DE VOLTA À PIZZARIA - Parte 13

20 de Fevereiro de 2018 Carlao 1978 Traição/Corno 216

Reportagem especial (UOL)
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DE VOLTA À PIZZARIA

CAPÍTULO 13

ATENÇÃO

ESSE É O DÉCIMO TERCEIRO CAPÍTULO DA FASE 2 DA SÉRIE “A PIZZARIA” . ANTES DE PROSSEGUIR COM A LEITURA, LEIA, NESTE MESMO SITE, A FASE 1 DA SÉRIE ORIGINAL (A PIZZARIA), DO MESMO AUTOR. OBRIGADO.


DE VOLTA À PIZZARIA

CAPÍTULO 13



Em algumas sextas feiras em que o Bruno, namorado da Denise, vinha visitá-la, Vera costumava ir à cidade vizinha para ficar na companhia das duas filhas durante o final de semana e, portanto, só retornava no domingo à tarde.



Tínhamos que proceder dessa forma, pois a Vera tentava evitar ao máximo que a Ticiane viesse até a nossa cidade vê-la nos finais de semana, porque, além de atrapalhar a nossa privacidade, ela tinha receio de que a filha desconfiasse de algo, acerca da nossa relação a três.



Mas, mesmo assim, em outras oportunidades, quando a Ticiane insistia em vir, achávamos melhor não impedi-la, para não gerar desconfiança na menina em relação a nós. Lógico, ela só poderia aparecer nos finais de semana em que o Bruno nada havia marcado com a Denise. Daí, nesses dias em que ela estava presente, eu dormia somente na companhia da minha mulher, no quarto de casal, e mãe e filha, nas camas dos meninos.



Porém, no domingo à tarde, quando a filha ia embora, Vera já retornava para o nosso quarto e voltávamos à vida de sempre, até a próxima sexta feira. De qualquer maneira, estando o Bruno na nossa casa não recebíamos visitas de ninguém, até porque, era somente eu e a Vera que sabíamos dessa relação dos dois. E ele, Bruno, da nossa, claro.



Desse modo, quando o namorado da Denise estava para chegar, nós levávamos a Vera à casa das meninas, e voltávamos sós. Mas, quando o Bruno já tinha vindo, eu transportava sozinho a minha cunhada até lá, deixando o namorado em nossa casa na companhia da minha mulher, até porque, mal ele chegava, e a Denise já o levava para o nosso quarto.



Assim, nesses dois dias em que a Vera não estava, eu dormia solitário no quarto dos meninos, muitas vezes escutando a Denise transar com o namorado, quando eles deixavam a porta do quarto aberta. E daí eu batia uma gostosa punheta pensando na situação.



Porém, nessa noite específica, como em algumas outras, nas quais eles deixaram a porta aberta, não me contentando mais em simplesmente ouvi-los transar, decidi, sorrateiramente, espiá-los.



E qual não fora a minha surpresa, quando ao passar diante do nosso quarto, fingindo ir até a sala, vejo o Bruno de pé, completamente pelado diante da nossa cômoda, como se estivesse procurando algo dentro de uma das gavetas.



Quando ele se virou, assustei-me ao ver o avantajado tamanho e a grossura da sua verga duríssima, com a enorme cabeça vermelha descoberta do prepúcio, enquanto ele, nervoso, parecendo não notar a minha presença, questionava à minha mulher:


—Você tem certeza que está nessa gaveta, querida?



Denise lhe respondeu.



—Está sim, Bruno. O Edu costuma deixar o creme aí.



Depois ainda lhe advertiu:



—Procure direito querido, porque sem o KY eu não vou fazer mais!



—Aquele dia você me deixou com a bunda toda dolorida! Reclamou.


Nem precisei ouvir mais nada, porque eu já percebera que a sua intenção era foder o cuzinho da Denise. Pior que ele procurava o KY na gaveta errada porque, na última vez que o usei fora com a Vera, e eu notei que ela o colocara na gaveta do meio.



Felizmente, Denise lhe alertou:


—Procure em outra gaveta, amor.


—Anda logo!


—Senão eu vou desistir, e daí outro dia nós fazemos.


Nervoso ante a possibilidade de perder o precioso anel da Denise, mais do que depressa ele abriu a gaveta certa, até que, finalmente, encontrou o produto dizendo:


—Achei amor!


Em seguida, posicionando-se de quatro na beiradinha da cama, com o rosto virado para a parede, Denise o chamou:


—Então venha com calma, querido!


De pé, Bruno foi até ela, e ao aproximar-se do seu generoso traseiro moreno, primeiro untou o enorme cacete com o lubrificante, e depois fez o mesmo, espalhando-o na bunda e no cuzinho da Denise.


Ela reclamou:


—Aiii. Está gelado, amor!


Ele lhe respondeu:


—Mas logo eu te esquento, gostosa!


Denise lhe pediu:


—Então venha logo, amor.


—Coloca, vai.


—Fode!


Ainda de pé, ele se curvou um pouquinho atrás dela, e acertando a exata posição da enorme cabeça avermelhada na porta do cu, calmamente iniciou a penetração, enquanto a segurava pela cintura.


Denise suspirou:



—Aiii amor!



—Caralhooo!



—Nossa, como é grosso!



—Faça entrar mais devagar, porra! Reclamou.



Paciente, fiquei espiando de relance o Bruno colocar-lhe, pouco a pouco, a enorme tora no rabo.


Quando finalmente o seu cacete sumiu nas entranhas da Denise, e com ela ainda de costas para ele, Bruno soltou-lhe uma das mãos do quadril, e puxando-lhe os cabelos, lhe disse:


—Que cu gostoso você tem, safada!


Uma forte estocada forçou a Denise tremer seu corpo inteiro, e quando a enorme verga mergulhou no seu precioso canal, ela levantou o pescoço gemendo. Agora sim, estava literalmente enrabada.


—Rebola na minha pica, piranha!


Denise ficou doida, e começou a dizer alto:


—Aiiiiiiiiiiiiii


—Ai Bruuuunoo.


—Mete tudo, cachorro.


—Aiii. Que cacete grossooo!!!



Ao ouvir um grito mais forte da Denise, percebi que ela estava gozando. Na mesma hora, do lado de fora do quarto, eu também gozei espiando os dois. Logo, o urro do Bruno anunciava o terceiro orgasmo da noite:


—Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii


—Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii



Sentindo-se satisfeito, Bruno curvou o seu corpo em cima das costas da Denise, que ainda permanecia inerte e de quatro na cama, com o cacete inteiro dentro do rabo.



Antes que o Bruno, lhe tirasse a verga, continuando de quatro, Denise virou o seu rosto para trás, e me viu na porta do quarto, de calção abaixado, limpando os últimos respingos da minha esporrada.



Dissimulada, ela deu-me um breve sorriso de satisfeita, e se virou novamente para a parede. Eu saí apressado, e deixando o leite do meu prazer no chão da porta do quarto onde eles estavam, fui dormir.



Continua no próximo conto...

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