Chorava implorava para tirar mas ele fudia sem dó

08 de Outubro de 2018 laureen Traição/Corno 467

Reportagem especial (UOL)
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Somos evangélicos . Casamos muito cedo e apenas tive ele como macho durante 5 ou 6 anos juntos, até acontecer o que passo a relatar. Luiz, meu marido me conheceu com 16 anos e nessa época eu estava no auge da galinhagem mesmo ainda sendo virgem mesmo assim pegava todo mundo, de novinho aos coroas namorava adoidado em farras noites a dentro toquei muita punheta e deixava que os homens me masturbasse e chupasse meus pequeninos seios durinhos.

Até Luiz aparecer em nosso grupo de amizades e ficar obcecado por mim. Eu chamava a atenção por ter as coxas grossas e minha bunda empinada e volumosa. Ele estava concluindo eletromecânica e já trabalhava com ajudante de mecânica numa oficina de motos e eu apenas estudava para concluir o 2º grau. Luiz me cercou de um jeito que não tinha tempo para paquerar outros meninos me pegava em casa para levar ao colégio e ia me buscar numa moto

Tanto insistiu que acabei por namorar ele e foi aí que passei a ter uma vida ativa em sexo. Luiz me tirou a virgindade me ensinou a mamar uma pica me viciando gostava mais de chupar seu pau do que dar a buceta a ele, até porque ele tem um pau pequeno 16 cm, e era mais gostoso mamar sua rola que sentir prazer metendo (minha buceta é enorme).

Não se demorou para estarmos morando juntos, éramos ativos e trepávamos diariamente eu tinha um fogo fora do comum e ansiava por chupar pica e era rotina. Mesmo estando apaixonados um pelo outro havia lacunas em nosso relacionamento faltava algo inexplicável, eu tinha desejos e curiosidades sobre sexo de tantas formas, me via sendo currada por diversos homens a me foder de tantas formas ansiava por picas grandes a me ocupar o cu e a buceta e me masturbava diariamente porém não tinha coragem para expor a Luiz meus anseios de puta. Isso durou cerca de 4 ou 5 anos

mesmo tendo uma vida sexual quase que perfeita nos completávamos até que surgiu uma vaga numa empresa fora do estado numa plataforma marítima e lá se foi Luiz me deixando até se estabilizar e eu poder ir junto com ele. Eram 15 dias de agonia sentindo falta de pica e intermináveis sessões de masturbação, introduzia de cenoura a cabo de vassoura na buceta em brasas. Precisava urgentemente de um amante para apagar meu fogo,

mesmo sabendo que Luiz não merecia ser traído. Não confiava em ninguém, vizinhos, amigos, conhecidos, tinha medo. Meu corpo então com 20 anos estava na melhor forma, meus seios ficaram volumosos, minha bunda arqueada roliça chamava a atenção por onde passava arrancando assobios e suspiros dos homens, era assediada em mercados e até na igreja, mas me mantinha na defensiva. Meu circulo de amizades resumia em umas poucas amigas de infância e alguns amigos do colégio e de Luiz nenhum me atraia.

Luiz quando retornava para seus 15 dias de folga ficava mais tempo com esses amigos do que comigo e se tornou rotina nosso sexo numa mesmice comum aos casais, estava escrito que eu o trairia mais cedo ou mais tarde.
Estava amadurecendo em minha mente que Luiz precisava de uns bons pares de chifres, afinal de contas eu merecia ser bem fodida coisa que ele estava deixando a desejar. Meu marido me enchia de elogios à minha beleza ao meu corpo a cada dia mais definido, me pôs na academia, me queria perfeita apenas para exibir como a um troféu aos amigos babões que descaradamente me comia com olhares e até mesmo procuravam flertar no que eu nem dava assunto.

Primeiro não era interessante e segundo temia pela propaganda que algum deles poderia fazer não mantendo nosso romance em segredo, afinal, quem come calado come duas vezes. Numa das vezes em que Luiz chegara de folga inventara de fazer um churrasco em nossa casa chamando alguns dos amigos. Desta vez vieram uns que trabalhavam com ele, cerca de 5 amigos, alguns interessantes. Formou um grupo na varanda da casa e o papo era apenas de trabalho e um outro grupo de fofocas dos vizinhos e amigos comuns.

A bebida corria solta, churrasco na brasa papos inflamados. Sempre tem alguém que se destaca e um dos amigos de Luiz o Juca, moreno magro bem falante sorriso fácil chamava a atenção pela simpatia e suas piadas deixando a festa sempre alegre. Passei então a observá-lo com outros olhos. Ele servia a todos sempre atencioso e comunicativo e discreto. Juca tinha à época 30 anos, solteiro, olhos castanhos, 1,70 m, corpo definido um pouco magro. Eu transitava entre os convidados os abastecendo de bebidas rebolativa com minha bunda arrebitada trajando um modelo de macaquinho amarelo desenhando meu corpo malhado e os seios soltinhos. Aos poucos alguns convidados foram-se ficando uns casais e 3 dos colegas de Luiz, incluindo Juca.

