DE VOLTA À PIZZARIA - Capítulo 37

18 de Abril de 2018 Carlao 1978 Traição/Corno 102

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DE VOLTA À PIZZARIA

CAPÍTULO 37

Aviso aos seguidores que, após quatro meses “no ar”, conforme previsto desde o início, a série caminha para as suas últimas semanas, que culminará com o capítulo final, sem interrupção alguma.

Aproveitando o espaço, e fazendo um breve merchandising, recomendo aos leitores que de alguma forma gostaram desta série, e da anterior, a leitura do livro erótico “A Minha Longa Iniciação”, da autoria da escritora Sylvinha, em parceria com este autor.

E os três primeiros capítulos da mencionada obra se encontram na internet, para a degustação de todos.

Para acessá-los, basta procurar no buscador pelo nome da autora “Sylvinha” ou, pelo título “ A Minha Longa Iniciação”.

Agradeço a todos, e segue mais um capítulo, dentre aqueles que ainda restam:

ATENÇÃO

ESSE É O TRIGÉSIMO SÉTIMO CAPÍTULO DA FASE 2 DA SÉRIE “A PIZZARIA” . ANTES DE PROSSEGUIR COM A LEITURA, LEIA, NESTE MESMO SITE, A FASE 1 DA SÉRIE ORIGINAL (A PIZZARIA), DO MESMO AUTOR. OBRIGADO.


DE VOLTA À PIZZARIA
CAPÍTULO 37

Quando Denise entrou no quarto, ao percebê-la totalmente nua, Bruno lhe perguntou:

—Porque você demorou tanto, amor?
Em seguida, comentou:

—E ainda voltou pelada! Você transou com o seu marido agora?
Ela respondeu-lhe:

—Não amor. Ele só me preparou pra você!
Sem que ele nada lhe perguntasse, explicou-lhe:

—Ele me deixou com o bumbum cheio de manteiga pra você me foder gostoso, querido!
Bruno ainda argumentou:

—Eita! Que esquisito, Denise!

—E porque você está com essa colher na mão?

—Não estou entendendo nada!

—Ah, Bruno. O Edu mandou eu lubrificar bastante o seu pau, pra não machucar o meu cuzinho.
Depois, pediu-lhe:

—Senta na cama, amor.

—Quero deixar seu cacete todo lisinho pra você me foder bem gostoso agora.

Bruno lhe obedeceu e, de frente para mim, ficou sentado na cama com os pés apoiados no chão. Percebi que a cabeça vermelha do seu cacete de vinte e três centímetros estava reluzente. Em seguida, a minha mulher ajoelhou-se diante de si, com o enorme rabo voltado na minha direção. Nessa hora, Denise livrou-se da colher com a manteiga, deixando-a ao seu lado, no chão. Após, segurou-lhe a enorme vara, e começou a chupá-la.
Então, Bruno fechou os olhos, e suspirou:

—Aiiii safada! Que boca gostosa você tem!

—Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Após algumas lambidas, talvez com o receio de que o namorado gozasse, Denise interrompeu lhe a felação.
Mesmo assim, Bruno continuou com os olhos fechados, e agora gemia baixo:

—Aiiiii

—Aiiiii

Então, sem que ele a espiasse, Denise pegou a colher com a manteiga, raspou-a com o dedo e, como se fosse uma pequena bola de sorvete, depositou-a na cabeça do membro rijo.
Parecendo assustar-se, Bruno a repreendeu:

—O que você tá fazendo Denise?

—Que coisa gelada!
Denise lhe explicou:

—Calma, amor! É só a manteiga!

—Vou te lubrificar bastante, pois eu quero sentar no seu cacete duro pro meu marido nos ver, amor.
E, assim ela o fez. Bruno continuou sentado na cama, com os pés apoiados no chão, enquanto ajoelhada na sua frente, Denise lubrificava lhe a verga dura, para nela se sentar.

Após jogar a colher para o lado, agora sem nenhum vestígio do produto, Denise virou-se de costas para ele, que a segurou pelas nádegas morenas, arreganhando-as.

Cuidadosa, finalmente, Denise encostou o cuzinho na cabeça vermelha dos seus vinte e três centímetros.

