DE VOLTA À PIZZARIA - Capítulo 22

11 de Março de 2018 Carlao 1978 Traição/Corno 302

Reportagem especial (UOL)
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DE VOLTA À PIZZARIA

CAPÍTULO 22

ATENÇÃO

ESSE É O VIGÉSIMO SEGUNDO CAPÍTULO DA FASE 2 DA SÉRIE “A PIZZARIA”. ANTES DE PROSSEGUIR COM A LEITURA, LEIA, NESTE MESMO SITE, A FASE 1 DA SÉRIE ORIGINAL (A PIZZARIA), DO MESMO AUTOR. OBRIGADO.


DE VOLTA À PIZZARIA
CAPÍTULO 22

No dia seguinte, pela manhã, escutamos batidas na porta do quarto. Vera foi atender, mas eu continuei deitado, fingindo dormir.


Era a Ticiane, conversando baixo com a sua mãe, dizendo que teria que entrar no nosso quarto para se trocar, pois iria até a farmácia buscar remédios para a Denise, que se queixava de mal estar e dor de cabeça. Efeito da ressaca. Pensei comigo.


Quando ela entrou, Vera deixou a porta do quarto aberta, e após pegar a sua escova de dentes dirigiu-se ao banheiro do corredor, somente de calcinha.


Enquanto isso, Ticiane passou andando perto de mim, e pisando nos colchões que jogáramos ao chão, dirigiu-se até a sua bolsa, que estava em cima da cômoda, para escolher roupas limpas, e se trocar.



Imaginando-me dormir, lentamente tirou seu pequeno pijama com o qual passara a noite, e ficou totalmente nua enquanto escolhia o que vestir. Com um dos olhos semiabertos, primeiro a vi de costas exibindo o belo rabão, e depois vislumbrei sua dianteira de seios duros e a bucetinha toda lisa, apenas com um bigodinho de pelos na parte superior.



Após se vestir, silenciosamente, ela deixou o quarto. Transcorrido algum tempo, ainda de calcinha, Vera retornou do banheiro e veio deitar-se ao meu lado, nos colchões que estavam no chão.



Lembrando-me da recente visão do lindo rabo da sua filha, acariciei lhe a bunda e, sem delongas, ela percebeu que eu queria o seu cuzinho.



Também doida de desejo para dar-me a bunda, ela me disse:


—Ai, Edu! O que você está fazendo comigo, homem?


Mas, ela própria respondeu-me:


—Está me deixando com desejo atrás.


—Pena que o creme está no outro quarto, querido.


—Hoje eu tô doida de vontade, mas acho que não vai dar pra você fazer assim, Edu.


Apavorado, e com receio de perder o seu cuzinho apertado, eu lhe disse:


—Eu vou lá buscar, Vera. Entro quietinho no quarto, e pego.


—A Denise deve estar dormindo.


Ela me disse:


—Então vai logo, Edu.


—Vamos fazer antes de a Ticiane voltar.


Então, eu a deixei na cama, ou melhor, nos colchões ao chão, e fui até o outro quarto buscar o KY.



Entrei devagar, mas a Denise estava acordada e nua na cama. Esperta, quando me viu abrindo a gaveta da cômoda, deduziu que eu fora pegar o lubrificante, e perguntou-me :


—Você vai enrabar a Vera, Edu?


—Sim, Denise. Ela quer. Respondi-lhe.


—Huuum


Em seguida, perguntou-me:


—A Tici já voltou, Edu?


—Ainda não, Denise. Ela também irá passar na padaria pra trazer as quitandas e os pães do nosso café.


—Mas, logo estará aqui.


Daí, ela me diz algo deveras complicador:


—Ai, Edu. Estou com tesão.


—Vem deitar aqui comigo querido. Pediu-me.


—Mas a Vera está me esperando, Denise. Argumentei.


—Ah Edu! Vocês já passaram a noite juntos. Por favor, né.


—Calma, Denise. Eu vou lá e já volto.


Dengosa, pediu-me.


—Então deixa eu te chupar só um pouquinho, amor.


Concordei. E como eu havia dormido nu com a sua irmã, vestira apenas o meu short para ir ao nosso quarto buscar o lubrificante.


Então, de pé, aproximei-me da borda da cama onde ela estava e arriei o short, abaixo dos joelhos. Ainda deitada, Denise aproximou-se de mim; “engoliu” o meu pau mole, e o faz endurecer na sua boca.