Formou-se uma roda em torno da mesa e o papo já estava descontraído e risadas e sacanagens já rolava devido ao alto grau de álcool ingerido por todos. Como estavam três casais, eu e Luiz, um nosso vizinho de casa e sua esposa, meu irmão e minha cunhada, e os três amigos de Luiz da sonda o papo girava em torno de relacionamento.

Dois dos amigos de Luiz eram casados menos o Juca. cada um tinha uma opinião sobre casamento e a conversa tomou um rumo diferente de liberdade de escolhas. Eu apenas ouvia seus relatos sem esboçar opiniões sorvendo meu vinho e cada um opinava dando ênfase a meu irmão que tem um relacionamento aberto com minha cunhada coisa que nós nunca nos metemos.

A conversa acirrou e a bebida falava mais alto, e cada um tinha uma opinião formada. Acabou por entrar em pauta troca de casais sugerida por meu irmão mais liberal arrancando risos dos demais devido a desproporção entre homens e mulheres no local. Por incrível que possa parecer foi justamente de Luiz que veio a opinião mais surpreendente; ele disse ser a favor e que não teria problema algum em participar de uma suruba ou suingue desde que eu concordasse. Pega de surpresa me coloquei contrária pois não teria estrutura para participar os deixando me dirigindo para dentro de casa me fazendo de ofendida com a desculpa de que iria ajeitar a casa. Acontece que aquilo me despertou uma curiosidade e fiquei a imaginar sendo fodida por outro macho com Luiz observando e um fogo aqueceu minha buceta. Rumei ao banheiro e toquei uma siririca me imaginando possuída por dois ou três machos gozando rios. Ao sair do banheiro me deparei com Juca que aguardava de fora para ir urinar se desculpando pela presença lá dentro. Acenei com um sorriso o deixando entrar.

Me dirigir a cozinha e passei a lavar as louças distraidamente. Minutos depois apenas sentir mãos me segurar pelos quadris sendo arrochada na bunda por uma pica ereta e dura e um beijo na nuca quente que arrancou arrepios deixando meios seios enrijecidos, minhas pernas bambearam sem ao menos saber de quem se tratava me deixei ser encoxada sentindo aquela pica dura entre minha nádega e mãos apalpando meu corpo.

Estava entregue e procurei virar o rosto para oferecer meus lábios sedentos de um beijo e neste momento que percebi que não se tratava de meu marido e sim de Juca amigo de Luiz que apressadamente sugou meus lábios num beijo feroz enfiando sua língua em minha boca arrancando gemidos, tentei me desvencilhar em vão estava totalmente a mercê daquele louco. Juca apenas sussurrou em meu ouvido que iria me foder todinha e não adiantava reagir pois eu seria dele por completa me soltando e saindo apressado.
Minha pernas tremiam meu corpo estava em transe, mal conseguia ficar em pé. Apoiei-me na pia sem forças o coração disparado. Ali eu soube que não seria mais a mesma.

Minha cabeça revirava não sabia o que pensar ou agir. Bebi um pouco de água tentando me controlar não sabia o que fazer. Resolvi que precisaria de um banho frio para me recuperar. Lá fora eles continuavam a discussão e nossos vizinhos se foram meu irmão e minha cunhada ficariam para dormir aqui. Tomei uma ducha da cabeça aos pés me masturbando debaixo do chuveiro imaginando ser tragada por Juca gozei uma após outra em meus dedos ficando aliviada.

Pensei em ir dormir mas os sons que viam de fora em gargalhadas me atraia, pus um vestido soltinho e me dirigir para fora afim de conferir quem ainda estava lá, e para minha surpresa ou alegria restava apenas meu irmão minha cunhada, Luiz e pasmem, Juca.
Os demais se foram mas o Juca continuava lá cínico, sorridente e bebendo alegremente. Entendi a estratégia dele ficaria até o limite e se Luiz embriagasse ele daria o bote pois sabia que a presa estava no papo (como estava). Realmente Luiz já estava em estado de embriaguez total e já não falava nada com nada. Meu irmão pediu que eu sentasse com eles para beber mais um pouco e recusei chamando Luiz para que entrasse para dormir. Mesmo a contra gosto Luiz assim o fez e nem banho conseguiu tomar e desmaiou sobre a cama, apagando de vez. Retornei a varanda anunciando que Luiz dormira arrancando risos gerais. Meu irmão apanhara mais uns drinks de Whisky servindo a todos.