Agora, com ambos de frente para mim, pude ver a bucetinha da Denise por inteira, e percebi que a sua bunda, que apenas tocava a cabeça da vara, estava a mais de um palmo de distância, do colo do seu macho, cujo grosso cacete, ansioso, aguardava a entrada no canal.

Enquanto o Bruno lhe abria ainda mais as nádegas, Denise vagarosamente rebolava o cuzinho na tora, até que este lhe engoliu a grossa cabeça vermelha. Depois, a farta lubrificação de ambos, motivada pela manteiga que os impregnara, fizera com que a enorme e gulosa bunda da minha mulher descesse suave pelo seu tronco duro. Finalmente, o mastro sumiu da minha visão, sugado pelas entranhas da Denise que acabou sentada nas suas coxas.

Após acostumar-se com os vinte e três centímetros enterrados no cu, aos poucos, Denise começou a mover os quadris, enquanto o Bruno a segurava pela cintura. Passados uns instantes, ela iniciou uma intensa cavalgava de costas para o namorado, até que ambos explodiram num gozo intenso:

—Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

—Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Após eu ver a cena, continuei em pé diante da porta do quarto, com as minhas calças arriadas. Agora, eu apenas acariciava o meu pau, à espera de que a Denise saísse do colo do macho. Após ela o deixar, assim que o vi sentado sozinho na cama, com o cacete iniciando a flacidez, e a Denise entrando no banheiro, subi as minhas calças.
Feliz por eu não ter gozado, entrei no quarto onde eles estavam, e peguei uma blusa de meia estação.

Em seguida, saí de casa, lá deixando ambos sozinhos. Uma vez que o meu carro ainda estava estacionado na rua, nele entrei, e parti em direção à casa da Dona Cida.

Lá chegando, fui recebido pela Vera que era a única das três que ainda permanecia acordada, pois assistia ao filme na TV da sala.

Após eu entrar, e perguntar-lhe da Ticiane, ela falou-me que a filha estivera agitada no final da tarde, e por isso, dera-lhe o mesmo sonífero que às vezes lhe era ministrado, por prescrição médica.

Depois, Vera veio reclamar comigo:

—Porque você sumiu o dia e a tarde toda, Edu?

—Minha filha ficou perguntando por você, o tempo todo.

Daí eu lhe expliquei dos contratempos causados pela vinda repentina da mãe do Bruno, e da minha intervenção para tirá-la da companhia do filho, para que ele pudesse ficar a sós com a Denise.

Porém, aproveitando que ela havia se referido à Ticiane, perguntei-lhe da menina:

—E como a Tici está, Vera?

—Ah, Edu. Ela me deu trabalho hoje, mas eu já esperava por isso.

—A mudança do seu comportamento já estava prevista, quando ela mantivesse o primeiro contato com homem, Edu.
Eu lhe respondi:

—Sinto muito, Vera.
Porém, ela tranquilizou-me:

—Fazer o que. Você não teve culpa, Edu, pois foi ela quem escolheu isso.

—Claro Vera. Eu jamais iria fazer mal à sua filha.

—Eu sei meu amor. Vamos esquecer esse assunto.

—Ela amanhecerá boa.

Depois, eu contei à minha cunhada sobre a enrabada que eu acabara de assistir no nosso quarto, a qual o Bruno dera na sua irmã.
Vera simplesmente comentou:

—Nossa, Edu. Até hoje eu ainda não consegui assimilar esse tipo de vida doido de vocês.

—Você deixar um homem estranho entrar na sua casa pra comer a sua esposa, e ainda sentir tesão com isso!
Eu lhe respondi:

—O que eu posso fazer, amor? Além do mais, se não fosse por isso —deixar a Denise dar pra outro— hoje nós não estaríamos juntos, Vera.

—Então, por sua causa, todo esse sacrifício vale a pena, querida!
Comovida, Vera agradeceu-me:

—Ah, obrigada, Edu.

—Eu torço muito para que a Ticiane e você também se deem bem.

—Melhor ela estar com você, do que viver aventuras por aí, nesse mundo malvado.

