A PIZZARIA - PARTE 3

12 de Setembro de 2017 Carlao 1978 Traição/Corno 180

A PIZZARIA - PARTE 3

ATENÇÃO: ESSA É A PARTE 3. ANTES DE CONTINUAR, LEIA O PRIMEIRO CAPÍTULO. OBRIGADO.

No posto de combustíveis fui atendido pelo gerente, o qual me apresentou as documentações solicitadas, sem problema algum. Estava tudo em ordem. Daí, aproveitando o contato, perguntei-lhe a quem pertencia a Chevrolet Blazer, ali estacionada.

Respondeu-me não conhecer o proprietário, mas que a pessoa o abasteceu, pedindo aos frentistas para deixá-lo estacionado no pátio, pois iria até a oficina do final da rua ver um automóvel para comprar.

A oficina, apesar de aspecto pouco recomendável, era perto. Lá chegando, vi Magno e outra pessoa conversando. Pelas vestes sujas de graxa parecia ser mecânico. Examinavam um antigo Fusca, da década de 1960, de conservada aparência.
Com certeza, tratavam a venda e compra do carro.

Magno, quando me viu, cumprimentou-me alegremente:

— Nossa, é você mesmo Edu? Quanto tempo! O que você veio fazer aqui tão longe?
Expliquei-lhe o motivo de eu estar ali no bairro, a conversa com o gerente do posto, e que só fui até a oficina para revê-lo. Ficou feliz.

Com breves argumentos e cautela, para não deixá-lo intrigado sobre a minha curiosidade acerca da falta do contato deles, fiquei sabendo de alguns problemas que ambos passaram nesse período.

Primeiro, um dia após sairmos os quatro juntos, perdeu o celular. Seu novo aparelho já não usa mais o chip de São Paulo. Agora é de Minas. Segundo, seus filhos vieram visitá-los, acompanhados de Giovana, irmã da Alessandra, que também reside em São Paulo.

Alessandra e Giovana se desentenderam pelo fato de Dona Cida estar morando com eles, e não querer retornar para São Paulo. Magno me explicou que o motivo do descontentamento de Giovana, não é por amor à tia, mas, sim, pelo dinheiro.

Disse-me que o marido dela não trabalha, e vive de bicos como corretor de imóveis, e que os dois sempre exploraram a viúva rica, que lhes dava presentes e pagava as contas. Assim, a mudança de Dona Cida secara-lhes a fonte.

Para piorar, no domingo, quando os filhos retornaram para São Paulo, Giovana não os acompanhou. Ficou na casa deles, com ideia de persuadir a tia a voltar para São Paulo.

A tentativa fora em vão. A velha idosa, embora com dificuldade de locomoção, por não sair sozinha da cama, inclusive em suas idas ao banheiro, tem as faculdades mentais perfeitas: zela sobre as compras da casa; escolhe suas próprias roupas; alimentos; cuida do seu dinheiro e assina cheques.

Além da viuvez de auditor da Receita Federal, aposentou-se como diretora de escola pública. O casal não teve filhos e criou Giovana e Alessandra, como suas. Tem outros sobrinhos, mas as duas irmãs são as favoritas.

Então, para se livrar dos assédios, a velha senhora lhe deu um generoso cheque. No dia seguinte, Giovana retornou a São Paulo, de ônibus.

Agora sim: a vida deles tinha voltado à normalidade.

Daí Magno comentou:

— Ficamos com saudade de vocês. Em seguida perguntou:

— Como está Denise ?

— Ela está bem. Só ficou triste com a falta de contato da Alessandra. Respondi.

Ele continuou:

— Pois é, explique a ela os motivos. Todos esses problemas que passamos. Ela vai entender.

—Vai sim.

Continuei:

— Desculpe, já ia me esquecendo de perguntar. Como estão Alessandra e Dona Cida?

— Estão bem, obrigado. E arrematou:

—Apareçam por lá.

Nisso o mecânico chama por Magno, para continuar a conversa sobre o carro, pois tinha clientes lhe esperando. Para não os atrapalhar, eu disse:

— Magno, estou em horário de trabalho, e tenho que ir. Outra hora conversaremos com calma. Fiquem à vontade vocês dois. Bons negócios.

Ele respondeu:

— Que pena você ir Edu. Mas entendo. Se vocês quiserem, no sábado poderíamos fazer um churrasquinho lá em casa.

— Podemos sim, claro. Se não formos atrapalhar vocês. Argumentei.

— Imagina. É lógico que não nos atrapalham. Então já fica combinado.

— Ok. Vamos sim. Obrigado. Respondi.

— Até mais.

— Até.

Voltei à repartição super feliz. À tarde, em casa, contei a Denise sobre o encontro na oficina. Ela evitou comentar sobre isso, mas notei-lhe um pequeno sorriso de felicidade. Depois falou:

— Vou ter que me depilar para usar o biquíni.

