu. Senti quando deu um beijinho de bom dia em minha testa. Por volta de 8:30 acordei e entrei no banho. Estava cantarolando, quando ouvi um barulho na porta de entrada, não liguei. Estranhamente ouvi vozes, dois homens, e uma era de João; ele abriu a porta do banheiro e disse que Marlon havia chegado mais cedo do que o costume, e precisava telefonar para a empresa dele, lembrei-me que o telefone do mercado estava com problemas no dia anterior e devia ter se agravado. Mas João disse que precisava descer pois se chegasse alguém no mercado, não haveria ninguém para atender. Até então, acho que ainda estava sonolenta, e demorei a pensar no que estava acontecendo: espere, eu no banheiro, tomando banho e MARLON do outro lado da parede. E o pior de tudo, ou melhor de tudo, estávamos sozinhos! Desculpem-me, mas eu tinha que fazer algo para chamar a atenção dele, a adrenalina, misturada com curiosidade subiram. Terminei meu banho, fiz questão de passar o melhor óleo pelo corporal, e me lembrei que havia passado a ferro o vestido que usaria naquele dia, e este estava estendido sobre o sofá; minha chance, pensei.
Aos poucos abri a porta, vendo-o, estava de costas, gesticulando, mas com a voz serena, parece que sentiu eu observando, mas não virou. “Psiu”, chamei sua atenção; olhou assustado, e com um sorriso perguntou-me, “sim, precisa de algo? ” Pedi desculpas por ter atrapalhado a ligação dele e apontei para o vestido no sofá, pedindo que o pagasse para mim. Prontamente pediu licença para o contato dele, pegou o vestido e me entregou, estava com uma toalha enrolada no corpo, ele fez questão de esticar os olhos, procurando algo mais, e disse com uma voz safada, que até então não ouvira sair de sua boca, “não precisa de uma calcinha também? ” Cacete, ele entrou no meu jogo. Terminei de me arrumar, saí e o cumprimentei, foi educado dizendo que ainda precisaria de uns vinte minutos naquela ligação, se teria problema. Disse que não, que poderia ficar à vontade. Desci e avisei João que não deixaria Marlon sozinho em casa, que aproveitaria para fazer alguma coisa enquanto estivesse na ligação. Voltei e fiz questão e ficar por perto dele, que voz macia, ainda não tinha reparado tanto, mas ele tinha um corpo bem definido, encantador.
Decidi arriscar tudo e me sentei numa poltrona que ficava não tão em frente a ele, liguei a TV e fiquei assistindo um telejornal. Ele resolver se sentar também, agora, conseguindo um ponto bem em frente a mim. Confesso que fiquei com medo, mas a vontade de experimentar aquilo era maior. Notei que me olhava, agora sem disfarçar; aí sim, fiz questão de mostrar o que queria, deixei que ele olhasse por entre minhas pernas, vi que ficou eufórico quando reparou que não havia nada por baixo do vestido, isso mesmo, estava sem calcinha. Marlon parecia que não acreditava no que estava vendo, fez um sinal com a cabeça e me chamou para que sentasse ao seu lado; me levantei, mas não fiz exatamente como ele pediu, fiquei de pé, na frente dele, que ficou totalmente sem saber o que fazer com a ligação, que ainda estava em andamento. Disse a quem estava do outro lado que precisaria desligar e logo retornaria; me abraçou pelas pernas e beijou minha barriga. Logo suas mãos já passavam a tocar minha pele, se levantou devagar, e como tínhamos a mesma altura não foi difícil ganhar um beijo daquela boca carnuda e quente. Nos abraçamos, nos envolvemos tanto naquela situação, que esquecemos de tudo; do tempo, do perigo. Em um instante Marlon arrancou meu vestido e começou a beijar, morder, lamber meu corpo inteiro, não teve nenhuma restrição, conseguiu em um curto espaço de tempo tocar cada centímetro quadrado do meu corpo. “Fiquei maluco quando vi que estava sem calcinha”, disse ele no meu ouvido; “você não se ofereceu para pegar uma? Fiquei esperando” falei em seguida. Minha atitude foi levantar a camisa de Marlon e percorrer seu abdômen com minhas mãos, liso, suado, cheiroso, lindo, definido. Abri suas calças e me deparei com aquele volume envolvido por uma linda cueca de puro algodão, branquinha. Aquele pau estava querendo sair logo para fora, e isso não demorou para acontecer. Marlon me ergueu e entendi logo o que queria, abri minhas pernas envolvendo-o, e sentindo aquilo tudo se esfregando na minha bucetinha. De repente com um movimento brusco, ele empurrou seu pau para dentro de mim. Fui ao delírio, que estocada gostosa. Ficamos trepando naquela posição por alguns minutos, logo depois ele foi se sentando no sofá, bem devagar, para que seu pau não saísse de dentro de mim, nossa, cavalguei naquela piroca gostosa, como não podia gritar, gozei através de gemidos longos e agudos no ouvido de Marlon, que continuou se movimentando dentro de mim; segundo passaram e tive novo orgasmo, a muito não sabia o que era isso. Vi que Marlon se cansara, saí da posição que estava, ajoelhei-me no chão e abocanhei aquela piroca molhada, engolia ela toda, ele segurava meu rosto ajudando-me nos movimentos até que senti ela parar, sábia o que ia acontecer, esperei por dois segundos no máximo e senti seu leite jorrar na minha boca. Que delícia!! Fiz questão de engolir tudo, muito por sinal. Deitei meu rosto sobre sua perna, e nos olhamos durante um bom tempo. Admirável aquele homem fudendo, que trepada gostosa; pena que teríamos que descer logo, João poderia desconfiar de algo.
Fui para meu quarto, me vesti novamente, enquanto isso ele foi ao banheiro, se ajeitou e descemos. Chegamos na loja, João nos recebeu com um sorriso, me lascou um beijo na boca e perguntou a Marlon se tudo estava resolvido. O moço agradeceu e acenou com a cabeça dizendo que sim.
Marlon se despediu da gente, e saiu. Mais uma vez fez questão de manobrar seu carro, passar e dar uma piscadinha. Me despedi com um aceno de mão e um sorriso satisfeito.
Marlon, retornou por dezenas de vezes. Quando pintava oportunidade nos encontrávamos nos corredores do estoque.
Até hoje fico excitada quando lembro dele.

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