—E, quem sabe ela pega o gosto pela “coisa”, e até se case com um homem de verdade, Edu.
Depois, desanimou-me:

—Mas, eu jamais tomaria uma atitude igual à da minha irmã, Edu.

—Nunca me peça algo desse tipo: eu me entregar a outro homem, entendeu?

—Claro, Vera.
Depois, tive que mentir-lhe:

—Eu também nunca pensei em propor-lhe algo assim, amor.
Em seguida, agora rindo, e referindo-se à Denise e ao seu namorado, Vera provocou-me:

—Então você me disse que eles tiveram que usar manteiga né, Edu?

—Sim, Vera. Tiveram!
Depois, já sabendo que o KY estava consigo, retribui-lhe a provocação:

—Porque será que eles tiveram que usar manteiga hein, Vera?
Ela simplesmente respondeu-me:

—Bobo! Você já tá querendo fazer igual a eles, né safado?

—Sim, gostosa! Vamos lá no quarto!

Quando Vera levantou-se do sofá, não resisti e lhe passei a mão na bunda, pois usava fina camisola. Em seguida, de pé nos beijamos e fomos para um dos quartos que estava vazio.

Sem cerimônias, mal entramos, ela já se despiu totalmente. Ao ver a sua enorme bunda clara e bem desenhada, meu pau já estava duríssimo. Percebendo-me assim, após pegar o KY nas suas coisas, Vera curvou-se na cadeira, e pediu-me:

—Agora lubrifique a minha bunda, igual você fez na sua mulher, Edu.

Assim, da mesma forma que o fizera ao untar a Denise com manteiga, fi-lo com o KY na minha cunhada. Depois, sentei-me na beira da cama de pau duro, com os pés apoiados no chão. Tal qual a Denise o fizera com o Bruno, Vera veio lubrificar-me.
Depois, ela me disse:

—Quero engolir esse pau duro com o meu cu, safado!

—É assim que você quer né?

—Sim, Vera. Senta gostoso no meu cacete, igual a sua irmã sentou no namorado!

—Vocês são duas putas!

Em seguida ela veio de costas, e segurando-me no cacete, nele sentou-se devagar. Com cuidado, ela soltou o corpo e deslizou a bunda na verga, demonstrando enorme tesão quando o sentiu duro, e por inteiro, dentro de si.

—Aiiii.....

—Como é gostoso esse pau grosso que você tem, Edu!

— Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.

—Delicia!!!

—Aperte os meus peitos, Edu.

—Aiiii!!!

Passado um tempo, já estávamos gozando:

—AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

—AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

Após ela deixar o meu colo, deitamo-nos lado a lado na cama, e nos beijamos bastante. Depois, aparentando preocupação, ela perguntou-me:

—Você vai dormir aqui, Edu?

—Ainda não sei. O que você acha, Vera?

—Acho melhor você ir, Edu.

—Tenho receio de a Silvana encontrar você nessa casa, sem a minha irmã por perto, amor.

—As pessoas são desconfiadas! Argumentou.

Tive que dar razão à minha cunhada, porquanto já estava acertado que a Silvana chegaria pela manhã, sem horário certo. Dessa forma, se eu ficasse, corríamos o risco de ela nos encontrar dormindo juntos na cama, pois tinha as chaves da casa. Também, a minha presença ali sozinho, sem a Denise, e na companhia das duas poderia despertar desconfiança na Dona Cida, que de boba nada tinha.

Então, após despedir-me da princesa dos olhos claros com muitos beijos, e já com saudade, voltei para casa.

Entrei sem fazer barulho, e vi que o meu quarto estava apagado, agora com a porta cerrada. Deduzi que o Bruno e a Denise dormiam na nossa cama, e fui dormir sozinho, na cama de solteiro, do quarto dos meninos.

Na manhã seguinte, ainda deitado, escutei um barulho, mas não ouvi vozes ou conversa. Imaginei que certamente seria o Bruno sozinho na cozinha, tomando água ou café amanhecido para sair, e encontrar-se com a sua mãe. Desse modo, ele deixaria a Denise sozinha, dormindo no nosso quarto.