— Humm... Deixa eu ver como “ela” está peludinha. Falei.

Ela respondeu rindo:

— Agora não Edu. Vai começar tudo de novo?

Com tesão, falei:

— Humm.....A safada já quer por biquíni né?

—Quero cachorro.

—Vai por biquíni curto né safada?

—Vou.

—Então vai depilar a buceta né vagabunda.

—Já disse que vou seu cachorro.

—Olha meu pau como está duro.

Ela só disse:

—Humm......vem me fuder marido safado.

Não conseguimos resistir mais. Em seguida foi tirando a roupa. Fomos para a cama e transamos gostoso. Comer a buceta dela peludinha me deixou doido. Gozamos os dois.

Só à noite me dei conta de que havia combinado o churrasco na casa deles justo para o sábado! Comentei sobre isso com Denise, e ela se zangou dizendo que eu não presto atenção em nada, pois estou careca de saber que nossos filhos chegam nesse dia. Daí consertei:

— Poderíamos marcar com eles para sexta feira amor. Na sexta feira posso trabalhar até as 11:00hs. Depois reponho as horas na semana seguinte. Ela concordou:

—Ótimo. Eu posso trocar o plantão com alguma colega. No domingo trabalho no seu lugar.

— Mas você fica sozinho com os meninos? Perguntou.

—Fico sim, claro. Vou ligar para o Magno e ver isso com ele.

—Tá bom. Mas liga logo. Respondeu.

Deu tudo certo: remarcamos a data. E Denise acertou a troca do plantão, com uma colega enfermeira.

Na sexta-feira, acordei cedo. Como Denise não iria trabalhar, saí quieto do quarto, e a deixei dormindo.

Eram 10:20hs quando retornei. Não consegui esperar até as 11:00hs. Fugi antes do trabalho.

Chegando, Denise me disse que Alessandra havia ligado, querendo saber quando iríamos. Informou 11:00hs.

Fomos trocar de roupa.

Ela vestiu um short curto, camiseta branca e tênis. Usava óculos escuros que a deixaram linda. Uma gata! Levava em sua bolsa toalhas, sandálias minhas e dela, protetor solar, além de outras coisas de mulher, obviamente.

Vesti-me o mais simples para um churrasco: bermuda, camiseta, boné e tênis. A sunga, óculos de sol, e outros objetos foram na mesma bolsa de Denise.

Partimos.

No trajeto, meu pau endureceu só de ver as coxas roliças e morenas de Denise. Como ela estava gostosa. Pensei.

Lá chegando, Alessandra nos esperava no portão. Denise e ela trocaram os costumeiros beijinhos. Minha mulher fez questão de ir ao quarto cumprimentar Dona Cida, que assistia sua imensa TV de 60 polegadas. Alessandra deixou-a sozinha com a tia, e me convidou para irmos aos fundos da casa, onde Magno já assava as carnes.

Vestia um comportado short de tecido jeans, tênis e camiseta. Segui atrás dela, observando-a caminhar com o gostoso rebolado.

A casa era grande e espaçosa. Sua frente era cercada por um pequeno jardim. Por um lado se chegava à porta de entrada da enorme sala. Do outro, estava a garagem, para dois automóveis.

A copa e cozinha eram contíguas à sala, pelo lado direito. Pelo esquerdo, havia um corredor com os três quartos e um banheiro grande. O quarto de Dona Cida, o melhor do imóvel, era suíte, com banheiro em tom azulado e um pequeno closet.

No corredor, ao lado da suíte, estava o outro banheiro. No meio, o quarto de Magno e Alessandra, com cama de casal em frente à uma penteadeira, com espelho. No último haviam duas camas de solteiro, guarda roupas e cômoda. Este possuía janela de madeira, com venezianas, que se abria para a lateral da piscina.

Nos demais, as janelas davam para um corredor externo e descoberto, que ficava junto ao muro da divisa do terreno.

O acesso aos fundos era por uma porta no corredor dos quartos, ou então pela saída da cozinha.

Alessandra me guiou pelo caminho mais perto: o da cozinha.

Próximo à piscina, Magno cuidava da churrasqueira. Alessandra foi logo avisando:

— Amooor. Eles chegaram!

Ele me recebeu com sorriso de felicidade. Ofereceu-me carne e cerveja gelada. Lógico, perguntou-me por Denise.

—Ela está no quarto, conversando com a Dona Cida. Respondi.

—Vá chamá-la amor. Pediu a Alessandra.

Logo Denise chegou. Ele disse admirado:

—Nossa Edu. Sua morena está linda como sempre.

—Obrigada. Respondeu Denise.

—Mas Alessandra está cada vez mais jovem e bonita. Falei.

—Bondade sua Edu. Respondeu ela meio corada.

Daí Magno falou: nossa gente, nós estamos muito desanimados.

— Poe uma musica boa pra nós aí amor. Pediu à esposa.

Ela ligou o aparelho de som, e agitadas músicas alegraram o ambiente.