Um silêncio se abatera entre nós e meu irmão para quebrar o gelo disse que se Juca quisesse dormiria aqui hoje devido ao horário estendido e insinuou já que ele era favorável a um suingue poderia fazer uma transa a três com ele e a sua mulher. Juca falou que tinha outros planos para aquela noite mas que sentia-se lisonjeado pelo convite e que numa outra oportunidade quem sabe?
Falou. Meu irmão então disse que iria se recolher e foder sua mulher gargalhando.

É um folgado esse meu irmão. Dito isso se retirou sendo seguido por Débora sua mulher nos deixando a sós. Nem preciso dizer que mal meu irmão saiu Juca partiu para mim ali mesmo me tomou nos braços me beijando gostosamente engoliu minha língua me deixando sem fôlego, apalpando meus peitos ansioso sem se importar quem veria ou não. Não via nada me deixei levar por aquele homem estranho me arreganhei toda para ele.

Mãos exploravam meu corpo me chamando de gostosa, cachorra e bandida, aquilo parecia elogio aos meus ouvidos precisava escutar isso.

Ele foi descendo sua boca lambendo meu pescoço, sugando meus seios por sobre o vestido levantou meu vestido expondo minha buceta grande e carnuda numa minúscula calcinha e introduziu sua língua me chupando a vulva procurando meu clitóris arrancando gemidos e gritinhos abafados sem me dar conta de onde estava. Juca me chupou a buceta longamente sem pressa me fazendo quase morrer de tanto que gozava. Juca levando-se abrindo sua braguilha deixou escapulir uma jeba de 25 cm linda da cabeça vermelha me ofereceu para que chupasse e não me neguei,

abocanhei sua pica numa fome anormal mamei e chupei gulosa me engasgando pelo tamanho e um líquido fininho e gostoso saia que eu engolia saboreando ouvindo ele me chamar de vagabunda, safada e cachorra, putinha corneteira e metia como se metesse na buceta arrancando lágrimas tamanha as estocadas. Nunca fui tão humilhada em minha vida como nesse dia e estava feliz.Juca deu uma gozada em minha boca segurando minha cabeça forçando eu engoli toda sua porra que escorria pelo canto da boca. Eu soluçava, estava vermelha quase roxa das esporradas de Juca em minha boca.

Ele não se deu por vencido e queria mais humilhação. Me levantou da cadeira e puxando meus cabelos me conduziu para dentro da casa em direção a meu quarto, tentei impedi-lo em vão, fui empurrada para dentro recebendo um tapa no rosto mandou-me tirar o vestido e deitar na cama junto a Luiz, meu marido. Submissa atendi ficando apenas de calcinha deitando na cama, Juca se desfez da bermuda e cueca arrancou minha calcinha e apontando sua pica foi até a cara de Luiz lambuzou com sua gala todo seu rosto o chamando de corno bêbado disse que iria me foder todinha com ele ao lado.

Voltou-se para mim arqueou minhas pernas as pondo em seus ombros e meteu de uma só estocada sua pica gostosa arrancando gemidos de dor e prazer, metia com força estocadas me fazendo gritar de prazer recebendo aquela tora estourando em gozo uma após outra numa sequencia de espasmos que me deixava alucinada. Foram quase 40 minutos recendo pica e vazava por todos os poros revirando os olhos. Nunca tinha gozado tanto em minha vida como nessa noite. Era xingada humilhada, tomei tapa na cara e na bunda e estava feliz.

Finalmente Juca anunciou que iria foder meu cu. Nunca tinha dado nem introduzido nada em meu cu nem dedo, implorei que não aguentaria e Juca não escutava, me pôs de quatro com um travesseiro na barriga empinou minha bunda abriu e começou uma sequencia de chupadas enfiava a língua em meu cu colocava um dedo e tirava, chupava de novo e aquilo tava ficando bom, até ele resolver meter sua pica.

Uma dor extrema me rasgou a alma quando a cabeça passou e fiquei imaginando quando o resto entrasse.
Chorava e implorava para tirar ele metendo até o meio tirava e metia de novo até entrar todinha e seus culhões baterem na porta do rabo. Era tapa na bunda e xingamentos de vagabunda, cachorra, piranha, corneira até ele gozar dentro de meu cu esquentando até o estômago. Juca tirou o pau de meu cu e uma mistura de sangue e gala veio junto.

Ele simplesmente levou até Luiz e abriu sua boca passando aquilo em sua boca dizendo que era o que ele merecia pois tinha uma putinha gostosa e preferia trazer macho para foder ela. Não sei se era um elogio a mim ou um castigo a ele, só sei que fiquei feliz demais. Juca desfilou nu pela casa indo para o banheiro tomou uma ducha e retornou avisando que de agora em diante eu era propriedade dele e só dele.
fim
maurina


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