Logo que o Bruno saiu, e após ele bater o cadeado do portão principal, fui até a sala e passei a chave na porta. Em seguida, voltei a dormir. Fui acordado por volta das 10:00hrs com a Denise dizendo-me que a Vera e a Ticiane teriam ligado para que eu fosse buscá-las.

Antes de sair, Denise, perguntou-me:

—Você chegou a conversar aquele assunto com a minha irmã, Edu?
Já sabendo do que se tratava, isto é, eu e a Vera transarmos ao lado da Denise e do seu namorado, reperguntei lhe:

—E você falou com ele sobre a Eliete, Denise?

—Falei sim, Edu.

—E ele? Perguntei-lhe.

—O Bruno ficou puto da vida, Edu.

—Mandou nós dois tomar no cu!

—Mas porque tudo isso Denise?

—Ele falou que a família dele é de respeito, Edu.

—E que ele jamais faria uma palhaçada dessa—trazer a própria irmã— pra putaria com você!

—Tudo bem, Denise. Pra mim tanto faz. Respondi-lhe.
E, fingindo desdém, tentei finalizar:

—Eu não tava muito afim disso mesmo.

—Vamos esquecer isso então.
Porém, Denise respondeu-me:

—Nada disso, Edu!

—Deixe a Eliete pra lá, e vamos foder nós quatro, amor!
Sem querer defender a participação da Vera nessa história, mas já o fazendo, respondi à minha mulher:

—É muita cara de pau desse chato querer falar sobre família, e entrar na nossa casa querendo comer as minhas mulheres!

—O que tem de tão valioso assim na buceta da irmã dele, Denise?

—Ah Edu. Dane-se a irmã dele. Vamos só nós quatro e pronto.
E, exaltada, Denise falou:

—E, também, você não terá que decidir nada!

—Quem manda nessa zona, sou eu!

—Você já tá no lucro comendo a minha irmã, não tem nada que regular ela.
Daí, eu lhe respondi:

—Olha, Denise. Você pode dar pra quem quiser, que eu “tô nem aí”.

—Mas a sua irmã só vai dar pra quem ela quiser, e se eu deixar, entendeu?

—Ah é, é?

—Então eu sou uma vagabunda qualquer né? E a Vera é a sua protegida aqui, safado?
Então, fui lhe dizendo:

—Olha, Denise! Você já está passando dos limites com esse cara.

—Deixem a sua irmã quieta!

—Será que é difícil pra vocês entenderem que não é não?
E, ainda, lhe adverti:

—E quem você acha que é, pra querer mandar na Vera?

—Você não tá vendo que ele só tá usando você, Denise?

—Largue esse safado, mulher!

—Tá cheio de machos por aí!
Brava por não ter conseguido os seus intentos, Denise retrucou-me:

—Olha filho da puta! Você já me conhece de sobra.

—Eu não faço vontade de homem nenhum, viu! Nem de namorado e nem de marido, entendeu?

—Namorado uma ova, Denise! Ele é só seu macho! Respondi-lhe.
Ela retrucou-me:

—E marido o caralho, Edu! Você é só o meu corno!

—E corno faz tudo o que a mulher mandar tá bom!
Eu lhe respondi:

—Faço tudo o que você mandar, é a puta que pariu, piranha!

—Porque você não some daqui vagabunda!
Possessa, Denise respondeu-me:

—Então você quer que eu vá embora, viado?
Infelizmente, perdi o controle, e lhe disse:

—Você pode me chamar de corno quantas vezes quiser, mas se você me chamar de viado outra vez, vou te meter porrada!
Ela simplesmente respondeu-me:

—Filho da puta! Se você encostar em mim, eu vou na delegacia agora!
E, provocando-me, aproximou-se para enfrentar-me:

—Você não é bom da boca? Toque em mim, se você for homem!
E, insistiu:

—Toque-me, cachorro!

Daí, para evitar o pior, decidi recuar. Em silêncio, me vesti, peguei as chaves do carro, e fui encontrar-me com a Vera e a Ticiane, na casa da Dona Cida.
Parar numa cadeia, definitivamente, não fazia parte dos meus planos.

Continua no próximo conto...

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