Magno, agora mais animado, falou:

— Tá calor moçada. Vocês não querem nadar um pouco? Tira essa camisa Edu, está com vergonha de que? Brincou.

Nem foi preciso segunda ordem. Peguei a sunga e chinelos na sacola da Denise e fui ao banheiro me trocar. Demorei um pouco por lá.

Levei um susto quando retornei aos fundos da casa.

Denise já estava com sua roupa de banho: um minúsculo fio dental amarelo, de lacinho lateral, que deixava sua bunda inteira de fora. Um mini top mal lhe cobria os bicos dos seios. Estava de pé, com copo de cerveja na mão, esperando Magno lhe partir churrasco.

Alessandra trajava biquíni mais comportado. Nem por isso, deixou de me despertar tesão, pois eu notava desejo em seu olhar. O top, ao contrário da parte de baixo, era minúsculo. Com certeza, estava espremendo os seios pontudos, que eu já os conhecia.

Magno, ainda de costas, cuidava da brasa: apagava eventual fogo que se formava, e virava as carnes.

Assim como eu, trajava somente sunga. Ambos já estávamos sem camisa.

Quando ele se virou para servir à Denise foi um susto: seu enorme cacete estava duro. Espremido, exibia os contornos dentro da apertada sunga. Denise o olhava de soslaio, o tempo todo. Meu pau ficou rijo, e Alessandra percebeu. Olhou-me da mesma forma que Denise espiava seu marido.

Magno não tirava os olhos da bunda da minha mulher, que nem se importava com o assédio.

Daí, Alessandra pulou na piscina. Mergulhei em seguida, e ficamos nadando, lado a lado.

Nisso, Magno convidou Denise para entrarem na água, mas ela sorriu dizendo que, por enquanto, não estava afim. Mas não teve jeito: ele puxou-a pelo braço, e mesmo com ela dando gritinhos de protestos, caíram juntos na agua. Aproveitando a situação, ele passou bem devagar a mão na sua bunda, protegida apenas pelo minúsculo fio dental.

Em seguida, mergulhei. Submerso, acariciei as coxas da Alessandra, que sorrindo, fugiu de mim, para o outro lado da piscina. Fui atrás dela e a agarrei de frente, dando-lhe umas rápidas encostadas, e passadas de mão na bunda. Mas ela se livrou de mim.

Depois, ficamos nadando os quatro, e brincamos juntos com uma bola. Estávamos felizes, iguais adolescentes no primeiro namoro.

Vez ou outra Alessandra ia até o quarto da tia dar uma espiadinha, para ver se estava tudo em ordem com a velha. Nessa hora, Magno aproveitava e dava uns agarrões em Denise, por trás. Ficavam os dois parados, em pé. E ele, com o imenso cacete duro, roçava-lhe a sunga na bunda. Eu fingia não ver.

Depois, fizemos brincadeiras de pegar, e jogar água no rosto. Ele continuava as passadas de mãos em Denise, e eu na Alessandra. Tímida, ela fazia de conta que nada acontecia.

Infelizmente, não pudemos continuar com a festa, que começava a ficar boa, porque Silvana, a moça que cuidava da Dona Cida acabara de chegar. Daí, para disfarçar, Alessandra lhe ofereceu churrasco e refrigerante. Ela aceitou, e permaneceu comendo e bebendo conosco.

Silvana não desconfiou sobre o que fazíamos. Apenas disse que Dona Cida queria ir aos fundos tomar sol, ao lado da piscina. Nenhum de nós contestou sua fala, e ela foi buscar a idosa.

Ficamos mais um tempo por lá, fazendo sala à velha senhora. Obviamente, todos já comportados. Denise vestira o short, e Alessandra a camiseta. Então, nós demos uma desculpa, querendo ir embora.

Lógico, eles protestaram por deixá-los. Mas, em silêncio, entenderam que não poderíamos prosseguir. Dessa vez, nossa festinha deixou a desejar.

Enfim, me conformei com a situação, até porque estávamos num ambiente familiar, com outras pessoas por perto.

Quem sabe, no próximo churrasco aconteceria algo melhor. Pensei.

Alessandra e marido nos acompanharam até o portão. Daí ele foi dizendo:

—Sabemos que vocês não poderão sair amanhã, devido à chegada dos filhos no sábado... E continuou:

— Mas, se vocês quiserem, na próxima sexta-feira, poderíamos voltar os quatro na pizzaria. O que acham?

Nem pensei duas vezes. Respondi logo:

—Achamos ótimo. Depois perguntei à Denise:

—Vamos sim né amor?

—Claro. Podemos sim.

—Combinado então. Disseram ambos. E Magno completou:

—Naquele mesmo horário pegamos vocês lá.

Concordei e fomos saindo.

—Tchau amigos. Até sexta-feira.

Regressamos.

Agora, só nos restava esperar a outra sexta-feira...

Continua no próximo conto...

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