Quando ficou totalmente duro, ela o retirou, e deu uma cuspida na cabecinha, na intenção de novamente abocanhá-lo. Porém, nessa hora, a porta do quarto se abre, e surge a Ticiane com uma sacola pequena nas mãos, que seriam os medicamentos que ela os fora comprar para a tia.



Eu estava praticamente nu, com a bunda toda de fora, e o meu short ainda arriado abaixo dos joelhos, enquanto a Denise segurava o meu cacete, agora duro, próximo ao seu rosto. E foi nessa cena que a Ticiane nos flagrou.


Talvez, não acreditando no que acabara de presenciar, Ticiane pareceu estar em choque, pois ficara imóvel na porta do quarto, apenas nos observando. E eu notei que ela não desgrudava os olhos do meu cacete duro, que a tia ainda o segurava.


Ao perceber a presença da sobrinha, Denise lhe ordenou severamente:


—Fecha logo a porta, Tici!


Em seguida, preocupada, perguntou à menina:


—A Vera viu você chegar?


Sem nada dizer, Ticiane apenas moveu a cabeça de um lado para o outro, na horizontal, e entendemos que a Vera não notara o seu retorno da rua.


Depois, Denise novamente perguntou a ela:


—Você quer espiar a gente, Tici?


Ainda sem dizer nada, agora Ticiane moveu a cabeça de um lado para o outro, na vertical, e entendemos a sua vontade.


Sabendo que ela nos espiava, livrei-me de vez do short, e fiquei totalmente nu, e de pau duro, com os pés no chão. Enquanto isso, a Denise permanecia deitada na cama, na mesma posição em que começara a me chupar.


Então, postando-se de quatro na beira da cama, Denise pediu-me.


—Coma a minha buceta pra Tici ver, amor.


E foi dizendo à sobrinha:


—Fique de lado pra você espiar melhor, Tici.


—Você ainda não deu, e por isso terá que prestar atenção!


—Veja como a sua tia gosta de um cacete duro na buceta.


—Toda mulher deve experimentar isso, Tici!


Então, antes de fazer a aproximação no traseiro da Denise a fim de penetrá-la, conforme me pedira, isto é, na bucetinha, e por trás, virei o meu pau duro para que a sobrinha pudesse vê-lo detalhadamente, e o fiquei segurando assim, com ela olhando-o de perto, até que a Denise me chamou:


—Põe logo, Edu.


—Não precisa fazer tanta frescura assim, só pra mostrar o bilau!


—Você tem é que foder gostoso pra ela ver.


—Só isso!



E daí, doido de tesão por saber que a Tici nos observava tão próxima, e com o show de safadeza da minha mulher, querendo agradar a sobrinha, empurrei lhe devagar o cacete na buceta. Ao senti-lo todo dentro, Denise gemeu dizendo:


—Aiiiiiiii. Edu.


—Que saudade do seu pau gostoso, meu amor!


Meu tesão foi aumentando e comecei a bombear sua buceta rapidamente. Após ouvir os gemidos da Denise anunciando o seu gozo, comecei a penetrá-la forte, e ela passou a gritar:


—AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII


—AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII



Na hora que eu também estava gozando, tirei rapidamente o pau da buceta, e os primeiros respingos do meu leite começaram a cair nas suas costas nuas enquanto, estupefata, a Ticiane àquilo tudo assistia.



Depois, Ticiane viu meu pau amolecendo, mas ainda molhado com as últimas gotas do gozo. Saí em direção ao banheiro carregando o short nas mãos, e deixei a Denise com as costas esporradas na cama.


Quando deixei o banheiro, Denise me disse:


—Agora vai logo lá, que ela está te esperando, Edu.


Então, deixei as duas sozinhas no quarto e, quando saí levando o tubo do lubrificante na mão, percebi que a sobrinha havia deixado as sacolas com os pães e a quitanda sobre a mesa da sala. Peguei-os e os deixei na mesa da cozinha, e fui novamente estar com a Vera.


Quando entrei no quarto, Vera havia adormecido nua sobre os nossos colchões ao chão. Não quis acordá-la, até mesmo para ganhar tempo extra e me recuperar da foda que acabara de ter com a minha mulher.



Continua no próximo conto...

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